História Do you trust me? - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Tags Ação, Bhabie, Bhad, Bhad Bhabie, Billie, Billie Eilish, Eilish, Yuri
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Palavras 1.136
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Hentai, LGBT, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - 2


◇•◇•◇•◇• Bhad Bhabie •◇•◇•◇•◇•

Me retiro da sala de Biologia arrumando meu cabelo que, a piranha da Billie fez o favor de bagunçar.
Garota mimada, foi trocada e não sabe aceitar. Odeio ela. Maldito o dia que ela entrou em minha vida. Caminho para a sala de aula, melhor dizendo, inferno na terra.

...

"Sábado, às 18:30, lá em casa ;)" - Rose.

Leio a mensagem enquanto adentro a minha casa.

— E AÍ, FAMÍLIA! — Grito subindo as escadas, vendo minha mãe, irmão e pai no sofá.

— A COMIDA TÁ NA GELADEIRA! — Mamãe grita.

Chego ao andar de cima e entro em meu quarto, me jogo preguiçosamente na cama e fito o teto, ponderando, às vezes, não é fácil fingir, você começa a se sentir sufocada com tudo. Meu Deus! Isso é horrível. Depois de algumas horas acabo adormecendo.

...

Casa da Rose

Sábado, 9:15 da noite.

Enquanto estava em um canto bebendo o drink que encontrava-se em minha mão há um bom tempo, uma menina chegou perto de mim.

— Oi! — a garota um pouco mais alta que eu com os cabelos meio alaranjados diz abrindo um sorriso.

— Oi — respondo olhando a mesma de cima a baixo.

— Prazer, Julia.— Ela estica a mão.

— Bhad Bhabie.— digo, admirando suas íris cor de oceano.

— Eu te vi de longe e te achei muito bonita— começa a falar timidamente.— Eu queria saber se você curte meninas.— por conta da música meio alta, não entendi a última parte.

— Desculpa não ouvi direito.— Falo chegando mais perto dela.

— Você curte meninas?— Ela pergunta me fazendo sorrir.

— Não sei, posso ver se gosto de meninas com você?— pergunto colocando minha mão em sua nuca. Ela sequer responde e já começa a me beijar e prontamente a retribuo. Seu beijo tinha gosto de cigarro e brilho labial. Aquele beijo não se encaixava, mas mesmo assim continuamos a nos beijar. Ela começou a passar a mão pelas minhas costas fazendo um arrepio percorrer meu corpo, nesse momento percebo que o beijo não se encaixou apenas para mim. Por mais que não tivesse a combinação perfeita, era excitante sentir seus lábios macios e encharcados de brilho. Depois do beijo, conversamos por alguns minutos e fui para o "Bar" pegar mais um drink.
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Já deveria ser uma da manhã, e eu estava totalmente chapada. Saio para o lado de fora da casa e me assusto ao ver tal pessoa ali. Billie! Ela me fita com raiva, mas não se levanta do banco de madeira no qual se encontra sentada despojadamente. Nos fitamos por alguns segundos. Ela levanta e se aproxima.

— O que foi?— pergunta chegando ainda mais perto.— viu um fantasma?— diz sorrindo sarcasticamente.

— O que faz aqui, Billie?— Pergunto ainda perplexa por vê-la ali.

— Achou mesmo que iria esconder esse seu segredinho por muito tempo?— Ela pergunta se aproximando ainda mais e ficando tão perto que eu podia sentir sua respiração.— Achou que ninguém da escola viria aqui? — aquelas palavras me causaram um frio na barriga. Eu realmente não irei ficar aqui com esse projeto de vadia tentando me colocar medo.

— Foda – se, você – Falo por fim tentando ir embora, mas Billie me segura pelos braços e me cerca na parede. — O que você quer de mim, garota?— volto a fitar seus olhos verdes.

— Você ficou com a porra do meu namorado. — A fúria no seu olhar me assustava.

— Vocês tinham dado um tempo porra.— todos sabiam que ele traía ela comigo há muito tempo, mas eu não queria aumentar sua raiva.

— Vocês têm um caso há meses já vadia.— Ela solta uma gargalhada.—Tá achando que sou burra piranha?— Ela segura os meus braços com mais força.

— Que bom que você sabe.— realmente não queria aumentar sua raiva, mas ela quem pediu.

— Você vai me pagar, meu bem.— ela sussurra em meu ouvido, fazendo meu corpo se arrepiar por completo. Ela volta a me fitar e eu fito seus lábios, carnudos e rosados. Sinto ela se aproximando cada vez mais. Nossos lábios estavam a milímetros de distância, quando o telefone dela toca, e nos afastamos bruscamente.

— Você não passa de uma garota sem sal.— Falo e me retiro do local.

Confesso que fiquei com medo de suas palavras, mas o que ela poderia fazer comigo? Dou uma risada do meu pensamento bobo. Ela é inofensiva.

...

Desperto no dia seguinte com uma puta dor de cabeça. Eu não lembrava de nada. Meu estômago doía como o inferno, e eu só conseguia pensar em como ia levantar da cama. Pego meu celular e vejo que tinha várias ligações perdidas.

A porta do meu quarto é aberta com força. Era o meu irmão.

— ME EXPLICA O QUE É ISSO AQUI, DANIELLE!— Ele grita me mostrando o celular, minha vista fica embaçada por alguns segundos, até que vejo o conteúdo que tinha no aparelho. Uma foto minha beijando uma menina.— DA PRA VOCÊ ME EXPLICAR!?.— grita mais uma vez.

— VOCÊ QUER QUE EU EXPLIQUE O QUE CARALHO!?— Grito olhando para o mesmo.

— Me diz que essa não é você.— abaixo a cabeça. — Por que você não me contou? Agora metade da cidade deve ter visto essa foto, Danielle.— Ele fala guardando o celular. Continuo de cabeça baixa até ouvir a voz do meu pai.

— Danielle, venha até o meu escritório agora.— Ele diz seco e se retira. Meu irmão me olha com pena e eu vou até o escritório. Não sei como cheguei até lá, já que não sentia meu corpo.

— Oi, pai.— Entro e sento em uma cadeira, na outra se encontrava minha mãe com uma feição preocupada olhando para a janela.

— Sua mãe me conto sobre essa foto.— Ele diz e me mostra o celular.— Eu sei que estava alterada, e é para não acontecer coisas como essa que você agora, está proibida de beber e sair em festas, Danielle. — Olho para a minha mãe sem entender nada. — Agora tenho que ir, um carregamento vai chegar e preciso pegar quem publicou essa foto. — Ele se levanta e sai de dentro do escritório.

Olho para a minha mãe.

— Filha...Eu sei que o que você realmente é...— ela segura a minha mão.— Eu também sei que seu pai não aceitaria e por isso quero que você tenha mais cuidado quando se relacionar com alguma garota.— sinto lágrimas quentes escorrerem por minha bochecha.— Eu te aceito do jeito que você é, minha menina, mas não quero começar uma guerra desnecessária. Não agora.— ela me abraça e eu começo a chorar sem parar.

Meu peito doía, me sentia a pior pessoa do mundo. Mas me sentia segura nos braços de minha mãe.



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