História Divine - Capítulo 20


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Red Velvet, TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Irene, Jihyo, Joy, Kris Wu, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Rap Monster, Sana, Tzuyu
Tags Kpop, Michaeng, Monayeon, Namo, Pirata, Pirata Mina, saida, Sereia, Sereia Chaeyoung, Twice
Visualizações 315
Palavras 1.941
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Luta, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olar migonces

Esse capítulo tá um pouco menor, porquê originalmente era para se ter mais coisa nele, mas eu resolvi dividir ele em duas partes, porque creio que ficaria muito grande, com isso, deu pra atualizar mais rápido ;)

Espero que gostem.

Boa leitura

Capítulo 20 - Jiatsu


Fanfic / Fanfiction Divine - Capítulo 20 - Jiatsu

 

... Então Ching atacou o seu pescoço, beijando-o com vontade.

Mina fechou os olhos e se entregou àquela sensação de prazer.

“Oh... Assim fica impossível de resistir... Chaeyoung...” Ching parou na hora o que estava fazendo, e encarou Mina, que estava claramente nervosa.

“Do que você me chamou?” Ela questionou a capitã do Daiya, magoada.

“Ching?” Mina falou descarada e um sorriso culpado.

“Sai de cima de mim!” A mulher vociferou.

“O quê? Não... Não, precisamos parar... Eu quero muito fazer de novo com você.” Mina tentou argumentar, dando um beijo em Ching, mas não adiantou, a mulher estava possessa.

“Sai de cima de mim agora!” Ching deu um empurrão em Mina, e a jovem caiu ao seu lado na cama, então ela se sentou e deu um tapa no braço da capitã do Daiya. “Sua fedelha imbecil! Quem pensa que é para me chamar pelo nome de outra mulher? É aquela esquisita que estava no meu navio aquele outro dia, não é? O nome dela era esse!”

“Ching, eu... Me desculpa, de verdade, sério, eu não queria ter dito...”  Mina começou, mas não havia muitas desculpas para explicar um erro desses. “Me perdoe.”

“Suma daqui!” A mulher falou alto, quase chorando. Não se permitiria chorar na frente daquela garota que ela conheceu há tão pouco tempo. “Pensei que você fosse diferente, mas é igualzinha aos homens, está pensando que sou uma de suas putinhas, é?”

“Para com isso... Eu não penso que você é nada disso, eu gosto de você e te admiro, estou falando a verdade.” Mina estava se sentindo muito mal e culpada. “Eu sou uma estúpida, eu reconheço”

“Vá embora!” Ching disse, então Mina suspirou fundo, se levantou e começou a se vestir. Ela não tinha moral nenhuma para discutir naquele momento.

Quando a jovem deixou o quarto, Ching se cobriu com o lençol e começou a chorar, abraçada em seu travesseiro.

Como ela era tonta, óbvio que uma menina jovem e bonita como Mina não iria se interessar verdadeiramente por ela. Era tudo por conta de seu desejo de derrubar Hung Chou.

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Sana, Dahyun, Shinji e Okamoto jogavam cartas. Shinji fazia dupla com Sana e Okamoto com Dahyun. Os quatro se divertiam com a jogatina enquanto tomavam rum.

“Vencemos de novo!” Okamoto comemorou rindo, cumprimentando Dahyun.

“Nossa, pai, acho que vou ter que mudar de parceiro, você disse que sabia jogar, mas até eu estou melhor que você.” Sana reclamou para Shinji. “Só vou perder desse jeito.”

“Me respeita, que eu jogo isso desde quando era um menino, Arata e eu éramos imbatíveis!” O homem se defendeu.

“Mas o bom da dupla devia ser o Arata, porque você é uma negação.” Okamoto provocou, arrancando risos das duas garotas.

“Ora, até você, velhote? Me respeitem, na ausência de Mina, eu sou o comandante aqui, esqueceram?!” Shinji falou, no exato momento que Mina entrou no navio.

“Agora não é o mais o comandante.” Okamoto falou para Shinji.

Mina olhou para os quatro, com a cara fechada.

“Achei que fosse dormir no navio da Ching Shih.” Sana comentou.

“Eu também achei.” A capitã respondeu mal-humorada, caminhou até a pequena mesa que eles jogavam e pegou a garrafa de rum e seguiu para o quarto.

“Aconteceu algo muito pesado.” Sana comentou e se levantou. “Eu vou falar com ela.”

A jovem caminhou pelo corredor, e bateu na porta que dava acesso ao quarto de sua prima.

“Mina, me deixe entrar, eu quero conversar.”

“Vai embora daqui, porra!” Ela ouviu a voz de dentro do quarto e bufou. Era estranho como Mina conseguia comandar com destreza um navio cheio de homens, mas ao mesmo tempo ser tão infantil, quando o assunto era sentimentos.

“Mina, abra, por favor.” A porta se abriu com violência, e Mina estava com os olhos marejados.

“Entre logo, antes que eu me arrependa.” Sana o fez, sabia e quando ela entrou no quarto, Mina trancou a porta.

“O que houve, minha prima? Você e Ching Shih brigaram?” Mina tomou um longo gole do rum, na garrafa mesmo.

“Houve que eu sou uma estúpida... Houve que eu odeio o maldito momento que eu fui dar ouvidos pro imbecil do seu pai, e ter parado naquela ilha amaldiçoada de Jeju e cruzado com aquela maldita ninfa dos infernos, que ... É tudo culpa da Chaeyoung, aquela maldita! Eu odeio ela!”

“Chaeyoung apareceu lá de novo?”

“Não... O que aconteceu foi que eu... Eu chamei o nome dela... Quando começava a fazer amor com Ching.” Mina respondeu sem graça e Sana ficou surpresa ao ouvir aquilo.

“Mina do céu... Isso é um delito gravíssimo.” Sana se espantou, levando as mãos a boca.

“E eu não sei? Eu achei que ela fosse me bater... Quer dizer... Ela me deu um tapa, mas eu achei que ela fosse me espancar, ela ficou morrendo de ódio.” Mina retrucou, e sentou-se na cama.

“Ah, mas isso é compreensível, se fosse a Dahyun fazendo isso comigo, eu juro que a esfolaria viva.” Mina revirou os olhos.

“Obrigada pela ajuda.” A capitã ironizou. “Eu disse que aquela concha tinha alguma feitiçaria nela, tenho certeza que é isso, eu vou jogar aquela porcaria no mar.”

“Mina, minha prima, olha de verdade, me escute, está bem?” Sana falou. “Você é uma mulher que comanda um navio repleto de homens, enfrenta quem quer que seja. Já enfrentou militares, já enfrentou outros piratas, enfrentou Chaeyoung e a própria Ching Shih, e agora está as vésperas de enfrentar um homem que é muito mais poderoso que você.”

“E o que isso tem a ver?”

“Quero saber por que você tem tanta coragem de enfrentar todas essas coisas, mas não tem coragem de assumir seus sentimentos?” Mina olhou com estranhamento para a prima.

“O que você está querendo dizer com iss... Nem vem Sana, eu não tenho sentimentos por aquela coisa!” Mina se defendeu, e até se levantou.

“Viu? Já entrou na defensiva de novo.” Sana cruzou os braços e Mina bufou.

“O ódio é um sentimento, né? Então, esse é o sentimento que eu tenho por ela!” Mina retrucou nervosa e impaciente.

“Dahyun sempre diz que o amor e o ódio caminham lado a lado.” Sana falou para implicar com a prima, deixando-a ainda mais irritada.

“Dahyun lê demais, nem tudo o que está escrito nos livros é verdade.” A capitã tomou mais um longo gole de rum.

“Você é muito teimosa, Mina, as coisas estão na sua cara e você as nega.” Sana falou também impaciente.

“O que você quer, afinal? Se mancomunou com aquela coisa para me convencer que eu estou apaixonada? Hm? O que ela vai te dar em troca?” Sana suspirou ofendida.

“Você é uma besta mesmo!” Sana falou irritada. “Se assumisse o que sente, saberia lidar melhor com isso tudo, e não entraria nesse tipo de confusão!”

“Não tenho que assumir o que não existe!” Mina retrucou no mesmo tom. “Poxa, Sana, você veio me ajudar ou ficar me aporrinhando com esse monte de bobagem?”

“Eu já falei o que eu penso, e você sabe que eu estou certa.” A garota se levantou e caminhou até a porta. “Passar bem, e torça para que Ching Shih não abandone o barco depois dessa palhaçada que você fez com ela.”

A jovem deixou o quarto, e Mina se jogou na cama e suspirou fundo.

Maldita hora que cruzou o caminho da filha de Poseidon.

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No dia seguinte, Mina se levantou logo cedo e seguiu para o cais, onde os dois navios de Ching estavam aportados, e encontrou a mulher conversando com dois de seus marujos.

Ela ficou hesitante por alguns instantes, mas tomou coragem e se aproximou, assim que a capitã do Frota Vermelha terminou de passar as ordens aos homens.

“Bom dia.” Ela cumprimentou a mulher, que seguiu andando e nem lhe deu atenção. Mina a seguiu. “Ching, me perdoa, por favor, eu estou me sentindo muito mal pelo o que aconteceu.”

A mulher se virou bruscamente, e encarou Mina, que deu até um passo para trás.

“Eu sei o que você quer de mim, e sabe, eu sou uma mulher de palavra, então não vou voltar atrás em minha promessa. Eu vou com você até Jiatsu, mas vou deixar claro que é porque eu realmente desgosto de Hung Chou, ele já matou muito amigo meu, e se algo der errado, é você quem vai morrer mesmo.” Ching deu os ombros, e virou-se seguindo seu caminho.

“Obrigada.” Mina falou com um sorriso tímido, e Ching a olhou com certo desprezo.

“Não precisa agradecer, eu não faço isso por você, fedelha.” Ela respondeu seca.

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No final daquela tarde, os homens do Daiya e do Frota Vermelho se reuniram para uma espécie de reunião, para planejar com mais detalhes o seu ataque a Jiatsu e o sequestro de Tzuyu, e lá ficou acordado que somente o Daiya aportaria na cidade com alguns dias de antecedência, já os dois navios do Frota Vermelha só chegariam em Jiatsu no dia do casamento, para bombardear os navios de Chou e impedi-los de seguir o navio de Mina.

E naquela noite mesmo, o Daiya saiu rumo a Jiatsu, onde o início da vingança de Mina contra Hung Chou se daria.

A capitã estava sozinha no convés, observando a cidade de Yadong, que ficava cada vez mais distante.

Naquela noite, Mina comeu pouco e dormiu menos ainda, arquitetando consigo mesma como iria conseguir informações precisas para sequestrar a filha de Hung e ela teve uma ideia.

Logo que o sol nasceu, Mina se levantou e fez questão de acordar pessoalmente cada pessoa de sua tripulação e reuni-los em sua cabine, onde ela passaria novas instruções a eles.

“Não é novidade nem segredo para ninguém que dentro de poucas horas estaremos em Jiatsu, pela primeira vez nesses mais de dois anos que estamos juntos por esses mares, e claro, como todos já sabem, nosso objetivo lá é bem claro: sequestrar a filha de Hung, e claro, saquear a casa dele, para não saírmos de mãos abanando.” Ela disse. “E também não é segredo, que essa é uma missão muito perigosa para todos nós, teremos sim o reforço dos navios da Frota Vermelha daqui alguns dias, mas durante os próximos dois dias estaremos completamente sozinhos, e por isso devemos ter o máximo de cautela para evitar chamar a atenção da população e principalmente das autoridades daquela cidade.” Os homens mesmo cansados e com sono prestavam a atenção nas palavras de sua capitã com interesse. “E claro, teremos dois dias para descobrir algumas informações que serão cruciais como a localização da casa de Chou, o local e horário onde será o casamento de sua filha, e também devemos raptá-la antes dela sair de casa, porquê uma vez na rua, ela provavelmente estará cercada de autoridades, e para isso, eu incubo a missão de se infiltrarem entre a população e descobrirem essas informações a vocês duas: Sana e Dahyun.”

“Nós duas?” Dahyun perguntou, tão surpresa quanto Sana e Mina assentiu.

“Sim, vocês duas são bem espertas, creio que possam em dois dias conseguir todas essas informações necessárias para que nosso plano não dê errado.” Mina disse sorrindo. “Eu sei que posso confiar em vocês, e eu confio.”

As duas se entreolharam, ainda surpresas com a missão que lhes foi dada.

Após aquela pequena reunião, Mina seguiu para o timão, onde comandou o Daiya por mais algumas poucas horas, e então ela pôde observar algo surgindo no horizonte. Prontamente ela pegou sua luneta, e com ela conseguiu ver as construções de Jiatsu.

Ela sentiu o coração disparar e as mãos e pernas ficarem trêmulas só de se lembrar que foi ali que seu pai fora assassinado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Curiosidades: apesar do capítulo se chamar "Jiatsu" não há nenhuma cena do núcleo de Jiatsu nele hahahaha

Até a próxima!


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