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História Doce Romênia. - Capítulo 4


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Notas do Autor


Boa noite....e....boaaaaaaaaaaaaaaaa leituraaaaaaaaaaaaaaaa meussssss amoresssssssssss 💜🥰

Capítulo 4 - IV-Cores Vívidas...


Fanfic / Fanfiction Doce Romênia. - Capítulo 4 - IV-Cores Vívidas...

E por mais alguns anos os meninos agora se transformaram em fortes homens...ou quase isso.

Mas uma coisa não perderam...sua união entre todos os sete irmãos...

Agora seu pai  os levara garotos à caçada e os ensinava a segurar uma espada e auto defesa...um costume passado na hereditariedade daquele tempo.

Naquela época,lutavam como uma forma de brincadeira...algo divertido e gostoso de se fazer...sem sequer pensarem ou terem noção da situação que se encontravam ou ao menos levar em consideração que tudo que aprederam foi com a finalidade de derramar sangue...

As meninas não ficaram para trás,agora tomavam a cozinha à preparo da comida e limpeza da pequena e humilde cabana...costuravam suas próprias roupas feitas de couro das caçadas do pai,e agiam como completas mulheres.

Dizem que em tempos de guerra tudo é válido...educar os filhos a ser bons guerreiros e as filhas boas esposas pareciam a alternativa mais lógica e chegara a ser única em determinadas circunstâncias...apenas os pais ali estavam cientes que tempos défices estavam próximos a vim...

Em meio aquilo tudo não dei tanta importância...minha atenção estara focada em uma pessoas apenas...Victoria...ela agora teria em volta de treze anos e era bastante apegada a seu irmão,Tristan...diferente de suas irmãs,por mais que agora assemelhava a uma mulher em todas suas afeições,seu coração ainda pertencia a uma menininha sonhadora...ela e Tristan era os únicos que possuiam um coração benevolente e inocente...bom ao menos eram até aquele dia...

Naquele dia...Tristan e seus outros irmão foram levados à cidade por seu pai em busca de mantimentos...quando presenciaram uma mulher ser agredida por um bêbado ao lado de uma taberna...ela estava caída entre as sujeiras e a escória...o que pudia fazer era protestar por sua vida a quem quer que passasse por ali...

Tristan frazio o cenho e deu indícios que alcançaria contra o homem...mas seu pai tomou-lhe a frente.

_Não.-disse ele em um tom repreencivo e calmo.

_Mas pai...-ele tentou contestar mas foi interrompido por seu irmão Pétros.

_Não desrespeita a nós.-ele falará em um tom gélido e seco.

_Mas pai ela irá...- seu tom agora era de súplica um menino de pouca idade e conhecimento...

_Ela não nos desrespeita...é uma prostituta...qualquer que seja seu destino será merecido-disse o pai virando-se as costas e caminhando com um grande saco nas próprias,sendo seguido por todos..sendo o último Tristan.

Após tomarem o rumo de casa,Tristan partiu com uma forte dor em seu interior...o peso de um possível assacinato...

Ele chegou em casa desolado...então ouviu uma voz doce e suave ecoar em sua cabeça e o alcançar no mais profundo diálogo consigo mesmo...

_O que houve meu irmão?-Victoria possuía um sorriso sincero e dócil nos lábios vermelhos e uma mecha de seu cabelo castanho claro insistia em estar em seu rosto.

Ele retribuiu seu gesto gentil com um sorriso aliviado e a abraçou forte,como se fosse a última vez que a visse...

_O que aconteceu?-tornara a perguntar a pequena envolvida nos braços do irmão,com piscadelas rápidas,estampando sua dúvida...ela realmente não entendera nada.

_Está tudo bem...eu só...estou cansado,mas poupe sua preocupação comigo.-mal sabia a pequena que aquelas palavras foram as conhecidas como "dá boca para fora"...no fundo,seu íntimo estava em colapso,mas ele não sabia o por que de ver uma mulher naquelas circunstância o deixará tão irresoluto.

_Irmã...prometa que não será fraca ou vulnerável a nenhum homem...nunca vai permitir que um deles levante a mão para ti-ele segurava o rosto da irmã entre os dedos,mas firme o suficiente para manter sua atenção em sua fala.

_Eu...não estou entendendo..-ela falara com um tom baixo e inflexível.

_Apenas prometa.-ele subia um tom autoritário.

_Isso irá te deixar feliz?-ela falara em um tom manhoso.

_Conserteza-ele desliza um carinho com os dedos no rosto da irmã.

_Então sim...prometo...-por mais que ela não soubesse o que realmente estava acontecendo ali e tão pouco o que prometer tal coisa significava,ela o fez com toda sua inocência e ingenuidade.

Ele beija sua testa,e as encosta.

_Amanhã ensinarei algo a você.-ele diz em um tom suave e sutil...

Naquele dia ele jurou para si mesmo que nunca deixaria  acontecer uma coisa daquela com suas irmãs...principalmente com Victoria.

Depois de tudo aquilo...a história repetiu-se...após o jantar,foram para a cama...

Mas nem todos...

Victoria acordara durante a madrugada,levantou-se de sua cama sutilmente e cautelosamente...

Olhou os céus pela janela do quarto...

Olhou para todos ali em suas camas,detectando algum sinal de movimento mas nada...todos dormiam.

Ela suspendeu-se na janela e vagarosamente a atravessou...

Os pés descasos como sempre andava.

Caminharam pelo gramado até o riacho que passara ali...

Vagarosamente pôs seus dedos e em seguida seu pé até seu calcanhar dentro do raso riacho...sentindo ali peixinhos canbalearem e deslisarem entre seus dedos...

Ela olhou para o imenso céu...a enorme e perfeita aurora boreal se formara em frente de seus olhos maravilhados por cores tão vívidas...apenas aquela obra de arte compensava qualquer minutos ou horas de sono...

A brisa pousava sobre sua pele macia como nas flores ali...as sensações que ela sentira ali chegara a ser únicas...

Em seu estômago ela pode sentir pequenas borboletas sobrevoarem calmamente...sentiu suas pupilas dilataram a cada cor a mais no céu...e teve sua face rubra por sentir algo inexplicavelmente bom...por mais que tudo estivesse acontecendo sem a própria se quer ter consciência...

A floresta parecia acordada e a cantar uma música dócil sem menos a necessidade de letra ou um tom certo...

Ela fechou os olhos e sentiu seu coração palpitar de acordo com a música,em completa harmonia...

Então  deitou-se ali...e contemplando a belíssima lua e todos os atributos que tornara aquela noite tão vívida...e mágica.

Viu os tons turquesas escuros e mais claros espalhados no aleatório...e perguntou-se então...

Qual deve ser o sabor de ser infinito?

De deixar outros maravilhados diante de tanta beleza...

Mal sabia a pequena que em um futuro não tão longe ela descobria mais do que o sabor de ser infinito e ter várias extensões de beleza...





Notas Finais


Bom....deixe nos comentários se vocês gostaram ou não e se quiserem mandar mensagem...fiquem a vontade...💜🥰

=)
°•♡♡♡•°
°•●□○•°
□OBSERVAÇÃO:TALVEZ EU POSSA COMPLEMENTAR O CAPÍTULO,NO MÍNIMO ESCREVO 1000 PALAVRAS.
BJS,MEUS JUJUBINHAS❤💜🧡💛💚🖤💙


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