História Doce Apocalipse: Interativa - Capítulo 14


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Ficção, Romance e Novela, Saga, Survival, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem pessoal, vagas fechadas! Felizmente consegui os 20 personagens que queria para a história.
Só faltam mais alguns serem introduzidos, e ao todo serão uns 25 personagens ou um pouquinho mais.

Capítulo 14 - Primeiro Ataque


Fanfic / Fanfiction Doce Apocalipse: Interativa - Capítulo 14 - Primeiro Ataque

Mahina! Acho que era esse mesmo o nome. - Assim que respondi, a Inori arregalou os olhos sorrindo e começou a chorar.

Na hora não sabia, mas a Inori é a irmã mais nova da Mahina. A Inori me contou depois de se sentar e chorar isso, e então liguei para a Mary para deixar as duas irmãs conversando.

Enquanto elas conversavam, a Helo me chamou para ir na primeira casa. Deviam ter mais 20 ou mais casas nesse condôminio, e pelo que vi na primeira, são todas de alto padrão.


A primeira coisa que fiz foi ir tomar um banho, afinal, não faço isso a mais de um dia. A Helo quis vir junto, mas consegui fazer ela ir com o Rei limpar as outras casas para o pessoal poder descansar.

Enquanto estava no banho, a Akemi entrou e começou a falar comigo, no começo fiquei desconfortável, mas para ela aquilo parecia tão natural, que para mim ficou também. Ela estava perguntando sobre coisas como munição, e o que as outras duplas deveriam fazer enquanto estivéssemos ali, além da menina nova. Sobre a menina, falei que precisava falar com ela, mas a Akemi deve ter entendido errado.


Quase me bateram para vir falar contigo, então estou aq... AAAAHH! - A garota entrou no banheiro que a Akemi deixou a porta aberta e me viu no banho.

Ou caralho. Deixa. Não escutou o chuveiro? - Perguntei tirando a espuma do rosto.

Escutei, mas a porta tava aberta, não achei que estava no banho né? - Ela descobriu o rosto e respondeu.

Tá. Enfim, precisamos conversar, senta ai. - Falei apontando para o vaso.

Deixo a porta aberta? - Ela perguntou segurando a porta.

Agora não precisa. Vamos lá, seu nome? - Falei lavando o rosto.

Ayui Natozaki. - Tô falando que só japa sobrevive.

Certo. Como conseguiu a espada e a pistola? - Perguntei pensando se a Liberdade inteira sobreviveu.

Não vou responder isso. - Ela falou se levantando.

Olha, se não quer responder ótimo, mas sabia de uma coisa: esse é meu grupo, e como já viu, ele é bem grande e forte. - Falei olhando para baixo e pensando no duplo sentido.

E foi por ser grande e forte que fugiram de outro grupo? - Ela perguntou cruzando os braços com cara de deboche.

Fala isso de novo na minha cara. - Abri a porta de vidro do box e agarrei o pulso dela.

Me solta! - Ela tentou dar uma joelhada, mas virei ela de costas segurando os dois braços.

Você tem duas escolhas. Um, sair por essa porta, pegar suas coisas junto com a Akemi e ir embora. Dois, ficar aqui e saber que eu mando em você. - Enquanto falava ela tentou quebrar meu nariz com uma cabeçada, mas defendi com a testa.

...Socorro... - Ela falou baixinho bem triste.

Como? - Fiquei bem confuso com a mudança brusca nela.

...Não faça nada comigo por favor... - Me senti quase um estuprador quando ela falou isso.

Eu não acredito! Se ia comer alguém, devia ser eu! - A Helo chegou e viu a cena.

Ehr, eu. Ãn, bem... - Larguei a garota e quase cai me afastando dela.

Vai negar? Tá até duro. - Quando ela falou olhei para baixo, mas não estava.

Não é nada disso! - Ela começou a rir quando olhei para conferir.

Certo, então o que? - A Helo cruzou os braços e olhou a garota agora sentada no vaso do meu lado.

Nós só brigamos. - Ela estava seria agora.

Sei... Quando terminarem de brigar, o Yoga quer falar com você. - A Helo falou dando as costas e indo embora.

Ehr... Então, sobr... - No que virei para me desculpar, a Ayui me interrompeu.

Olha, não me estuprando nesse banheiro já está bom. Não quero perder a virgindade em um lugar assim. - Ela deve ter sérios problemas de personalidade.

Então você vai aceitar ficar? - Não sabia como lidar com ela agora.

Sim, whatever, você manda, eu e os outros obedecemos. Não me mandando fazer burrices eu aceito. - Ela respondeu se levantando, o que deixou ela bem próximo.

Bem, que bom. - Fiquei muito de guarda baixa.

E... sabe... da vergonha ficar assim do seu lado... - Ela virou o rosto vermelha e apontou para minha cintura.

Ou, desculpe! - Falei voltando para dentro do box.

Tudo bem... - Ela respondeu e saiu do banheiro.


Quando terminei o banho, aproveitei para olhar as roupas que tinham em um dos quartos. Felizmente as camisas do cara que morava lá me serviam muito bem, porém as calças não.

Enquanto me vestia, a Akemi subiu.

RÁPIDO! A Linda disse que tem alguns caras subindo a rua! - A Akemi falei entrando com tudo no quarto.

CERTO! - Corri colocar a calça e sai correndo com um chinelo que estava jogado no quarto.

Sai da casa e fui correndo até a portaria junto com a Akemi.

Onde? - Perguntei chegando na Linda.

Três pela direita, e dois pela esquerda. - Ela respondeu apontando para o espelho convexo de vigia da portaria.

Ótimo. Akemi, abra a porta da varanda da primeira casa, deite na cama e mire de lá na rua.

Certo! - A Akemi respondeu engatinhando a MP5 dela e correndo para a casa.

Linda, na vaga atrás da primeira casa tem um carro, fique embaixo dele mirando na portaria. - Mandei indicando o carro.

Certo. Kiri, vem comigo. - A Linda respondeu saindo e levando o Kiri junto.

Esses dois não se largam... - Falei sozinho enquanto a Helo se aproximava.

O que a gente faz? - Ela se agachou comigo na guarita da portaria.

Fique na janela da sala da primeira casa por trás das cortinas, mas abra um pouco as janelas para não quebrarem quando atirar. - Falei apontando para a primeira casa.

Certo, entendi o que fazer. - Ela falou pegando o rifle das costas.

Deixei meu rifle de lado e peguei a pistola, depois destranquei o portão eletrônico. Fui bem devagar até ele, sai um pouco, e deitei no final dos degraus.

Consegui ver os 3 da direita, estavam juntos olhando em todos os cantos, os 3 com pistolas.

Mirei no do meio e atirei até acabar o pente, o que foi rápido até, já que era semi automática.

Os três caíram, mas o primeiro pareceu só ter sido atingido na perna, já que mirou de volta em mim.

Felizmente fui para trás assim que parei de atirar, e depois levantei e sai correndo. Só escutei dois tiros, mas não chegaram nem perto, em seguida o que devia estar ferido gritando que era na entrada do condôminio onde eu estava.

Corri e pulei atrás de três corpos jogados entre as casas.

Alguns segundos depois, escutei a Akemi atirando, mas não vi em quem, depois um dos caras entrando correndo pela portaria e tomando um tiro no peito da Linda, e outro na cabeça da Helo.

O último não entrou, então corri até a portaria a tempo de vê-lo correndo descendo a rua e a Akemi acertando um tiro no calcanhar dele.

ATIRE NAS MÃOS DELE SÓ! - Ordenei ela.

MAS! Eu posso errar e acertar a cabeça! - Vi que a Akemi estava na varanda, por isso conseguiu acertar ele e o outro que tinha caído com o tiro na perna.

Volta para dentro! Eu faço. - Falei indo pegando meu rifle.


Subi até a varanda, vi os corpos de 3, um agonizando com as mãos na barriga, e o último com a pistola na mão, sentado na rua tampando o buraco no calcanhar com a outra mão.

Atirei com o rifle, e acertei o pulso dele em vez da mão. Um tiro de 5.56 no pulso não algo muito bonito, mas ele teve sorte até, já que com um calibre maior, poderia ter arrancado a mão dele fora.


Desci e fui até a rua, vi o cara gritando de dor, apertando o pulso com a outra mão para tentar parar a hemorragia.

AAAAHHH MINHA MÃO! DESGRAÇADOS! AAAHHHH - Ele estava quase rolando de tanto que se mexia.

Quem é você? - Falei chegando perto.

VAI SE F... - Dei um tiro na boca dele.

Ah, eu podia ter matado então. - Tomei um susto quando escutei a Akemi atrás de mim.

Não ia adiantar de nada, nesse estado ele só ia gritar e xingar até morrer com o sangramento. - Respondi pegando a pistola dele.

Ah... tendi. - Ela concordou e foi pegar as pistolas dos outros corpos.


Nesse susto, conseguimos mais 5 pistolas e bastante munição, também pegamos tudo que tinha nos corpos, e fiquei até assustado com a quantidade de dinheiro e drogas que tinha nos bolsos deles.

Estranho... Por que levavam com eles essas coisas? - A Helo perguntou vendo tudo que achamos.

Simples, não devem ter mais uma base, devem estar pegando tudo que podem e indo de um lugar para o outro. Por isso levam tudo que não querem que outros peguem deles. - A Linda falou apontando para as drogas.

Mas bem mochilas eles levavam. - A Akemi falou mordendo a unha.

Sim, por isso mesmo. Devem ter deixado as mochilas com os outros, mas não queriam que pagassem o seu dinheiro e nem as drogas de dentro. - A Linda por ser perita, devia entender algumas coisas sobre criminosos.

Linda, posso estar errado, mas isso não mostra que eles não confiam uns nos outros? - Perguntei juntando todas as drogas.

Sim. Se um só tivesse feito não, mas os cinco fazendo, mostra que nenhum confiava no resto do grupo. Ou eram cinco que se juntaram ao grupo, ou o grupo se formou depois disso tudo acontecer. - A Linda era muito boa nessas coisas.

Ótimo, isso é muito melhor para nós. Já mandou mensagem para a Mary e a G.B.? - Enquanto falava, o Dean apareceu.

Sim, ja avisei sobre tudo. Ué, chinelo de garota Leo? - A Helo perguntou olhando meus pés.

Peguei correndo no quarto do casal. - Respondi olhando os chinelos.

Mas é do tamanho do seu pé, que mulher calça 43? - A Helo perguntou se sentando.

Devia ser um casal gay. - Respondi dando de ombros.

Eita. - A Helo falou me olhando.

Algum problema com isso? - O Dean perguntou franzindo a testa.

Nenhum, entendo bem quem gosta de rola. - A Helo respondeu piscando para o Dean que ficou vermelho.

Shiiii - Falei pegando o celular de um dos caras que começou a tocar.

E aí? Que tiroteio foi esse vei? - Atendi o celular e alguém começou a falar.


Notas Finais


Em um jogo de xadrez, as primeiras peças que são movidas são os peões, depois vem a cavalaria.

Link da 1° Temp. da Doce Apocalipse:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/doce-apocalipse-7556213


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