História Doce Obsessão. - Capítulo 27


Escrita por:

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Personagens Originais
Tags Abo, Alfas, Alfas Lúpus, Aventura, Larry, Mpreg, Ômegas, Romance
Visualizações 1.035
Palavras 3.875
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Um beijo apaixonado, quente, denso, gostoso...Ahhh como ando suspirando romance...Boa leitura.

Capítulo 27 - Um beijo quente.


A comitiva saiu quase voando da enorme propriedade, os carros não eram simples carros, eram todos blindados, verdadeiras fortalezas com rodas, o jovem príncipe ordenou que o pai e a mãe fossem avisados e ele mesmo se incumbiu de levar Anne e Robin com ele no mesmo carro.

-Robin, entendeu que isso acabou de expor meu irmão ao mundo?

-Não entendo, mesmo que ele esteja na televisão, como vão ligar a identidade dele a um menino que deveria estar morto? Ou desaparecido? Disse Robin pensativo.

William pegou um celular do bolso e abriu uma das páginas, parecia ser um website da própria resistência, mas voltado ao público em geral.

-Quando nós escapamos tivemos ajuda de um grupo de pessoas que se intitulou a resistência, ou os Reais, eles admiravam meu pai e o queriam como seu rei, quando a decisão de nos manter escondidos foi tomado nem todos concordaram e ouve uma ruptura, não drástica é claro, eles querem o mesmo que nós, meu pai no trono, mas esse grupo acabou promovendo ações para mostrar a população notícias verdadeiras, sendo assim existe uma parcela dos nossos cidadãos que acredita que um ou alguns de nós sobreviveram, devido ao fato de Louis ter sido sequestrado e tirado de nós, ele é o membro da família mais cotado a estar vivo, existem pessoas atentas a sua busca, seja na internet ou seja nas ruas, olheiros e curiosos, eles sabem e vão ligar o nome falado na televisão com o do meu irmão, na verdade já o fizeram e a entrevista acabou de acontecer.

Robin olhou o site e percebeu que uma foto de Louis foi postada, seus lindos olhos azuis bem nítidos na imagem, ao lado uma foto de Louis ainda pequeno, era tão parecido que era impossível negar, uma frase tomava a tela junto a imagem:

"O príncipe está vivo!!"

Anne torcia as mãos nervosa e Robin entendeu agora, o problema não eram as pessoas que apoiavam a volta de Louis, o problema era a conspiração que o regente fez e que ainda faz, ele vai querer matar mesmo Louis.

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Louis entrou no carro finalmente, havia uma pequena multidão do lado de fora do estúdio e foi impossível passar por eles sem parar e tirar muitas fotos, mas enfim os seguranças conseguiram contornar isso e eles entraram no carro.

-Louis você foi incrível, contou algo que sei que te machuca, mas isso foi a coisa mais corajosa que eu já vi, estou orgulhoso de você. Disse Harry sorrindo e lhe afagando o rostinho um pouco pálido, mas percebeu que Louis não parecia muito bem.

-Querido? O que ouve? Está se sentindo mal?

Louis o encarou e suspirou meio cansado, se aproximou do alfa e colocou a cabeça no seu ombro fechando os olhos.

-Hazz, tem algum lugar sossegado onde podemos conversar sozinhos? Não quero voltar para casa ainda.

O alfa pensou um pouco e achou que sim, ele tinha um lugar desse jeito, pediu ao motorista para deixa-los num parque próximo de casa, eram já umas quatro da tarde e estava frio, o tempo ameaçava uma chuva, mas ele sabia que o menor precisava de um pouco de ar livre, havia pego um guarda chuva dentro do carro e pretendia caminhar um pouco somente para relaxar. Eles desceram e andaram um pouco, sentando-se num banco de madeira que ficava num parquinho de crianças, vazio por conta do tempo frio e quase chuvoso.

-Louis, pode confiar em mim...

O ômega suspirou de novo e olhou o alfa nos olhos, ele parecia meio perdido ainda, como se o que estivesse em sua cabecinha o machucasse de algum modo.

-Se eu resolvi te dar uma chance preciso te contar tudo, precisa saber mais sobre o que eu vivi, e se mesmo assim quer levar isso adiante, você sabe eu não vou deixa-lo, eu não quero que sofra e muito menos que morra, mas talvez...

Harry estava ficando nervoso e ele tentou sorrir para o menor, pegando em sua mão fria e beijando seus dedinhos e os esfregando dentro da sua mão grande e mais quente.

-Conte-me.

Louis mordeu os lábios e então decidiu contar.

-Mark sempre foi muito mal comigo, eu te disse isso, ele me tratou sempre com muita rispidez e sempre me deixou apavorado com ele, me ameaçava o tempo todo, dizia que se eu não o obedecesse sempre eu iria apanhar e eu o obedecia, mas mesmo assim ele me batia, me deixava sempre com alguns hematomas nos braços e no pescoço, ele sempre achava algo que não estava do seu agrado, seja a comida, seja a limpeza da casa, mas eu acho que de certo modo me acostumei a isso...No final fazia tudo tão bem feito que ele não me batia tanto assim, mas a ameaça estava em seus olhos o tempo todo...Eu tinha medo dele.

Harry sentiu seus dedos coçando para socar o infeliz do Mark, mas apenas acariciou o rostinho de Louis, o ouvindo.

-Mas eu me sinto infeliz por outra coisa e não sei como lhe dizer isso...

-Pode me dizer qualquer coisa amor. Sussurrou o alfa para apenas o ômega ouvir.

-Eu não sou mais um ômega inteiro...Não sou perfeito...Disse deixando uma lágrima rolar de seus olhos muito azuis, o alfa a limpou e beijou sua pele macia por onde a lágrima desceu.

-Não diga isso amor, eu não me importo com o que passou, eu apenas desejaria que não tivesse sofrido assim, mas realmente o passado deve ficar lá...No passado.

Louis negou tentando explicar.

-Eu não posso ter filhosl! Disse alto e tremeu ao dizer isso, começou a chorar de forma sentida.

Harry já tinha conversado com Jay e ela deu a entender que isso podia ter acontecido, devido aos traumas sofridos e ao fato de o infeliz do Mark ter dado comprimidos abortivos ao ômega para inibir uma gravidez e diminuir o tempo de pausa entre cada cio, ele pretendia faturar mais assim, nunca pensou em como isso faria mal a Louis, e todos sabem como um ômega é frágil, seu equilíbrio depende de uma vida saudável e bem protegida, com amor e carinho, coisas que Louis não tinha, mas para piorar ele era um ômega lúpus, mais sensível que os outros em vários níveis.

Harry o puxou para junto de si e o abraçou apertado, ele ouvia os soluços de Louis e isso cortava seu coração de alfa, se sentia infeliz por ele e seu lado lúpus gritava para que cuidasse do pequeno ser que estava em seus braços, assustado e carente, imaginando mil coisas ruins naquela cabecinha linda.

-Baby...Sua mãe me disse algo sobre isso, mas sinceramente você não deve confiar num médico clandestino, e eu não preciso dizer como a medicina pode ser incrível hoje em dia, mas se por acaso isso for verdade então não deve se preocupar, eu não me importo em adotar um bebezinho ou mesmo uma criança maior, se seu medo é eu não o querer por isso preciso dizer que é algo absurdo, eu sou um alfa lúpus e eu amo apenas uma vez. E eu te amo e não posso viver sem você, antes eu não sabia nada de você e isso ainda me consome, eu desejava você e não lhe dei escolhas e nem motivos para me amar, eu sinto tanto ter agido assim...

Louis ainda chorava, mas o alfa o fez encara-lo e beijou seu narizinho levemente vermelho o fazendo rir baixinho.

-Para com isso...Resmungou fazendo bico e coçando o nariz.

-Faz cócegas. 

O alfa sorriu.

-Ainda somos somente namorados, não precisa pensar tão longe, entendeu? Eu quero me casar com você sim, quero tudo isso, mas no seu tempo...E se você me quiser, não se sinta obrigado a me amar, eu nunca aceitaria isso se não fosse o seu desejo, preciso saber que está feliz, que está bem e que tem tudo que deseja.

Louis concordou e sorriu pequeno.

-Eu...Eu quero estar onde estou, só não sei como nosso futuro vai ser e eu não quero engana-lo, não quero que pense que eu posso ter filhos quando eu sei que não posso, seria errado continuar assim, e um dia você vai querer uma família e eu...

Harry o abraçou e afagou seus cabelos, ele queria mostrar ao seu pequeno como isso nada significava para ele, o que importava era somente Louis, ele só desejava que o menor fosse feliz.

-Quer fugir um pouco? Tenho um lugar que é meu refúgio particular.

-E onde seria isso? Perguntou Louis curioso.

-Um apartamento muito especial que eu comprei a alguns anos, minha primeira aquisição de verdade, sem influencia de meus pais e de mais ninguém, alias é um local que ninguém conhece além de mim, nem mesmo Brad e Tristan sabem dele, eu sempre desejei um espaço só meu, mas...Talvez eu estivesse desejando um espaço só nosso o tempo todo, sem saber disso.

Louis o encarou e sorriu enquanto se aconchegava nele mais um pouco, apertando seus braços ao redor do corpo grande do namorado, o que deixou o alfa feliz.

-Como se tivesse uma intuição do futuro, é isso?

Harry podia supor que sim, era mais ou menos isso.

-Talvez entenda quando estiver lá, quer ir?

-E os outros, a eleição...Tudo isso?

-Algumas horas não vão me fazer perder a eleição, na verdade agora não tenho mais nada a fazer além de esperar, prefiro esperar com você, mandarei uma mensagem para Tristan e depois desligo o celular, está bem?

Louis sorriu, ele concordou.

Voltaram a rua e o alfa chamou um táxi, deu o endereço e ele nesse meio tempo mandou a mensagem tanto para Tristan como para Bradley e depois desligou o celular, puxou Louis para mais perto de si e beijou sua testa, voltando a segurar em sua mão macia e pequena, o carro rodou um tempo e enfim parou a frente de um prédio com aparência antiga e muito bem cuidado.

-Chegamos. Disse o alfa pagando o beta que os levou lá e descendo, logo em seguida deu a mão a Louis o ajudando a descer e rumaram para a portaria, era uma fachada linda, o alfa usou um código e a porta se abriu, ele sorriu e colocou a mão no ombro de Louis o dizendo sutilmente para entrar, não havia porteiro ou vigia, apenas uma escada graciosa e ao lado modernos elevadores, que pareciam muito bem instalados na atmosfera mais requintada e antiga.

Subiram até o quinta andar, que era a cobertura, não era um prédio alto, mas muito bem estruturado, eles saíram do elevador e Louis notou algo interessante.

Cada andar tem apenas um apartamento? Sério?

Harry riu e confirmou.

-Sim, esse apartamento é bem grande e tem um lindo jardim, eu o mantenho sempre em ordem, tenho uma pessoa que vem aqui para cuidar da casa e das flores, as vezes eu fico quase um mês sem aparecer, mas tudo está sempre em ordem, ontem eu liguei e mandei abastecer o local com comida e bebida, queria trazer você aqui, provavelmente após a eleição, mas hoje me pareceu uma boa oportunidade.

-Onde fica o jardim? Perguntou Louis curioso.

-No terraço.

Harry abriu a porta e o menor ficou encantado, não era o luxo, mas sim a simplicidade que o encantou, uma sala ampla com alguns sofás na cor creme, mantas de flanelas coloridas, almofadas coloridas, o chão de madeira polida, impecável, um belo aquário no centro da sala, com peixes e plantas, uma lareira feita de ferro fundido, toda trabalhada, linda e poltronas perto dele, aconchegantes e aparentemente macias, uma mesinha com um conjunto de chá. Dali se via a cozinha, no estilo americano, com uma ilha gourmet no centro, armários de madeira clara, polidos e belos, geladeira e fogão laqueados, como os de antigamente, vermelhos, mas na verdade eram novos, num estilo perfeito para o local e depois um corredor que provavelmente levava aos quartos.

-É lindo. 

Harry sorriu.

-Parece tão aconchegante, não parece um apartamento, mas uma casa de fazenda e tem essas janelas enormes...É lindo, e eu adorei.

-Precisa ver os quartos...Temos a suíte e mais dois quartos, cada um recebeu uma decoração simples mas bonita, e eu adorei tudo.

Harry o puxou para o primeiro quarto, era grande e aconchegante como a sala, chão de madeira polida, armários na mesma cor, uma cama grande e aparentemente maciça com uma colcha fofa e bonita, na cor verde musgo, cortinhas claras mantinham o ambiente gostoso, havia um aquecedor no canto, uma mesinha com uma luminária e um arranjo de flores silvestres, aparentemente frescas.

Um certo sentimento novo tomou o alfa ao ter Louis ali, e ele se aproximou e enlaçou a cintura do pequeno ômega lúpus com carinho, o virando para si e capturando seus lábios rosados, para seu total deleite o menor levou as mãos pequenas a seu pescoço, e puxou seus fios com certo empenho, deixando sua boca ser aberta para ser explorada e se entregando ao beijo, mesmo sem saber muito bem o que fazer.

Harry o abraçou mais apertado, sem contudo usar força demais, ele o sentia como uma peça frágil de porcelana, não devia quebra-lo, mas o calor era tão intenso que ele rosnou sem querer quando se separou dos lábios macios e viu o rostinho corado  de olhos fechados, isso foi sua perdição, sentiu o mais intenso desejo de toda a sua vida, ele o queria, o desejava, ansiava por ele com sofreguidão...

-Louis...Eu quero muito você.

-E-eu...Não sei...Disse Louis de olhos cintilantes, ele sentia o desejo, mas temia isso, sentia medo em relação ao sexo e tinha motivos para ter medo, mas mesmo assim Harry parecia ser diferente, talvez ele fosse capaz de não machuca-lo, mas só havia um modo de saber.

-Louis, eu juro...Não quero feri-lo, eu quero ama-lo.

Louis olhou em seus olhos vendo o verde tomar uma coloração mais densa e aos poucos ir escurecendo, mas não teve medo, ele nunca tinha visto isso, mas era bonito, ele se via refletido nos olhos dele e se sentia desejado e amado.

-Então me mostre o que é ser amado, mas seja cuidadoso, eu nunca senti o amor antes, só pude experimentar dor e humilhação.

Harry queria dar lembranças boas ao seu pequeno ômega e ele sabia que era possível, não haviam planejado nada disso e ele não sabia se ambos estavam preparados, mas ele teria controle e seria gentil, disso tinha certeza.

-Não precisa ter medo...Podemos fazer muita coisa sem realmente fazer amor.

O alfa levou as mãos a jaqueta do menor e a puxou, depois tirou a camiseta e o corpo bonito e suave se revelou a sua frente, o perfume do banho ainda estava em sua pele, uma deliciosa combinação do perfume natural de Louis com algum creme de morango, que o alfa inspirou com uma sensação maravilhosa, sorrindo ao ver o seu pequeno corado.

Por isso tirou a sua própria roupa, a camisa e a jaqueta e as deixou de lado, revelando algumas tatuagens que imediatamente encantaram o menor. As mãos suaves e meio trêmulas delinearam as tatuagens com carinho e ele se perdeu no toque gentil, fechou os olhos, sentindo a mão a toca-lo, e seu coração saltou no peito ao ouvir um sussurro doce.

-Você é tão bonito.

Harry já tinha ouvido todo tipo de elogios, alguns eram inclusive bem explícitos, alguns ômegas o procuravam mesmo e o achavam bem gostoso, mas essa frase suave e doce lhe encheu o coração de esperança, ele sentia que o pequeno ômega podia vir a gostar dele, e isso lhe dava mais coragem.

-Você é mais...Muito mais belo, é a perfeição. Disse o alfa beijando os lábios macios e descendo os dedos para a calça, ele desabotoou e a puxou para baixo, soltando seus lábios para fazer isso e sorrindo ao faze-lo, pois teve a visão privilegiada das coxas grossas e generosas do menor e arfou perdido nessa visão tentadora.

-Uau! Conseguir dizer e o ômega riu baixinho, envergonhado.

-Acho que sou meio cheinho, talvez se eu fosse mais magro...Resmungou o ômega se referindo a suas coxas e ficando corado de vergonha.

-Não mude nada, adoro pernas torneadas e as suas...Santo Deus! São uma perdição total.

Só então o alfa notou outra coisa, e sorriu satisfeito, o pequeno usava uma cueca na cor lilas, justa e de tecido bem fino, seu contorno se delineava totalmente excitado,e ele era lindo.

Louis arfou sem graça e Harry decidiu mostrar que ele não estava diferente, tirou a calça de modo desajeitado e quase caiu, fazendo o menor rir divertido, mas enfim ele se deixou ver somente de cueca na frente do seu ômega.

-Uau! Disse Louis avaliando o volume que o alfa tinha.

-Isso é bom ou ruim? Perguntou Harry o olhando e esperando ansioso uma resposta.

-Não sei...Depende de você. Respondeu Louis sendo sincero.

Harry o deitou na cama e o beijou com carinho por todo o rostinho corado e quente, deixando suas mãos passearem pelo corpo suave e macio, e o pequeno aproveitava para sentir os toques e deslizar suavemente suas unhas levemente compridas por onde alcançava na pele alva e cheirosa do alfa, seu medo se desvanecia a cada toque e o calor do momento aumentava em sua pele e em seu coração.

O alfa sorriu ao sentir as unhas arranhando suas costas, ele sorriu ao sentir o menor de olhos fechados, apreciando os beijos castos que recebia no pescoço e no peito, mas o alfa o desejava tanto que podia prova-lo inteiro, começando com aqueles mamilos rosados e durinhos que ele sentia ao tocar os dedos pelo corpo quente, sua boca tocou um dos mamilos e o corpo do menor arqueou ao contato da língua quente com a pele ainda mais ardente, uma das mãos foram a sua boca, mordendo os dedos na sensação tão intensa que sentiu, não sabia classificar isso, era tão gostoso que ele se deixou gemer manhoso, isso inflou o ego do alfa lúpus que usou todo seu auto controle para permanecer apenas nessa carícia mais algum tempo, dando especial atenção a cada um dos mamilos, beijando e os contornando com carinho e delicadeza, sugando os biquinhos e os beijando em seguida.

-Gosta disso meu pequeno? Disse o alfa em sua voz rouca e tremendamente sexy.

-Hum...Sim, eu gosto...

Harry desceu os beijos, tomando cada pedacinho da pele clara e macia que podia sentir em sua boca e em sua língua atrevida, até chegar ao umbigo e o lamber gostosamente, e isso fez o menor gemer e se retorcer e o alfa quase gozar apenas com esse som profundamente erótico, se controlou e suspirou descendo para o cós da cueca e sorrindo ao tocar o material macio e leve e descer a peça sem pressa alguma com apenas dois dedos, expondo uma ereção rosada e muito, muito apetitosa.

-Louis, que delicia que você é, posso prova-lo?

Louis não sabia o que isso significava, mas concordou satisfeito, ele sentia que qualquer coisa que o alfa resolvesse fazer seria prazeroso, mas não esperava isso, ninguém nunca fez isso com ele, os alfas que o tiveram eram brutamontes que só queriam o próprio prazer e satisfação e ele sendo sincero nem imaginava que algo assim fosse possível, ao sentir a língua quente lamber sua ereção se assustou e ao mesmo tempo gemeu, pois o alfa tomou toda a sua extensão na boca, faminto.

Dessa vez Louis gritou, não foi o susto mas um prazer insano que sentiu, conseguiu olhar e ver os cabelos cacheados caindo sobre seu corpo, o olhar do alfa no seu, e sua boca o engolindo por inteiro, ele ficou pasmo e ao mesmo tempo extasiado, o prazer o consumiu em ondas e ele se sentiu quase desfalecer, nunca pensou que podia sentir isso, era tão bom! Sem perceber abriu mais as pernas, expondo-se ao outro já sem tanto pudor e seus dedos agarraram os cachos cor de chocolate com dedos atrevidos, ele se sentia tão bem!

-Hazz...Gemeu manhoso.

Harry levou seus dedos longos a pele macia das coxas e as acariciou com vontade enquanto abria as pernas dele um pouco mais e o sentia tremer inteiro na cama, seu corpo todo estava tão quente e sua própria ereção tão dolorida que ele podia sentir a dor no baixo ventre buscando alívio, então desceu a mão direita e se tocou enquanto ainda dava prazer ao seu ômega, ambos estavam a poucos segundos de um orgasmo intenso e então o sentiram, quase ao mesmo instante, o doce sabor de Louis encheu a boca do alfa e ele o sentiu satisfeito, sua própria mão melada do seu gozo, e seu corpo antes tenso agora cansado.

Louis estava sem ação, seu corpo tremia ainda do imenso prazer, ele nunca sentiu tamanho orgasmo, quando raramente se tocava não era nem um terço disso tudo, ele estava ainda em choque.

Harry se arrastou para a cama, cansado e acabado, mesmo que não tenham feito amor, ele se sentia realizado e foi recebido pelo ômega que o abraçou apertado e o puxou para junto de si carinhosamente.

Dormiram como estavam, e uma chuva torrencial caiu acinzentando a cidade toda, trazendo um gostoso clima de inverno a tudo.

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A comitiva chegou na casa de Anne e Robin e eles entraram, Brad e Tristan estavam na sala e se assustaram com todas aquelas pessoas e mais ainda com Louis.

-Louis? Mas cadê o Harry? Perguntou Brad que segurava o braço do seu alfa.

-Brad...Tristan, esse é o príncipe William, o irmão gêmeo de Louis, e eu sei que isso é complicado mas preciso saber onde estão Harry e Louis? Perguntou Robin para os dois rapazes aturdidos.

-Harry mandou uma mensagem dizendo que precisava de um tempo, disse que voltaria a noite, e eu não consigo falar com ele, parece que desligou o celular. Respondeu Tristan que olhava o menor sem parar.

William que não gostava de ser observado acabou incomodado e fez algo que antes seria impensado para ele, se aproximou de Robin, quase se escondendo atras dele, não sentia ameaças ali, mas estava confuso, ver aquele ambiente lhe dava uma sensação estranha, talvez fossem o sentimentos de Louis o invadindo a alma, ele não sabia e não gostava.

-Olá...Eu sou Tristan e esse é meu namorado Bradley, muito prazer...Príncipe William.

O ômega olhou meio desconfiado para os dois e ia saindo de onde estava quando sentiu braços quentes a envolve-lo e se assustou, mas era somente Brad o dando um abraço quase de urso.

-Ohhhh que maravilhoso!!! Louis e William, eu estou tão feliz!! 

Ninguém pode deixar de rir, o pequeno ômega rodopiava pela sala puxando o jovem príncipe que saindo de seu normal e pulando todos os protocolos começou a rir, ele sentia que podia confiar em cada uma daquelas pessoas...Sem nem entender porque ou como.

-Certo filho...Calma, temos muito a conversar e acho que um café da tarde é ideal para isso, enquanto esperamos Louis e Harry chegarem. Onde sera que eles foram?

Williams sentiu um calor súbito e ficou corado, ele muito provavelmente podia imaginar o que o irmão estava fazendo, por isso mais que depressa aceitou a oferta, manter a sua mente ocupada era a melhor opção nesse momento, e ele ficou curioso para ver o alfa que provocava essas sensações em seu irmão...E nele.

 


Notas Finais


Ainda não foi dessa vez...Mas está perto...Deu um gostinho de Larry agora.


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