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História Do Not Cross the Line - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Eu demorei um pouco com esse capítulo, foi meio complicado escrever ele, mas enfim aqui está.
Espero que não tenha nenhum erro de ortografia ou coisas de gênero, foi um saco revisar tudo, então pode ser que algo tenha passado, peço desculpas antecipadas por isso.

Espero que gostem do capitulo de hoje.

Capítulo 3 - Tell me where you've been


Ava começava o seu dia cedo, às vezes antes mesmo dos primeiros raios de sol aparecerem no céu. O trabalho exigia isso dela, mas foi fácil acostumar-se, a mulher amava o que fazia e isso deixava tudo mais fácil.

Ela sempre viveu em função de seu trabalho, mas isso havia mudado nos últimos anos, uma mudança drástica. Mas ela havia escolhido aquilo, não era como se não esperasse que sua vida tomasse outros rumos.

Não depois daquela decisão.

Ava reduziu a velocidade do carro assim que adentrou os limites da universidade de Star City. Ela se lembrava de ter ido lá algumas vezes, mas nunca tinha reparado em como haviam tantas árvores e em como o ambiente era agradável.

A mulher tentou estacionar o mais próximo possível do local onde estava trabalhando, mas ainda assim, para chegar até lá ela teria alguns minutos de caminhada.

 

Ava entrou na sala e se deparou com Zari e Felicity analisando alguns papéis.

— Vocês chegaram cedo.

— Nós queríamos adiantar o trabalho — Felicity sorriu timidamente para Ava.

— Isso são provas? — Ava perguntou a elas.

— São os papéis que a coordenadora deixou ontem.

— Todos os alunos do departamento de artes tem acesso aos laboratórios, independente do curso  — disse Zari — Vai ser perda de tempo tentar achar alguma coisa por aqui.

— Alguma sorte sobre quem usou o local?

— Apenas uma lista com os estudantes que reservaram o lugar, mas nada muito útil.

— Câmeras de segurança?

— A gente preferiu esperar todos chegarem para vermos isso. — Felicity explicou.

— A gente vê assim que todos chegarem.

— Ava, posso falar com você? — disse Felicity, ao se aproximar da mulher.

— Claro — elas se afastaram de Zari.

— Eu queria saber qual a gravidade do que estamos investigando — disse Felicity receosa.

— Eu ainda não sei exatamente — Ava assumiu — Mas eu entendo que esteja preocupada.

— Digamos que não era isso que eu tinha em mente quando entrei para o Bureau. — a mulher riu sem graça. — Você acha que pode ser um serial killer? — Felicity sussurrou a última parte, como se aquilo fosse um segredo entre delas.

Ava ponderou o que devia responder a Felicity, contudo se elas iriam trabalhar juntas, achou que a mulher deveria saber a verdade.

— Tudo indica que sim — a resposta de sincera de Ava pegou Felicity desprevenida — Várias vítimas com perfis parecidos, mesmo modus operandi, entre outras coisas.

— Mas a gente não sabe por onde começar a procurar, sabe?

— Não, Dinah disse que é como se a pessoa nem mesmo existisse. — Ava explicou — Eu realmente espero que ela tenha mais informações sobre isso.

— A gente vai pegar quem fez isso — A loira menor disse confiante — Afinal não existe crime perfeito, não é? Ou isso é só algo que dizem nas séries policiais?

Ava riu. Felicity podia ser extremamente fofa as vezes e isso a agradava.

— Você tem razão, não existe crime perfeito.

— Então vamos ao trabalho, nós temos um serial killer para pegar — Felicity levantou a mão para que Ava desse um high five, a mulher bateu na mão da outra e sorriu.

Ava amava estar certa sobre tudo, mas a sensação de ser surpreendida positivamente era sua nova sensação favorita.

 

Mais tarde naquela manhã, depois que todos já haviam chegado, Ava achou que era hora deles assistirem as câmeras de segurança. Ela torcia para que eles tivessem sorte, seria de grande ajuda se algo tivesse sido registrado pelas câmeras. Seria um ponto de partida.

— O laboratório não tem câmeras, mas temos imagens de três câmeras que ficam do lado de fora — Zari começou a explicar — Uma do prédio que fica em frente ao laboratório, com uma visão perfeita de quem entrou e saiu dele e duas câmeras que ficam do lado de fora do laboratório, mas que tem alguns pontos cegos.

— Ok, comece pela câmera do outro prédio  — Ava pediu.

Os seis agente passaram vários minutos assistindo os registros da câmera, porém tudo havia ocorrido de forma tranquila durante o dia e início da noite. Foi no início da madrugada que eles finalmente conseguiram encontrar algo.

— Ali — Felicity apontou para uma forma no canto da tela do computador

Zari pausou o vídeo assim quem eles tiveram uma visão perfeita do que a lora havia visto.

— O que diabos é isso? — John perguntou ao se aproximar mais da tela.

— Todo mundo está vendo isso também, né? — Zari perguntou virando sua cadeira em direção aos outros agentes.

— Então nós estamos procurando um cosplay de demônio? — Nyssa perguntou incrédula com que via.

 Eles estavam diante de uma imagem de pessoa vestida toda de preto, usando uma máscara do que parecia ser um demônio.

Os agentes continuaram assistindo o vídeo para que tivessem certeza de que realmente era aquela pessoa que eles estavam procurando.

 — Depois da coisa ninguém mais entrou ou saiu do laboratório.

— Ótimo — John disse irônico.

— E eu achando que isso não poderia piorar — Ava comentou.

— E agora?

— Eu vou atrás da Dinah e vocês vejam se alguém viu ou ouviu alguma coisa — Ava pegou seu casaco em cima da mesa e saiu.

 

Sara detestava ficar em sua sala o dia inteiro, ela não era esse tipo de pessoa, por isso ela sempre tentava terminar o trabalho burocrático nas primeiras de trabalho e fazer a parte divertida nas horas que restavam.

Ela gostava de acompanhar de perto os programas do departamento de artes, saber se os alunos e professores precisam de algo, auxiliar os estudante em algum trabalho ou apenas observá-los.

Só que aquele dia seria um pouco diferente, Sara teve que reorganizar sua agenda após ser intimada a depor, ela teria que encontrar os agentes do FBI no meio da tarde, a mulher sabia que poderia fazer alguma coisa mais interessante naquele horário, mas ela não tinha opção, não daquela vez.

 

Ava tivera uma conversa um tanto produtiva com Dinah, a tenente forneceu mais provas para a agente do FBI, mas nada que os ajudassem por onde começar uma busca.

Palhaços em Washington, demônios em Star City, o que mais poderia aparecer?

Os outros agentes também não tiveram muita sorte em suas buscas. Exceto pela descoberta de que era bastante comum que alunos aparecessem fantasiados no campus, mas ninguém tinha visto alguém fantasiado de demônio.

— Nós nem temos certeza se a pessoa estuda aqui. — disse Zari, desistindo de continuar a ler os papéis que tinha me sua mesa. 

— Mas ela com certeza conhece o universidade, a porta do laboratório não foi arrombada.

— Isso significa que ela tinha as chaves ou sabia onde encontrá-las.

— Eu não gosto disso — disse Nyssa — Nós precisamos de algo concreto ou vamos ficar correndo atrás do próprio rabo.

Ava se levantou e foi até um mural, onde colou cinco fotos.

— Annie Barlow, Emily McTier, Claire Taylor, Grace Connor e Penny Johnson — Ava citou — Essa foi a ordem dos assassinatos.

— Mulheres de 19 a 25 anos, caucasianas, morenas — Snart listou.

— O que nós estamos deixando passar?

Essa pergunta rondava os pensamentos de Ava desde o momento em que ficou sabendo dos crimes.

— Oh — Felicity exclamou. Todos olharam para ela.

— Irlandesa, inglesa, italiana, australiana e alemã.

— Todas são estrangeiras — Nyssa constatou — Isso não estava em nada do que Dinah nos passou.

— Mas isso também pode ser apenas coincidência. 

— Acho que vocês precisam ver isso — disse Zari, chamando atenção dos colegas.

— O que é isso? — John perguntou confuso.

— Aqui — Zari mostrava um mapa da cidade para equipe e apontou para um ponto vermelho na tela — É a universidade e os outros pontos são os lugares onde os corpos foram encontrados.

— A cada crime a pessoa  foi se aproximando ainda mais da universidade.

— A questão é, por que colocar todas as provas aqui? — questionou Snart.

— Alguns tipos de assassinos gostam de deixar assinaturas — disse John — Pode ter sido algum tipo de recado.

— Ela está jogando com a gente.

 

[. . .]

 

    Sara não queria mostrar que estava nervosa. Ela não se sentia confortável conversando com estranhos e nem de estar sozinha com dois em uma sala mal iluminada e fria. Aquilo deixava-a inquieta e ansiosa. 

    Ava tinha uma expressão impassível, o que fazia com que Sara pensasse duas vezes antes de abrir a boca para falar. Não que ela tivesse trocado muitas palavras com Ava ou Snart desde de que entrara naquela sala. A mulher os assistia conversar afastados de onde estava, eles sussurravam como se estivessem elaborando um plano maligno, pelo menos era assim que aquilo soava em sua cabeça. O que a deixava ainda mais nervosa do que já estava.

— Senhorita Lance — Ava sentou a frente de Sara. Snart ficou em pé atrás da cadeira da agente.

— Sara — Sara corrigiu Ava.

— Como preferir — Ava continuou — Sara, nós apenas precisamos que você responda algumas perguntas. Nós só queremos saber como tudo aqui funciona e se alguma coisa aconteceu de diferente nos últimos dias.

— Claro.

— Há quanto tempo você é coordenadora do departamento de artes?

— Cinco semanas.

— Quem ocupava o cargo antes de você — Snart perguntou.

— Curtis Holt. 

— Nessas cincos semanas vocês tiveram algum tipo de problema com os alunos?

— Nós sempre temos problemas com os alunos — Sara riu — Algum tipo de problema específico?

— Drogas, agressões, abusos, coisas do gênero.

— Nós tivemos algumas situações envolvendo drogas e brigas, mas nada grave e tudo já foi resolvido. 

— E alunos com comportamentos suspeitos?

— Eu nunca vi nada, mas talvez eu não seja a melhor pessoa para responder isso — Sara respondeu — Os professores têm muito mais contato com os alunos do que eu.

— Que horas as aulas acabam? — Snart sentou-se ao lado de Ava.

— Onze e meia.

— Você estava aqui no dia 28? 

— Sim

— E horas você foi embora?

— Acho que onze e meia, eu me lembro de ter saído logo depois que as aulas terminaram.

— E você pra casa depois disso? — Sara sabia o motivo daquelas perguntas, que para qualquer pessoa poderiam parecer simples e inocentes, mas que ela sabia o que realmente significavam.

— Não, eu fui para casa da minha mãe em Central City.

— Algum motivo para isso? — Snart questionou.

— Ela passou mal naquela tarde e eu disse que passaria lá depois que saísse daqui, para ver como ela estava.

— Então, entre meia-noite e uma e meia você estava em Central City, na casa da sua mãe? 

— Sim.

Ava olhou rapidamente alguns papéis que estavam sobre a mesa. Ela e Snart se entreolharam.

— Acho isso é tudo — Snart juntou os papéis a sua frente — Nós entraremos em contato se precisarmos de mais alguma coisa.

— Obrigada pela sua disponibilidade, senhorita Lance.

— Claro.

— Eu a acompanho até a porta — Snart se levantou e indicou que ela fosse na frente.

[. . .]

Depois do depoimento de Sara, Ava pediu para que Zari e Felicity verificassem se as informações que a mulher havia dado estavam corretas. Afinal, aquele era o trabalho deles. Eles não podiam apenas presumir que alguém estava falando a verdade ou mentindo. Mas Ava as vezes conseguia deduzir se alguém estava ou não falando a verdade, são pequenos detalhes no comportamento das pessoas que acabam entregando-as e ela sabia como perceber esse detalhes.

    O que não havia acontecido com Sara. Ela parecia uma rocha, dura e impenetrável. Ava tentou lê-la, mas sua postura rígida e tom de voz moderado pareciam ter sido incansavelmente ensaiados. Como se ela se preparasse para aquele tipo de situação.

— Ava, nós temos um problema — Zari chamou atenção da loira, que estava concentrada nos papéis a sua frente. 

— Que tipo de problema? — ela perguntou sem tirar os olhos do papéis.

— Sara Lance mentiu para gente — respondeu Felicity, ainda digitando freneticamente em seu computador.

Todos os agente olharam para as duas mulheres. Ava levantou-se e foi em direção a elas.

— Como assim?

— Ela realmente esteve em Central City, mas não no horário em que disse.

— Que horas ela chegou lá? — Ava perguntou às mulheres.

— Duas da manhã — Felicity respondeu.

— Quanto tempo leva uma viagem de Star City até lá?

— Acho que umas duas, duas horas e meia de trem ou uns quarenta e cinco minutos a uma hora e meia de carro — Zari respondeu.

— Como ela chegou em Central City? — John questionou.

— De carro.

— Então, em teoria ela teria levado apenas quarenta e cinco minutos até lá.

— Sim, não tinha tráfego naquele dia — disse Felicity — Ela teria chegado lá pouco depois da meia noite e quinze.

— Onde ela esteve entre onze e meia e uma e quinze? 

Uma coisas sobre Sara Ava estava certa, ela realmente causaria problemas a eles e aquele era apenas o primeiro deles. 

— E agora? — John perguntou.

— E agora que ela acabou de entrar oficialmente para a lista de suspeito — respondeu Nyssa.

— Zari e Felicity eu quero que vocês pesquisem tudo sobre ela — disse Ava — E Snart…

— Já sei — ele interrompeu a mulher — Vou procura-lá.

— Hoje às oito. — Ava disse a Snart antes que ele saísse da sala.

— Nós vamos interrogá-la novamente? — Zari perguntou.

— Ela mentiu na minha cara — Ava respondeu — É claro que eu vou interrogar essa filha da puta de novo.

— E quem garante que ela não irá mentir mais uma vez? — Felicity perguntou.

— Ela não tem mais essa opção.

 

O cheiro de tinta invadia sua respiração. Sara assistia atentamente os alunos do curso de artes plásticas pintarem um mural em uma sala, que seria utilizada para uma exposição com os trabalhos dos estudantes.

A obra escolhida foi Umas facadinhas de nada. Frida Kahlo havia acabado de descobrir sobre o caso de seu marido com sua irmã e alguns especialistas acreditavam que aquela pintura referia-se a esse fato.

Aquilo acertou Sara em cheio.

Laurel invadiu seus pensamentos. As circunstâncias eram totalmente diferentes, mas ela não pode deixar de pensar em como sua irmã iria ficar extremamente desapontada. Sara sentia que a estava traindo e aquele sentimento a corroía aos poucos.

— Sara — a mulher estava tão concentrada em seus pensamentos que não notou a aproximação de uma das alunas — Sara!

— Sim — Sara virou-se para aluna, que havia chamado-a mais alto para que a mulher escutasse.

— Isso está ficando bom? — a aluna apontou para parede que estava sendo pintada.

— Está ficando incrível — Sara ainda olhava para parede — Mas por que uma pintura da Frida com a técnica do Diego?

— Eu também não sei — Astra riu — Está sendo bastante difícil fazer isso dar certo. 

— De quem foi essa ideia? — a coordenadora aproximou-se mais do mural, Astra a seguiu.

— Lachesis — um outro estudante respondeu — É uma atividade da aula dela.

— Isso fez todo sentido agora — Sara riu.

Sara afastou-se dos alunos para que eles pudessem voltar a trabalhar, ela não queria que sua presença virasse uma distração para eles.

— Sara Lance — Aquela voz. Sara estava começando a ouvi-la mais vezes do que gostaria — Você é uma mulher difícil de achar.

Sara virou-se para o homem atrás dela.

— Agente Snart, no que que posso ajudá-lo?

— Nós precisamos conversar com a senhorita novamente, hoje às oito da noite.

— Imagino que eu não tenha a opção de não comparecer.

— Não, senhorita Lance — o tom de voz do agente ficou mais rígido — Isso não é um convite, é uma intimação — ele saiu da sala.

[. . .]

As oito em ponto Sara estava diante da sala do FBI, ela ficou alguns minutos parada a porta, apenas respirando fundo e ponderando o que devia fazer. Ela tinha uma breve ideia do motivo de ter sido intimada novamente. 

Sara bateu levemente na porta, que prontamente foi atendida por Ava. A agente indicou uma cadeira para que Sara se sentasse, mais uma vez apenas ela e Snart estavam na sala.

— Onde você esteve entre meia-noite e uma e meia da manhã do dia 28? — Ava perguntou calmamente — Nós sabemos que você só chegou em Central City depois das duas.

Sara respirou, mas continuou em silêncio. Era claro que aquilo não iria dar certo, em que momento ela achou que mentir para o FBI seria uma boa ideia?

— Onde você estava? — Ava se levantou bruscamente e bateu as mão com força sobre a mesa, o que fez com que Sara se assustasse. — Se a senhorita se recusar a responder essa pergunta eu irei lhe sugerir que procure um advogado.

— Acho que respondendo ou não a sua pergunta eu irei precisar de um advogado — Sara encarou a agente.

— Sara…

— Eu estava com Oliver Queen — Sara a interrompeu — No apartamento dele.

— O noivo da sua irmã? — Snart se pronunciou pela primeira vez.

— O que você estava fazendo lá? — Ava perguntou curiosa.

— Eu me recuso a responder essa pergunta — Sara disse de forma rude.

— Tudo bem, isso não importa — Ava mentiu, porque sim, aquilo importava.

— O álibi dela confere — A agente ouviu a voz de Zari no ponto em que usava.

Ava riu sarcasticamente. Aquilo não fazia sentido nenhum.

— Você está liberada, senhorita Lance.

Sara apenas se levantou e saiu da sala sem dizer mais nada.

— Por essa eu não esperava — Snart sentou-se lugar anteriormente ocupado por Sara  — Você acha que ela está dormindo com o noivo da irmã?

    — Pelo jeito essa vai ser mais uma das coisas que nós não vamos saber sobre Sara Lance.

 

Sara tentava ignorar um enxaqueca quando a porta de sua sala foi bruscamente por Laurel. Ela pode ver pelo olhar da irmã mais velha como ela estava irritada. E o pior de tudo, quão decepcionada estava.

— Eu esperava isso de qualquer pessoa, menos de você — Laurel se controlava para não gritar e a irmã percebeu isso.

— Eu pensei que depoimentos fossem confidenciais ou algo do tipo.

— Não quando sua irmã trabalha na promotoria e tem contatos no FBI. — Laurel estava irada com a mulher sentada à sua frente — Com tantos homens nessa cidade por que justamente o Oliver?

— Primeiro eu não transei com o Oliver e segundo não se esqueça que ele era meu amigo antes de ser seu noivo — Sara levantou-se.

— Então que merda você estava fazendo no apartamento dele àquela hora?

— Sugiro que você pergunte isso a ele. — Aquela situação também começava a irritar Sara.

— É assim que vai ser?

— É assim que vai ser  — Sara disse ríspida — Agora sai da minha sala.

Laurel a encarou incrédula, ela saiu da sala sem nem olhar para irmã. 

Sara sabia que aquele confronto mais cedo ou mais tarde aconteceria, mas ela não imaginou que seria tão difícil e que se sentiria totalmente arrasada. A mulher sentiu seus olhos encherem de lágrimas, mas se controlou para não deixar que elas caíssem.

Seria difícil consertar as coisas Laurel.


Notas Finais


That's all folks
Fiquem a vontade para comentar, pode parecer que não mas eu sou legal
Espero não demorar com o próximo capítulo


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