História Do you want milk? Taekook - Capítulo 62


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Exo, Jeon Jungkook Park Jimin, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Lemon, Lgbt, Min Yoongi, Mpreg, Taekook, Vkook
Visualizações 215
Palavras 2.107
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amores, desculpe por qualquer erro. Nosso bebê já tá grandinho, quatro aninhos, Taekook tá de volta. Boa leitura ♡♡

Capítulo 62 - Years.


2 anos depois. 08:00 Terça-feira. 

A cerca de dois anos e poucos meses a alegria de um dia festivo que era o casamento de Jungkook e Taehyung, se tornou uma das melhores lembranças e recordações para o álbum de fotos que o casal fazia questão de preencher, com momentos preciosos. A festa do casório não podia ter saído melhor do que o previsto. Pelo menos era o que Tae imaginava, mas, ao ver seu amado lhe aguardando com a mesma euforia que ele jurava nunca ter sentido. Ficou com seus sentimentos à flor da pele, capaz de arrepiar-se caso um convidado passasse ao seu lado. 

Momentos de viagens que faziam para visitarem os avós de Taehyung nos finais de ano e em um dos aniversários de Yeon no qual foram obrigados a levar o filho para Daegu, a pedido do avô do mais novo que jurava não aguentar esperar para ver o garotinho, também tomavam seus espaços nas folhas quase todas preenchidas. Aquele álbum representava desde os dias cansativos de Jungkook no basquete e no meio tempo guardava todas as primeiras memórias de Yeon, e o casal adorava ficar mostrando as fotografias do pequeno, muitas delas quando ele sequer sabia o que fazia. 

Como quando tomava banho de banheira com Taehyung e molhava o chão por completo, pedindo pra que não deixassem o patinho de borracha se afogar ou querendo comer as bolhas de sabão do shampoo. Fazendo a alegria dos pais. Ficava adorável arrastando na grama um boneco da coleção de Jungkook, um de seus preferidos, este que o pequeno arteiro mesmo fizera questão de escolher enquanto bagunçava as roupas dos mais velhos.  

O filho havia crescido, de fato, com seus recém, quatro anos.  Mas sempre permaneceria sendo o anjinho de ambos. A relação do casal havia com o passar dos meses amadurecido, ambos agora possuíam deveres e cuidados com o filho que tanto zelavam. Passavam menos tempo em companhia um do outro, em compensação, ficavam juntos quando Yeon pedia para brincar com os pais. Apesar das dificuldades de serem pais jovens, por Tae ter ingressado à pouco na faculdade de jornalismo e Jeon ainda trabalhar com seus pais como um recém-advogado, podiam tirar minutinhos juntos, pra que chegassem ao paraíso como nos tempos de adolescência. 

Agora, Jungkook passeava seus dedos longos na tez branquinha do marido inerte em seus carinhos, apreciando a calmaria na respiração do mais velho, trilhando um caminho invisível pela coluna, causando arrepios em Taehyung, que mesmo por estar com os pensamentos tão longes, ainda sentia aquelas reações inesperadas, era relaxante a certo modo. Por mais que estivesse acostumado a receber aquele tipo de toque, que fossem de forma, carinhosa e não apenas para prazer, mexia bastante com seu corpo, e sua imaginação florescia. 

As luzes apagadas e o cômodo sendo iluminado apenas pelo abajur ao lado da cama. Fraquinho de coloração amarelada piorava a situação do loiro, aumentando seu apetite sexual pelo homem relaxado ao seu lado. 

Ambos deitados na cama de casal, juntavam os corpos na intenção de ficarem com suas temperaturas quentes, Jungkook beijou a testa alheia e ouviu murmúrios para que ele fosse dormir, que fosse descansar pra ir trabalhar na tarde que logo chegaria, se esforçavam bastante, assim tudo correria bem. Eles eram uma melação que só, ainda mais quando sabiam que Yeon estava fazendo a festa na casa dos tios. 

Tae subiu o rosto e fitou o moreno, ainda no escuro do quarto viu aqueles dois olhinhos inchadinhos demais e pequenos no rosto de Jungkook só soube abrir um sorrisinho malandro e atacar o maxilar do moreno com beijos e mordidas, necessitando atenção, sugando a pele gelada de seu pescoço, aproveitou e passou uma das pernas na cintura alheia e alisou as coxas do marido com os pés calçados com um par de meias brancas.  

— Não me acostuma mal. Quero ser acordado assim todos os dias. — riu anasalado. 

— Bom dia… anjo — Jungkook sussurrou, calmo. Com uma das pernas esticada e a outra dobrada. — , se quiser, te acordo sempre assim. 

— Bom. Dia. — respondeu, pausadamente, dando-lhe dois beijos. —, minhas costas doem. — reclamou, jurando ter ficado com a voz de seu avô. — Vai trabalhar hoje? — Perguntou imaginando a resposta, negativa. — Faz tempo que tem ficado em casa comigo. Tirou férias sem avisar? — manhou, típico de seu humor matinal. 

Jeon tossiu, com a garganta raspando, dolorosa, querendo acabar com a rouquidão, suas mãos bagunçaram os fios negros antes de serem levadas à perna do loiro. 

— Que maneira sutil de me mandar embora. — Ele riu, ofendido e viu o marido revirar as orbes negras, dando um tapa em seu peito. Gostava tanto de estar com ele, que pensar em trabalho fugia de sua mente. — Trabalho no escritório e depois vou acompanhar o Yoongi em uma reunião no final da tarde. — Afirmou, fungando com o nariz ardendo. 

Kook estava horrível, e o menor queria cuidar dele. Mimá-lo e vê-lo melhorar, com total certeza de que ele por si mesmo nunca falaria. 

— Sexo matinal? — Tae disse a si mesmo. Entusiasmado. 

Ficaram ali mais uns minutos, quietos, aproveitando a troca de caricias e mãos bobas escorregando nas coxas de Tae e marcando os dedos na carne sensível, se permitiram rir por toda aquela safadeza estar aflorando novamente, vermelhos de vergonha e trocando selares fogosos, com chupadas nos lábios, mordidas nos ombros e gemidos de satisfação o casal aproveitava seus segundos de paz. Eles podiam estar à certas semanas sem fazerem nada. Mas, quando acontecia, não costumava ser agitada ou com tentativas de posições que antes quando jovens, se propunham a fazer e depois riam do fracasso, ah, droga. Talvez estivessem ficando velhos. 

— Quando ficamos safados assim? — Kook perguntou quando separou sua boca da outra. 

— Não faço ideia…

Apenas faziam, e o sono parecia dar aleluia ao chegar sem culpar nenhum deles por ter adormecido em meio ao sexo. 

— Ei. Precisa trabalhar… — comentou tedioso. Entrelaçando seus dedos nos cachos do outro. 

— Vai tomar banho que depois eu entro. — o maior resmungou, a voz abafada pelo travesseiro e os edredons. — Ainda temos tempo pra algumas coisas. 

Jungkook ficou um tanto adoentado devido à viagens de Seul à Daegu, os climas diferentes afetavam sua saúde, preferiu não preocupar o marido com suas crises de alergias, dava conta de cuidar sozinho. Sem se sentir um fardo para ninguém, apesar de ter passado em sua mente que, receber cuidados e mimos de Taehyung seria uma maravilha. O loiro levantou o torso e sentou no colchão, com as coxas desnudas quase à mostra. 

— Kookie. — o loirinho franziu os lábios, e fez isso com as sobrancelhas também. — Vem comigo, dengo. — chamando baixinho, no ouvido alheio, caçando suas mãos, afim de arrastar ele.  

Um arrepio percorreu a espinha do advogado. O fazendo rir ladino e apertar os olhos. 

— Pra quê?  — lhe lançou um olhar desinteressado. 

— Banho... — anunciou pondo a testa no peito alheio, sentindo o aroma da pele bronzeada, subindo com leves beijinhos até o maxilar. — Jungkookie? Kookie? Príncipe? Amor? Hmm, razão da minha vida, vamos logo, tomar banho? — arqueou uma das sobrancelhas.  

O citado nada disse, fixou observando o amor de sua vida ali. 

Jeon abriu um sorriso genuíno, mostrando os dentes brancos e afiados em resposta. Apaixonado pela meiguice de Taehyung nas manhãs, ele agia com ternura, delicadeza. Sendo atencioso em relação ao filho e seu marido, bem mais do que o habitual. Jungkook imaginou que pudesse ter se esquecido de usarem camisinha e tivesse engravidado o baixinho como da primeira vez, ah, sinceramente uma nova gravidez não se encaixava nos planos do casal.  

— Me abraça mais um pouquinho. Hmm? — o olhar carinhoso do homem pairou sobre o rosto de Tae, seu polegar acariciou a bochecha gordinha, sentindo a maciez da pele sob seus dedos. — Diz que me ama, que eu sou o homem mais feliz do mundo. Diz. — pediu manso. 

Taehyung

Coloquei minha destra em cima da mão que até então me fazia caricias, a trazendo à frente de minha boca e beijando sua pele cheirosa. Concordando com cada palavra dita, trouxe a cabeça de Jungkook para meu peito, aninhando o maior em meu corpo, amoroso. Seu abraço rodeou-me e, a pontinha de seu nariz raspou suavemente em meu ombro, dando um beijo breve ali.  

— Eu te amo. E nós somos os homens mais felizes do mundo — ele sorriu pequeno. — , nunca esqueça do quanto é importante pra mim, foi por isso que casei. — dei mais um beijo em sua mão antes dele selar nossas bocas novamente. Com carinho. 

Ele colocou uma das mãos em cima do peito, perto do coração e forçou uma careta de drama. 

Jungkook não tinha tempo desde que começou a trabalhar junto de Yoongi, passavam horas juntos em um escritório fechado, tentando fazer o possível e impossível para darem fim a um longo processo que precisava de cuidados e atenção redobrada. Então, com meu trabalho no restaurante de Jin, e as aulas de ballet de Yeon, na qual eu fazia questão de acompanhar. Tempo era algo que realmente não tínhamos e que precisávamos. 

— Appa! Banheiro! — ouvimos a voz do nosso pequeno adentrar pelas frestas da porta. Me fazendo despertar do momento. — Xixi!! 

Jungkook sorriu com ternura, puxando o edredom, assim teria como sair da cama.  Engatinhando, desceu me dando a visão de seu abdômen e as coxas marcadas dentro do short de seu pijama, Yeon vinha todas as manhãs para usar o banheiro de nosso quarto, devido a uma história que Yoongi lhe contou sobre ter monstros dentro do banheiro no fim do corredor, e desde então ele não o usa, ao menos que esteja comigo ou com Kook. Quando o maior destrancou a porta, vimos ele correndo ao banheiro, que ficava dentro de nosso cômodo. Cocei meus olhos e suspirei derrotado, minhas costas doíam e além de tudo, precisava levar Yeon para a escola, fazer o almoço terminar trabalhos da faculdade. 

— Não deixa o Yoongi contar essas mentiras pra ele. — Kook reclamou ligando as luzes do quarto.

— Yoongi é pior que uma criança. Amor, sabe disso. — falei calmo.  

Autora

Jungkook agora aceitava o fato de que Yoongi fazia parte da vida do filho bem mais que ele pensou. E nunca reclamaria disso, adorava ver que o colega de trabalho protegia e mimava seu garotinho quando ele ou o marido não estivesse por perto. Contudo, ver Yoon chamando por muitas vezes de pai, e pedir para dormir na casa do mesmo, incomodava. Não que ele reclamasse de ter noite à sós com Tae, longe disso. Entretanto achava estranho vê-lo falando assim. 

Quando Yeon saiu do banheiro, Jungkook estava se preparando para tomar banho e seguir rumo ao trabalho. Pegou suas roupas e uma toalha, sendo olhado pelo garotinho curioso, lhe fazendo perguntas. 

— Appa, hoje tem café? — ele piscou algumas vezes. 

— Café? Tem anjo, o papai vai fazer café hoje. — o loiro disse logo em seguida. 

— Hoje o Yeon pode tomar café? 

— Não, só os adultos tomam isso. — quando ouviu, um biquinho se formou nos lábios alheios. — É cedo demais pra tomar café. Te fará mal. 

Eu adulto. — apontou a si mesmo. 

— Não, você é bebê. 

— Café, papai, bem assim ó… — Yeon juntou os dedinhos em frente seus olhos. — O papai Kook pode…

— Talvez, depois eu vejo. Tá bom? 

Ele concordou, ganhando um beijo casto do pai. Taehyung continuou deitado, segurando um travesseiro entre suas pernas e observando as idas e vindas do moreno, este que procurava suas roupas de trabalho. O filho por sua vez, brincava de imitá-lo, abrindo as gavetas.  

— Papai, posso banho com você? — questionou, segurando uma toalhinha de rosto do Iron Man - seu personagem favorito - Jeon sorriu e bagunçou os cahcos do filho quando ouviu seu pedido. 

Tae riu, bobo com tanta meiguice. 

— Pode, você pode tomar banho comigo. — deu-lhe um selar na testa. — Mas, só se o papai Tae vir com a gente. 

O mesmo franziu o cenho, negando com seu indicador. Estava tão acomodado em seus edredons que não sairia dali. Não queria. Mas, sabia que Jungkook tinha segundas intenções consigo, e que também nem um deles iria tomar banho sem sua presença. 

— Appa. Banho. — Yeon era a cópia fiel do maia novo na hora de fazer manha. 

O loiro suspirou, e assentiu. 

— O que eu não faço pelos meus amores?


Notas Finais


Bye bye♡


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