História Do lado errado (Jikook ou Kookmin) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias A.C.E, B.A.P, Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Block B, EXO, Got7, Jay Park, Kris Wu, Lu Han, Monsta X
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Ação, Bts, Exo, Hunhan, J-hope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Kookmin, Namjin, Rap Monster, Romance, Suga, Taeyoonseok, Vhope, Yaio
Visualizações 409
Palavras 2.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Romance e Novela, Survival, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus anjos!
Devem estar se perguntando, cade os hot!?.
Um spoiller... cap 10 tem um pesado....
Okay chega antes que eu conte tudo!
Boa leitura!

Capítulo 2 - Quero conhece-lo.


Fanfic / Fanfiction Do lado errado (Jikook ou Kookmin) - Capítulo 2 - Quero conhece-lo.

    Foi horrível. — Continua e olha para nossos pais que tinham a expressão incrédula, como se não estivessem acreditando no que acabaram de ver.

 Eles abraçam meu irmão.
 
 Pensei que ía te perder.  Fala minha omma.


~ Park Jimin


 Acordei por volta das onze horas da manhã.
 Vou até a suite, lavo o rosto e esfrego os olhos.
 Me deparo com minha imagem inchada.
 Pego a escova, coloco a pasta de dente, escovo os dentes.

 Guspo o que tenho na boca, pego a toalha de rosto branca, enxugo meus lábios.
 Saio do quarto bocejando.
 Abro o quarda-roupa e pego uma camisa regata rosa clara.
 Visto-me.
 Desço em busca do café.

Quando dou passadas preguiçosas no corredor que não tinha fim por estar cambaleando de um lado ao outro, os olhos se fecham e vejo quase  me arrastar pelo chão frio e os pisos brancos com cheiro de hortelã fresco, é até o chão era perfumado, não sei como se desgasta com tanto pano úmido e o lavatório sem fim que se submete.

 Estou no último degrau da escada.
  — Park Jimin, pode parar por aí! —
 Volto com meu pé no degrau.
 
Minha omma estava passando pano no chão.
  — Você vai marcar o chão.
 Respiro fundo e solto o ar violentamente, será mesmo que era sempre a mesma baboseiras de sempre, um dia quero pisar no chão e escorregar propositalmente até quebrar o nariz e sujar aquele chão tilintante de sangue e dizer — Limpe isso agora! — Com certeza minha omma limparia, mas depois do tapa e a reclamação de minha boca estava suja que vem ocorrendo desde meus doze anos

  — Onde estão o appa e o Jihyun? — Pergunto.
  — No hospital.
  — Porque?
 — Checando a saúde da seu irmão Park, ele teve uma parada cardíaca!
  — Ata.

  — Foi muito bom ter colocado você no curso de primeiros socorros intensivo — Diz pegando o cabo do rodinho mais forte — Pelo menos você serve para alguma coisa — Passa o pano violentamente pelo chão.
 Reviro os olhos.

  — Pode pisar agora, aí já está seco.

 Caminho até a mesa de vidro posta com o café.
 Pego uma maçã que estava na fruteira amarela clara.
 Mordo forte, fazendo barulho.
  — Come alguma coisa mais calórica Jimin, você vai voar!
 Não respondo, era irritante de mais sempre a mesma reclamação, se eu não quero comer o problema automáticamente será meu, uma realidade dolorosa a Sr. Park.
 
 Depois de alguns segundo com os pensamentos insanos.
  — Há! quase me esqueci — Ela para de passar pano — Luhan passou aqui.

 Luhan é meu amigo de infância, nos conhecemos no parquinho do shopping a sete anos atrás, era um menino a magro, como sempre foi, sentimental e se preocupava comigo desde de muito pequeno, quando caia no chão ele não ria como a maioria dos melhores amigos, só me perguntava se estava bem e procurava o machucado com os olhos, até encontrar o ralado milimétrico, por esse motivo minha omma o adorava, chegando até a acariciar os cabelos sedosos e dizer que ele fazia aquilo e eu não, comia aquilo e eu não.

  — Ué, porque — Encosto-me na mesa.
  — Ele estava com o skate dele, perguntou se você já havia acordado, eu falei que não, então disse que iria ao parque — Ela para de falar e volta o que estava fazendo.
 Concordo com a cabeça e dou mais uma mordida na maçã.
 Não estava com cabeça para passear na cidade.
Ontem aconteceu muita coisa.
  — Vou ligar para ele depois do almoço, para jogar no video game —Digo
 
 Olho para minha mãe que estava com olheiras profundas.
 Parecia não ter dormido bem.
 Eu era o único mais renovado da casa.

  — Jimin por favor, corte a grama — Desvia os olhos do chão e me olha — Está um pouco alta.
  — Tá. — Digo entediado, até olhar a outra direção, porque sabia que se observasse o rosto dela acabaria dando uma resposta não tão agradável.
  — O cortador está na garagem — Sorri.
 Jogo o restante da maçã no lixo e caminho até a porta.
 O sol estava insuportavelmente quente, mesmo de manhã.
 Piso no carpete.
 Estava descalço, o que queimou a sola de meu pé.
  — Aí! — Gemo.
 Parecia torrar e sentir o cheiro de queimado na mesma hora, os dias estavam quentes pelo verão escaldante e fazia-me querer ficar deitado, sem fazer ou dizer nada, a preguiça tomava conta de meu cérebro nesses dias quentes que já me adaptava.
 Vou até garagem.
 Tento abri-la na sorte, pois tinha certeza que estava fechada.
 

 Adivinha, aberta!
 Meu pai deveria ter esquecido.
 Abro uma fresta e passo por baixo.
 Porque sou preguiçoso, e essa palavra é só um ícone das reclamações intensivas e sem fim da boca da minha omma que falava mal de meus atos o dia inteiro, principalmente as visitas e vizinhas fofoqueiras, essa era a pior espécie.
 Pego o cortador de grama, passo novamente por baixo do portão empurrando o equipamento.


 Estava no meio do serviço quando meu vizinho gostoso saí de casa.
 Kim Jongin, tinha cabelos pretos raspados dos lados, um corpo escultural, parecia um galã de novela.
 Aproveito que estava de costas fechando a porta e tiro minha blusa pingando de suor.

 Não me julgo tão magro assim, tenho um certo relevo muscular na barriga, mas meus ombros são finos, meus braços não ajudam muito.
 Ao contrário de minhas cochas e bunda fartas.
  Corto  a grama normalmente e tento me comportar o mais homem possível.

 Meu Deus!
 ~ Ele está caminhando em minha direção, calma!

Esse pensamento me vem quando acho que tenho chance com os garotos ou quando são bonitos de mais, na maioria das vezes minhas bochechas rosam sem permissão, o meu rosto esquenta como se estivesse em uma panela de pressão cozinhando com os legumes ferventes. Era assim que estava me sentindo... Exatamente agora.

 
  — Oi Jimin.
  — O-oi!
 — Fique sabendo que você se formou! — Fala alegre, com um sorriso bondoso estampando a cada linda de invejar.
  — É...
  — Parabéns! — Ele me dá aqueles abraços de homem, seguido de um tapinha nas costas, sentindo meu corpo pender para frente com cada tapa dá mão pesada.
  — Eu estou todo suado. — Rio tímido
 Ele sorri de volta.
  — Não tem problema... Há! Sua omma me disse que você vai entrar para o acampamento militar.

 Agora eu sei o que minha omma faz quando rega as flores do canteiro, não era para menos, as rosas estavam cada vez mais bonitas e ainda tento procurar cuidadosamente onde ela achava tempo a fazer coisas inúteis, gostava mais das flores perfumadas do que de seus próprios filhos.
 
  — É. — Digo sem jeito.
  — Também fiquei sabendo que você é gay — Continua
 ~ Caralho Jongin, você sabe mais da minha vida do que eu! — Penso arregalando os olhos com o comentário intrometido que acabo de ouvir, até passar a mãos nos ouvidos achando que estavam vazando sangue por raiva das línguas grandes que rodeiam minha casa, com o avental de plástico e regador rosa chamativo, dizendo que aquela cor servia para não perder.

  — É...
  — Podiamos sair qualquer dia desses o que acha? — Aquilo era útil a ser falado, literalmente.
 
 Me arrepio na mesma hora, não sei o que faço com as mãos, até sentir meu rosto pegar fogo.
  — An... tá... tá bom, seria ótimo.
 Ele sorri sem jeito.

 Faz um ano que Jongin se formou e ainda não faz faculdade.
 Volto prestar atenção no que o rapaz que é mais alto, a ponto de bater na altura de sua boca.

 — Faz um ano que estou lá no acampamento e é bem intensivo e cansativo — Passa a mão nos cabelos negros, os músculos de seu braço definem — O sargento Jeon é bem possessivo e seu filho Jungkook é um dos melhores soldados — Ele ri — Eu só sou uma poeira, creio que você não vai conseguir sobreviver muito tempo lá, um garoto tão delicado e fofo, parece um bebê.

 ~ Era isso que eles ganham lá músculos para os caras bonitos ficarem mais bonitos?

 Coro com seu elogio.
  — Fiquei curioso — Comento.
 Realmente, agora quero conhecer esse tal Jungkook.

  — É... bom agora eu vou para o mercado, tenho que reabastecer minha geladeira — Diz sorrindo, e observo os dentes brilhantes, era perfeitamente reto, as maçãs de seu rosto surgem.
 Ele é lindo.
 
Dava para perceber que por trás daquela blusa cavada preta, tinha um abdômen perfeitamente definido.
 
  — Tchau então — Despeço-me.
  — Tchau — Ele chega perto do meu rosto e beija estaladamente minha bochecha.
 Coro mais ainda.
 Dá as costas e vai ao seu destino.

 Sorrio bobo

 Jongin, acaba de me dar um beijo na bochecha, mal acredito, e quando me dou conta estou deitado na grama cortada em partes, vermelho como as rosas de minha mãe e sorrindo sonhador.

 Depois de trinta minutos termino o serviço.
  Minha omma me chama para almoçar.
 Coloco o aparador de grama no lugar e corro para a cozinha.

***

 Sento na cadeira e minha omma coloca um prato de comida na minha frente.
  — Nossa vou virar pedreiro?!
  — Você tem que comer tudo isso se quiser ter uma saúde boa.

 Tinha sushi vegeteriano, arroz com pedaços de cenoura cozida e salada.
 Como a metade e o resto jogo fora.
 
 Ouço o barulho do carro, meu appa e Jihyun chegaram.

 Eles abrem a porta e entram.
  — Eai, o que aconteceu? — Pergunto

 — Nada demais, os médicos agradeceram você por ter salvado minha vida — Diz meu irmão.

  — De nada — Respondo.

  — O doutor deu a receita de um remédio mais forte. — Diz meu appa.
 Entrega-a a minha omma ela olha com atenção.
 E balança a cabeça afirmando.

  — Hoje mesmo vou comprar — Diz ainda analisando o papel — A propósito Jimin, conversei com Jongin, aquele garoto simpático da casa da frente, disse que você tem que se alistar logo.

 Olho assustado.
  — Você sabe muito bem que eu não quero me alistar.
  — Você vai! Estou mandando —Retruca ela.
  — Jimin você sabe que é errado gostar da mesma fruta que você tem no meio das pernas — Fala Jihyun mudando de assunto.
  — Não, não é errado é minha escolha — olho bravo a ele.
 
 Meu pai caminha até o sofa da sala e se senta devagar como se não quisesse que a hemorróida doesse.
 
  — O seu alistamento será feito amanhã de manhã — Continua minha omma.
  — Porque?!
  — Porque seu treinamento vai começar em Dezembro! ou seja daqui uma semana!.
 
 Juro que quase desmaiei.
  — Acho que vou desmaiar — coloco a mão na testa.
  — Larga de ser froxo garoto! — Grita meu pai da sala.
 Ela era embutida com a cozinha, dois metros e meio a separava.

 Meu irmão sorria de orelha a orelha.

 Ele tinha dezesseis anos, dois anos mais novo que eu, era quase idêntico a mim, o que muda que é cem porcento hétero.
 Minha omma sempre fala que somos iguais.
 Se sou igual a Jihyun me acho muito gostoso.

 Ele gosta de assistir filmes, é apaixonado por cinema, toda semana vai ao shopping, assistir o filme desejado, sempre acompanhado de Lisa.
 Meu Deus como eles se amam.


 Queria ter um namorado assim.
 
  — Filho já contou a Lisa o que aconteceu? — Pergunta minha omma.
  — Não acha que vai ser um choque para ela?
  — Tem razão, melhor falar pessoalmente não acha?
  — Com certeza — Termina o diálogo.


  — Eu vou tomar banho — Digo.
  — Vai logo, porque você tá fedendo a suor — Fala meu irmão.
 Rio.
 
 Subo até meu quarto.
 Tomo uma ducha gelada.
 E saio com a toalha amarrada na cintura.
 Seco meu cabelo com o secador prata.


 É uma hora da tarde hora agora e a sensação termica é de quarenta graus em Busan.


Notas Finais


Desculpe-me pelos erros ortográficos.
Até o proximo sábado
No começo de Dezembro estarei postando 2X na semana.
Quarta-feira
E
Sábado.
Um bônus de férias.
Até o proximo cap!
Fanfics que recomendo:

Don't mess up my life!:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/dont-mess-up-my-life-11287042

Nosedive:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/nosedive-11432878

Universe:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/universe-11501970

Murder (Onde sou a escritora):
https://www.spiritfanfiction.com/historia/murder--2won-11522847

~ Showtriz♡


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