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História Doce Romênia. - Capítulo 3


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Notas do Autor


Bom...aqui está mais um capítulo gente...espero que gostem...

Capítulo 3 - III-O tempo...


Fanfic / Fanfiction Doce Romênia. - Capítulo 3 - III-O tempo...

No começo,não entendi o porquê de uma história baseada em sangue e desgraça...eram apenas crianças ali nas camas,anciando por uma fonte de imaginação para toma-lá em seu sonho...Então me perguntei:que tipos de sonhos teram elas?

E com o sopro daquela noite multiplicada várias e várias vezes,as noites se tornaram dias e os dias anos...e como um vento veloz a repetição daquela história sofrerá adaptação,pós agora,a criança da janela não seria mais uma criança.

Ao passar do tempo ela agora estava maior...diria eu que se passará quatro anos...mas as vezes,há coisas que nunca mudam...

Os olhinhos curiosos a observar o mundo não desapareceram e sua pureza ainda permanecia presente em suas ações...

E na mesma parte da história,no momento que o rei de Acárdia toma como esposa Hécate,todos dormiam...por mais que tentassem manter os olhos abertos e os ouvidos fazendo o que eles sabem de melhor,ouvir,nunca conseguiam ouvir o final da história e sempre que perguntavam sobre,recebiam a mesma resposta de sua mãe:

_"Um  dia ouvirás o final da história...pessa em tuas presses para que não chegue o tempo tão cedo...pois neste dia saberás uma coisa e desaprenderás outra..."

Talvez na época que à ouvir,deveria ter levado a sério suas palavras confusas que se assemelhavam a uma metáfora...

O tempo...este é um inimigo em comum de nossas vidas,divide nossos momentos felizes e multiplica os angustiantes...

O inverno daquele ano durou mais que previsto...seis meses gelados trouxe consigo consequências horrendas...desde a fome à morte.

Mas ali naquela cabana,sobreviveram.

Não tenho lembrança de tudo que ocorrerá no dia,ou durante à noite daqueles anos...pós como um sonho passaram-se sem alertar-me.

Lembro apenas de esperar a hora de dormir,ouvir a mesma história e as tentativas falhas dos outros tentarem manter os olhos abertos...

Agora me vejo na primavera quatro anos depois,com garotas e garotos brincando sobre a grama fresca e úmida da floresta,que parecia ser uma pintura de um artista famoso...uma bela obra de arte.

Os raios solares respladeciam nas peles brancas de todos,trazendo uma certa tranquilidade ao momento...

_"Tristãn...venha...sei que não consegues me alcançar..."-dizia ofegante a criança que um dia eu conhecera na janela à observar a neve...agora maior e mais afeiçoada a uma senhorita.

Ela corria em meio aos outros irmãos,sendo seguida por um em especial,que reconheci como Tristãn...

Ao longo da brincadeira ouvir nomes dos outros Odin...Pétros e Haides...e de acordo com a ordem percebi que Pétros era o primogênito,Haides o segundo , Tristan e Odin eram os gêmeos fraternos...

_"Vamos Tristan...é difícil demais para você irmãozinho..."-dizia a outra garota,agora suja de lama que fora jogada por Tristan...ambos riem e ela também o suja...

_"Fuja dessa..."-disse a garota da cicatriz,acertando bem em cheio Haides...

Porém,uma coisa que me chamara a atenção,é que Pétros não participou da brincadeira...citaram seu nome como aviso..

_"Temos que ter cuidado com Pétros...ou então vai nos dedurar para a mamãe e o papai..."-A garota se calara ao ser acertada por Haides no rosto por uma bola de lama...

E em questão de segundos os risos e toda a lama lançada pelo ar tomará conta do ambiente...mesmo assim,não perdera sua beleza,talvez um pouco da tranquilidade.

Mas vi as gargalhadas cessarem com um aplauso sarcástico  do jovem a frente da casa,que observara à um tempo a brincadeira dos outros...

_"Papai e mamãe não vão gostar nada disso."-dizia o jovem convicto.

_"Não estamos falando nada de errado,Pétros."-Respondeu Tristan enquanto olhava para seus outros irmãos.

_"Melhor entrarem...logo,logo irá cair uma tempestade."-disse ele enquanto olhava para seu limpo e claro.

_"Não é possível que comece uma tempestade em meio a  primavera."-questionou a garota.

Ele então lança-lhe um olhar convencido...

_"Você verá pequena,Victoria."

Todos calam-se e caminham para dentro da pequena cabana...

Mas a pequena Victoria ainda olhara a janela,na esperança de momentos como mais cedo durarem para sempre.

Então entendi que o "para sempre" é muito tempo,e o próprio tempo tem um jeito de mudar as coisas...

Em poucas horas o céu mostrou-se escuro...os raios riscavam os céus e os sons daquilo tudo era aterrorizante...

As crianças foram para suas camas...

Então seu pai e sua mãe chegaram sob o terrível temporal,sua mãe,Minerva,trazia consigo legumes e vegetais de sobra para duas a três semanas...

E seu pai,Orfeu,trazia nas costas um enorme javali de uma de suas caçadas...o homem alto coberto pelo sangue do animal em suas costas, era uma visão nas devidas circunstâncias milagrosa...

Como esposa,Minerva,encarregou-se de preparar a última refeição do dia para colocar as crianças na cama...e Orfeu determinou que cuidaria da caça...Então levou-na para um pequeno quarto,como uma dispensa.

Ele pôs o animal encima de uma pequena mesa do açougue...puxou a grande faca,a qual cortara até mesmo um fio de cabelo da mais fina fibra.

Então em sua frente agruparam-se dez olhinhos curiosos a observar suas ações com cuidado...

E cada golpe que o pai acertava sobre o cadáver os olhos brilhavam em um tom diferente.

E de uma coisa posso garantir,cada um possuía um brilho único nos olhos...

Mas o que mais me impressionava era os olhares de dor e piedade que Victoria lançava contra o ser ali mesmo morto.

Em pouco tempo a carcaça foi a única coisa que restou do javali...o resto foi fatiado...Orfeu pôs as carnes em um recipiente de barro como uma tigela..seguindo cada movimento do pai com os olhos,Tristan,Pétros,Haides,Odin e Victoria anciavam para finalmente comê-lo.

Ao levá-lo a cozinha,Minerva o prepara em uma grande caldeira,que lembrava um caldeirão de bruxa...e depois de alguns minutos a comida estava pronta...

Ela serviu cada um e antes que começassem o "banquete" deram-se as mãos e apresentaram suas presses.

No final comeram em abundância cada um o seu...em seguida banharam-se e as crianças foram postas na cama...

E a mesma história foi contada.

Talvez eu não possa contestar sobre esse ato,por que sei como esta história termina...sei o seu significado...como sei disso?

Irei deixar você descobrir.


Notas Finais


Gennnteeeeeeee esperoooooo queeeee tenhammm gostaaaaduuuuuuu....porque eu gostei...Então desculpem meus erros ortográficos e gramáticais mas estou buscando melhorar...é isso pessoal e se quiserem...sabe?comentar para me motivar a escrever eu agradeceria muito...
Até o próximo!!💜


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