História Do We Have A Baby? - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias As Provações de Apolo (The Trials of Apollo), Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Nico di Angelo, Thalia Grace
Tags Cegonhas, Di Angelo, Grace, Jasiper, Jeyna, Nicalia, Nico, Percabeth, Thalia, Thalico
Visualizações 134
Palavras 2.565
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey cerejinhas, tudo bem? Espero que sim.
Aqui está mais um capítulo dessa fanfic que eu estou amando escrever e espero que vocês estejam gostando de ler.
Mas sem mais enrolações e vamos ao capítulo, espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 7 - A garota mais bonita do prédio


Fanfic / Fanfiction Do We Have A Baby? - Capítulo 7 - A garota mais bonita do prédio

— Aonde você vai? – Nico perguntou entrando no quarto da Grace, já que ela havia lhe mandado mensagem.

— Deveria parar de trocar o dia pela noite, Di Ângelo – a morena comentou o olhando pelo espelho, assim como vigiava Dylan que tinha descoberto que balançar um fio para Destiny era a mesma coisa de brincadeira engraçada.

— Foi só um cochilo, mas aonde você vai? – perguntou de novo, se sentando na cama, beijando a testa do menino.

— Combinei de ir ver uns móveis para o quarto do Dylan com a Anne, também vou comprar mais frauda e algumas roupinhas para ele, afinal temos poucas – explicou caminhando até o bebê, subindo de quatro na cama e dando um beijo na testa da criança que continuou a brincar com a gatinha.

— Eu vou visitar nosso vizinho do andar de baixo hoje, é jogo, então se não nos encontrar aqui ou no meu apartamento passa no 720 – avisou vendo-a assentir e sair em direção a cozinha.

Um pouco depois que Thalia saiu, Nico desceu para o apartamento do amigo. A porta foi aberta por Chris, o dono do apartamento, que olhou confuso para o bebê no colo do Di Ângelo.

— Já explico – disse entrando no local já conhecido, vendo o grupo de amigos já reunido, inclusive Leo.

— Olha quem veio junto, o lindo do tio – Valdez chamou a atenção do bebê que sorriu feliz.

O pai passou o filho para o cunhado que foi abraçado pelo bebê que ria animado.

— A criança é sua? – Luke indagou, olhando o bebê que tinha os tons da pele e cabelo idênticos ao do moreno.

— Sim, com a Grace – comentou se jogando no sofá, pegando uma cerveja para si.

— Tá pegando a Grace? – Travis perguntou surpreso.

A Thalia era conhecida no prédio, além de ser muito simpática, ela era muito bonita, mas ao mesmo tempo que ela era educada nunca dava bola para ninguém, o que fazia ela ser bastante famosa no prédio e todos os moradores dele sempre falavam dela, o único que apenas zoava e não comentava era Leo, já que ele só tem olhos para Bianca.

— Não, não estou – o Di Ângelo falou a verdade se dispondo a contar a história inteira do que tinha acontecido, fazendo Leo rir algumas vezes.

— Então basicamente está acorrentado a uma mulher agora – Connor concluiu depois que Nico deu a história como terminada, brincando com as mãozinhas do bebê.

— Eu não estou acorrentado a ninguém – revirou os olhos sem entender as piadinhas.

— Cara, você vai morar com ela e vocês tem um filho juntos, acha mesmo que ela não vai comandar a casa? – Leo perguntou, era o único ali que morava com uma mulher e todos sabiam quem mandava, ele era o único que não disponibilizava a casa, já que Bianca se recusava a ter um bando de homens vendo futebol americano, bebendo e falando besteira debaixo do seu teto.

— Nico, vai dizer que não é verdade, você já morou com uma mulher antes, afinal quando veio da Itália dividiu casa com sua irmã, sabe que independente do que aconteça, elas fazem a gente de “escravo”, mesmo que indiretamente – Luke deu sua opinião concordando com todos os caras.

— A Thalia não vai mandar em mim, ela vai ficar na dela e eu na minha, estamos indo morar juntos temporariamente até que o Dylan esteja crescido o suficiente para ir para creche e não seja totalmente dependente de nós, que somos inexperientes demais para tentar fazer algo sozinho – Nico explicou o que iria acontecer e claro que Travis veio com um questionamento claro que provava que eles estavam certos.

— Então, por que ela está fazendo compras e você está cuidando do bebê?

O moreno abriu e fechou a boca algumas vezes, tentando rebater o que o Stoll havia dito, mas não tinha o que falar. A Thalia simplesmente havia dito, cuida dele que eu vou comprar coisas, mesmo sendo para o Dylan, ainda era o dia das meninas.

O telefone do Nico tocou, cortando completamente seus pensamentos, logo ele vendo que era a de quem eles falavam. Atendendo.

— Fala – disse olhando a televisão que começava a partida.

— Eu acabei de deixar algumas coisas na casa nova, vou passar no mercado para comprar o que o médico mandou a gente dar para o Dylan, queria saber se você quer que eu compre alguma coisa? – questionou educada, Thalia não era o tipo de pessoa que fazia isso com frequência, mas já que precisaria conviver com Nico, de preferência em harmonia, ela queria tentar.

O moreno parou alguns segundos avaliando se estava precisando de algo. E resolveu fazer um teste.

— Pode comprar cerveja e algumas carnes, to querendo fazer algumas coisas com os caras no sábado – pediu vendo que alguns dos meninos prestarem atenção na conversa e até rirem.

— Posso, mas não se esqueça que você vai conhecer minha família com o Dylan esse sábado, então tem que terminar cedo, o jantar é as sete e meia – a menina falou, descendo do carro de Annabeth, para entrar no mercado.

— Jura? É nesse sábado? – ele tinha se esquecido completamente disso.

— Sim, Di Ângelo, pensei que meu pai fosse seu ídolo teen? Como esqueceu que vai conhece-lo?

— Ele não é meu ídolo teen, ele nem é teen, sem ofensas, para ser meu ídolo teen – Nico rebateu, fazendo algum dos seus amigos rirem.

— Você tem uma pasta só para ele no seu computador, além do mais você sabe tudo sobre todos os filmes que ele fez – disse como se fosse óbvio.

— Eu aprecio o traba...você mexeu no meu computador?

— Eu queria pesquisar uma coisa, você estava no banho e ele estava ali em cima – deu de ombros, fazendo Anne rir.

— Pesquisar uma coisa na minha pasta de vídeos? – questionou pasmo, afinal a pasta do pai da garota ficava na pasta de filmes com vídeos e entrevista que ele fala do trabalho.

— Eu não mexi nos seus pornôs, Nico, pode ficar tranquilo, foi um acidente, eu salvei uma imagem para me auto enviar, ai eu salvei direto na pasta que estava programada... vamos realmente discutir isso? – indagou, pensando o porquê estava se explicando para o moreno.

— Tá, que seja, compra as coisas para mim então? – perguntou, tomando um gole da cerveja.

— Compro, claro, mas deveria dar uma maneirada na cerveja, daqui a pouco ou vira um alcoólatra ou vai tá com barriga de bêbado – disse pegando as cervejas para o garoto e tacando no carrinho.

— Eu treino senhorita Grace e não bebo tanto assim.

— É isso que alcoólatras dizem – dito isso a menina desligou sem se dar ao trabalho de despedir.

— Mãe desnaturada, nem pergunta do filho – Nico negou, bloqueando o celular, vendo que todos prestavam atenção em sua conversa. – E vocês são um bando de fofoqueiros.

— Se não quisesse que a conversa fosse ouvida, levantava e ia conversar longe – Chris disse, como dono da casa ele poderia afirmar que o menino tinha liberdade para entrar nos outros cômodos.

Como que para orquestrar o desastre, Dylan abriu o berreiro, assustando Leo, que estava distraído.

— Ótimo, sou péssimo em entender o que ele quer – Nico resmungou, pegando a criança e se afastando, para cuidar do menino sem atrapalhar os amigos que viam o jogo.

É claro que deu muito errado, após trocar a frauda do garoto duas vezes, tentar dar comida, fazê-lo dormir, nada adiantava, então todos estavam na cozinha, tentando entender o que o menino queria. Enquanto ele estava deitado na bancada chorando.

— Olha aqui o brinquedinho – Luke tentou balançando a chave na frente do rosto da criança, mas claro ela nem deu bola.

— Tem certeza que não é fome? – Connor perguntou, pensando em tentar dar algum doce para aquele bebê.

— Ele não quer comer – Nico confirmou, sua camisa estava suja até por conta da criança ter batido na colher e caído na sua roupa limpinha. – Acho que vou ligar...

— Você é pai agora, precisa aprender a cuidar do seu filho sozinho, aqui está seu primeiro desafio – Travis falou determinado, apontando para o bebê chorando.

— Mas eu não sei o que fazer – o desespero estava falando mais alto, seu filho estava chorando e ele não conseguia acalmar a criança. – Eu sou um inútil... – resmungou abraçando Leo, que bateu nas suas costas, tentando consola-lo, com medo do homem começar a chorar também.

— Ele precisa de você, então segura as pontas e vamo...- O Valdez foi cortado pela campainha.

— Eu atendo – Luke se apresou para sair de longe da criança chorando.

Assim que abriu a porta deu de cara com sua frustração amorosa mais marcante. Castellan havia tentado ter algo com a Grace, estudaram juntos por muito tempo, ela fazia cinema e fotografia, era um gênio, nunca contava suas fontes para nada, mas ela sempre estava certa. Eles foram bastante amigos, na verdade, quase melhores, até que em uma festa, ambos beberam e ele tentou ficar com ela. Claro, que deu terrivelmente errado e eles nem se falavam.

— Castellan – disse educada e contragosto, passando por ele direto, já que ouvia seu filho chorar do seu apartamento. – Oi meninos – entrou no meio dos homens, pegando a criança.

— Ele tá assim a muito tempo, começou do nada, não sei o que fazer, não é frauda, nem fome, nem sono, nem nada – Nico disse agradecendo a todos os deuses pela morena ter chegado.

Thalia aninhou o filho, levando a mão a barriguinha dele, sentindo que ele a contraia.

— Leo, corre no meu apartamento, na geladeira tem uma bolsa laranja de gel, pega para mim, tá aberto. – ela pediu e o garoto obedeceu sem hesitar, saindo correndo dali.

A menina puxou Connor pela gola do casaco, fazendo ele o tirar, caminhando até o sofá, se sentando ali, abrindo o pano de um jeito que desse para ela dobrar.

— O que está fazendo? – Luke perguntou, tentando entender.

Mas foi ignorado, a menina ainda estava claramente puta com ele, talvez se ela não estivesse de salto, ela já teria ido cuidar do menino no seu próprio apartamento.

— Aqui – Leo adentrou o apartamento novamente com a bolsa na mão, entregando a Thalia.

Ela tratou de enrolar aquilo no casaco, acreditando que estaria muito gelado para o pequeno se entrasse direto em contato com a pele dele, colocando da melhor forma possível sobre a barriguinha, aos poucos fazendo ele ficar mais aliviado e ir parando de chorar.

— Isso é mágico – Travis comentou, o menino estava à beira da histeria com todo aquele desespero.

— Não, mas isso alivia a cólica, que eu imaginei que ele estivesse quando o peguei no colo e percebi que estava com a barriga contraída – a Grace comentou vendo o filho adormecer, como se aquela dor o tivesse cansado. – Minha irmã mais nova teve muito.

— A Mackie chorava muit. – Luke comentou, lembrava da menina, ela era bem novinha, tinha a visto duas vezes, todos no carro dos Grace e as duas ela estava chorando, deixando Jason louco.

— Ela ainda chora, mas agora ela sabe falar – Thals comentou, sem olha-lo.

— Pera, vocês se conhecem? – Valdez indagou curioso.

Luke nunca havia contado, quando ele se mudou para o prédio não demorou a ver a morena perambulando por ele e nas reuniões obrigatórias para as normas e coisas que tinham que se fazer, então quando todos falavam dela ele fingia que não a conhecia e que não tinha um passado com ela.

— Podemos dizer que de muito tempo atrás – Luke fez pouco caso, vendo que a mulher não responderia.

— Você nunca comentou nada – Chris se direcionou a Luke, já que obviamente ele nunca tinha trocado uma palavra com a Grace, o que deixou claro para ela que era assunto frequente na reunião dos meninos.

— Não tinha nada para comentar – Castellan tentou encerrar o assunto, mas eles pareciam curiosos.

— Ma...

— Eu estudei com ele na faculdade, frequentávamos a mesma turma e éramos amigos, brigamos em uma festa e não nos falamos desde então – Thalia disse se irritando com as perguntas, fazendo Travis, que iria tentar investir novamente levantar as mãos em sinal de rendição. – Vou deixar vocês assistirem seu jogo, estarei lá em cima com o Dylan, Nico depois devolve seu casaco garoto que eu não conheço.

Ela saiu logo em seguida, deixando todos no silêncio quase absoluto, a não ser claro pela televisão que passava o tal jogo que eles deveriam estar assistindo.

— Vai contar o porquê nunca falou dela? – Leo perguntou se sentando no sofá.

— Éramos muito amigos, ela confiava muito em mim, e ela achava que eu não era como todos os caras que tinham uma quedinha por ela, ela até chegou a me falar isso, para ela é muito difícil se relacionar com pessoas, então chegar ao ponto em que ela abraça alguém é muito raro, então um dia eu acabei bebendo demais, e deixei de ser o amigo que fingia que não sentia nada para um babaca que tentou ficar com ela, então desde então ela nem olha na minha cara.

Depois da história, todos decidiram focar no jogo, afinal era a melhor escolha e o motivo deles estarem ali.

❤❤❤

— Grace – Nico chamou entrando no quarto, para avisar que ele tinha voltado, já de banho tomado.

— Oi– a morena abaixou o livro que lia para olha-lo.

Ela estava linda, como sempre, seus cabelos negros caindo em cachos pelo seu ombro, os óculos no rosto que era levemente parecido com o do Dylan, as costas recostadas em um travesseiro, as pernas longas esticadas embaixo da coberta branca.

— Só vim avisar que cheguei – comentou, fazendo ela assentir e voltar a sua leitura.

Mas ele não foi embora. Desde que Luke tinha contado aquela história isso estava na sua mente e ela já havia lhe dito que não gostava de gente.

—Thalia – chamou novamente baixo, fazendo-a olhar de novo.

— Sim?

— Por que não gosta de pessoas?

Ela riu com a pergunta, fechando o livro, suspirando logo em seguida.

— Por que tem que ter um motivo?

— Não sei, mas só não faz sentido – explicou e ela assentiu, indicando com a cabeça que ele entrasse.

Nico sentou na beirada da cama, para que ficasse de frente para ela, e como não pretendia demorar, não quis entrar em uma posição mais confortável e por consequência tirar o dela.

— Eu fui ensinada a não confiar nas pessoas, pelo fato de crescer tentando ao máximo ser escondida de uma mídia, acabei me acostumando a ficar mais sozinha, até prefiro na verdade, eu já tive contatos físicos obviamente, mas foram no máximo uma noite de diversão, nunca mais do que isso, na maioria nem sei o nome deles, ou os vi novamente, mas não quero nada sério com ninguém, já tive várias propostas de namoro, ou caras da minha vida que eram interessantes de alguma maneira, mas eu simplesmente não me sinto confortável com alguém que sou próxima, ter contatos físicos, como abraços, beijo ou até o simples segurar de mão. Eu sinto que preciso de um nível de confiança com a pessoa, que não sinto que posso ter, muito menos intimidade, que é algo que eu sou muito reservada.

Nico não estava surpreso, na verdade ficaria se ela contasse uma história trágica e começasse a chorar ali, mas não, ela falava aquilo com naturalidade, como se ele não fosse o primeiro a questionar tal coisa. Como seria? Ela era linda, divertida, inteligente; não tinha como ser o primeiro a perguntar.

— Vou estar na sala, qualquer coisa é só chamar – disse se levantando a fazendo assentir e retornar a sua leitura. – Boa noite, Grace.

— Boa noite, Di Ângelo.


Notas Finais


O que acharam cerejinhas? Comentem para eu saber o que precisa se melhorado, do que mais gostaram, do que não gostaram tanto assim e o que querem que aconteça, ou quem sabe se você apenas quiser bater um papo, bom, comentem e deixem uma autora feliz.
Eu me mudei de novo, sim, espero que dessa vez eu consiga me estabilizar rapidamente. Eu também vou entrar em semana de provas, mas creio que isso não vá me atrapalhar muito.
Links donde vocês podem me encontrar e nos vemos por aí.
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Beijos e até!


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