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História Divine Honor - Capítulo 7


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Capítulo 7 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Divine Honor - Capítulo 7 - Capítulo 7

- Majestades, trago notícias... - Um fauno se aproximava e Pedro sinalizou para que contasse - Avistamos um soldado nos espionando, estão todos a espera de suas ordens
-Devemos nos reunir agora, estão todos prontos - Disse Caspian quando voltavam até o acampamento
-Não podemos fazer todos aqui, podem nos ouvir. - Pedro respondeu
- Podemos conversar na mesa -Anna falou
- Na mesa? - Susana perguntou
- Sim, a mesa de pedra. Vocês não conhecem? - Anna perguntou
- Conhecemos, mas... Não lembramos onde está exatamente - Lucia respondeu
- Está na caverna... Vamos - Caspian falou e apertou o passo levando todos a fazerem o mesmo

✴️

Quando todos chegaram na mesa de pedra, os antigos reis e rainhas ficaram encantados lembrando os momentos que tiveram naquele lugar.
- Ele deve saber o que está fazendo - Lúcia falou olhando para o grande leão na parede
- Acho que depende de nós agora - Pedro falou - Vamos reunir todos, acho que chegou a hora de agir 

✴️

- É só uma questão de tempo, as tropas e máquinas de Miraz estão a caminho. Significa que o castelo está desprotegido - Pedro falou
- O que sugere, majestade? -Ripchip perguntou
- Temos que estar prontos...
- Começar a planejar...
Pedro e Caspian começaram a falar juntos, então Caspian entendeu que Ripchip se referia a Pedro
- Nossa única esperança é atacar antes que nos ataquem. - Pedro finalizou
- Isso é loucura, nunca ninguém invadiu o castelo - Anna falou
- Para tudo se tem uma primeira vez - Pedro respondeu
- Teremos o fator surpresa - Trumpkin falou
- Mas temos a vantagem aqui - Caspian falou
- Se nós prepararmos bem, podemos detê-los indefinidamente -Susana falou deixando Pedro irritado
- Agradeço tudo que fizeram aqui, mas isso não é uma fortaleza, é um túmulo - Pedro falou
- E se forem espertos, esperarão morrermos de fome - Edmundo falou
- Acho que sabe minha opinião, majestade - Ripchip falou, ele nunca fugia de uma batalha
- Se colocarmos sua tropa lá dentro, cuidarão dos guardas? - Pedro perguntou a ciclone
Houve uma tensão nesse momento, ciclone olhou no fundo dos olhos de Caspian e Anna e respondeu a Pedro
- Ou morreremos tentando, meu senhor...
- E é exatamente isso que vai acontecer, não temos tantos homens quanto eles, isso é suicídio... - Anna falou enquanto lagrimas brigavam em seus olhos
- É isso que me preocupa - Lu falou
- Como? - Pedro perguntou
- Vocês estão agindo como se tivesse apenas duas opções... Morrer aqui, ou morrer lá
- Acho que você não está escutando direito, Lu.
- Não, você que não está escutando Pedro. Ou esqueceu quem de fato derrotou a feiticeira branca? - Lu perguntou
- Acho que já esperamos Aslam por tempo demais - Pedro falou ainda mais bravo saindo do local
Anna também ficou brava e saiu quando ninguém estava olhando. Sentou-se na grama onde todas as noites desde que estava ali ia para olhar as estrelas, mas dessa vez não estava interessada no céu. Suas lágrimas insistiam em sair dos seus olhos e ela não aguentava mais. Chorou como não chorava a muito tempo
Não era um choro triste, era choro de raiva e medo, já havia perdido muitas pessoas em toda a sua vida e não estava preparada para perder mais. Sabia que naquela noite nem todos voltariam e aquilo a preocupava demais. Não queria perder seu irmão, e por um momento chegou a pensar que se tivesse que salva-lo, deixaria que pegassem Pedro.
A raiva foi passando e seu medo aumentando, precisava se preparar e dar todo apoio possível as tropas narnianas. Pediu desculpas mentalmente a Pedro por ter pensado aquilo, e se conseguisse largar o orgulho de lado, se desculparia pessoalmente também.
Encontrou-se com todos e se voluntariou para ser uma das primeiras a entrar, o que Caspian não gostou nada pois preferia a irmã longe daquela batalha. Depois de muita conversa, todos aceitaram que Anna também lutaria, mas iria com Susana, depois que recebessem o sinal para entrar.
Edmundo foi primeiro e deu o sinal, os quatro, junto com Trumpkin foram logo atrás.
Anna preparou o arco e flecha e junto de Susana, atiraram nos primeiros guardas.
Pedro e Caspian prepararam as espadas e atacavam quem estava por perto.
Uma parte da tropa foi entrando e a outra esperava até que o portão fosse aberto. Enquanto os cinco iam entrando nos aposentos do professor de Caspian e Annabel. Eles pretendiam tirá-lo daquele lugar e levá-lo com eles. Quando entraram, viram que estava tudo viram que tudo estava bagunçado e o professor não estava lá
- Preciso encontrá-lo - Caspian falou
- Eu vou com você - Anna respondeu e Caspian concordou com a cabeça
- Vocês não tem tempo, precisam abrir o portão. - Pedro falou
- Você nem estaria aqui se não fosse por ele... E nem nós -Anna falou
Pedro e Susana se olharam, Pedro estava cedendo
- Nós dois podemos cuidar de miraz- Susana falou
- E nós ainda chegaremos no portão a tempo -Caspian falou
Os dois seguiram até às masmorras, lutaram contra alguns soldados e pegaram as chaves.
- Mais cinco minutos? - Caspian Perguntou acordando o professor
- O que estão fazendo aqui? Eu nao ajudei vocês a fugir para que entrassem aqui de novo - Cornelius respondeu - Vocês tem que sair daqui antes que Miraz saiba que estão aqui
- Ele logo vai saber, vamos dar a ele sua cela- Anna respondeu
-Não subestimem Miraz como o pai de vocês fez... -Cornelius falou
- Do que está falando? -Caspian perguntou
- Eu sinto muito... - Cornelius falou se referindo a morte dele
Ouvindo isso Caspian saiu correndo e Anna foi atrás, os dois estavam com muita raiva naquele momento e a única coisa que conseguiam pensar era em vingança...
Entraram no quarto de Miraz e Caspian segurou sua espada contra o pescoço, e Anna apontava sua flecha no coração do tio.
Depois que levantou, Miraz continuava tentando humilhar Caspian e ria de Anna
- É triste, a primeira vez que mostra coragem e é um desperdício - falou a Caspian e depois virou para Anna - E você? Parece uma criança com um brinquedo nas mãos
- Abaixe a espada Caspian, Eu não quero fazer isso - Prunaprismia, tia dos dois falou enquanto segurava um arpão apontado para os dois
- Nós também não queremos -Susana falou entrando com Pedro no quarto
- O que estão fazendo? Era pra estarem no portão - Pedro perguntou
- Não, pelo menos essa noite eu quero a verdade. - Caspian falou - Você matou nosso pai?
- Voce disse que seu irmão morreu dormindo - Prunaprismia falou
- Isso é quase verdade. - Miraz falou
- Como você pode? - Prunaprismia perguntou decepcionada com o marido
- Pelo mesmo motivo que você vai puxar este gatilho. Pelo nosso filho. Quer que ele seja rei, ou fique como Caspian? Sem pai...
-Depois do que fez com nossa filha... - Prismia falou
- Filha? Do que estão falando- Anna perguntou
- Você não descobriu ainda? Você e Caspian nao sao irmãos, são primos...
Prunaprismia puxou o gatilho e atingiu Anna no ombro. Miraz conseguiu fugir e todos correram para fora do castelo.
O alarme começou a tocar e todos os soldados descobriram que estavam sendo atacados.
Anna sabia que aquela era hora de recuar, ela e Susana tentaram convencer Pedro mas ele não cedeu.
Enquanto os três abriam os portões, Anna viu Edmundo na torre acima deles lutando contra alguns soldados, e atirou contra um deles fazendo com que Edmundo conseguisse derrubar o outro.
Edmundo deu o segundo sinal e o resto das tropas entraram. O banho de sangue começará...




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