História DNA: A Aventura no Sangue - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jennie, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Artes Marciais, Bts, Chim Chim, Colegial, Escola De Espiões, Espião, Espiões, Espionagem, Fanfic, Imagine, Investigação, Jimin, Mistério, Park Jimin, Revelaçoes, Segredos, Suspense
Visualizações 28
Palavras 2.630
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi pessoas! Eu voltei rapidão né?

As férias finalmente chegaram e eu estou a todo vapor! (Derretendo muito com o calor na realidade)

Ficou meio curto, mas eu achei o ponto perfeito para o desfecho do capítulo, então deixei aí mesmo.

Na verdade, eu pretendia atualizar antes mas eu fiquei tão sem tempo na viagem, a primeira casa não tinha wi-fi e eu saio de casa quando acordo e chego tão acabada quê so consigo dormir. Vida de turista não é fácil kkkkk

Mas ao menos a Itália e me enchendo de inspiração (e picadas de mosquito), muitos capítulos estão por vir!

Chega de enrolação

Capítulo 12 - As consequências de um ritual


Eu vejo o líquido entrando no meu corpo e é como se eu conseguisse sentir ele correndo pela minha corrente sanguínea, detonando e mudando tudo em seu caminho como um tsunami. A dor é gritante, eu pareço estar sendo destruída por dentro. Meu corpo se estica na cadeira e agora as amarras fazem sentido, sem elas eu já estaria me debatendo no chão. Meus olhos se espremem numa tentativa falha de amenizar a dor.

Eu quero gritar, mas não permito isso e seguro o grito no interior da minha garganta. Tudo parece escurecer mais e voltar aos poucos, como se eu estivesse tendo pequenos desmaios devido a dor. Eu sinto minha waz espumar e meus ossos se dobrarem, mas eu resisto firme, não deixando sequer um gemido sair da minha garganta. Se me perguntassem porque eu não me permiti gritar, eu não saberia responder, eu apenas queria me manter forte, de alguma forma isso ficou implantado no meu subconsciente. Afinal, eu não era capaz sequer de raciocinar o que acontecia, todo o meu mundo estava focado em tentar parar com aquilo, em diminuir a dor.

Meu corpo se debatia e era como se eu pudesse sentir os meus ossos estralarem. O medo me tomava assim como a dor que parecia dominar cada centímetro do meu corpo. Eu me debatia no mais puro desespero sentindo meu corpo queimar, as amarras pareciam ser de total sentido e ajuda no momento, por mais que a pressão que eu fazia involuntariamente sobre elas fosse deixar marcas visíveis em minha pele.

Minha visão parecia escurecer, por mais que eu já estivesse de olhos fechados, eu parecia me entregar enquanto tudo o que eu queria era que aquilo acabasse. Um gemido de dor entrecortado sai do fundo da minha garganta, não consegui do mais segurar ao sinto todo o meu corpo ser esmagado como numa prensa hidráulica e te 5ttwwawqxsEu vejo o líquido entrando no meu corpo e é como se eu conseguisse sentir ele correndo pela minha corrente sanguínea, detonando e mudando tudo em seu caminho como um tsunami. A dor é gritante, eu pareço estar sendo destruída por dentro. Meu corpo se estica na cadeira e agora as amarras fazem sentido, sem elas eu já estaria me debatendo no chão. Meus olhos se espremem numa tentativa falha de amenizar a dor.

Eu quero gritar, mas não permito isso e seguro o grito no interior da minha garganta. Tudo parece escurecer mais e voltar aos poucos, como se eu estivesse tendo pequenos desmaios devido a dor. Eu sinto minha boca espumar e meus ossos se dobrarem, mas eu resisto firme, não deixando sequer um gemido sair da minha garganta. Se me perguntassem porque eu não me permiti gritar, eu não saberia responder, eu apenas queria me manter forte, de alguma forma isso ficou implantado no meu subconsciente. Afinal, eu não era capaz sequer de raciocinar o que acontecia, todo o meu mundo estava focado em tentar parar com aquilo, em diminuir a dor.

Meu corpo se debatia e era como se eu pudesse sentir os meus ossos estralarem. O medo me tomava assim como a dor que parecia dominar cada centímetro do meu corpo. Eu me debatia no mais puro desespero sentindo meu corpo queimar, as amarras pareciam ser de total sentido e ajuda no momento, por mais que a pressão que eu fazia involuntariamente sobre elas fosse deixar marcas visíveis em minha pele.

Minha visão parecia escurecer, por mais que eu já estivesse de olhos fechados, eu parecia me entregar enquanto tudo o que eu queria era que aquilo acabasse. Um gemido de dor entrecortado sai do fundo da minha garganta quando sinto todo o meu corpo ser esmagado.

Então acaba. Em questão de um segundo toda a dor que eu sentia se esvai do meu ser como mágica e sinto meu corpo totalmente relaxado, como se eu fosse uma nova pessoa, novinha em folha. E Realmente, a partir daquele momento, eu era.

Meu nome não era mais Rhitnae, eu após aquilo não tinha mais nome, eu era invisível. Eu me tornei apenas Ellen, sem sobrenome, sem origens, sem passado, inexistente porém totalmente visível como uma ilusão de ótica, como as cores que não passam de reflexos para nossas íris, que podem mudar totalmente dependendo de como forem posicionadas. A partir daquele momento eu me tornei ninguém e todo mundo ao mesmo tempo e não irei negar, a sensação era incrível.

— Muito bem Ellen, terminamos.

O sorriso dócil da mulher agora parecia levemente culpado.

— Talvez você sinta algumas dores, cansaço ou tonturas ao longo do dia, são alguns efeitos colaterais, nada muito preocupante.

— Por que você está assim?

— Assim como?

A mulher se dirigiu para a mesa fazendo algumas anotações e arrumando os conteúdos.

— Parece quase como se...culpada por algo.

O olhar da mulher sobe para tela, olhando aquela informação com certo ressentimento, logo me observando com uma espécie compaixão confusa, como se ao mesmo tempo que me escondesse algo grande era algo que lhe aprtia o coração.

— Sabe querida, tem algumas coisas que é melhor não sabermos até que venham a tona no seu tempo...de qualquer forma os resultados seus estão ótimos, você resistiu muito bem ao processo do ritual.

Agora ela sorri verdadeiramente, mudando a expressão de preocupada como mágica, causando uma sensação estranha no meu interior.

— Obrigada, eu acho.

Sorrio sem graça, não sabendo ao certo o que deveria fazer.

A mulher digita algo rapidamente em seu computador, abrindo acesso a uma porta escondida em meio aos ladrilhos. Típico OSM. A porta se abre, indo para trás e deslizando para o lado, dando passagem para o que parecia um corredor interno, não muito iluminado, mas o suficiente. Ela se aproxima novamente, me desatando.

— Siga pelo corredor e suba as escadas até o último andar, vai dar na sala de lazer do seu ano.

Eu balanço a cabeça, mostrando compreender e então me levanto devagar, tentando não me sentir muito tonta. Vou em passos incertos para o corredor, me sentindo meio mole. Paro um pouco antes de entrar de vez no corredor, na intenção de me despedir, porém sou parada por seu murmúrio. Em frente ao computador, ela observava a minha ficha, eu não conseguia ver o que estava escrito, mas parecia minha certidão de nascimento.

— Isso definitivamente não me cheira bem.

Eu penso em perguntar o que era, em me despedir fingindo não ter escutado, em me aproximar e ler o que tinha escrito na tela, porém em meio a tantas alternativas eu apenas opto por entrar no corredor escuro e me retirar em meio a dúvidas e perguntas.

[•••]

Chegando na sala de lazer, dei de cara com a Praga. O mesmo estava sentado em meio a um dos diversos sofás e poltronas que haviam espalhados, em frente a uma televisão. Ele estava numa posição relaxada, meio deitado e com as pernas levemente abertas. Em suas mãos segurava um controle de videogame, o qual manuseava com agilidade, mostrando que tinha costume de jogar. A televisão tínhamos volume médio, podendo se ouvir facilmente o som de tiros e disparos vindos do jogo.

Eu revirei os olhos, me sentindo cansada e meio tonta, o trajeto não fora longo mas sabia que era devido ao ritual, eu precisava me sentar ou iria cair então, sem nem pensar duas vezes me sentei no sofá mais próximo, não ligando a companhia irritante que teria ao meu lado.

Joguei a cabeça para trás dando um leve suspiro, a minha intenção era de ignora-lo, fingir que não estava ali, respirar por alguns segundos e depois me direcionar para o meu quarto onde tiraria uma soneca bem vinda e talvez lesse um pouco.

— Você de novo Cereja — sua voz era rouca e cheia de sarcasmo, seu olhar permanecia focado no que fazia.

Eu o ignorei, não iria me irritar com um ser tão imprudente estando tão cansada.

— Não seja malvada Cereja, eu ainda não me esqueci do desafio.

Meu estômago se embrulha lembrando daquilo, tudo o que eu não precisava era me preocupar com as consequências dos meus atos impulsivos naquele momento. Me mantenho com os olhos fechados, dando um leve suspiro.

Aparentemente minha rejeição o incomoda, ao que sinto ele se virar no assento, largando o controle após pausar o jogo, já que o som de tiros não era mais ouvido. Sinto sua respiração no meu pescoço, me arrepia levemente, mas continuo na missão de ignorar.

— Eu ainda vou te fazer implorar por mim Garota Cereja. Implorar para que eu te pegue sem dó e bem gostoso.

Abro levemente os olhos devido a provocação, o observando pelo canto, o vendo numa proximidade tentadora para arrancar-lhe a cabeça, numa intimidade que nunca tinha o dado. Sem paciência apenas o respondo fria.

— Eu já disse que não vai acontecer, nem em mil anos.

Ele solta um riso cínico.

— É mais fácil eu fazer você implorar por mim do que o inverso.

Digo e me levanto, no intuito de me retirar, porém a tontura bate com tudo e eu me desequililibro, caindo quase que no mesmo instante, tendo tempo apenas de direcionar meu corpo para o sofá. Para minha infelicidade eu acabo não caindo diretamente no sofá e sim em cima da criatura irritante que se encontrava nele.

Eu estava tonta demais e meu cérebro parecia meio desligado, eu precisava de um minuto parada para que voltasse ao normal, minha visão estava parcialmente escurecida e meu corpo um tanto quanto pesado. Todos esses fatores ajudaram para que eu não percebesse que caí não só em cima dele, como em que posição em cima dele.

Eu me remexi, sentindo a consciência voltar aos poucos após o meio desmaio que tive. Minha cabeça doída um pouco e se encontrava pesada. Eu endireitei a coluna abrindo os olhos aos poucos, tentando raciocinar e entender ao certo o que havia acontecido. Me senti sentada num lugar e em uma posição estranha então mais uma vez me remexi, tentando ficar numa posição mais confortável. O arfar que recebi em troca foi o suficiente para me dar conta da situação, abrir meus olhos de vez e pular para o lado num susto.

Eu havia caído no colo da Praga, de lado, meio de frente, quase que na diagonal. Eu estava me remexendo naquele lugar e aquilo me apavorou e enojou ao mesmo tempo. A vergonha por outro lado passou a me possuir de forma avassaladora, minhas bochechas queimavam feito o inferno e eu queria fugir, mas se o fizesse iria cair de novo por não estar totalmente recuperada ainda, isso era um fato.

A risada debochada do garoto apenas piorou a situação.

— Acho que você já está caidinha por mim.

Idiota — eu reviro os olhos num misto estranho de desgosto e vergonha — quem gostou disso foi você, não eu.

— Está tão vermelha Cereja, isso me faz pensar que nunca fez algo assim antes...

E não fiz mesmo, o que trouxe como reação uma vermelhidão ainda maior para meu rosto. Ele queimava, isso era fato.

— Não enche, Praga. 

Falo num resmungo.

— A Cereja quer fugir é? — seu tom era debochado, como se soubesse que era a ideia que passava pela minha mente no momento.

Mas eu não ia deixar ele saber disso e tomar as rédeas da situação tão facilmente.

— Quem disse? Eu estou muito bem aqui.

Eu me viro parcialmente, o encarando de forma desafiadora enquanto minha posição era despojada sobre o sofá.

— Eu duvido.

Seu olhar era igualmente desafiador, as faíscas piscavam nos meus olhos, eu amava desafios. A vergonha de segundos atrás parecia nunca ter existido dando lugar a uma chama repleta de fúria e ódio de ambas as partes.

— Eu faria tudo de novo e ainda mais tranquilamente.

— Então prove.

Aquela frase não podia ter soado mais provocativa, e aquilo não podia me soar mais irritante. Sem nem ao menos cogitar, num impulso de coragem apenas pulei em cima dele, encaixando ambas as pernas de cada lado de seu quadril, me sentando sem vergonha alguma.

No fundo eu sentia a vergonha gritando, mas eu não iria me deixar vencer, portanto apenas a ignorei. A nova Ellen que surgiu com isso tudo não tem medo, a nova eu agarra o desafio e não se deixa ser dominada. A nova eu tem atitude.

De primeira ele mostrou uma leve surpresa em seu rosto, porém logo deu espaço para um sorriso ladino, malicioso eu diria. Suas sobrancelhas se manterem arqueadas, na mais irritante provocação, como dizendo que eu não teria coragem de continuar. Mas eu iria, com toda certeza iria.

Se ele queria retirar a minha sanidade havia conseguido, se ele quer continuar com essas provocações irritantes eu não ligo, mas é bom ele saber que irei pegar na mesma moeda, eu irei fazer com que ele perca a cabeça. Não irei me preocupar com as consequências, desde que consiga ganhar esse desafio, ele vai enlouquecer e isso é uma promessa. E eu nunca quebro uma promessa.

Eu me acomodo de vez em seu colo, movimentando a cintura lentamente, tendo um contato absurdo e maior do que o necessário — na minha opinião — devido a saia que eu usava. Ele pendeu a cabeça para trás, arfando e mordendo levemente o lábio inferior, entregue e pego de surpresa.

Aquilo era nojento para mim, mas não me parecia o suficiente para as brincadeiras que ele fazia, eu tinha que pegar tão pesado quanto, eu tinha que honrar as minhas palavras.

Continuei com os movimentos do quadril, sentindo a fricção que me dava uma sensação estranha. O sorriso vitorioso começava a brincar entre meus lábios, era isso que eu queria, vencer. Minha sede de vitória é implacável e por causa disso não deixaria que suas brincadeiras passassem em branco.

Dando continuidade as minhas palavras, jogo a cabeça para o lado parcialmente e me abaixo, aproximando meus lábios de seu pescoço. Meu interior gritava de vergonha e nervosismo mas eu o ignorei completamente.

Eu não era ingênua, isso era óbvio, porém não significava que eu já tivesse praticado essas coisas, apenas sabia na teoria, o que não me impediu de fazer com que parecesse o contrário.

Passei de leve meus lábios em seu pescoço, logo começando a beijá-lo, raspando de leve os dentes vez ou outra, ouvindo sua respiração descompassar e soltar arfares de tempos em tempos. Eu tentava ao máximo não demonstrar vergonha, falta de confiança ou experiência enquanto sentia seu membro entre minhas pernas crescer aos poucos. Subi um pouco mais e então, arrastando o nariz de leve pelo resto da extensão de seu pescoço, com uma respiração forçada de certa forma, o deixando arrepiado, cheguei a sua orelha. Minha boca passou levemente por ela de cima a baixo, até alcançar seu lóbulo, o qual abrigei em minha boca sugando com não muita força. Foi então que ele soltou o primeiro gemido, entre muitos que ainda iria soltar, baixinho e soprado. 

Segui em beijos castos por sua mandíbula, dando uma leve mordida em seu queixo e parando com o rosto tão próximo ao dele que nossos narizes se tocavam. Ele abriu os olhos ofegante, totalmente entregue, enquanto eu ainda rebolava sentindo "aquilo" crescer cada vez mais. O olhar da Praga parecia hipnotizado, buscando minha boca com os olhos, submisso, nas minhas mãos, ao meu controle. A Praga incontrolável podia ser aquietada de alguma forma no final das contas. Ao que a achou meus lábios tentou caça-los, mas eu o impedi.

Com o dedo indicador em seus lábios o afastando e um sorriso vitorioso em meu rosto, me levantei calmamente, numa precaução contra a tontura. Ajeitei minha saia, enquanto seu olhar passeava pelo meu corpo, totalmente perdido e confuso, querendo mais do que eu podia oferecer — ou do que ele achava que eu poderia.

A sensação de poder me dominava e eu amava isso.

— Acho que já entendeu o recado.

E sem soltar mais nenhuma palavra, me retirei da sala em passos lentos, sentindo seu olhar preso em mim, totalmente perdido, enquanto eu me sentia a pessoa mais poderosa do mundo.


Notas Finais


O que acharam?! Gente esses daí tão com um fogo que minha batata assada!

Comentem o que estão achando de Jillen! Favoritem se gostaram também!

Se quiserem me seguir para ficar por dentro das atualizações: https://www.spiritfanfiction.com/perfil/francgeeek

Minha outra fanfic com o Jungkook: https://www.spiritfanfiction.com/historia/garota-misteriosa--imagine-jungkook-9069797

Byeeeeeeee ~ entra na gôndola e sai navegando por Veneza ~


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