História Doce Voz ( Imagine Min YoonGi ) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Drama, Imagine, Romance, Suga, Você, Yoongi
Visualizações 17
Palavras 1.498
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha, meus docinhos, vou ser bem sincera com vocês.
Eu ando muito inspirada ultimamente e não vou jogar minha inspiração fora, entenderam?
Tenho umas ideias muito loucas para um imagine de cada membro do BTS! ( Fora esses já postados, obviamente )
Espero compreensão pelos erros e obrigada pelo interesse <3
Também não se esqueçam de dar amor a @GiGioo, entenderam? Ela fez uma betagem maravilhosa e merece reconhecimento!
Sobre a capa... Bom, estou atrás de um capista, porque eu fiz um pedido para um e estava tudo certo, mas hoje mesmo eu fui procurar o perfil dele novamente e pasmem, ele sumiu! Tenham paciência e se puderem me indiquem algum capista com os pedidos abertos, por favor!

Capítulo 1 - Capítulo 1


S/N ON

 

 Convivo com muitos olhares curiosos, pessoas alheias que deduzem que minha maneira de viver seja um pouco absurda. Não posso crer que seja isso, eu escolhi seguir rumo deste modo. Meu pai acabou falecendo em um acidente de carro, logo após eu terminar o Colegial, por conta desses fatos a frase "seguir rumo" tem um sentido mais apurado. 

 

 Ele queria me ver cursando a faculdade, era um de seus principais anseios e, mesmo não gostando, eu aceitei tentar para vê-lo feliz. 

 

 Entretanto, só depois que ele morreu, eu decidi ser um tanto egoísta e passar a viver como eu queria, como eu bem entendesse. Não sou uma pessoa que se dá bem com responsabilidades, entende?

 

 Incontáveis vezes meu pai acabou se enraivecendo comigo, motivos? Irei contar: matar aula para cantar e tocar meu violão pelas praças de Seul. E eu só parei depois que ele ameaçou quebrar meu instrumento. Claro, isso era visto como algo "sem futuro"

 

 Hoje em dia eu tenho 23 anos e toco de bar em bar para me sustentar. Geralmente é o suficiente para pagar as contas de qualquer maneira.

 

 Já a minha Família materna? Nem ao menos os conheço. Papai contava que em seguida que mamãe me pôs ao mundo, ela praticamente sumiu, deixando os cuidados completos que um nenê necessitava nas mãos de meu pai.  

 

 Me sinto triste, mas também não sou de guardar rancor.

 

 Esses dias atrás eu recebi uma mensagem do meu amigo, dizendo que ele havia conseguido convencer um dono de um bar aqui perto de casa de me deixar tocar no seu estabelecimento. Como o pagamento é bom, eu acabei aceitando e irei.

 

...

 

 Após uma longa ducha, terminei indo diretamente ao closet: calça jeans, regata preta, uma mini jaqueta de couro – uma de minhas preferidas – e singelas botinhas.

 

 Verifiquei rapidamente meu repertório de músicas consecutivamente, colocando vagamente meu violão na capa saindo de minha casa e trancando a porta.

 

 Não foi necessário caminhar por muito tempo para ver um estabelecimento cheio de bêbados, tanto que eu costumo igualar esses seres a zumbis.

 

 A entrada estava lotada, o que dificultou meu trajeto para dentro do bar, alguns esbarraram brutalmente em mim já outros pediam com gentileza para passar no curto espaço entre nossos corpos.

 

 1.2.3.. conte a até dez e não perca a paciência, pensei calmamente. 

 Subi a uma escadinha segurando firmemente ao meu violão.

 

— Com licença… — chamei vagamente a atenção de uma atendente que se mostrava distante ao secar um dos copos, onde antes possuíam algum tipo de bebida alcoólica. 

 

— Vai querer o quê? Ande! E antes que pergunte, a bebida mais pedida é a especial da casa. — respondeu-me friamente encaixando o copo ao seu lado no balcão, preparando já avançar uma bebida amarelada em direção ao mesmo.

 Parei-a.

 

— Na verdade… eu não vim beber nada, estou bem. — Falei calmamente segurando seu pulso de modo simples.

 

— Hm? É você a garota que vai tocar, não é? — maneei em concordância. — Certo, me desculpe. Espere um pouco. Sou YangMi.


 

 Ajeitei-me em um dos bancos levemente inclinados verticalmente rente ao balcão, formei um biquinho pela espera enquanto analisava minuciosamente o ambiente. 

 

 Não era feio, não em questão de ser um bar e que no mesmo haviam diversos homens bêbados aproveitando altamente.

 

 A decoração, no entanto, era um tanto juvenil o que até fazia jûs ao público de jovens que presente por ali também estavam. Alguns provavelmente universitários aproveitando à noite de sexta-feira duramente.

 

 Aos fundos, um cara começou a me encarar demais e eu olhei nervosamente para os meus pés, na esperança de que ele perdesse o mísero interesse. Nada que tenha adiantado, pois parecia que nada impressionantemente ele acabou vindo em vertente a mim.

 

— Eae, gatinha? Eu estava te olhando de lá. Vamos lá para o meu carro, uh? — ele maliciosamente passou suas mãos por entre suas pernas, expressei uma carranca indicando nojo, realmente alguns não aprendiam. 

 

— Não, valeu. — Respondi seca.

 

— Não seja tímida. — Insistiu fazendo com que meus olhos até reviraram-se, passando o braço pelo meu ombro.

 

—  Eu disse não. E creio que minha resposta não irá mudar.  — Respondi o mais ríspida possível enquanto tirava sua mão nojenta do meu corpo.

 Ele me olhou com raiva e segurou meu pulso com força. Tentei me soltar, mas ele era bem mais forte. Olhei em volta buscando ajuda, só que parecia que ninguém via a cena que estava acontecendo.

 

— Você é surdo, Kai? Eu tenho certeza que ouvi um não da parte dela. — Um moreno que trajava roupas simples se aproximou, segurando delicadamente meu ombro impedindo qualquer ação do homem contrário.

 

— Que tal não se meter, hein? YoonGi — ele protestou, mas soltou meu pulso que estava um pouco vermelho.

 

— Vaza daqui antes que eu quebre sua cara.Tenha cuidado, meu paviu é curto quando se trata de você. — Avisou o chamado de Kai que saia de perto. — Você se machucou?

 

O olhei confusa, não por sua ação, mas talvez pelo mínimo de sua preocupação.

 

— Meu pulso só está um pouco vermelho, mas vai passar. Obrigada.

 

— Eu não deveria ter demorado tanto. Você não podia ter passado por isso. Faz um tempo que o Kai tem me causado muitos problemas — murmurou ainda incoerente, ele tocou levemente em meu ombro acariciando o mesmo como gesto de bondade. 

 

— Vamos apenas esquecer isso e falar do que interessa a ambos, tudo bem? Porque sabe, desse jeito eu vou embora sem tocar nada e pode apostar que eu vou ficar bem chateada se isso acontecer. — formei um longo bico em meus lábios o que fez YoonGi rir.

 

— Claro. Bom, como já resolvemos a questão do pagamento por mensagem, você já pode começar. Vem. — Ele começou a me guiar por entre as pessoas em direção a um pequeno palco. Tá legal, não era bem um palco, e sim uma pequena elevação, mas não me importava, o importante era o público.

 

 Eu subi e observei o branquelo sumir no meio da multidão. Tirei meu violão da capa atraindo a atenção de algumas pessoas e ajeitei o microfone para que ficasse corretamente a minha altura. Quando a música parou eu me apresentei antes de começar a tocar.

 

Era reconfortante tocar, agir com profissionalismo. Eu amava demonstrar meu talento. Era completamente prazeroso, como se houvesse outra de mim em meu interior e ela despertasse belamente assim que eu indicava uma paixão avassaladora, nada se compara a mistura de sensações que sinto no palco, diante de muitas ou poucas pessoas. Me sinto completa.

 

Acabei que toquei todas as músicas que preparei sem nem perceber o tempo passar. Desci do palco ao som de aplausos e com um grande sorriso no rosto. Aquele YoonGi se aproximou de mim parecendo satisfeito. Não mentiria, eu estava também.

 

— Uau, parabéns! — surpreso ele veio em minha direção aplaudindo suas mãos sem pudor. — Fiquei até estupefato pelo tamanho de gente que veio me questionar sobre ti, eles acabaram ficando interessados. — Sorri agradecida. — Nunca me senti tão bem em ouvir o cabeça oca do Taehyung, foi a única vez que me senti feliz com isso.

 

— Espera! Você é amigo do TaeTae? — indaguei surpresa.

 

— Claro! Desde o fundamental. Ele não contou? Esse bagre. — YoonGi riu divertido, cruzando seus braços enquanto ainda me fitava.

 

— Talvez ele tenha vergonha de você. — Brinquei e ele me olhou divertido.

 

— Vindo dele, eu não duvido de mais nada. — Ele respondeu, coloquei meus dedos para tampar minha risada e logo o olhei, entretanto, antes que a conversa desse continuidade uma mulher aproximou-se. Cabelos claro e roupas exageradamente pequenas, parou ao meu lado começando um diálogo com o branquelo.  

 

Como não queria atrapalhar, saí despercebida com a intenção de ir para casa, estava tarde e eu não estava com vontade alguma de ficar cansada ainda mais. Algumas pessoas me parabenizaram no caminho, atrasando minha saída. Quando já estava um pouco longe do lugar, alguém me chamou fazendo com que eu virasse para trás.

 

— S/n! — ele correu desesperadamente para me alcançar. — Eu sei que já lhe disse isso, mas você foi incrível. 

 

— Obrigada YoonGi... Mas você não precisava se dar o trabalho de…

 

— Calma, calma! Eu queria mais era te fazer uma proposta. — sobressaltei, arregalando os olhos minimamente. Ele parecia estar levemente nervoso, notava-se pelo lábio avermelhado levemente mordido. Fiz leves sinais com as mãos para que ele prosseguisse. — O que acha de tocar fixamente aqui? Tipo um trampo por uma boa grana. — O olhei receosa. Ele estava me oferecendo um emprego com apenas uma noite de "entrevista".

 

— Vou te falar a verdade, YoonGi. Eu não sei se isso aí seria uma boa. Responsabilidade e eu não somos compatíveis.

 

— Só pensa com carinho, ok? — Pediu e saiu apressado para apartar uma briga que estava rolando na frente do bar.


 

Suspirei voltando a caminhar. O rumo não era distante, mas ainda sim era o bastante para me fazer matutar a proposta recém feita, porém meu sono estava me atingindo fortemente e minha mente perambulava diante das ilusões que eu fazia… e sabe?  

 

Quem sabe eu aceite? Às vezes uma mudança é bom, não é?

 


Notas Finais


Obrigada por lerem!
Beijinhos <3


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