História Doce Apocalipse: Interativa - Capítulo 11


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Ficção, Romance e Novela, Saga, Survival, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hoje não tenho muito o que falar, então aproveitem e comentem bastante!

Capítulo 11 - Grupo


Fanfic / Fanfiction Doce Apocalipse: Interativa - Capítulo 11 - Grupo

A Akemi parecia preocupada com as garotas, já a Helo e eu estávamos só interessados em descobrir onde elas tinham ido.

Já o garoto estava ainda desacordado, mas parecia bem.

Mandei a Helo voltar e chamar a Hana e a Linda, e assim ela fez.


E o Kelvin não conseguiu ver se elas entraram em algum lugar? - A Linda perguntou levantando o braço do garoto.

Não. Hana, quando ele acordar, quero que converse com ele, igual tem feito com todos que tem entrado no grupo. - Falei olhando nos bolsos dele para ver se tinha mais alguma coisa consigo.

Ou, okay, pode deixar comigo. - Ela ficou levemente surpresa e depois sorriu fazendo que sim com a cabeça.

Tambem chame o Yoga para te ajudar a levar ele para a farmácia, diga que estou promovendo ele de enfermeiro para médico do grupo. - Está mais do que na hora de deixar clara a função de cada um.

Promovendo? - A Hana inclinou um pouco a cabeça quando perguntou.

Sim, cada um tem que ter uma função aqui, assim como você e a Linda. - A da Linda acho que já se tornou bem clara.

Qual é a minha exatamente? Acho que não é ser mais professora de Educação Física. - Ela deu uma risadinha no final.

A sua é essa, conhecer as pessoas, falar com elas, ver como elas estão, quase como uma psicóloga, e se achar necessário ou que deva, pode vir me contar depois. Basicamente o que já tem feito, só que mais. - Não tem uma palavra que englobe tudo o que quero que ela faça.

Hum, entendi. - Ela sorriu de novo e se levantou.

Otimo. Vamos Akemi, preciso falar com o Kelvin. - Falei dando um toque na mão dela.

Leo... e a minha?... Qual é a minha função? - Ela se virou e perguntou baixinho.

Ah, ser a minha guarda costas. - No que respondi, ela sorriu e abraçou o meu braço e continuou andando comigo assim.


Quando cheguei, vi o Kelvin e o Dean focados em algum lugar, então fui ver o que aconteceu.

Pelo que contaram, a G.B. e a Mary conseguiram tirar a garota da guarita, mas não conseguiram abrir espaço para voltar, então pediram para os dois abrirem caminho no sentido oposto, já que estava mais fácil.

Só não entendi uma coisa. Quem deixou vocês abrirem caminho para o outro lado? Em? Se elas não conseguiam voltar, deviam ter ficado na cabine! - Falei apontando para a cabine.

Escuta, quem te colocou no comando? - O Dean veio me desafiar.

Eu assumi comando! Sou EU quem lidera esse grupo desde que isso tudo começou. O Kelvin aqui devia ter deixado isso bem claro para você. - Falei apontando para o meu peito.

Hum, como se eu fosse aceitar você mandando em mim. - Ele falou se virando e pegando o arco dele.

Então saia do grupo. - Falei dando de ombros.

Como se precisasse dele para sobreviver. - Dean se virou, andar sem olhar para mim e passou do meu lado.

Já que não quer aceitar, devia pular daqui do telhado direto para o estacionamento no meio "deles", afinal, não sei se lembra mais MEU grupo controla esse supermercado, e se sair dele, nesse lugar você não entra mais. - Falei colocando a mão no ombro dele e fazendo com a cabeça para a Akemi ficar na frente dele.

Então você também precisa de uma garota para conseguir o que quer? - Ele olhou para a Akemi e depois me encarou.

Não preciso dela para limpar esse telhado inteiro com a sua cara. - Falei tirando a mão do ombro dele e pegando a minha faca.

Filha da... - Ele levantou o arco para se defender, mas empurrei ele com a outra mão e acertei um "deles" que estava logo atrás dele com a faca.

Não precisa agradecer. Kelvin, vocês não olharam o telhado? - Falei tirando a faca da cabeça "dele".

Olhamos, não ter como "ele" ter vindo daqui de cima. - O Kelvin me pareceu ter razão no que falou.

Impossível! O outro único jeito seria... ele ter vindo... lá de baixo... - Falei virando para a porta e vendo mais dois "deles" entrando no telhado.

Vou com você! - Corri para cima "deles" a Akemi veio logo atrás, então pegamos cada um um "deles" e abrimos caminho.

Esperem! - O Kelvin veio correndo logo atrás.

É a hora de se decidir Dean! Ficar ou partir! - Falei deixando o Kelvin passar e fechando parte da porta.

Só vou fazer o que você falar se achar que devo. - Ele veio e segurou a porta.

Já é o suficiente. - Falei dando um tapa na bunda dele.

Que porra é essa!? - Ele largou o arco e colocou as duas mãos na bunda.

Pede para o Kelvin fazer isso da próxima vez. - Falei descendo as escadas o mais rápido que conseguia.

O Kelvin? Por que? - O Dean corria junto.

Se você não gostando dele, já já vai começar a gostar. Enfim, não é hora de pensar nisso garoto. - Respondi tomando distância e ligando para a Linda.

Mandei a Linda reunir todos em um só lugar o mais rápido que conseguisse, e usar o microfone para alertar todos.


Desci com o Dean, o Kelvin e a Akemi para ver a porta da área de carga, mas ela estava do jeito que deixamos. Então comecei a procurar com eles pelas entradas do supermercado.

No meio disso, a Helo me ligou perguntando o que estava acontecendo, então contei para ela dos três "deles" que subiram no telhado.

Vasculhamos todas as entradas e nada, nem um sinal "deles" terem entrado. Então comecei a pensar por mais onde "eles" poderiam ter vindo.

O Kelvin e o Dean acham que pode "eles" podiam estar em algum lugar que não olhamos. Mas acho que foi algo diferente.

Voltei com os três para o telhado e fui olhar os corpos, mas chamei a Linda para ir junto.


Aqui, está vendo essa marca? - Apontei para onde minha faca tinha entrado na cabeça do corpo.

Sim, é a marca da sua faca. - O Kelvin respondeu.

Exato, porém tem uma marca de uma coronhada bem forte aqui. - A Linda virou o outro lado da cabeça.

O que isso significa? - A Akemi perguntou.

Significa que alguém acertou "ele", mas não terminou o serviço. - Respondi levantando.

Nos outros dois corpos foi a mesma coisa, marcas de coronhadas anteriores. - A Linda levantou em seguida.

Então tem alguém não matando "eles"? - O Dean perguntou com as sobrancelhas franzidas.

Sim, e acho que sei que é. - A Linda falou voltando para dentro do supermercado.

Em seguida meu celular tocou, eram a G.B. e a Mary. Elas encontraram um cara em um cavalo que era Capitão do Exército que ajudou elas a achar um abrigo. A G.B. perdeu o celular, então não tinha mais meu número salvo, mas quando conseguiu se lembrar dele inteiro, ligou pelo da Mary.

Enquanto falava com elas, a Linda trouxe o Kiri para o telhado.

...Me desculpe... - Ele veio com a cabeça baixa, quase com a Linda chutando ele para andar.

Por que não acabou com "eles"? - Perguntei apontando para os corpos.

Na rua e no estacionamento você nos falou para não perdemos tempo acabando com "eles", então meio que acabei fazendo isso aqui dentro também, me desculpe. - Ele continuou com a cabeça baixa.

Entrou em modo automático foi? - Perguntei me aproximando.

Sim... - Ele levantou a cabeça.

Você vai fazer o seguinte: eu vou te dar três facas de cozinha ou qualquer uma normal assim, e daqui meia hora quero ver esses três corpos alinhados um do lado do outro, com os cérebros arrancados fora na frente deles, e com uma faca cravada no meio de cada um. - Falei gesticulando bastante.

Co-como? Para que? - O Kiri ficou incrédulo.

Simples, para você aprender o que tem que fazer, acabar com "eles" quando necessário! Se não alguém vai acabar morrendo, e eu não vou deixar ninguém morrer, então faça isso e depois me ligue que eu vou vim aqui ver se fez tudo certo. - Preferia descer, pegar três "deles" e fazer o Kiri acabar com os três sozinho, mas não quero correr o risco "deles" conseguirem entrar de verdade.


Depois de entregar as facas para ele, desci para comer as pizzas que ele tinha feito, e ficaram ótimas! Ele com certeza será nosso cozinheiro, por mais que tenham mais uma ou duas pessoas que também sabem cozinhar e que podem ajudar ele nisso.

Com toda a confusão, a Akemi não conseguiu fritar as batatas, mas disse que quer fazer isso depois. Porém ficou alegre quando me contou que achou um binóculos e depois me deu ele.

Parei uma hora e olhei no relógio, 15:38, o que significa que já faz 24 horas que tudo isso começou a acontecer a minha volta.


Quando subi no telhado, o Kiri já tinha terminado tudo, estavam lá os corpos alinhados e os cérebros com as facas, além dele sentado bebendo água.

Ótimo, agora sim. - Falei pegando os binóculos.

Então agora me desculpa? - O Kiri é muito gente boa, mas vacila, por isso deixei ele treinando com a Linda.

Sim, mas antes quero que olhe algo comigo. - Falei olhando algo que aconteceu na hora certa para mostrar para ele.

O que? - Ele veio comigo até o parapeito.

Olhe ali, entre o prédio e o banco. Tem algo acontecendo ali que você tem que ver. - Falei dando os binóculos para ele e apontando o lugar.

...É o inferno. - Ele falou olhando um cara sendo comigo vivo por "eles".

Sim, aquilo sim é, e acabamos com "eles" para não deixar esse inferno acontecer conosco. - Falei tirando o binóculos dele e voltando a olhar em volta.

Como você consegue fazer isso tudo, tipo liderar pessoas no meio disso tudo, decidir as coisas que tem que decidir, e ao mesmo tempo rir, se divertir, e tals? - Ele perguntou encostando de costas para o parapeito.

É como você falou, eu tenho que. Mas essa é a nossa nova vida. Podemos perder a cabeça ou passar a noite chorando, ou podemos aceitar e enfrentar isso, e se deixar viver mesmo com isso tudo. - Respondi vendo algo estranho em uma casa.

Entendi... acho que essa é a diferenças de quem só sobrevive, e de quem vive... Sabe, eu quero viver. - Gostei do que ele falou, mas atenção para responder algo legal, mas minha atenção estava em uma casa.

Bonito. Ei, tem alguém naquela casa do outro lado da rua, acabei que ver fechar a janela, parecia uma garota. - No que falei, vi a garota na outra janela puxando ela para fechar, e acho que ela reparou que estávamos aqui, mesmo sendo um pouco longe.

Sério? E então? - O Kiri perguntou querendo ver.

Vou anotar meu número em uma placa dessas de promoção e deixar aqui fora, quem sabe ela ligar. - Falei dando o binóculos para ele e indo pegar a placa.


Depois que coloquei ela, fui ver como todos estavam e principalmente o garoto que acordou, seu nome é Kisoi Matsuri. Estou começando a achar que orientais tem mais chance que sobreviver do que os outros.

Ele era bem simpático, quando cheguei estava conversando e rindo com a Hana e brincando com a Lily, então aproveitar para me apresentar e falar com ele um pouco.

Bem, e perdão pelo soco. - Falei depois de conversar bastante com ele.

Ao, tudo bem, não está mais doendo, e confesso que perdi o controle na hora. - O Kisoi falou coçando a nuca.

Que ótimo. Fique o tempo que precisar aí. - Falei pegando meu telefone que estava tocando.

Alo? - Era a voz de uma garota.

Alo, oi. - Respondi.

Por que você colocou esse número do lado de fora? - Tenho certeza que é a garota que eu ví!


Notas Finais


É, tensão é o que não falta nesse grupo, mas por enquanto está tudo indo até que "bem" para eles. Infelizmente, ha calmaria antes da tempestade.

Link da 1° Temp. da Doce Apocalipse:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/doce-apocalipse-7556213


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