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História .doce - renle - Capítulo 1


Escrita por: injunfools

Notas do Autor


não curto abo, mas deu a doida

Capítulo 1 - .único


- capítulo único -

doce

injunfools!


{ • • • }


Chenle olhava para o namorado que tinha seus fios castanhos molhados na testa pelo suor. A mão dele que estava repousada sobre o travesseiro mexeu repentinamente. A luz do sol entrava pela janela do quarto no último andar do hotel que estavam ficando temporariamente, e assim era possível ver claramente a pele amorenada e suada, emanando calor perceptivelmente.

Lidar com o ômega no cio não foi uma coisa fácil no início, com toda sinceridade. Mas a conexão entre eles fora da cama era surreal. O Zhong sabia o quanto era amado e que seu amor não iria acabar tão fácil assim. Era uma parcela infinita de sentimentos.

Sentia-se mesmo era privilegiado de ter um homem tão lindo consigo, dividindo a mesma cama, compartilhando aqueles momentos que o levavam a crer fielmente que não precisavam de um alfa. 

Eram perfeitos um para o outro.

Lele? 

A voz manhosa e arrastada soou em um sussurro, a mão do mais velho tateou o colchão a procura do namorado, abrindo os olhos devagar para não maltratá-los com a luz após ter acordado recentemente.

Encontrou o Zhong o observando, com aquele mesmo olhar de todos os dias: apaixonado. E estranhamente aquilo lhe queimava por dentro num misto de felicidade, alívio, tranquilidade e desejo, porque era maravilhoso acordar num dia como aquele e saber que o seu grande amor não havia desistido de si.

— Bom dia, bebê — Chenle cortejou sorridente, se aproximando para selar os lábios do mais velho. — Conseguiu dormir bem?

— Consegui sim — segurou a nuca do loirinho e o beijou de língua, brevemente. — E você, hm?

— Eu dormi meio mal... seu cheirinho tava me deixando doido. — comentou divertidamente, fazendo o rapaz ofegante rir retraído. — Eu amo o seu cheiro, amor.

E os beijos fizeram caminho para o pescoço alheio, ainda marcado da noite passada, porém, levemente avermelhado por ser rápido o desaparecimento destas. Refez aquelas marquinhas, se posicionando entre as pernas do outro chinês, escutando-o murmurar satisfeito com o pouco estímulo. 

Seus lábios trilharam beijos molhados em direção ao mamilo dele, deslizou a língua ali, lentamente. Passou a atritar ambos os corpos, movendo seu corpo enquanto simulava estocadas um tanto brutas, instigando tanto o próprio pênis quanto o do parceiro, gemendo junto a ele enquanto se mantinha também ocupado sugando seus mamilos rosinhas. 

Aproveitou que estavam sem roupas e ergueu um pouco mais as coxas do Huang, deixando-o todo arreganhado para si, do jeitinho que amava. Sua mão deixou um aperto em sua nádega antes que seus dedos deslizassem até o orifício do chinês. Estava molhadinho e tão cheiroso que o Zhong cogitava veementemente que eles nasceram para viverem juntos.

— Porra, você é tão gostoso, Injun...

E sem mais perder tempo, penetrou o mais velho sem pressa, sentindo os braços dele rodearem seus ombros o puxar para perto a fim de beijá-lo enquanto sentia o rapaz entrar e sair de si daquele jeitinho que apenas ele sabia fazer tão bem.

Ele sabia aonde tocar, onde investir com força, quando meter tão fundo capaz de levar o chinês de cabelos castanhos à lágrimas de tanto prazer. 

E naquela manhã, depois de acordar de um sono tão bom, não podia estar se sentindo melhor senão nas mãos do Zhong, sendo apertado inteirinho, tendo suas nádegas maltratadas pelas mãos pequenas e ágeis, seu interior preenchido pelo pau dele que era tão bom quanto qualquer outra coisa que Chenle sabia fazer ou tinha magnificamente bem. 

Chegava ao limite e bastava mais um pouquinho de impulso para que pudessem estar novamente em busca do prazer, sujando a cama sem preocupação alguma. Porque se tinha algo que aqueles dois ômegas eram, essa coisa é insaciável. 

Eles completavam um ao outro na medida adequada, eram quentes e loucos para se satisfazerem igualmente. 

Enquanto não se sentiam completamente cansados a ponto de fecharem os olhos e verem dificuldade em abri-los novamente, não paravam. E deitavam juntos naquela cama, trocando beijos calmos e doces, juras de amor e elogios.




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