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História Divine Blood - Capítulo 1


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Capítulo 1 - A origem


Fanfic / Fanfiction Divine Blood - Capítulo 1 - A origem

Toda história de valor se dá início com um belo conto, porém eu não tenho algo de valor para lhes oferecer, me chamo Malthus Kuroichi, e hoje irei lhes contar a fábula mirabolante de minha vida.

Eu nasci em uma família de boas condições financeiras, então desde jovem eu fui criado pelos meus pais, minha mãe me ensinava coisas básicas como cozinhar e pescar, meu pai por outro lado, me ensinava a manusear diversas armas e desenvolver técnicas de diversas artes marciais conhecidas por ele.

Meu pai chamava-se Asbel Tepes, já minha mãe se chamava Empusa Kuroichi, minha vida era perfeita ao meu ver, porém, tudo isso durou até meus exatos 13 anos, onde minha mãe adquiriu uma doença muito grave, que a levou a óbito em pouco tempo depois de descoberta, meu pai entrou em uma tristeza profunda e começou a ingerir drogas e álcool constantemente, levando a sua morte dois anos depois, com isso eu cheguei a uma situação crucial de minha vida, onde ou eu me esforçava, ou morreria naquele local.

Com 15 anos eu comecei a trabalhar para sobreviver, devido aos altos impostos, tive que fechar minha antiga casa e levar comigo apenas oque cabia em minha mochila, porém eu continuava firme, eu tinha um propósito para viver ainda, então com 18 anos, eu decido me unir ao grupo de extermínio Regional, eles são soldados treinados para executar todos que seus superiores derem ordem (Geralmente bandidos perigosos e terroristas), foi com eles que tive meu primeiro contato com oque eles chamavam de magia, eu tinha a capacidade de manusear as sombras com extrema maestria, além de possuir um controle incrível do meu próprio sangue, segundo o tenente, isso ocorre por causa da minha linhagem.

Devido aos Kuroichi, eu recebi a capacidade de utilizar as sombras, isso era uma benção e ao mesmo tempo uma maldição, devido ao seu grande poder, foi desejado por todos que o admiravam, com isso decidi me afastar do grupo de extermínio iniciando minha jornada como assassino ilegal com meus 21 anos, pela primeira vez em décadas eu me senti vivo, então retorno uma última vez até minha antiga casa antes de iniciar no meu novo trabalho (desta vez como um assassino), em meu bolso levo apenas alguns trocados e uma espada que recebi do grupo de extermínio, essa espada possuía uma ligação de sangue comigo, assim eu possuía bastante habilidade com ela, diferente de qualquer outra arma que me fosse imposta, então caminho até um pequeno bar na periferia da cidade.

Ao chegar lá, o balconista olha para mim com um sorriso no rosto, ao lado dele um mural com diversos cartazes de procurados e um mural com anotações de missões para quem desejasse executa-las, então caminho até o balconista com o meu olhar fixo de sempre.

– Veja só, então realmente se tornou um assassino não foi? – Pergunta o homem enquanto coloca a mão em meu ombro dando um sorriso de canto, então dou um suspiro e balanço a cabeça concordando, por fim sento-me no assento em sua frente.

– Traga-me uma cerveja e uma missão ao invés de querer forçar uma amizade. – Falo com a entonação séria na voz e o rosto fechado de sempre, então o mesmo trás a cerveja que o mesmo desejava e ao lado, um papel e uma foto, no papel havia uma localização e um nome de um homem chamado Johnson Scott, a foto mostrava um homem que utilizava-se de uma cartola e um terno elegante, o mesmo estava com um cajado em suas mãos e estava de sorriso aberto, então ao ver isso, revirei o olho para o balconista que havia retirado o sorriso do rosto e estava com um olhar sério.

– Você já sabe oque é para ser feito. – Diz ele enquanto limpa o balcão, então ergo-me e caminho até a saída com os papéis entregues por ele, se eu realizar a missão eu conseguirei 120 moedas de prata, não é uma grande quantia mas o suficiente para sobreviver durante um bom tempo, então quando estou a sair, paro na porta e dou uma pequena risada.

– Aliás, como se chama? – Pergunto ao mesmo enquanto olho para a saída com sua guarda sempre alta como sempre, estando com uma das mãos por cima da espada.

– Me chamo Ignis, espero vê-lo novamente Assassino. – Fala em voz alta enquanto dá uma forte risada, então saio do local e caminho até o lugar escrito no papel.



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