História Doce veneno !Taekook !Vkook!ABO - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Abo, Alfa, Jeon Jungkook, Kim Taehyung, Kookv, Lemon, Ômega, Taehyung, Taekook, Vkook, Yoomin
Visualizações 476
Palavras 2.841
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction Doce veneno !Taekook !Vkook!ABO - Capítulo 1 - Prologue

"O amor está muito mais associado à composição química... Do que propriamente a atração carnal."

Quinze anos após a morte de seu marido, Jihyo jamais poderia imaginar que se casaria novamente, até que em seu local de trabalho, conheceu kim Donghyun. O alfa foi transportado para o hospital, após um acidente de transito, e graças a isso, a mulher descobriu que o mesmo também estava viúvo, havia perdido a esposa para uma grave doença. Um alfa solitário e uma ômega da mesma forma, com poucos meses de conversa, se sentiram atraídos, resultado em um relacionamento sério. O casamento só dependia da aprovação dos filhos, que seriam apresentados em um jantar na casa da mais velha.

Jungkook se encontrava jogado sobre o carpete da sala de jogos, o jovem alfa não ligava muito para as regras que sua mãe impunha, cresceu sem o pai, o mesmo morreu deixando o garoto com cinco anos, e seu irmão mais novo com dois. Jimin  era o oposto do irmão, por ser um ômega, sua personalidade era um pouco mais tranquila, e apesar da pouca idade já havia sido marcado por seu alfa,  Min Yoongi  sempre foi possessivo quando se tratava de seu pequeno, demonstrando muito amor e proteção ao mesmo.

-Jungkook, desligue esse vídeo game e vá se arrumar. -A voz da Ômega ecoou pela casa.

-Já estou indo. -O garoto respondeu bufando com a atenção ainda voltada para a tela.

-Não me faça ir até aí. -A mulher gritou novamente, estava acostumada a teimosia do filho, se culpava por tê-lo mimado tanto.

A mulher esperou por mais alguns minutos, estava terminando de arrumar a mesa, seu filho mais novo, e seu agora genro lhe ajudava com as tarefas, ela não conseguia esconder a felicidade ao vê-los juntos, e pedia aos céus que enviassem uma Ômega, ou até mesmo um ômega para o mais velho, estava cansada de ver seu filho agarrando uma pessoa por noite, como um animal incontrolável.

Jungkook é um alfa irresistível, e isso não é elogio de uma mãe coruja, bastava acompanhá-lo ás reuniões da faculdade, que via o enorme grupo de garotas, que se atiravam aos pés de seu bebê.

Percebendo que sua ordem não foi atendida, a mais velha foi em direção a sala de jogos, puxando a tomada do aparelho. O garoto pensou em repreendê-la, mas não queria passar o fim de semana cumprindo castigo, logo esse que teria uma festa do time de futebol da faculdade. Antes mesmo de questioná-la a ômega apontou para o segundo andar, e Jungkook subiu sem encará-la.

-E faça o favor de colocar uma roupa descente. -Sua mãe gritou do primeiro andar.

-Pode ser pijama?-O mais velho ironizou, não gostava nem um pouco da ideia de sua mãe se casar novamente.

-Se me aparecer aqui com um pijama Jeon Jungkook, irei matá-lo, não estou brincando. -Jihyo se estressava facilmente com seu filho, o alfa havia puxado o terrível gênio de seu marido. -Céus, quando esse garoto vai crescer?

-Não se preocupe, Omma. Quando Kook achar alguém, ele toma jeito. -Jimin falou de forma doce, enquanto ajeitava a camisa social de seu alfa.

Yoongi o puxou pela cintura, nem se importando com a presença da sogra, apenas selou os lábios do menor. A mulher deixou o casal sozinho, e seguiu até a porta após ouvir o barulho de um carro estacionando. Em menos de um segundo, a campainha tocou. Jihyo arrumou seu vestido antes de finalmente abrir a porta, quando girou a maçaneta, encontrou seu amado com um buquê de rosas vermelhas.

-Boa Noite, Amor.-O mais velho entrou, selando rapidamente os lábios da ômega.-São para você. -Ele estendeu o buquê para a mesma.

-Boa Noite e obrigada. -A mulher sorriu pegando as flores. -Onde está o pequeno TaeTae?

-S-sou eu. -O garoto que estava escondido atrás da parede, se revelou.

Era a primeira vez que Jihyo via o filho de seu amado. Kim Taehyung e um adolescente adorável, pelo que o mais velho dizia. Um ômega de dezessete anos, com uma beleza inimaginável. Até mesmo a mulher se encantou, a combinação perfeita de cabelos loiros, olhos levemente acastanhados, e pele clara. Apesar de ser tão belo, é um garoto inseguro, mais tímido que o normal para um ômega.

-Olha como ele é lindo. - Taehyung se sentiu seguro quando foi acolhido pelos braços da mulher, por um segundo se lembrou de sua querida mãe.

-Obrigado, senhora. -Suas bochechas atingiram tons avermelhados, a ômega achou o pequeno ainda mais adorável.

-Oh, não me chame de senhora.-Ela disse encarando o noivo, Donghyun apenas admirava a forma doce que a mulher tratava seu filho. -Iremos dividir a mesma casa em menos de uma semana, quero que me veja como uma amiga.

Quando senhora Kim morreu, o velho alfa ficou sem chão. Taehyung  tinha quinze anos, e passou a se fechar desde que a mãe se foi. O mais estranho, era que apesar de hoje ter seus dezessete anos, o garoto ainda não havia passado pelo primeiro cio, os médicos não sabia justificar, mas usavam como desculpa o trauma da perda.

-Bom, venham. -Ela os guiou até a sala de jantar. -Esse é meu filho Jimin, e seu namorado Yoongi.

-Olá. - Taehyung respondeu um pouco tímido.

-Seremos grandes amigos. - Jimin  disse fazendo a Ômega mais velha sorrir.

Bom, um dos filhos ao menos foi educado, sua maior duvida seria a reação de Jungkook. A mulher suspirou ao ver o maior descendo pela escada, sustentando seu olhar forte contra o do alfa agora seu noivo. Esperava que seu filho dissesse algo, então se colocou entre eles.

-Filho, este é Kim Donghyun, meu noivo. -Jihyo estava nervosa. -E amor, esse é Jungkook, meu filho mais velho

-Olá, rapaz. -A voz firme do alfa fez todos ali recuarem, menos o garoto a sua frente. -Sua mãe falou muito bem de você.

-Espero que cuide bem dela. -Jungkook disse caminhando direção a mesa, ouvindo um suspiro de alivio da ômega presente no local.

Jungkook se sentou ainda incomodado, não suportava a ideia de seu pai ser substituído, mas estava feliz ao fato de ver sua mãe sorrindo depois de anos. Foi tirado de seus pensamentos, por um perfume diferente, algo mais doce do que tudo que já havia sentido, ao encarar a cadeira ao seu lado, percebeu a presença de um ômega.

Seus olhares se chocaram e naquele instante, soube que estaria mais que encrencado.

-Ah querido, este é o filho de Donghyun. -Ouviu a voz de sua mãe, mas sua atenção estava voltada aos traços perfeitos do tal ômega.- nome dele é Kim Taehyung.

-Oi.-Sua voz era tão doce quanto seu cheiro.

Kim Taehyung , seria esse, o nome de um veneno?

[...]

"Para toda malícia, tem uma inocência. Para toda chuva, tem um sol. Para toda lágrima, tem um sorriso."

•Jungkook pov's•

Uma semana depois do casamento, nos mudamos para uma mansão que pertencia à família Kim, o que achei super estranho, já que o mesmo se portava como um cidadão comum, trajando roupas simples, e não ligando muito para carros e coisas luxuosas. Deve ser esse o motivo por minha mãe ter se apaixonado, já que a mais velha não é apegada a bens materiais. O dinheiro que meu pai nos deixou, foi inteiramente investido em minha faculdade, e a outra metade será investida na faculdade de meu irmão.

Minha mãe sempre batalhou para nos criar da melhor forma possível, chegando a virar noites de plantão no hospital apenas para nos dar uma vida perfeita. Após o casamento, percebi que a mesma ficará um pouco mais em casa, com sua idade ela já se encontra cansada da vida corrida. Senhor Kim se mostrou um bom homem, e mesmo sendo um alfa, nunca levantava sua voz dentro de casa.

Mesmo que não precisasse, se preocupou em saber nossa opinião, para só então se casar com minha mãe, e marcá-la como sua ômega. 

Minha mãe só nos pediu uma coisa, que nos aproximassemos de nosso mais novo "irmão", mas o garoto vivia trancado no quarto, o único horário que o via, era quando saía para o colégio. Pelo menos Jimin conseguiu, provavelmente sua personalidade mais tranquila o ajudou, já que Kim parecia ter medo de alfas. Mas seu pai disse que o pequeno se excluiu, vive sozinho desde que a mãe se foi, se sente indefeso, e bom, era o que ele parecia.

Um pequeno Ômega indefeso, um pequeno pedaço do enorme problema que irá me causar futuramente. Sem contar que a mais velha me incumbiu à tarefa de buscá-los no colégio, já que saíam praticamente no mesmo horário, que minha aula na da faculdade encerrava. A primeira semana de convivência foi perfeita, nos tornamos praticamente um modelo de família feliz. É claro que ainda levo bronca da minha mãe, por ser irresponsável e ficar com várias pessoas em uma noite, mas o que posso fazer? Sou um alfa, está no meu sangue viver a vida em aventuras.

Passei a noite em uma festa, o time de futebol da Universidade resolveu comemorar a vaga na próxima fase do estadual. Cheguei no domingo pela manhã, não estava bêbado, mas estava morrendo de sono. Achei que todos estivessem dormindo, levei um susto quando minha mãe levantou da poltrona. Sorri e tentei passar direto, mas a Ômega se colocou em minha frente.

-Bonito, senhor Jeon. -Sua voz saiu como desgosto. -Eu aqui preocupada, e você cheirando a perfume barato.

-Desculpe, Omma. -Falei tentando esconder a vergonha.

-Vai tomar um banho, para tirar esse cheiro horrível de seu corpo. -

Passei pela mesmo subindo às escadas. -Ah, quando descer para tomar café, acorde Taehyung, por favor.

-Eu vou dormir, não vou descer para o café. -Encarei a mais velha, com uma cara de poucos amigos. -Está bem, desço em dez minutos.

-Omma te ama. -A ômega mais velha me lançou um beijo, e seguiu de volta a cozinha.

Meu quarto era o último do corredor, preferi tomar um banho, antes de acordar a bela adormecida. Como estava dentro de casa, nunca me importei em andar sem camisa. Depois do banho, vesti apenas uma calça de moletom, e segui pelo corredor, na direção do cômodo ao lado. Dei leves batidas na porta, mas não obtive resposta.

Abri levemente a mesma, achando que talvez o menor estivesse dormindo. Senti um cheiro ainda mais doce impregnar minhas narinas. Maldito ômega com seu perfume viciante.

Passei meus olhos pelo cômodo, à decoração em tons claros, com os móveis milimetricamente arrumados, totalmente ao contrario de meu quarto, onde se possível sairia um dinossauro do closet, tamanha desorganização. Foi então que meus olhos bateram contra a cama, o maldito estava encolhido, abraçando um travesseiro. A única coisa que cobria seu corpo, era uma boxer preta, e uma blusa de la vermelha, que a propósito, o deixava ainda mais fofo. Seu cobertor estava jogado no chão, deixando a pele de suas pernas, exposta até a altura das coxas.

O filho da mãe era ainda mais perfeito, se escondia em roupas larga, enquanto seu corpo era milimetricamente desenhado. Sorri ao imaginar, quantos segredos o pequeno esconde. Tive que me segurar para não fazer besteira, só imagino a tentação que esse garoto deve ser no cio, possivelmente terei que me manter afastado de casa. Mas seu cheiro intrigava, era diferente do cheiro dos vários ômegas que conheço, seu aroma é ainda mais doce e viciante, nunca senti igual.

-O que faz aqui?-Me assustei com sua voz, vendo o mesmo se esconder tampando as pernas com o travesseiro.

-Omma pediu para te acordar, quer tomar café da manhã em família. -As bochechas do mesmo estavam vermelhas, já eu não conseguia tirar meus olhos de suas pernas.

-Poderia se retirar, por favor? Preciso me trocar. -Sua voz saiu com um fio, apenas assenti saindo de dentro do cômodo.

Assim que saí, fechei a porta, apoiando as costas na parede. Pude respirar com mais segurança, mas o cheiro parece que me perseguia. Esperei que o garoto saísse, para acompanhá-lo até a cozinha. Jimin havia saído em uma pequena viagem com Yoongi, foram visitar a avó do alfa. Senhor Kim também estava viajando a negócios, e retornaria na parte da tarde, por isso minha mãe estava tão animada.

-Querido, mais tarde irei buscar Donghyun no aeroporto, pode tomar conta da casa. Por favor? -Sabia que a pergunta foi direcionada para mim.-Deixei os empregados de folga esse fim de semana, e Taehyung  não se sente bem. -Encarei o Ômega encolhido ao meu lado.

-Já estou melhor. - O menor disse sorrindo levemente. -Devem ser os sintomas daquilo que você mencionou.

-Ah sim, se quiser se consultar, te levo até a clínica amanhã. - Minha mãe se preocupando com o mesmo, como se fosse de fato seu filho.

-Não é necessário. -Sua voz era tão doce quanto seu aroma.

-Tudo bem, qualquer coisa, não hesite em me dizer. -A mais velha sorriu, seguindo até a pia.

Taehyung  novamente se trancou no quarto, passou a tarde inteira, excluído de tudo a sua volta. Já eu, aproveitei o sol na área da piscina, já que minha mãe, não me deixou pregar os olhos. Quando a mesma ia saindo para o aeroporto, passou para avisar, Apenas caminhei para dento de casa, queria tomar um banho, antes de me preocupar de fato com minha função. Depois de um banho rápido. me atirei sobre a cama, para descansar um pouco.

Acabei cochilando, estava realmente cansado da maratona de festas. Mas meu sono foi interrompido, o celular tocando de forma desesperada, era um dos garotos do time, chamando para reunir em um bar, tive que negar o convite, pois estava de guarda costas da princesa. Menos de um mês de casamento, e o garoto se tornou minha responsabilidade, por esse problema, agradeço por meu irmão já está marcado. Yoongi não pensou duas vezes, marcou Jimin  em seu primeiro cho. Fui tirado de minha sessão de reclamações, com o barulho de vidro se quebrando.

Nem pensei duas vezes, corri para o primeiro andar, achando que alguém estava invadindo, foi quando ouvi um choro baixo vindo da cozinha. Me aproximei lentamente, o aroma já denunciava quem estava ali. Encontrei Taehyung  abaixando no chão, murmurando alguns palavrões, enquanto recolhia o que restou de um copo. Mas uma coisa me chamou a atenção, um pequeno rastro de sangue no chão de mármore claro. O pequeno se preocupava em limpar tudo o local, do que com o machucado em seu pé.

- Taehyung! -Chamei vendo o garoto se assustar com minha voz.-O que aconteceu aqui?

-O copo escorregou de minhas mãos. -Sua voz continha dor. -Não se preocupe, já estou terminando de limpar.

-Viu o corte no seu pé?-Minha voz saiu em um tom mais baixo.

-Sim, vou cuidar disso depois. -O garoto saiu mancando, para jogar alguns cacos fora.

Não aguentava ver aquilo, ele achava que levaria bronca por quebrar um mísero copo, chegava a ser ainda mais ingênuo que meu irmão. Peguei o mesmo pela cintura, sentando seu corpo sobre o balcão de mármore. O pequeno não questionou, apenas ficou me encarando confuso, enquanto terminava de limpar os cacos pelo chão. Assim que terminei, encarei o machucado em seu pé.

-Fique aqui, vou buscar a maleta de primeiros socorros. -Ele não disse nada, ainda estava imóvel.

Corri até o quarto de minha mãe, encontrando a maleta sobre uma pequena mesa. Desci na mesma velocidade pela escada, encontrando o menor gemendo de dor, possivelmente por seu sangue ter esfriado. Segurei seu pé da forma mais leve que consegui, mas só havia um problema, o caco ainda estava preso, por isso causava dor. Encarei seus olhos, que estavam banhados em lágrimas.

-Vai doer um pouco, mas terei que puxar o pedaço de vidro. - Taehyung  assentiu, mordendo levemente o lábio inferior, mandando minha sanidade para a estratosfera.

-Aí! -Foi o único som que saiu de sua boca, assim que me livrei do vidro que deveria ter no mínimo uns cinco milímetros.

-Agora é só limpar a ferida.--Sorri levemente, mesmo estando nervoso com tal aproximação.

Limpei o pequeno corte, com uma espécie de soro que havia na mala. Logo fiz um pequeno curativo no local, e ainda enfaixei seu pé, para dar mais segurança. Assim que terminei, ouvi um suspiro de alivio, e seus olhos se chorarem contra o meu.

-O-Obrigado. -Sua voz saiu em um fio, então vi o mesmo se arrastar para pular do balcão.

Antes que o pequeno pulasse, segurei fortemente sua cintura, o deixando no chão em segurança. Só então percebi que o garoto estava com a mesma blusa de mais cedo, só que agora, uma calça jeans contornava suas coxas. Senti algo molhado selar minha bochecha, logo percebendo que Taehyung  estava se apoiando na porta dos pés para fazer tal coisa.

-Não force a ferida, pode inflamar. -Segurei sua cintura, com medo de que o menor se desequilibrasse.

-Obrigado, Jungkookie. -Achei estar imaginando coisa, da forma que meu nome saiu tão manhosa de seus lábios, mas antes que pudesse questioná-lo, o menor havia subido para o quarto.

Maldito seja esse ômega.

[...]



Notas Finais


Oi pompons!!!

O que acharam do capítulo??

Deixem seus comentários para mim saber se vocês gostaram...

Beijos e até o próximo capítulo💙💜


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