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História Do What We Like 2 - Imagine Jihyo (G!P) - Capítulo 13


Escrita por: astyrs e yunniwestt

Notas do Autor


Er... oi. Quero pedir que leiam essa nota por favor, é realmente importante.

Eu tenho conversado bastante com a autora original e meio que... bom, só tem mais três capítulos para o fim dessa história. Dois serão escritos por mim e muito provavelmente ainda hoje, e o dela, não sei quando vai sair, então. Qualquer erro, ou se eu ofendi, fiz algo que magoou vocês, eu peço desculpas.

Sobre o imagine da Nayeon que eu também fiquei encarregadx de escrever, não vai mais sair capítulos com tanta frequência, talvez uma vez por semana, no máximo.

Obrigado por lerem

Capítulo por yunniwestt e boa leitura.

Capítulo 13 - Capítulo Treze: Going Dumb


Kim S/N Por

Jihyo me encarou com seus olhinhos redondos molhados, uma expressão triste e com seus lábios tremendo. E minha alegria pareceu sumir instantaneamente, talvez aquele não fosse o melhor momento de dar aquela notícia? Ela me abraçou, passando seu rosto por minha camisa ainda meio molhada, levei minhas mãos para sua cintura, beijando o topo de sua cabeça.

Você vai mesmo? — Apertei meus olhos.

— Vou, e penso em levar o Seung comigo. 

Era bem simples, a cerca de uma semana, havia recebido um e-mail da SM, neste, continua uma ordem superior direta, faríamos algumas audições globais na China. E eu, fui direcionada para a missão de conseguir novos artistas para a empresa. Poderia parecer que não, mas a minha influência naquela Impresa era grande, foram mais de vinte anos trabalhando fielmente, envolvida ali dentro. Sem contar que levar Seunghyun comigo seria uma ótima oportunidade de nos reaproximarmos.

— Por que não me contou antes? Não, por que quer levar ele? Ele é apenas um garoto. — Se separou passando suas mãos pelos olhos.

— Você estava sempre muito ocupada. Eu quero levá-lo comigo, para que ele também possa aprender algumas estatísticas básicas, e não Jihyo. Ele não é mais um garotinho, eu tinha a idade dele quando vim para cá, totalmente perdida, com pessoas e um idioma diferente. Ele não vai estar sozinho, estará comigo. — Abriu sua boca para protestar algo, mas apenas mordeu sua boca. — Serão apenas por três anos.

— Você diz, "apenas". 

— Bom, depende muito, depois das audições globais, ficarei responsável por algumas aulas de vocal, avaliação do artista e capacitação de aprendizagem. Podem durar até mesmo cinco anos. 

— Você só está piorando a situação. Mas, e se ele não quiser ir com você? 

— Então irei só. — Tocou em meu rosto, repousei meu rosto em sua palma quentinha. 

— Precisa mesmo ir? 

— Preciso. — Sorri. Ela pediu permissão e licença para ler a cláusula escrita no notebook com mais calma. Fui para a sala, fiquei um tempo refletindo ao lado de Dragon, eu não esperava essa reação, sinceramente. Achei que ela ficaria feliz em saber, que eu voltaria a minha antiga ativa. Mas na verdade, ela estava totalmente estática. 

Quando se afilia a SM, você necessariamente tem que aprender três idiomas, coreano, caso seja um estrangeiro. Inglês e chinês, entretanto o chinês é opcional. Porém sempre lancavamos algumas músicas em mandarim e por um tempo, achei melhor aprender. Ainda me escapava algumas pronúncias do mandarim, mas nada que um reforço não ajude. E quanto a questão de Seunghyun, eu não sabia ao certo se ele iria comigo.


— S/N.

— Hm? — Veio caminhando para mim...













Me sentei na beira daquela cadeira, deviam ser uma base das três da manhã, mas meu filho ainda não havia chegado. Então, eu o esperei do lado de fora, podendo contemplar a lua brilhante, chegando muitas vezes a fechar meus olhos, agraciando o vento que me beijava a pele morena. Mas então, uma batida no portão e ele foi aberto, me mostrando um coreano de mais de um e oitenta, cabelos róseos, camisa rosa, calça jeans rasgadinha nos joelhos e com um tênis all star. Se surpreendeu quando me viu.

— O que ainda faz acordada? — Tirei do bolso de meu short, um papel já impresso, com todo o conteúdo do e-mail e algo amais que escrevi para ele. Deixou sua carteira e celular sobre a mesa de vidro, tomou o papel com as duas mãos e passeou seus olhos pelas palavras. Aquela cena seria uma perfeita cena de filme, caso eu tivesse um cigarro ou uma cerveja na boca. Ele se espantou. — Mas, a Jihyo...

— Apenas diga sim ou não. — O encarei, travando uma batalha árdua, um silêncio perturbador, seguindo pelo incômodo soar de alguns grilos. Ele amassou o papel, dali já suspirei.

— Eu vou. — Não pude evitar, foi automático aquele sorriso.

— Arrume suas coisas. — O vi correr para dentro. 

Podia ter sido um plano bem infantil de minha parte, ter escondido por uma semana inteira, aquilo de minha esposa e filho. Mas meu medo era, de Jihyo crias paranoias em sua cabeça e acabar me convencendo a não ir, e de a Seunghyun não aceitar. Até mesmo a dez dias atrás, nossa união não estava tão sólida, então não haveria laços de empatia entre nós. Fazendo essa viajem se tornar algo insuportável para ambos. Mas parando para observar bem suas feições, ele tinha um sorriso alegre, ele tentou prender, passou rápido pela porta, com o intuito de esconder aquilo de mim. Mas não conseguiu, e agora, eu sei o quão empolgado ele está para aquilo.

Fechei meus olhos por um nano segundo, tomando um pequeno susto ao sentir um corpo magro sobre o meu, abri mais ainda minhas pernas, com o objetivo de deixá-la confortável. Ela se deitou sobre meu peito, deixando-me com uma visão deveras tentadora de seu corpo, ela usava apenas um baby doll de seda rosa bebê, deixando seus seios bem marcados, e eu, claro, babei por aquelas coxas torneadas e por aquela pele branquinha. Riscando minha unha, descendo desde suas madeixas loiras, fazendo um caminho afiado por seu torso, por fim, agarrando com força seus quadris, a envolvendo mais ainda a mim. Beijei seus cabelos, podendo inalar seu perfume doce, aquilo tinha tanto efeito sobre todos os meus sentidos.

Não vai... por favor amor! — Sua voz saiu manhosa, Jihyo esfregou a pontinha de seu nariz por meu pescoço, me obrigando a cerrar os dentes, não deixando nenhum ruído escapar. Levou uma de suas mãos para meu abdômen o arranhando com a unha, fazendo as borboletas se explodirem, uma por uma. 

Tarde demais, já falei com ele, e ele vai. — Minha mão relaxou por debaixo de seu shortinho de seda, chegando a brincar com o elástico de sua calcinha, o puxando, fazendo a liga bater contra sua pele, deixando um barulhinho estalado e a Jihyo suspirar. — Vou sentir saudades. De você, dos seus seios tentadores, e dos seus sorrisos. — Ela levantou um pouco seu rosto, chegando a bicar seus lábios nos meus. Repetindo aquele processo, levando a mão esquerda para meu maxilar, o beijando também. — Jihyo, não jogue sujo. Eu vou de qualquer forma. — Ela não desistiu, deixou algumas mordidas, trincando suas presas por meu queixo, o que foi mais doque o suficiente para mandar uma onda de calor concentrada por todo o meu corpo, ela sentiu que aos poucos, meu corpo estava acordando. Tentou movimentar seus quadris para frente e para trás, mas meus dedos em sua cintura, paralisaram o processo. A ouvi grunhir frustrada, entretanto manhosa. — Ah Park, você acaba comigo sabia? 

— Eu sei. Não vou conseguir te convencer mesmo. — Neguei, me sentando um tanto melhor, aproximando meus lábios da curva de seu pescoço, apreciando sua pele clara, deixando beijos e mais beijos, suspirando palavras bobas para ela a vendo sorrir. 

Park, prometo bater uma por ti todos os dias. — Com um tom brincalhão, ela bateu em meu peito rindo, porém não saindo da posição em que estava. — Minhas malas tem que estar prontas até amanhã as seis, tenho que passar na empresa para pegar meus documentos e algumas cópias da licença para menores, Seunghyun é trainner e de menor. Caso não tenha isso, será uma enorme dor de cabeça.

E o que está esperando? Vá organizar suas coisas, me chame se precisar de ajuda. — A prendia mais forte a mim. — Kim, me solte...

— Você nem de longe quer sair daqui, tampouco me ajudar com as malas. Jihyo. — Me sentei um pouco melhor, conduzindo seus dedos suaves para meu membro. — Serão longos três anos Jihyo. Apenas, foda comigo esta noite. Por mim, agora, aqui mesmo! — Pedi a atenção de seus olhos parar meus. Como uma cobra que conduz o domador, Park seguiu todos os meus movimentos. Desde a um beijo calmo, a uma foda descontrolada por sua parte. Ambas necessitavam daquilo mais doque tudo.

Incrivelmente, pela posição em que estávamos, pelo o clima, pelo vento fresco, aquilo ficou ainda mais prazeroso. Sentir a carne quente, macia e molhada de Jihyo engolir por completo meu membro, não tinha sensação melhor no mundo, era incrível. Como se ainda fôssemos virgens, jovens apaixonadas que acabaram de se ver pela primeira vez em uma premiação. E embora ela negasse aquilo com a própria vida, Jihyo sentia tanta necessidade de sexo quanto eu. 

Não me lembro se ela gozou duas ou três vezes, enquanto ouvia suas palavras sujas e desconexas, acompanhadas de ofensas para minha pessoa. Sorri por aquilo. Eu estava saciada, o que era bem impossível quando se tinha uma esposa como Park.










E no outro dia. Eu acordei mais revigorada doque nunca, talvez devido ao momento íntimo que tive com minha esposa, ou do banho gelado da noite passada. Muito provavelmente os dois. E agora, eu tinha que arrumar cautelosamente minha mala, não podendo me esquecer de absolutamente nada, desde uma simples cueca, a um documento importante. Talvez pela primeira vez em toda a minha vida, ou segunda, algo deu certo.

A primeira, foi conseguir construir minha vida ao lado da mulher que me fez provar do céu, odiar e descer diretamente para o inferno, me mostrando o quão intrigante poderiam ser as chamas que me cercavam.

E a segunda, foi conseguir a confiança, por mínima que fosse, de meu filho. Aliás, mais da metade deste projeto dependia dele. Estava pela primeira vez, bem comigo mesma!



Notas Finais


Até o próximo.


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