História Doce Alvorada - KageHina - Capítulo 14


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Categorias Haikyuu!!
Personagens Daichi Sawamura, Kei Tsukishima, Keishin Ukai, Koushi Sugawara, Ryuunosuke Tanaka, Shouyou Hinata, Tadashi Yamaguchi, Tobio Kageyama, Tooru Oikawa
Tags Haikyuu, Hentai, Hinata Shoyo, Kagehina, Kageyama Tobio, Sensei
Visualizações 86
Palavras 1.790
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Esporte, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura amores.

[leiam notas finais]

Capítulo 14 - Tempo - Capítulo 13


Fanfic / Fanfiction Doce Alvorada - KageHina - Capítulo 14 - Tempo - Capítulo 13






TEMPO

~ CAPÍTULO 13 ~






Hinata On..:

Sinto meu braço dormente, algo quente estava sobre meu rosto, me apertava, contra a quentura e estava confortável. Mexi minhas pernas e senti algo se mexer por debaixo do cobertor, lentamente abro meus olhos ainda tentando me acostumar com a luz do sol que invadia meu quarto. 

Assim que meus olhos se adaptaram a luz, minha visão se voltou para os braços em torno do meu corpo, olhei para cima lentamente, ele dormia tão sereno, os óculos caíram do rosto e estava sobre a almofada, aos poucos ele foi abrindo os olhos e me olhando. 

Tsukishima: Bom dia... — Disse com a voz rouca. 

Hinata: Bom dia... — Falei baixinho e então dei uma leve encolhida. 

As lembranças da noite anterior veio em minha mente, de repente me senti tão irritado, meu coração começou da doer de novo, fechei meus olhos tentando arranjar uam desculpa para tudo isso, eu queria muito acreditar que tudo isso passava apenas de um sonho idiota, e que depois eu acordaria com o Kageyama do meu lado. 

Tsukishima: Está melhor? — Leva a mão ao meu rosto, acariciando com o polegar. 

Hinata: Não, mas eu vou ficar. — Abro meus olhos e me deparo com os dele. 

De repente me passou inúmeras perguntas na cabeça. 

Hinata: Como você soube? — Pergunto de imediato, enquanto vou me erguendo devagar e me soltado dos braços dele. 

Tsukishima: Eu estava lá. — Me responde. 

Hinata: Quer dizer que você viu tudo. — Falo um pouco cabisbaixo. 

Tsukishima: Aquele local estava lotado, tinha muita bebida e droga... — Mexe em seu bolso e tira um frasco. — Eles estavam usando isso, bem, consegui ver apenas o próprio Kageyama tomando uma bebida com isso dentro, eu até me movi para evitar que ele bebesse, mas seria inevitável afinal podia ter mais copos com isso dentro. 

Hinata:.. — Olho para o meu colo. 

Tsukishima: Não precisamos falar disso agora... — Diz se sentando sobre a cama.

Hinata: Uhm. 

Ele está certo, não precisamos falar sobre isso agora, mas eu ainda queria saber... Saber porque ele veio aqui, porque justamente ele veio me consolar e se molhar com as minhas lágrimas. O olho de relance, e ele está coçando os olhos, estava mais suave do que o normal, ainda estou confuso...

Hinata: Porque veio? — Vejo seus olhos me encarar, e ele da um curto sorriso. 

Tsukishima: De uma certa forma eu me importo com você. — Fala coçando a nuca. — Mesmo não parecendo. 

Hinata: Você não faz esse tipo... — Digo de relance, eu ainda não estava costumado com esse novo Tsukishima. 

Tsukishima: Nem todo muito é o que parece... — Coloca a mão sobre meus cabelos e bagunça. — E você é baixinho demais para entende. 

Hinata: Estava demorando para me zoa... — Vejo ele se levantar. — Onde você vai? 

Tsukishima: Preciso passa em casa para dizer que estou vivo, mas se quiser, eu venho aqui de novo! — Pega a camisa que estava em cima da cadeira, até que ele tem uma fisionomia bonita, mas não é a mesma coisa que o Kageyama. 

Pego o coberto e junto minhas pernas, só de pensar nele meu coração doia, sentia meus olhos aderem. Encara Tsukishima que reorganizava o óculos no rosto... 

Hinata: Não precisa vir, sabe... — Olho para o chão. — Preciso reorganizar meus pensamentos, mas podemos nos ver depois, o que acha? 

— Por mim tudo bem, você realmente merece um tempo. — Abre a porta do quarto. — qualquer coisa me liga. — E sai. 

Quando ele saiu, eu avistei meu celular próximo da parede, ele estava com a tela rachada. Me levanto e o pego, quando aperto o botão, ainda estava funcionando, respiro fundo, aquela imagem ainda estava aqui. 

Mensagem On:

[Foto] 

Kageyama: Amor... [20:56]

Kageyama: Hinata, me responde, para de visualizar! [20:56]

Kageyama: Hinata não faz assim, por favor, me diz que você ainda está aí! [20:57]

...

Mensagem Off. 

Desligou o celular e levo uma das minhas mãos ao rosto, minhas lágrimas desciam rapidamente, mal havia percebido. Kageyama parecia bem escrevendo as mensagens, e ficou assim até as 22h da noite. Tsukishima disse que viu ele tomando um copo com o pó que havia dentro. 

E se isso tive sido um plano daqueles dois? 

E se o Kageyama foi drogado pro eles? 

Tudo isso também tinha um pouco de culpa minha, esse meu jeito estourado, a forma como deixei ele sem me dá respostas para as coisas que eu escutei do Tsukishima, além de que escutei aqueles garotos falando, tudo isso me deu raiva. 

Corro para o banheiro, se ainda há uma esperança a nesse relacionamento, o momento é agora, eu preciso saber da boca dele tudo o que aconteceu, me recompor. Termino meu banho rapidamente e desço as escadas, minha mãe já não estava em casa e deixou um bilhete sobre a mesa avisando que chegaria tarde. 

Peguei as chaves em cima do balcão, sai e fechei a porta, peguei minha bicicleta e pedalei em direção a casa do Tobio, se for o que o Tsukishima realmente disse, então eu ainda posso o encara e pode o escutar. 

Solto minha bicicleta na frente da casa dele e bato na porta a mesma abre sozinha, ele deixou aberta a noite toda? 

Hinata: Kageyama... — Entro de vagar. 

Havia um cheiro forte de bebida, sobre o chão havia mais pó branco, olho para a mesa da cozinha e havia um copo com bebida. Quando subi, escutei um barulho no quarto dele, e quando eu abro a porta, meu estômago embrulha, era isso mesmo que eu estava vendo? 

Hinata: Ka-Kageyama? — Digo paralisado na porta. 

Kaede estava em cima do corpo dele, ela estava nua, eles haviam transados... 

Kageyama: Shouyou... — Ele empurra a morena para o lado e mesmo nu vem em minha direção, ele parecia ter se drogado, os olhos estavam dilatados. — Não é o que você está pensando! 

Kaede: É isso mesmo, Hinata! — Sorrir divertida. — Nos estávamos transando! 

Empurro Kageyama, e invado o quarto, sem demora pego Mãe de pelos cabelos, e a puxo para fora do quarto. 

Kaede: Me solta garoto, tá me machucando! — Diz tentando se soltar, no meio do caminho pego as roupas dela. 

Hinata: Vaza sua piranha! — Abro a porta e a jogo na rua, nua mesmo! — Some! 

Kaede: Quem você pensa que é? — Se levanta com as roupas na mão. — Você não é mais nada do Tobio! 

Hinata: Cala a boca sua mal amada... — Grito e algumas pessoas estavam vendo toda a situação. — Tenho nojo de gente como você, vaza daqui sua piranha, vai, vai! — Fecho a porta na cara dela e tranco. 

Respiro fundo, beleza, preciso ter peito para encara o Kageyama, não vai ser fácil, eu ainda me sinto enojado e mágoa com toda essa situação, mas ele não tá legal, eu não posso deixar ele assim. 

Entro no quarto e vejo ele no chão, estava chorando chega a soluça, me agacho na frente dele, tá era inevitável não olhar para ele nu, mas eu tinha que me conter, na verdade acho que eu e ele devemos conversar e da um tempo. 

O seguro e ele me abraça apertado, suas mãos cravaram em minha pele, o cheiro do álcool, isso me lembrou daquela noite de quando ele bebeu. O ajuda a levantar e guio para o banheiro. 

Kageyama: Hinata, por favor, me perdoa, eu não queria fazer aquilo, eu não gosto dela, eu gosto de você, por favor... — Começa a falar rápido, mas eu não quero saber disso agora, apenas ligo o chuveiro e deixo ele de baixo do mesmo, no gelado de preferência. — Está gelado demais! 

Hinata: Fica, você precisa desse banho. — Fecho o box. — Vou lá em baixo arrumar algumas coisas e fazer um chá para você. 

Ele apenas balança a cabeça em positivo, então eu desço e limpo as coisas, faço o chá e quando eu volto, ele já havia terminando o banho e colocando uma roupa quente. Tobio estava sobre a cama e encolhido com a cabeça deitada sobre os joelhos. 

Hinata: Ei, aqui, toma. — Entrego para ele a xícara. 

Kageyama: Você deve está me odiando agora... — Pega a xícara e se ajeita na cama. — Eu fui um idiota, nunca imaginei que Oikawa-san seria capaz disso, mas você não acredita em mim. 

Hinata: Eu não disse que não acredito. — Me sento na cama. — Você teve sorte do Tsukishima ter me contado algumas coisas, sabe eu cogitei a possibilidade de podermos conversar, mas então vi isso... 

Kageyama: Como assim? Ele foi na sua casa ontem? — Me olha de uma forma séria. 

Hinata: Foi, ele conseguiu me conter, eu surtei demais quando vi essa foto. — Fala olhando para o colo. — Parece que ele ficou a noite toda de olho em você, e bem, ele foi um amigo e tanto ontem. 

Kageyama: Você não ficou com ele, ficou? — Parecia um pouco atordoado. 

Hinata: Não! — Digo. — Ele apenas acabou dormindo em minha casa, nada mais... — Informo. — Mas não vamos desvia do assunto. 

Ele solta a xícara em cima do criado mudo e segura minhas mãos, ele estava me olhando nos olhos firmemente. 

Kageyama: Me perdoe, Hinata! — Acaricia minha mão. — Por favor, você sabe que foi armação! 

Hinata: Sei perfeitamente, mas... — Viro meu rosto em outra direção. — Depois de tudo isso, serviu como uma espécie de aviso, acho devemos da um tempo um para o outro, eu ainda estou magoado e atordoado com tudo isso que aconteceu. 

Kageyama: Um tempo? — Me segura pelos braços se aproximando de mim. — Hinata, eu te amo, eu te amo de verdade, você não pode fazer isso com a gente. 

Hinata: Eu também te amo, Tobio. — Tiro suas mãos de mim. — Mas você precisa pensar, eu preciso pensar, e fazer jus as palavras que dizemos um para outro, depois retornar mais maduro para esse relacionamento. 

Me levanto da cama e ele estava de cabeça baixa, suas mãos tremiam, mas valia a pena, seria bom por esse tempo em prática. 

Hinata: Vou indo, espero que você fique bem. — Vou até a porta.

Isso tudo me aliviou, claro que estou mal por deixa o Kageyama, mas preciso de um tempo para limpar todos esses sentimentos ruins do meu peito, ele precisa me entender, eu mal consigo olha-lo direito, me vem aquela cena na cabeça, eu sei que parecia tranquilo, mas não estou, tô tão perturbado. 

Eu devia ter dado na cara daquela garota, mas o que é dela está guardado, ela vai se ver comigo, ela e aquele babaca do Oikawa. 







Próximo capítulo... A seguir.... 


Notas Finais


Eu sei que o Tsukishima parecia um pau no cu kkkk ele realmente é, mas ele contou a verdade, ou metade dela, porém ajudou muito.

Sobre rola TsukiHina, não sei ainda, tô pensando sobre isso aí!

Sobre o tempo que o Hinata pediu, saibam que isso vale muito a pena, claro que ele sabe perfeitamente que era palhaçada da dupla de doidos, mas ninguém tem sangue de barata né!

Desculpem a demora, semana de prova é foda, e eu tô procurando um emprego, além de que eu estava sem criatividade, odeio entrega conteúdo sem nexo para vocês, gosto de ter ideias que valem a pena!

Erros serão corrigidos...
Espero que gostem ...
Comentem...

Bay, SunaArt ♥️


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