História Doce Destino - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki
Tags Bdsm, Hinata, Intenso, Naruhina4ever, Naruto
Visualizações 442
Palavras 3.605
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite, amoressss...
Não me matem!!!

Bem, estou eu aqui de molho com o pé torcido e totalmente entediada. Mas essa madrugada, me veio uma ideia daquelas e decidi escrevê-la. Tem muito tempo que eu não escrevo nada nessa proposta e PD foi minha história mais gostosa — eu particularmente acho. Eu sou apaixonada com o BDSM, claro que não aqueles violentos e abusivos, deixando claro que essa é minha opinião particular, viu?
Enfim... Escrevi essa oneshot que foi inspirada em uma nova história que também estou escrevendo nessa mesma temática e espero muito que vocês gostem.

Meu querido Naruto Dominador está de volta. Nos vemos nas notas finais.

Beijos e ótima leitura.

Capítulo 1 - Minha Doce Garota


Fanfic / Fanfiction Doce Destino - Capítulo 1 - Minha Doce Garota

Doce Destino

Capítulo Único — Minha Doce Garota

Andava de um lado a outro em seu apartamento um tanto ansiosa. Aquilo tinha saído do seu controle há muito tempo, mas apenas pensar na possibilidade de nunca mais vê-lo fazia com que tivesse absoluta certeza de que tudo aquilo valia a pena. Ah… E como valia.

A jovem arquiteta, orgulho da família Hyuuga, herdeira principal da Byakugan Group — simplesmente a maior e mais renomada empresa de arquitetura e engenharia do Japão —, esperava ansiosa a chegada dele. E digamos que “ele” era um homem extremamente ocupado, mas para ela, Hinata Hyuuga, ele sempre teria tempo.

Olhou no relógio em cima do aparador e levou o dedo a boca roendo a unha. Ia dar onze e quarenta da noite e nada dele chegar. Já ia pegar o celular e ligar para saber onde ele estava, mesmo que isso lhe trouxesse consequências, quando ouviu a campainha de seu apartamento tocar. Seu coração bateu disparado no peito e precisou respirar fundo para conter a ansiedade. Caminhou até a porta e, ao abri-la, deparou-se com o pecado em pessoa. Aquele loiro, definitivamente queria matá-la, só podia.

— Boa noite — falou num tom rouco e sedutor.

O coração de Hinata parecia querer romper sua caixa torácica. Olhou o homem escorado no batente da porta de cima a baixo e mordeu o lábio inferior numa clara demonstração de desejo. Aquele loiro era a tentação em pessoa. Estava vestido com um terno italiano negro, uma camisa social branca e aquela maldita gravata laranja. Nos pés, calçava um legítimo Di Pollini em couro envernizado e, em conjunto,  um cinto da mesma marca cingia o cós da calça. Mas foi o perfume que a deixou totalmente sem fala. Hinata era louca com aquele cheiro amadeirado.

Ao vê-la, ele não se fez de inocente. Mirou-a dos pés a cabeça e sorriu ladino ao notar que ela o esperava.

— Me esperou muito tempo, Hina? — perguntou com aquele maldito sorriso sedutor.

Se ele queria perturbá-la ainda mais havia conseguido. As bochechas da jovem coraram no mesmo instante e ali ele soube que a tinha por completo.

Ela estava vestida do jeito que ele ordenara: apenas uma fina camisola branca e transparente onde via-a sem nada por baixo. Estava descalça e em seu pescoço estava a prova de que ela o pertencia: uma “coleira” em couro negro, adornada com uma pérola, lembrando um pingente. Tinha sido feita exclusivamente para ela a mando dele.

Ela abaixou a cabeça em sinal de obediência enquanto ele entrava em seu apartamento: uma luxuosa cobertura, presente de seu pai quando formou-se com honra na universidade. Hinata era a filha perfeita.

O homem caminhou tranquilo em direção ao sofá, esperando por Hinata que seguia submissa e em silêncio após si. Tirou o paletó, colocando-o dobrado no encosto do assento, depois retirou o celular e a carteira do bolso, deixando-os em cima do sofá. Sentou-se em seguida e levantou os olhos para ver a sua pérola.

“Linda” pensou admirado.

De todas as submissas que teve, Hinata era de longe a que mais lhe agradava. Aos 36 anos de idade e com uma vasta experiência no mundo do BDSM, Naruto Uzumaki sabia muito bem escolher a dedo as melhores mulheres, mas como Hinata, ele nunca havia tido outra.

Hinata já sabia muito bem como proceder quando Naruto chegava. Não o olhava nos olhos a menos que ele permitisse e assim que se sentasse naquele sofá, ela sabia muito bem que tinha de se ajoelhar diante dele. Naruto era seu dono, estava no contrato por ela assinado.

Fez exatamente como estava acostumada: dobrou seus joelhos e de cabeça baixa, tirou seus sapatos e meias, beijando os pés de seu dono em seguida. Naruto a olhava embevecido naquele momento. Como era louco por aquela garota. Sim, uma garota de apenas 23 anos de idade, pois comparada às outras que já teve, Hinata era a mais inocente de todas. Já que foi ele quem a levou para aquele caminhou.

Hinata estava em êxtase naquele momento. Amava dar prazer ao seu dono, amava tocá-lo, amava-o, na verdade, com todas as suas forças e estar junto de Naruto era estar no paraíso.

Sobressaltou-se com o toque do loiro em seu queixo. Ele fê-la olhar em seus olhos e sentiu o pau vibrar dentro da calça. Aquele olhar inocente era a maior tentação que já tinha enfrentado. Admitia, sem vergonha alguma, que foi vencido desde a primeira vez que as pérolas fitaram-no. Ela era linda e deslumbrante. Totalmente desejável.

Olhou-a com todo o desejo antes de pronunciar-se:

— Você é a minha boneca mais linda! — expressou sem receio.

E era a mais pura verdade. Para Naruto, nunca houve outra como ela. Não negava que todas as suas sub’s eram incríveis. Mulheres escolhidas a dedo por ele. Mas Hinata? Ela não... Ela quem o escolheu. Sentiu-se atraído pela filha de seu sócio, o grande Hiashi Hyuuga, desde a primeira vez que a vira. Aquela menina com rosto de boneca, roubou-lhe a fala, literalmente.

Passou a mão pelo rosto delicado, vendo-a fechar os olhos apreciando o toque. Levou o dedo a boca dela onde viu-a chupá-lo como se fosse a coisa mais gostosa do mundo. Tão doce era a sua garota…

— Menina má — sussurrou sentindo um tesão desgraçado com a visão e a sensação que Hinata proporcionava-lhe naquele momento.

Ela parou o ato e corada abaixou a cabeça respondendo:

— Desculpe, meu senhor — sussurrou obediente.

Ah se Hinata soubesse o quanto era perfeita…


Ele adorava cada momento que tinha com ela e adorava cada atitude que Hinata tomava. Era raro que alguma iniciativa o zangasse ou lhe aborrecesse. Com Hinata, tudo tinha um novo significado.

Estendeu o pé por debaixo da camisola dela e foi devagar subindo até tocar-lhe a intimidade. Ela sentiu o toque e abriu as pernas no mesmo instante. Ela estava encharcada. Gemeu apenas por constatar isso.

— Está louca para que eu te foda, não é, safada? Você adora quando eu te possuo, hã? — declarou aquele fato sabendo que era exatamente aquilo que sua pérola queria.

Lembrava com orgulho da primeira vez que a possuíra. Hinata era tão inexperiente que assustou-se ao saber que a garota mantinha-se virgem aos 22 anos de idade. E naqueles seis meses em que relacionavam-se, descobriu, com muito gosto, todas as formas de dar-lhe prazer. Era nítido a satisfação no rosto de anjo que corava e revirava os olhos a cada toque de seu dono em si.

A resposta que tanto esperava veio em forma de gemido. O mais divino e prazeroso som que seus ouvidos já captaram.

— Sim…

Ela estava quase gozando apenas com o roçar de seu pé em sua boceta. O dedão deslizava pelo clitóris arrancando suspiros e gemidos lânguidos de sua garota. Mas antes que ela atingisse o ápice, ele cessou o contato e levou-lhe o pé a boca.

— Chupe — ordenou.

Prontamente foi atendido vendo-a deliciar-se ao sentir seu próprio gosto. Aquela era uma visão dos deuses.

Puxou-lhe o pé e riu da cara surpresa com que ela olhava-o. Fez sinal com o dedo chamando-a e apontou para a ereção dentro da calça. Hinata sabia muito bem o que fazer. Abriu-lhe o cinto e, em seguida, desabotoou-lhe a calça. Subiu a camisa deparando-se com uma cueca preta onde o pau duro feito rocha abrigava-se. Lambeu os lábios e olhou-o pidona.

— Você quer? — perguntou o óbvio.

Ela balançou a cabeça confirmando e ele autorizou que ela o tocasse. Desceu a cueca um pouco e salivou ao ver o cacete ereto de seu dono pular em sua frente. Naruto levou a mão aos cabelos azulados, segurando-a por uns instantes. Pegou o membro com a mão livre e deu no rosto da jovem de um lado a outro.

— Abra a boca — determinou em seguida.

E tendo feito isso, forçou a cabeça de Hinata a descer em direção a seu pau engolindo-o todo no processo. Ela não reclamava, adorava ser por ele controlada.

Repetiu aquele movimento por minutos seguidos até se dar por satisfeito. Não queria gozar, não naquele momento.

— De quatro pra mim agora.

Uma ordem de Naruto era indiscutível. Por isso, levantou-se e colocou-se na posição exigida ali mesmo na mesinha de centro. Ainda bem que essa era de madeira maciça. Um presente de Naruto carregado de intenções nada puritanas.

A bunda nua virada para o seu lado e as pernas levemente abertas, exibiam a boceta rosada e extremamente excitada. Naruto levantou-se, tirando a calça e a cueca no processo. O pau chegava a doer tamanho tesão que sentia. Foi até o sofá e pegou um preservativo que tinha na carteira deslizando-o com facilidade devido a forte ereção.

Voltou-se para Hinata e encaixou-se perfeitamente na bunda feminina. Segurando o membro rijo, pincelou a boceta entrando de uma vez com facilidade logo em seguida. Agarrou a cintura de Hinata estocando forte e gemendo no processo. Ela quase gritou ao senti-lo dentro de si. Cada arremetida era uma nova sensação irradiando em seu corpo. Levou a mão ao cabelo dela enrolando-o em torno da mesma e puxando-a de encontro a si. Dominava-a e adorava vê-la tão entregue daquele jeito.

Tirou o pau da boceta e preparou-se para tomar-lhe o ânus. Fê-la sua de todas as formas existentes. Foi entrando, sentindo o delicioso aperto daquele espaço, acalmando-a enquanto o fazia.

— Shh!

Ficou parado por uns instantes apenas para não machucá-la. Quando percebeu que ela já estava tranquila, logo tornou a mover-se, deleitando-se com as reboladas que ela dava a cada nova investida.

— Ah! — exclamou extasiada.

Deu-lhe um forte tapa na bunda e meteu com força tendo que segurá-la firme no lugar.

— Vadia, você gosta que eu te coma, né? — perguntou desferindo outro tapa no mesmo lugar.

A marca vermelha na pele alva, revelava o exato desenho de sua mão. Cada gemido de Hinata era música para os seus ouvidos.

— Responda — exigiu metendo forte e desferindo-lhe outro tapa estalado.

— Sim… — respondeu extremamente inebriada.

Levou a mão livre ao clitóris dela estimulando-a enquanto a penetrava. Estava inchado e sentiu-a agitar-se com o toque de seus dedos.

Metia e estimulava, metia e estimulava. Hinata entrou num frenesi incontrolável e ele deu a ordem que ela tanto queria.

— Goza, safada. Era isso que você queria, não era?

E ela desmanchou-se em seus dedos. Sentiu o ânus apertar seu pau e segurou o gozo que ameaçava jorrar intensamente. Mas ele era experiente, controlado. Queria gozar, mas o faria na boceta de sua garota.

Hinata estava sem fôlego e sentia-se mole naquele momento. O orgasmo veio arrebatador. E enquanto tomava fôlego, ouviu nova ordem de seu dono. Ele ainda não havia gozado.

— Levante-se e vire-se para mim.

Mesmo cansada e um pouco dolorida, ela obedeceu. E tendo feito isso, ele tomou sua boca num beijo luxurioso. Adorava beijá-lo. Naruto tinha um gosto único, delicioso.

Sentiu mãos fortes apertando o seu corpo e gemeu contra a boca dele quando teve seu seio apertado. Forte, possessivo e dominante.

Naruto rasgou a camisola de seu corpo e sem pestanejar, abocanhou-lhe um seio. Sugava forte, fazendo-a arquear as costas no processo. Com certeza, seus seios estariam marcados no dia seguinte, assim como várias partes de seu corpo. A mão de Naruto embrenhou-se em seu cabelo e tornou a beijá-la com volúpia, trazendo-a para junto de si. Sentia o pau duro em contato com a sua barriga e constatou aquele calor tão característico aquecer-lhe entre as pernas novamente.

Percebeu Naruto caminhando consigo até chegar à mesa que por ali havia. Ele cessou o beijo e soltou seus cabelos, segurando-a nas nádegas e subindo-a, sem esforço algum, sentando-a de pernas abertas para si. Retirou o preservativo dando um nó na ponta e jogando-o no chão por enquanto. Queria senti-la pele a pele naquele momento. Pegou no pau encaixando-se entre suas pernas e deslizou na adorada cavidade, sendo agraciado com um gemido de prazer de sua garota. Agora sim gozaria e a faria gozar pela terceira vez naquela noite.

Uma estocada, duas, três, sete, e com isso metia cada vez mais fundo e mais forte, arrancando gemidos da boca gostosa de Hinata. Tomou-a no mesmo instante, queria cada gemido dela apenas para si.

Sentiu todo seu corpo aquecer como o inferno e a mente começando a nublar de prazer. Iria gozar, mas queria que Hinata gozasse primeiro.

Mordeu-lhe o bico do seio e apertou-lhe o outro, metendo fundo simultaneamente. Foi o estopim. Sentiu o exato momento em que a boceta contraiu-se e, num apertão, penetrou-a fundo sentindo-a amolecer em seus braços. Foi a deixa perfeita. Gozou dentro da mulher amada com tanta potência que sentiu as pernas bambearem naquele momento.

Sua mente deixou a terra por alguns segundos e juntou-se a de Hinata no paraíso. Ela era o seu paraíso. Hinata era o seu tudo.

Sorriu satisfeito tendo ciência de que, a decisão que havia tomado, fazia algum tempo, era a melhor de toda a sua vida. Ali, em seus braços, estava a única mulher que já havia amado. As outras eram apenas submissas, já Hinata não. Ela era a sua pérola, a sua garota. Hinata era seu bem mais precioso e a dona absoluta de seu corpo, sua alma e seu coração.


Respiravam os dois com um pouco de dificuldade. No entanto, isso não o impedia de apreciá-la devidamente. Os olhos fechados, o rosto corado e um pouco suado pelo esforço, e um enorme sorriso de boca aberta. Ela era tão linda, tão perfeita…

Passou a mão em seu rosto, tirando os fios negros que ali estavam grudados. Tornou a beijá-la, mas dessa vez com carinho e suavidade. Era seu Dom, mas também a amava.

— Venha, vamos tomar um banho — disse pegando-a delicadamente no colo.

Sua garota mais lembrava uma boneca. Quantas vezes teve medo de machucá-la.

Caminhou com ela em direção ao quarto, levando-a até o banheiro onde colocou-a sentada sobre a enorme pia de mármore, enquanto retirava o restante de suas roupas. Em seguida, direcionou-se ao box, abrindo a ducha ajustando a temperatura no morno. Retornou até Hinata e tirou a coleira de seu pescoço momentaneamente. E como se ela realmente fosse uma boneca, pegou-a com todo carinho entrando no box logo em seguida. Adorava cuidar de sua garota, adorava o jeito submisso e confiante ao qual ela se entregava.

Naquela noite, ele banhou-a. Hinata estava exausta pelo sexo intenso, mas ele estava ali e sempre cuidaria dela. Após o banho, enrolou-a na toalha e fez o mesmo, levando-a para a cama assim que terminara.

Vestiu uma calça de moletom que já tinha reservada na casa dela justamente para momentos como aquele. Nela colocou apenas uma camisolinha deitando-a com cuidado e, após apagar as luzes, retornou para cama puxando-a para si. Ele sentia-se em paz e completo com ela.

— Boa noite, princesa — sussurrou carinhoso. — Não sabe o quanto eu te amo — completou sabendo que ela já estava adormecida em seus braços.

Aproveitou o momento, para planejar melhor como faria na manhã do dia seguinte. Hinata Hyuuga seria sua, estava decidido. Por isso, a surpreenderia com um pedido inusitado.


Acordou naquele sábado ainda cedo, como havia planejado. Viu Hinata dormindo serena e beijou-lhe suavemente com cuidado para não acordá-la. Foi ao banheiro, silenciosamente, preparou-se como de costume e, logo, saiu em direção à cozinha afim de preparar a surpresa de sua garota. Com 36 anos e morando sozinho desde os vinte, Naruto sabia perfeitamente bem cozinhar e cuidar de si mesmo.

Fez tudo que Hinata gostava e colocou em uma bandeja. Chá, suco, rolinhos de canela, torradas, dois okonomiyaki e o café que ele tanto gostava. Foi até a sala, pegou o paletó e tirou do bolso o que tanto precisava. Olhou o objeto com tamanha admiração, sabendo que Hinata amaria-o imensamente. Ela sempre dizia achar linda a cor de seus olhos.

Voltou à cozinha, arrumou tudo devidamente e caminhou em direção ao quarto com o coração disparado no peito. Sua garota merecia o melhor sempre.

Assim que abriu a porta, deliciou-se com a visão de Hinata na cama. Os cabelos espalhados pelo lençol branco pareciam um véu negro. A beleza dela era absurdamente extasiante. As coxas grossas estavam desnudas, assim como a bunda carnuda e redonda. Foderia-a até se cansar naquela manhã. Mas antes, precisava cumprir o seu objetivo.

Deixou a bandeja em cima do criado-mudo, e acariciou o rosto de boneca com toda delicadeza.

— Hina! Acorde, vamos — chamou-a carinhosamente.

Ele resmungou um pouco e ele sorriu achando o ato gracioso.

— Vai me deixar tomar o café sozinho? — perguntou enquanto contornava os lábios de Hinata com o dedo.

Reprimiu a intensa vontade de beijá-la naquele momento. Queria surpreendê-la primeiramente.

Hinata respirou profundamente e abriu os olhos com preguiça. Ela olhou-o e sorriu ao vê-lo em sua frente.

— Vamos, minha preguiçosa, você precisa comer bem. Quero fodê-la de todas as maneiras possíveis ainda hoje.

Dito isso, ela animou-se no mesmo instante. Naruto havia conseguido viciá-la nele e ela simplesmente adorava ser por ele fodida.

Ajeitou-se, sentando na cama em seguida. Ele pegou a bandeja e colocou-a com cuidado sob o colo dela. Hinata assustou-se com a quantidade de comida.

— Meu Deus, Naruto! É muita comida para nós dois — exclamou boquiaberta.

— Sim, e a senhorita comerá bem. Não quero vê-la desmaiar por exaustão — decretou olhando-a sério.

Esperava o momento que ela visse sua surpresa.

Ela pegou um rolinho de canela, era o seu preferido, e assim que mordeu um pedaço, arregalou os olhos com o rolinho parado na boca. Teve certeza que ela viu a surpresa naquele momento.

No meio da bandeja, uma caixinha de veludo num tom perolado encontrava-se estrategicamente exposta. Hinata colocou o rolinho de volta no prato, pegando a caixinha em seguida. Suas mãos tremiam no processo.

Olhou para Naruto com os olhos marejados. Não que fizesse ideia do que se tratava, mas cada presente de seu dono era especial em demasia.

Abriu a caixa e exclamou surpresa levando a mão livre a boca.

— Naruto!

As lágrimas desceram sem controle e objeção. Ele tomou o anel de dentro da caixinha e, olhando-a nos olhos, declarou-se:

— Há sete meses, eu conheci uma garota linda. Ela tinha os olhos mais exóticos que eu já tinha visto, embora eles fossem uma herança genética. Tenho que confessar que ela me deixou de pau duro. Olhar para ela era lutar para esconder a ereção que pulsava entre as minhas pernas, mas o que me assustou de verdade foi o desejo intenso de conhecê-la. O destino só podia estar brincando comigo — falou vendo-a emocionada. — A coisa mais difícil foi chegar até ela. Claro, a garota era a filha preciosa do meu sócio e eu corria o risco de enfrentar a fúria Hyuuga caso alguém percebesse. Mas eu decidi que valia a pena. Aquela garota mexia comigo como ninguém nunca havia conseguido e intrigava-me que apenas o sorriso dela e as lindas bochechas coradas me tirassem o fôlego. E foi aí que eu cobicei a jóia mais rara de todas.

Cada palavra que saiu da boca de Naruto era como fogo que queimava-a por dentro, alastrando por seu corpo. Teve medo de que tudo não passasse de um sonho.

— Eu consegui, eu peguei para mim aquela pérola e tomei-a por completo. E foi aí que tudo aconteceu. Há sete meses meu coração foi domado. Há sete meses minha vida mudou assustadoramente e eu lutei comigo mesmo até entender que essa batalha eu já havia perdido no instante em que a vi, Hinata. Eu me apaixonei perdidamente por você e hoje, estou aqui como o seu homem, não o seu dono, para fazer-lhe a seguinte pergunta — disse segurando em sua mão esquerda e olhando-a nos olhos. — Hinata Hyuuga, quer se casar comigo?

A emoção que a tomara naquele momento era inexplicável. Havia se apaixonado pelo sócio do pai desde a primeira investida do mesmo. Aceitou tudo o que ele propusera-lhe, mas com a esperança de um dia ser muito mais que a sua submissa. E ali estava ele a pedindo em casamento. Ela havia enfim realizado o seu sonho.

Não pensou duas vezes para aceitar o pedido. Tudo o que sempre quis foi ser a única na vida dele e sempre teve medo de perdê-lo.

— Sim… — respondeu chorando emocionada. — Eu aceito.

Naruto segurou sua mão e com todo carinho colocou o anel em seu dedo médio. Hinata estava encantada com a jóia: um anel em ouro branco com uma exuberante safira e pequenos diamantes incrustados ao redor.

Quando terminou de colocá-lo, beijou-lhe o dedo onde pusera o anel e sorriu verdadeiramente por saber que agora Hinata era somente sua e de mais ninguém.


Naquela manhã , depois de um desjejum recheado de romantismo e emoção, Naruto cumpriu sua promessa de fodê-la até não mais aguentar. Dormiram abraçados à tarde, levantando-se no começo da noite e arrumando-se para a surpresa maior. Iria a casa do sócio e pai de Hinata pedir a mão da filha devidamente. A princípio, Hiashi espantou-se, pois nunca imaginara que seu sócio tivesse interesse em sua filha. Mas conhecendo-o tão bem como conhecia, Hiashi tranquilizou-se sabendo que sua menina estaria em boas mãos. E que mãos, pensava Hinata ao lembrar-se dos momentos com o loiro.

Precisou de três meses para enfim unir-se a ele em matrimônio. Hinata se sentia a mulher mais feliz e realizada de todas. Aquele loiro gostoso seria somente seu para sempre.


Mas se tinha uma coisa que Naruto jamais abriria mão era de ter sua pequena garota em seus braços gemendo o seu nome.

Para Hinata, perder o controle de sua vida foi, definitivamente, a melhor coisa que poderia ter lhe acontecido. 


Notas Finais


Gente... Ahhhhhhh eu estou muito ansiosa, viu? Como eu disse, tem um tempo que eu não escrevo nada nessa proposta do BDSM, mas eu realmente gostei dessa oneshot e espero que vocês também tenham gostado.

Quero muito saber se vocês gostaram, viu? Esperando ansiosa pelos comentários, é claro, fiquem à vontade.

Um grande abraço e amanhã tem UNPP.
Dani


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