História Doce Tentação - Capítulo 7


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Palavras 2.212
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Incesto, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


URGENTEEEEEEEEEEEEEE


Gente aconteceu uma coisa muito SERIA
Eu nunca coloquei aquele aviso de "plagio é crime, não plagie' porque acho deselegante e desnecessário, isso é questão de bom senso e acho obrigatório que as pessoas saibam, até porque vai contra as regras do site, certo?
Ontem quando eu estava escrevendo o capitulo recebi um MP, de alguém me mostrando uma Fanfic com a sino pise muito reciclada da minha Fic, essa aqui mesma.

Olha gente, eu sou bem da paz, não gosto de encrenca com ninguém, mas acho sacanagem você imitar um texto que alguém INVENTOU, sabe? Buscar inspiração, talvez se basear, tudo bem, quem nunca? Mas praticamente copiar e colar mudando muito pouco, poxa que vergonha gente!
Pra vocês terem ideia, na sinopse a Lolita da outra Fic, faz a mesma brincadeira de adivinhar sabores e beija a personagem, sim na outra fic é Yuri
Olhem aqui
"E então, permiti que continuasse com seu tolo joguinho. A curiosidade em descobrir novos sabores e vencer era maior que qualquer outro sentimento e esse foi o meu maior erro.

- Você não errou uma vez, mas vamos ver se consegue acertar o último sabor!

Remexi-me levemente procurando uma posição mais confortável e esperei ansiosamente para descobrir o que viria a seguir. Entretanto, Lolita utilizou de sua inteligência - ou quem sabe ousadia. - para me surpreender e eu jamais conseguiria acertar aquele novo gosto que ela me mostrara. Quando seus lábios se chocaram contra os meus, senti meu corpo derreter e o tempo congelar.”

COMPAREM COM A MINHA.

Sabe o melhor? Feito por uma pessoa que nunca me deixou um continua, entrou copiou e saiu numa boa. Bonito não? Não , não é bonito fazer isso com a coleguinha, nunca façam, criar algo seu é como ter um filho, não se saí por aí roubando filhos dos outros, se tem um.

KYAHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Chega de choro, de vela, de falta de brio ou oléo de peroba, vamos seguir com a trama.
Gentemmmmmmmmmmmmmmm "leia com voz anasalada"
Eu evitei ao máximo as repetições de palavras, para tanto eu escrevi o capitulo com o dicionário de sinônimos aberto, ele é online se você quiser é só pesquisar no Google e ele abrirá um mundo de possibilidades para você combater as malditas repetições de palavras.
Então crisalida é ninfa viu galera.
LuInoue minha diva linda das betagens, obrigada por tudo, estou adorando estudar com você as novas palavras e como empregá-las bem e galera se tiver algum erro, algum mico POR FAVOR me avisem.
Obrigada pelo apoio e carinho de todos, estou muito incentivada a continuar.

Capítulo 7 - Capitulo sete


Fanfic / Fanfiction Doce Tentação - Capítulo 7 - Capitulo sete

POV Narrador

 

A brisa gelada da noite entrou pela janela e soprou pelo ambiente, mas essa não era fria o suficiente para conter a calidez emanada do casal inusitado, que desfrutavam dos lábios um do outro sobre o leito requintado.

Como era possível resistir a doçura dos lábios da pequena ninfa? Seu pressionar era suave, sua textura sedosa, seu sabor açucarado, mas não como açúcar industrial, como a ambrosia dos jardins dos deuses, aquele que os mortais jamais deveriam provar.

Como poderia ela não  declinar-se a sua impetuosidade juvenil que a impelia a usufruir da peculiar figura aristocrática, seu aroma doce e refrescante, seu tom rouco, brando e... arrogante? Como se fora possível que alguém encontre sensualidade em posturas soberbas? Mesmo que a esse ponto a menina não se  entendesse, não importava, ela tinha que refastelar-se de seu cavalheiro excêntrico

Quantas voltas o cenário pode girar em câmera lenta em torno de um casal quando suas bocas se ocupam uma da outra e suas línguas se massageiam experimentando milhares de sensações que se explodem feito bolhas de sabão sob suas peles, eriçando-as? Eles não saberiam explicar. Quem saberia afinal?

O contentamento da descoberta, a novidades das sensações tornava o momento, toda razão fora posta de lado. Willy nunca fora resistente a doces novas descobertas, embora prudente, pacato, metódico e austero. Lolita era, bem… Cálida, precoce, arrebatada, esbanjando feromônios, ávida por mais um toque. Não é preciso dizer que os pólos opostos se atraem? Isso é física básica, apesar da explicação que mais se encaixava para o momento era química pura…

Quando os lábios se separaram, as frontes permaneceram rentes e os olhos se encontraram, os dele relutantes porém inebriados, os dela maravilhados desejosos. Lolita admirou o cavalheiro sobre si, seus tremores lhe causava certa diversão, não que ela estivesse diferente, mas o julgava vivido e experiente… E de fato era, mas não no campo romântico, pois esse fora sacrificado e negligenciado em nome da construção de seu império.

Ele era belo, concluiu a castanha, longe do burguês presunçoso que até semanas atrás lhe causara certo asco. A menina suspirou profundo, correu as pontas dos dedos pelas maçãs do rosto masculino, com o indicador desenhou-lhe os lábios finos e o homem parecia em hipnose, em estado de petrificação e não me refiro apenas a postura estática, pois da forma como estava sentada a menina era capaz de sentir sua rigidez pulsando contra sua feminilidade.

Estava completamente despida no colo do chocolatier, a colcha que lhe cobrira o corpo, deslizou´se para o chão, como se escorresse de seu corpo c por vontade própria para deixá-la, uma vez mais, completamente exposta para ele.Era uma sensação gostosa, havia uma pitada minúscula de pudor, mas a excitação comandava a fazia querer mais, quente e pulsante, de forma que sua curiosidade a fez mover-se como na primeira vez em que trocaram aquela sequência de beijos, contudo, ainda que inexperiente tanto quanto ela, o instinto guiava o homem que girou seus corpos postando-se sobre ela de forma a não se deixar pesar-se em excessivo.

As costas juvenis afundaram-se contra os lençóis luxuosos tão suaves que parecia ter sido depositada sobre nuvens de algodão, os braços dobraram-se naturalmente deixando as delicadas mãos rentes as laterais do ombro delgado.

Em um erguer de tronco, o excêntrico homem admirou a pequena crisálida sob si, a pele alva, as formas esguias, os cabelos castanhos úmidos, em contraste com os lençóis azul royal. Toda pura, toda nua, toda exposta, os orbes esverdeados tremeluzindo a acanhada luminosidade ambiente.

As pontas dos dedos masculinos atreveram-se a deslizar por aquela extremidade leitosa. Oh não querido leitor, não o censure, pois Sr Wonka não estava em si, a situação a qual se encontrara naquele infame episódio jamais fora prevista, posto que  se trata de um homem que vive de cálculos, metas e probabilidades, mas no momento seus sistemas deram pane, entraram em curto circuito e todos os instintos —  que negligenciara, reprimira, sufocara, desprezara durante sua vivência —  agora lhe tiraram o controle, libertando-se das grossas amarras, quebrando suas jaulas e se manifestando voraz, esmagando o raciocínio lógico.

E sua jovem beldade limitou-se a fechar os olhos e apreciar a ressabiada carícia. Conforme os dedos percorriam a superfície sedosa, o aroma doce primaveril púbere propagava-se pelo ar. O toque suave de Willy teve início na maçã enrubescida, passando pelos lábios entreabertos, afagando o queixo pequeno, seguindo para o pescoço e aventurando-se pelo colo modesto, traçando um caminho para os discretos montes macios que se impunham causando-lhe ânsias de prová-los, pois o aspecto era suculento como fruta madura.

Lolita por sua vez, acanhou-se brevemente, por instantes sentiu-se insuficiente, esquálida, com poucos atributos físicos capaz de agradar a ilustre figura de tamanha estirpe. Contudo, ao abrir os olhos hesitantes, deparou-se com a expressão de fascínio que ilustrava-se na face masculina. Seus medos e dúvidas dissiparam-se prontamente e sentiu estima por si mesma, uma sensação rara nas inseguranças de uma adolescente, aquele olhar refletiu-se como uma terna massagem em seu ego.

Os dedos do homem  continuavam a explorar os pequenos montes, contornar os mamilos intumescidos, atrevendo-se a estender  o toque com sua palma, passando-a levemente pelos botões salientes, deliciando-se com a sensação, surrupiando gemidos contidos dos lábios da pequena diva , cujas solas dos pés deslizavam inquietas pelos lençóis em uma forma natural de expressar seu deleite.

A palma se fechou com delicadeza proporcionando o chocolatier a sentir todo o recheio fofo, pouco de fato, mas o suficiente para alucina-lo ainda mais, de forma que o homem quedou a cabeça contra o pescoço da ninfa e  chiou entre os dentes não contendo a necessidade de apertar seu membro por cima da calça, com a destra, enquanto a canhota afundava-se na macieza dos seios púberes refestelando-se.

A pequena  sentiu-se incendiar-se por completo, como se lançada em brasas que aos poucos se concentraram em uma ardência aguda em seu baixo ventre. As pernas delgadas esfregaram-se ansiosa uma pela outra na necessidade de conter os formigamentos  e latejos em seu sexo casto tomado por comichões e sedento por algum contato, já derramando-se em libido, deixando-a molhada, viscosa entre as coxas.

Sem resistir a tentação, o mais velho arrastou seus lábios desde o pescoço até, passando pelo colo juvenil, não tendo pressa, querendo apreciar aquele novo sabor, como quem aprecia o melhor dos vinhos, em seu caso o sumo chocolate, talvez um doce súpero. Salivou-a, degustou-a, atreveu-se mesmo a mordiscar-lhe a pele de pêssego, mas sem deixar-lhe marcas. A cada passo  a miúda crisálida se expressava em murmúrios e gemidos mais sonoros, desinibidos.

Quando a boca masculina sorveu o pequeno bico rijo, dançou com sua língua em rodopiando em seu entorno e abocanhou o macio e apetitoso recheio, que  a preenche perfeitamente, o que exasperou a jovem donzela a arquear as costas e gemeu melodiosamente, enquanto uma mãos enlaçou os cabelos castanhos do homem, a outra deslizou para sua feminilidade carecida de atenção, iniciando um apalpar desesperado.   

Ainda que absorto em sorver intercalado, os montes macios tenros, a percepção de Willy o levou a seguir seu toque pela barriga da menina, acariciando em movimentos lentos, circulares, passando pela tênue cintura, encaminhando´se para onde a despudorada tocava-se. Ele colocou sua mão sobre a dela afastando-a para o lado e ainda hesitantes desliza-a sobre a vulva empapada, lisa livre de pelos devido ao constante zelo da menina com a depilação.

Zilhões de sensações paralelas fervilhavam por ambos os corpos, Lolita sentiu´se flutuando em uma cama de pétalas de rosas, com o deslizar dos dedos masculinos por sua feminilidade lubrificada naquela exploração tão desejada por ela, a ponto de esfregar-se contra seu toque em um pedido mudo por mais intensidade.

Wily pausou a sucção na mama imatura, pois dessa vez ele quem sentiu um gemido abrindo passagem em sua garganta. A sensação de seu toque naquela região ardente da esguia musa, misto as reações impudicas da menina o estava provocando ao extremo, suas roupas íntimas já estavam meladas pelos fluidos pre seminal, sua masculinidade encontrava-se em um estado de petrificação onde cada pulsar repuxava-lhe tendões e bolsa testicular, chegando a arder, queimar e doer de excitação.

A garota se contorcia libidinosa, rebolando-se como forma de ditar onde ser tocada, como ser manuseada. Os gemidos de ambos se misturavam em uma sincronia curiosa. Quase que inconscientemente o homem  tomou a garota em seus braços, apoiando-se com as costas contra as fartas almofadas da cabeceira e a crisálida em seu colo, de forma que continuou a tocá-la, passando-lhe um braço em volta de sua cintura — como o corpo feminino era pequeno e esguio, não teve dificuldades em alcançar o local almejado — enquanto sua outra mão seguiu para o zíper de sua calça libertando o membro ereto, dando a ele o movimento necessário.

A pequena gemia baixinho, com a cabeça deitada contra o peito masculino, de forma que Willy ficava com as narinas enterradas nas madeixas castanhas, tão insano e afetado quando a virgem. Mesmo jogada em um copulado de sensações maravilhosas, Lolita vislumbrou o homem se tocando enquanto a tocava. Era a primeira vez que a menina via um pênis em sua frente, já tinha visto na internet, mas não era a mesma coisa… Naquele momento ela teve ânsias de pegá-lo, colocá-lo na boca talvez, dar a ele o prazer que estava recebendo.

Ela só teve ganas, mas uma pontada de timidez súbita e medo de fazer algo de maneira errada a limitou, o que não estragou o momento. Os gemidos roucos do homem a estavam deixando louca, e o toque em sua intimidade a fazia delirar.

Cauteloso, Willy atreveu-se a iniciar um sutil penetrar de dedo no sexo casto da pequena ninfa. Um breve grunhido foi ouvido, o que o fez recuar, mas a menina colocou a mão sobre a dele em um comando mudo para que prosseguisse e assim ele o fez. A garota contorceu´se ao sentir´se suavemente penetrada, era um incômodo aprazível que a fazia querer mais.

A medida que o caminho estreito e repelente fora sendo explorado, passava a ficar menos resistente de maneira que o dedo de Willy deslizou com mais facilidade a cada movimentar. Ele sentia o calor daquele núcleo, a viscosidade e o pulsar, desejava sentir mais fundo.

Lolita virou a cabeça para cima como quem pedia por seus beijos e ele a beijou a princípio carinhosamente, mas não tardou a ternura ceder espaço para a voracidade que o momento exigia. As línguas tornavam a partilhar sensações.

O homem tocava sua pequena ninfa,  enquanto se tocava só conseguia se concentrar em devanear que era seu membro sendo engolido e comprimido naquelas paredes latejantes, a menina continuava a remexer-se contra a mão dele cada vez mais frenética, as bocas respirando, gemendo uma contra a outra e o calor alastrando´se mais. Não existem barreiras nem julgamentos, apenas duas pessoas descobrindo e se entregando ao prazer.

A calidez do momento se alastrava por seus corpos queimando cada vez mais, a magia da descoberta do desejo e o prazer faziam as borboletas se revolucionarem em seus estômagos. Os tendões se repuxavam e toda região pélvica se agitava em um pulsar intenso, um ardor, dando a eles a explosão de um orgasmo semi sincronizado, pois a garota o alcançou primeiramente, apertadas pernas e arqueado´se tota, libertando os lábios masculinos para expressar´se escandalosa.

Já Wonka se deixou afundar contra a cabeleira castanho abafando um gemido rouco, enquanto derramava-se vigorosamente em sua mão. Apertou tão forte a pequena contra si, como se a fosse quebrar, estava imerso na fragrância fresca, primaveril, jovem da crisálida.

E assim permanecem grudados, arfantes, sem cão, sem noção, maravilhados com a experiência, extasiados, mentes desligadas e corpos em espasmos, respiração regularizando. Nenhum queria ter que se soltar, nem puxar a primeira palavra, obrigar-se a acordar daquele sonho real e encaram o constrangimento e a proibição do ato, o peso dos fatos.

E toda magia veio abaixo quando o telefone tocou de repente os trazendo de volta a realidade. Lolita encolheu´se envergonhada de sua nudez e bem… De tudo. Willy de sobressalto pulou para fora da cama, como se fora pego em flagrante e recompõe-se  ligeiramente, vendo a menina puxar os lençóis para se cobrir, enquanto o mesmo sente-se constrangido com a mancha molhada em sua calça.

O que ele tinha feito? Céus, o que fizeram? Ele andava de lado a outro e o telefone continuava a tocar irritantemente.Oh, as baratas! As malditas baratas! Ele precisava  atender, mas e Lolita? E essa situação? Seria deselegante sair e deixá-la ali depois de… Depois daquilo!

— Tudo bem, Willy, vai lá. Algo pode ter saído errado. Nós conversamos depois. — anunciou ela ao ver o estado do mais velho.

O homem ergueu o indicador de forma icônica e fez uma expressão engraçada contorcendo o rosto de várias maneiras.

— Eu… Tem certeza? — mas ele quem estava completamente desnorteado.

— Absoluta, não sou de cristal. Vai lá sua fábrica precisa de você. — ela assegurou virando-se para a direção oposta. — Só troca as calças se tiver que descer. — fez troça.

Ele iria retrucar, mas as palavras morreram no meio do caminho. Aquilo era algo sério demais e ele estava zangado consigo mesmo por ter fraquejado a tal ponto, mas seu declínio moral não poderia fazer com que deixasse  Slugworth se saísse vitorioso com a retaliação ridícula.

Dirigi-se a atender o telefone que não parava de chamar...


Notas Finais


O que? Meio hot seus gulosos, já estavam querendo tudo de uma vez, assim? Calama aí jovens, um passo de cada vez. ahahahaha
Mas se quiserem ler HOT FODEROSO sabe aqueles hots que te deixa subindo pelas paredes, andando no telhado? Essa é a Fic certa. Se trata de um Lolita ao contrario, chamamos de Loba e Carneirinho e GENTEEEEEEEEEEEEEE o que essa demonia dessa mulher faz com o pobre carneirinho UIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII se quer inovação e muito SEQUISSYU VAI LER LOGO ESSA BAGAÇA AQUI

Immoral Lovers
Ela não é como as garotinhas idiotas da escola. Ela é uma mulher, sabe se vestir, se maquiar, se perfumar, sabe andar, provocar, enfeitiçar. Ela sabe o que quer, como quer e quando quer...E por mais que seja proibido, arriscado e absurdo ela me quer e ela me tem, pode fazer o que quiser comigo eu já não me importo mais.
Eu posso ser um genio como dizem, mas ela é um codigo indecifravel, uma equação incalculável, uma estatistica mutável ha cada segundo.
Ela não presta,é doentia, psicótica, devassa, ela é uma droga e eu já estou profundamente viciado nela
Heresia ... Crime? Crime é não me render!
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Ele é um docinho tão tímido e retraído, tão indefeso. Olho para ele e sinto vontade de devorá-lo completamente. Ele é só um garotinho precoce e assustado cheio de desejos reprimidos gritando para serem despertados e explorados e eu quero ter o gostinho de roubar toda sua pureza ha cada dia e deixá-lo implorando para ser meu brinquedinho.
Ele pode ser um gênio, mas o que eu tenho a ensinar vai além da sua área de raciocínio logico, está diretamente ligado aos sentidos. Ele se sente perdido e confuso e eu me divirto.
Ele é só um carneirinho indefeso e a loba faminta já está a espreita.
Doentia,psicótica, devassa?Chame como quiser, não consigo mesmo controlar essa fome.
Heresia... Crime?Crime é não seduzi-lo!
https://www.spiritfanfiction.com/historia/immoral-lovers-5593365
Liga o ventilador, o ar condicionado, pega calcinha reserva e vai ser feliz.
kaskaskaskaskas SOU BANDIDA1

BEIJOS NO CORE!


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