História Doce Apocalipse: Interativa - Capítulo 13


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Ficção, Romance e Novela, Saga, Survival, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ufa, esse foi difícil! Mas está pronto agora só esperando ser lido, então, aproveitem.

Capítulo 13 - Fuga


Fanfic / Fanfiction Doce Apocalipse: Interativa - Capítulo 13 - Fuga

Já temos tudo o que precisamos, vamos embora. - Falei assim que passei pela Linda.

Embora? Do nada? Por que? Espera! - Como não parei, ela começou a me seguir.

Estou com um mau pressentimento. Akemi, vá até a Helo e diga para ela juntar todos que estão aqui dentro. - Continuei andando e falando indo para a barricada.

E eu? - A Linda perguntou aumentando o passo para me acompanhar.

Vai me ajudar com a barricada. Vamos deixá-la pronta para ser derrubada assim que precisarmos. - Respondi pegando o celular parar ver as horas, 16:27.

O que está acontecendo? - A Linda se colocou a minha frente para me parar.

Tem um grupo de 7 homens perto de onde estão as meninas, se o Kelvin precisar atirar neles, teremos muitos problemas para sair daqui. - Respondi mostrando a foto que ele tirou do grupo armado.

E o que isso tem a ver com derrubar a barricada? - A Linda falou me deixando passar e voltando a me acompanhar.

Se deixarmos isso tudo do jeito que está, será fácil para alguém tomar esse lugar. Quero infectar o supermercado com "eles" para ninguém entrar depois de sairmos. - Respondi puxando algumas coisas da barricada.

Derrubar isso vai ser mais difícil do que foi construir. - Ela falou me ajudando.

Sim, vamos só enfraquecer ela. O que montou essa barricada? - Perguntei tirando um carrinho dela.

Bem, carrinhos, cadeiras, corpos. - Ela respondeu tirando outro carrinho que apontei.

Exatamente, corpos. Quando a G.B. lançou um Cocktail Molotov "neles", não adiantou porque ia precisar de tempo até o fogo queimar os corpos "deles" até pararem de andar, se mexer, chegar ao cérebro, enfim, não era instantâneo como uma bala. - Parei de tirar coisas e fui com ela em direção ao corredor de produtos de limpeza.

Sim, o fogo não acaba com "eles" na hora, igual um corpo sendo cremado. - No que ela falou isso, chegou no ponto exato em que eu queria.

Exatamente! Mas como a nossa barricada é principalmente de corpos, só precisamos incinerar ela. - Falei jogando dois tubos de álcool para ela.

Você vai atear fogo naquilo tudo? - Ela ficou espantada, mas pegou um carrinho para colocarmos as garrafas de álcool.

Sim, queimando os corpos irão ser consumidos e "eles" conseguirão entrar. - Se der certo, vamos sair daqui com tempo de folga até "eles" entrarem.

Mas e se o fogo se alastrar muito? - Ela perguntou pegando mais garrafas da minha mão.

Existe uma técnica usada pelos bombeiros nos incêndios florestais muita boa! Eles criam incêndios controlados para sufocar o incêndio que não conseguem controlar, conhece? - Enquanto falávamos, já deviam ter mais de 10 litros de álcool no carrinho.

Sim. Como o fogo não tem mais o que queimar por conta do incêndio controlado, ele se extingue. - A Linda respondeu trazendo outro carrinho.

Sim. E é isso que vamos fazer, queimar primeiro tudo em volta da barricada, depois deixar em cima várias coisas que apaguem fogo, como água, gelo e metal. Por último encharcamos os corpos com álcool. Aí quando fomos embora, ateamos fogo e deixamos queimar. - Joguei os últimos litros de álcool em um terceiro carrinho e levei eles com a Linda.

Entendi... Podemos também colocar alguma coisa tocando atrás da barricada para fazer "eles" entrarem. - Cheguei a pensar no que a Linda falou.

Não, porque alguns "deles" irão passar pelo fogo, e se "eles" entrarem pegando fogo, podem queimar todo o lugar, e estou tomando cuidado para isso não acontecer. - Mas confesso que ajudaria.

E quanto ao sistema contra incêndios? Não vai ser acionado? - Ela perguntou me ajudando a levar os três carrinhos.

Verdade, esqueci disso... Vamos ver, se tiver sprinters próximos a entrada vemos um jeito de fazê-los não funcionar. - Comecei a olhar para o teto atrás dos sprinters.


Felizmente na parte onde estava a barricada, os sprinters próximos não fariam muito efeito.

Quando queimamos as coisas próximas, tomamos cuidado para não acionar os sprinters, então usamos ventiladores para dissipar a fumaça.


Quando terminamos tudo, a Helo veio para saber se íamos sair ou não, dizendo que estava com todos prontos para isso, e que como já eram 17:00, logo iria escurecer.

Foi ela terminar de falar que escutei um tiro e depois um tiro do rifle do Kelvin, depois mais dois.

O que aconteceu? - Liguei para o Dean.

Tentaram me acertar, mas o Kelvin viu eles e me puxou! - O Dean estava falando muito rápido.

Eles quem? Faz o seguinte, desce daí com ele agora! - Mandei enquanto corria para as escadas.

Eu fico aqui. - A Linda falou apontando para a barricada.


Corri com a Helo até ver a Akemi, então mandei a Helo juntar todos na área de carga.

Subi até quase o topo da escada quando vi o Dean ajudando o Kelvin a sair do telhado.

Acertaram ele? - Perguntou olhando todo o Kelvin.

Não, ah... torci meu pé. - O Kelvin falou parando ainda apoiado no Dean.

Tá, venham. Quantos eram? - Perguntei descendo na frente.

Pelo menos 30. - O Dean respondeu.

Não... menos. Estão vindo do lado da barricada.

Menos mau. Temos um plano para sair daqui. Mas com sua perna será difícil. - Falei ajudando ele no final da escada.

Eu levo ele. - O Dean falou olhando o Kelvin.

Não é o suficiente... seu amigo, o Kiri, vou chamar ele para ajudar, vocês dois vai ter que carregar ele correndo. - Falei mandando uma mensagem para a Helo.

Por que não usamos um carrinho? - A Akemi me interrompeu.

Carrinho? Fará tanto barulho que será melhor ele ir engatinhando. - O Dean respondeu a Akemi.

Não, ela tá certa. Só precisamos usar algo para envolver as rodas. - Falei pegando um carrinho maior que estava perto e mostrando.

Fita crepe! Passe fita crepe até o tamanho que der nas rodas, vai amaciar um pouco. - O Kelvin falou enquanto o Dean ajudava ele a chegar no carrinho que tava levando.

Ótimo! Tenho uma aqui na minha mochila. - Falei abrindo um dos zípers e tirando a fita.


Enquanto o Dean cuidava do Kelvin, subi no telhado mesmo com a Akemi me puxando de volta.

Consegui ver de relances alguns caras correndo pela rua em direção ao supermercado. Com tinham vários "deles" por ela, e antes o Kelvin atirando neles, não estavam se aproximando tão rápido.

Você

Mande alguém ir ver o pé do Kelvin, e a Linda colocar fogo na barricada.

Helo

Já era hora! Vou sim.


Vi um deles parando e mirando em mim, então me abaixei e escutei o tiro. Eles não pareciam ter armas boas, na verdade deviam ser armas de policiais ou de bandidos, só vi uma realmente preocupante que era uma AK-47. Devem ser de alguma gangue que viu pessoas com armas no telhado e resolveram atirar primeiro.


Desci do telhado e todos já estavam prontos.

Ótimo. Quando abrir a porta, podem atirar a vontade para abrir caminho. Rei, Helo, Linda e Kiri, vocês descem primeiro. Dean, Yoga, Kisoi e Victor, vocês irão descer o carrinho com o Kevin. Os outros irão descer os cachorros e depois vamos embora. TODOS ENTENDERAM? - Estava na frente de todos falando.

SIM! - Todos responderam juntos.

Assim que abri a porta de enrolar, a Linda e a Helo começaram a atirar nas cabeças "deles", e o Rei pulou direto, com o Kiri descendo atrás mais devagar.

Com todos atirando, a diferença era nítida, "eles" só chegavam perto do Rei, já que estava usando facas para acabar com "eles".

Com a Helo e o Rei de um lado, e a Linda e o Kiri do outro, desceram todos que iam ajudar com o carrinho. Mas algo deu errado, o carrinho não conseguia descer pelo espaço entre a porta e o caminhão, então tiveram que virar ele e passar para um dos lados, o que atrapalhou toda a coordenação, e fez as primeiras duplas gastarem mais munição.

Já com o carrinho no chão, os outros desceram rapidamente o Nico e a Lily, e então desci depois de todos.

Durante tudo isso, ouvíamos os tiros do grupo vindo do outro lado.

A Akemi se juntou a mim e mandei todos começarem a correr. Uma por uma as duplas se reagruparam para avançar pelo estacionamento, com exceção dos novos membros, Inori, Kisou e Victor, que mandei protegerem o Dean que empurrava o Kelvin no carrinho com todas as forças.


SEM MUNIÇÃO! - A Helo falou assim que passamos pela guarita da entrada do estacionamento.

TAMBÉM! - A Linda falou em seguida.

TODO MUNDO, CESSAR FOGO! TROQUEM PARA ARMAS QUE NÃO USEM MUNIÇÃO! - Ao passo em que todos paravam de atirar, e começavam a usar facas, baiontas e outras coisas, começavamos a nos mover bem mais devagar.

Tem alguém ali! - Escutei o Kelvin falar do carrinho e vi ele apontando uma cafeteria na esquina.

REI! HELO! ENTREM NAQUELA CAFETERIA! - Indiquei para eles.

É pra... JÁ! - O Rei conseguiu derrubar dois "deles" no vidro da cafeteria e usar para entrar por lá.

GAROTA, achamos uma garota! - Escutei a Helo que entrou pisando nos corpos jogados por cima do vidro quebrado.

Tragam ela! Não podemos ficar parados aqui fazendo perguntas. - Parei só para ver, era uma garotinha usando uma mochila com um urso preso com uma espada na mão.

Vamos! Ou te deixamos virar lanche "deles". - A Helo falou estendendo a mão para a garota.

Não preciso que me de mão, basta me deixar ir com vocês. - Escutei a garotinha falar enquanto a Akemi me puxava.

Já não tem tantos "deles", mas vimos já dois caras armados. - O Grupo parou em volta da cafeteria.

Olhei antes no Google Maps, tem um condomínio fechado entrando nessa rua que pega o próximo quarteirão inteiro. TODO MUNDO PARA O CONDOMÍNIO. - Falei saindo da cafeteria e entrando com a Akemi rua a esquerda.


Seguimos até a portaria do condomínio, felizmente tinha um corpo segurando uma das portas, então foi fácil entrar.

Rapidamente nos livramos dos poucos "deles" em volta, e então paramos. O Kelvin desceu do carrinho e subiu os degraus da portaria com o Dean.

Linda e Kiri, vocês dois ficam de guarda na portaria. Descubram os controles que tem aqui e se tem chaves, interfones, qualquer coisa. - Mandei e em seguida sentei no chão como a maioria.

Certo. - A Linda falou puxando o Kiri que estava sentado na minha frente.

Vou olhar a primeira casa com o Rei, quando limparmos ela te chamo, tudo bem? - A Helo falou agachada na minha frente.

Tudo bem. - Respondi esticando o pescoço.

O grupo 2 está perto agora. - O Kelvin falou se sentando do meu lado com a ajuda do Dean.

Verdade, vou ligar para a Mary. - Falei pegando o celular e ligando.

Onde vocês estão? Os tiros pararam! Na última mensagem vocês estavam saindo do supermercado. - A G.B atendeu falando muito rápido.

Calma, estamos todos bem. Estamos no condôminio perto de vocês. - Falei devagar para tentar acalmar ela.

Certo... e agora? - Pareceu funcionar com ela.

Vocês vão vir para cá assim que conseguirem, você a Mary e a garota com vocês. Se esse Capitão não quiser vir deixem ele para trás. - Falei tirando a meia que estava me apertando.

Entendido... Falando sobre a garota, ela não para de falar que tem que achar a irmã mais nova. - A G.B parecia bem preocupada com isso.

Não tem como ela procurar a irmã sozinha e se ela quiser a nossa ajuda, terá que esperar podermos ajudar ela. - Agora tenho que pensar em procurar mais uma garota.

Okay. Vou falar com todos aqui, tchau. - Ela se despediu.

Tchau. Oi Inori, precisa de algo? - Perguntei para ela já que estava na minha frente durante a ligação.

Ehr, qual o nome da garota que esta com elas? - A Inori parecia bem interessada no assunto.

Não me lembro, era um nome japonês que nem o seu. - Falei tentando lembrar do nome da garota.

Por acaso não seria Mahina né? Seria muito bom para ser verdade... - Ela falou meio triste.

Mahina! Acho que era esse mesmo o nome. - Assim que respondi, a Inori arregalou os olhos sorrindo e começou a chorar.


Notas Finais


E não é que no final a tempestade chegou? Será que era só isso, ou tem mais por vi? Bem, se eles não sabem, quem dirá a gente né?

Link da 1° Temp. da Doce Apocalipse:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/doce-apocalipse-7556213


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