História Dividiendo Mi Dolor - Isulio - Capítulo 2


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Categorias Isabela Souza
Personagens Isabela Souza, Personagens Originais
Tags Bia, Binuel, Isabela Souza, Isulio, Julio Peña, Romance
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Palavras 1.234
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, meus consagradinhos!
Como estão? Espero que bem.
Prontos para mais um capítulo tenso dessa história? Acreditem... Eu fiquei muito trsite do que o Julio PRETENDE fazer.
Bom... Boa leitura!

Capítulo 2 - Jardín


"Seja um jardim, onde os bons pensamentos florescem". - Assim pensa Isabela Souza.

[...]

- E aí... Como foi na psicóloga? - Indagou Antônio no carro. Julio revira os olhos.

"Como se ele se importasse!" - Pensou o espanhol.

- Vai falar ou não como foi a consulta? - Indagou novamente irritado pelo silêncio do filho.

- Não. O que acontece na psicóloga... Fica na psicóloga. - Disse Julio por fim.

- Depois não diga que eu não perguntei. - O Peña mais velho fala, fazendo Julio revirar os olhos.

- Tá... Eu conto. Nada de mais. Eu somente falei o que eu realmente sinto. - Disse Julio.

- Parece até um viadinho falando. - Dissera o pai de Julio. Antônio ri da própria piada nem um pouco engraçada, Julio desvia o olhar por conta de que sentiu lágrimas invadirem seus olhos. - Que palhaçada.

- O que? - Indagou confuso Julio.

- Isso de estar com depressão. Nem sei por que. - Falou Antônio. - Isso é pura idiotice. Aposto que só quer atenção.

O moreno decide não contestar o que sue pai disse. Todos achavam que aquilo era frescura, que aquilo era para "chamar atenção". Porém... Era muito mais que isso. Era se sentir sozinho. Era se sentir triste, sem ter ninguém ao lado a qual poderia ajudar o espanhol. Era vontade de chorar todo os dias, todas as noites. - Quando vai ser a próxima sessão com a doutora Souza? - Indaga curioso Julio. Tinha adorado a consulta com a morena. Se sentia mais leve, por finalmente poder desabafar com alguém. E Isabela Souza era a pessoa certa para isso.

- Amanhã mesmo. Quanto mais rápido essas consultas acontecerem, menos custos para mim. - Disse Antônio. Julio suspira. Era isso. Para o patriarca daquela família, Julio era somente isso. Um peso que só lhe dava custos. Porém, não iria se render tão facilmente a dor a qual Antônio Peña o fazia sofrer.

- É só isso que eu sou para você, né? Um peso que só lhe dá custos e mais custos. - Disse Julio.

- Sim. E olhe como fala comigo, garoto. Eu não sou nenhum de seus amiguinhos, ou amiguinhas. Sou seu responsável. E quero que me trate como tal. - Disse Antônio friamente.

- Eu lhe trato como meu responsável, mais você não me trata como seu filho. - Disse por fim o Peña, fazendo Antônio frear o carro ao qual levava seu filho para casa bruscamente, fazendo Julio se assustar.

- ME DÊ RESPEITO, MOLEQUE! OU VOCÊ FICA QUIETO, OU EU TE ENCHO DE PANCADAS, PANCADAS ESSAS QUE VÃO TE ENSINAR A SER HOMEM! - Esbravejou Antônio, fazendo o espanhol lacrimejar de raiva.

- Pois pode me encher de pancadas, eu não ligo. Afinal, seria até bom. Eu só lhe dou custos. Assim, pelo menos eu paro de lhe dar despesas. - Falou Julio, saindo do carro indignado e indo em direção ao consultório onde trabalha Isabela Souza.

No Consultório San Diego...

Isabela organizava alguns papéis e não percebia a presença de algo, ou melhor, alguém. - Vi a sua aproximadade com Julio... Sabe que não pode ter relacionamentos com os nossos clientes.

- E eu lá tenho tempo para ficar me relacionando com alguém? - Indaga Isabela. - Você sabe que minha relação com TODOS os meus pacientes é estritamente profissional. Nada a mais. Nem amizade, e nem nada, se é isso que quer saber.

- Isabela, não minta... Eu sei que você já ficou com algum paciente seu. Aquele tal de Esteban. - Disse André.

- André, deixa eu te contar uma coisa... Desde que eu perdi a minha filha, os meus pais e o meu marido naquele maldito acidente... Eu não me interesso mais em ninguém. Eu perdi a minha família de uma vez. Acha que foi fácil? Eu entrei nessa vida de psicóloga para ajudar pessoas que passaram pela minha situação. Por que quando eu perdi minha família... Eu não tive essa oportunidade. Acha que eu tenho tempo ou condições para me relacionar com alguém, ainda mais com algum paciente. - Disse Isabela por fim.

- Tudo bem... Acalme-se, senhorita Souza.

- Me acalmar? Você fala como se eu pegasse os meus pacientes como seu eu fosse uma vadiazinha qualquer e depois ainda quer que eu me acalme? Sério, eu não tô ouvindo isso. - Isabela disse, saindo de sua sala.

Já no jardim onde servia para um refúgio da morena, Isabela suspirou, lembrando do momento em que descobriu do acidente. Sua família inteira se foi. Seu marido, seu pai, sua mãe e principalmente... Sua filha, Beatriz. A verdade é que a brasileira, apesar de se mostrar forte e batalhadora, nunca conseguiu superar a perda da filha, a qual chamava de Bia e que era xodó. - Bia... Pai, mãe... Alex... Eu queria tanto que vocês estivessem aqui comigo. Mais não estão. Infelizmente. - Disse Isabela a si mesma, observando o anel que recebeu de seu marido antes dele falecer na fatalidade.

Então, ficou assim a brasileira, observando as nuvens e lembrando dos melhores momentos a qual passou ao lado de seus pais, seu marido e sua filha. Todos se foram. E só sobrou ela.

Enquanto isso, nos corredores do consultório onde trabalhava a brasileira, Julio andava nervosamente e parecia ter visto uma assombração. Estava mais pálido que o normal. Perguntava a todos que cruzavam com eles se tivessem visto onde estaria a psicóloga Isabela Souza. - Isabela... Cadê você?

- Julio? O que faz aqui? - Indagou André vendo Julio desesperado e nervoso.

- Eu... Eu preciso ver a senhorita Souza... Agora! - Disse Julio.

- Ok, ela está no jardim do consultório e... - André fala mais sua voz vai assim que vê Julio correndo até o jardim.

Isabela virá ao ouvir um ruído e se assusta ao ver seu paciente na sua frente. - Julio? O que faz aqui?

- Eu preciso de você! Por favor, conversa comigo! - Julio pede para Isabela que sorri assentindo. Calada, a Souza abraça o Peña que começa a soltar algumas lágrimas silenciosas.

- O que aconteceu, Julio?

- O... O meu pai. Ele... Ele acha que eu sou um viado... Só por que... Eu comecei a fazer terapia com a senhora... - Julio fala.

- Não me chama de senhora, Julio. Me chame de Isabela. Isa, se você quiser. - Disse a Souza.

- Isa, eu...

- Não diga nada. As vezes ações falam mais alto do que palavras. Eu estou te entendendo, somente olhando nos seus olhos castanhos. Vem, me dá um abraço.

- Outro? - Indaga Julio.

- Por que, não gosta dos meus abraços? - Indaga Isabela brincalhona.

- Não... É que...

- Estou brincando, senhor Peña. - Isabela fala e Julio ri. Eles se abraçam e Isabela se separa. - Eu vou no banheiro. Olhe para as plantas, as flores, o céu... Eu te garanto que vai te fazer bem.

Isabela sai e Julio suspira e começa a observar a natureza do local. Era lindo, divino. Era... Extravagante. Até que Julio vê um objeto perfurante jogado por ali e tem uma ideia totalmente ame lógica. - Desculpa, Isa... Mais eu não suporto mais.

Julio pega o objeto perfurante e aponta para seu peito. Sim, Julio queria se matar. Quando o objeto estava indo com força em direção ao peito do Peña. Até que... - JULIO! PARA COM ISSO AGORA!


Notas Finais


E aí?
O que acharam?
Gente... A Isa tentando ajudar o Julio é muito lindo.
Coitado do nosso espanhol... Será que ele vai conseguir passar por tudo isso? Bom... Sozinho não vai ser, ele vai ter a Isa com ele.
Até o próximo capítulo!


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