História Doces Encontros;; Sycaro - Capítulo 9


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Notas do Autor


bota na cabess que estilo naum eh marra
EaE mArquiN dJ, fAz o sAmPleY dE gUitArRa.

Capítulo 9 - Meu Mundo de Ponta Cabeça


Fanfic / Fanfiction Doces Encontros;; Sycaro - Capítulo 9 - Meu Mundo de Ponta Cabeça

Saiko, MeiaUm e Tawan estavam fazendo um pequeno passeio durante o intervalo, com Pac e Mike, Luba e T3ddy, Calango, Goularte, Pk e Guaxinim. Eles planejavam se reunir para jogar conversa fora, tirar o tédio e fumar. Então decidiram todos se encontrar atrás da escola em um belo jardim repleto de flores, e uma pequena fonte que jorrava água. Lá era tranquilo e tinha paz, era calmo e quase todos gostavam de ir para o jardim quando estavam de mal humor, ou entristecidos apenas para esfriar a cabeça naquele lindo lugar, que também era o preferido de MeiaUm e especialmente de Ycaro. Saiko foi o último a chegar pois estava fazendo... Um belo de um nada, só queria enrolar o passeio mesmo. Tawan e MeiaUm viram ele chegar na "multidão" com uma cara de cu, a cara mais feia que eles já tinham visto de Rodrigo, ele realmente não tá no clima, mas nem sabiam de sua reação de ir nesse passeio.

MeiaUm — Meu deus, mancho. Que cara é essa?

Saiko — É a sua cara de cu que eu tenho que aturar de vez em quando.

Tawan — Bixin tá brabo hoje, mas fica assim não, tu vai gostar do passeio.

MeiaUm — E valeu por enrolar a gente uns 10 minutos do passeio.

Saiko — De nada.

Luba — Oi gente, nós estamos fazendo esse passeio pra ter uma experiência diferente. Em rolês a gente só sabe encher a cara e terminar em desastres, não esperem grande coisa do passeio pois é só uma mini caminhada de 30 minutos.

Pk — Sério? Pensei que ia ter orgia.

Todos ficaram em silêncio e constrangidos pelo comentário estranho de Pk, só se passava na cabeça um "aí aí que vontade de morrer-"

Calango — Vou fingir que não ouvi essa merda.

Mike — Te oriente, moço.

Goularte — Podemos começar o passeio logo?

Pac — Era uma boa mesmo.

Todos riram bobos e começamos a caminhada pelo jardim, nós estávamos falando sobre edição de vídeo, sexualidade e a tal abençoada festa. Saiko estava detestando o passeio com todas as suas forças. MeiaUm e Tawan conseguiram se socializar mais até. Todos do grupo pararam em frente a um banco de madeira normal de praça, com arbustos repleto de rosas em volta, de diversas cores, nós paramos alí mesmo e ficamos, era chato ficar andando toda hora.

Guaxinim — Gente, eu tenho uns cigarros, vocês querem fumar?

Saiko — Por mim, tudo bem.

Guaxinim me estendeu um cigarro e acendeu o mesmo, alguns fumaram também e Tawan e MeiaUm me encararam um tanto "impressionados", pois não achavam que eu já tinha sentido o gosto de um cigarro.

MeiaUm — Ei, Rodrigo. Não sabia que tu fumava.

Tawan — Nem eu.

Saiko — E não fumo, só de vez em quando ou também quando estou completamente acabado por dentro, literalmente.

MeiaUm — ValamiDeus.

POV Narradora OFF

POV Saiko ON

Eu já tinha despachado o cigarro, e aquele maldito passeio não acabava, estava detestando estar naquele lugar. O que trás paz para uns dá raiva para outros. Sai do grupo e fui na direção de um pequeno lago que tinha no jardim, me sentei num tronco que havia lá e fiquei observando o lago com alguns peixes. Pensei para mim mesmo se estou sendo sentimental demais com tudo isso, nem eu estou me entendendo mais. Senti uma mão tocar no meu ombro e me dar uns tapinhas fracos, não me interessei de olhar quem era. Assim que ouvi a voz meio arrastada e ao mesmo tempo animada e reconheci que era Matheus, (Pk) querendo encher meu saco, trem chato da febre.

Pk — Tá tão sadboy ultimamente, Saikin.

Saiko — O que tu quer, Pk?

Pk — Nada não, só vim encher teu saco, e aliás, que merda foi aquela que aconteceu lá na festa?

Saiko — Não quero falar sobre.

Pk — Por quê não? Quero saber o que aconteceu no final.

Saiko — Mas não vai saber.

Pk — Pode deixar, eu pergunto pros garotos lá. Aquela loirinha lá, era tua ex, né? Ela é uma maluca. Sempre vi ela algumas vezes no intervalo, mas não parei pra ver que ela era insana assim. O Ycaro deve tá todo fudido, mas foi meio que mancada vocês terem quase se pegado na festa com tua ex lá, quem mandou ficar no mesmo ambiente que uma psicopata.

Saiko — Cala boca, Matheus. Você não sabe de nada, não queira bancar o certinho ou dar uma lição de moral, eu me arrependo muito dela ter sido minha ex e de ter deixado aquilo acontecer, isso tá me matando por dentro.

Pk — Mas eu estou apenas dizendo a verdade, não quero ser o certinho mas você foi otário, tu conheceu essa loirinha por onde? Em qual camada da Deep Web pra ter achado algo de bom nela?-

Eu já estava bastante irritado com tudo aquilo, agora o merda do Matheus dizendo aquilo foi o ápice da coisa, nervoso e no impulso me levantei do tronco e peguei Pk pelo seu pescoço e o joguei contra uma árvore que havia no jardim, e o encarei de maneira séria e disse gritando com ele:

Saiko — CALA BOCA MATHEUS! SEU MERDA, VOCÊ NÃO SABE DO QUE TÁ FALANDO E NÃO TÁ NA MINHA PELE PRA SABER COMO EU TÔ ME SENTINDO COM TUDO ISSO, SEU DESGRAÇADO!

Pk apertava minhas mãos num sinal para soltar o seu pescoço enquanto sorria sádico para mim, ele é realmente doente. Todos olharam para mim naquele estado assustados e Tawan parou do meu lado segurando um dos meus braços me encarando preocupado, MeiaUm, Luba e Guaxinim faziam o mesmo.

Tawan — Para, Saiko! Solta ele, tu vai matar ele asfixiado!

MeiaUm — Solta, Saiko! Olha a merda que tu tá prestes à piorar!

Eu soltei o pescoço de Matheus ainda um pouco nervoso, e me afastei dele. Ele estava tossindo e me olhando com um olhar perturbador, me segurei o suficiente para não ter socado ele em algum momento. Todos estavam o ajudando a levantar dali, exceto Calango e Pac, que estavam pasmos e me encarando assustados. Eu apenas sai dali correndo em passos rápidos, não queria mais ficar perto de ninguém. Abri a porta do pátio com força, trazendo olhares para mim e corri até o banheiro, me trancando lá. Coçei meus cabelos preocupado, e frustrado comigo mesmo, como pude fazer aquilo? Estou completamente fora de mim, desde quando tanto estresse começou a surgir para minha cabeça?

Eu soquei a porta do banheiro com força, descontando o que eu estava sentindo. Fui lavar meu rosto, me olhando no espelho do banheiro, vendo o rosto daquela horrível pessoa que havia me tornado, que era eu mesmo. Fiquei mais alguns minutos no banheiro preso nos meus pensamentos negativos, até que ouvi a porta ser batida e aberta lentamente. Eu ouvi uma voz familiar.

??? — Rodrigo? Você está ai?

Eu olhei em direção a porta, e era um rapaz de cabelos castanhos, quase loiros, de olhos claros e pele branca. Era Cellbit.

Saiko — Oi... Cellbit...

Cellbit — Eu ouvi uns rumores do que tu tinha feito agora a pouco, e não se preocupe, não tô aqui pra te julgar. Tô aqui pra te ajudar, Rodrigo.

Disse Cellbit, fechando a porta do banheiro e ficando na frente dela de braços cruzados.

Eu apenas fiquei encarando o nada, ouvindo ele falar:

Cellbit — Bem, primeiramente meus pêsames pelo que tu tá passando, deve ser muito sofrido ter uma pessoa que você ama daquele jeito por "sua" culpa, por mais que não seja. Rodrigo, pare de pensar assim, se você ficar dando muito de si assim, nada irá dar certo mesmo. Você não tem culpa de nada. O seu estado agora, tá horrível. Eu recomendo que você tire uns dias de folga da escola, ter tudo à sua volta te estressando não é nada fácil. Volte só quando já tiver com as coisas em seus lugares. Tudo bem?

Eu olhei para ele e dei um suspiro longo, ele estava certo. Não preciso estar fazendo tudo isso. Preciso apenas me desligar de tudo. Eu sorri para ele fraco, e o dei um abraço, ele retribuiu e nós conversamos civilizadamente. Ele era como um coordenador da sala, então ele podia ter essa liberdade de deixar alguns alunos terem essa tal folga.

Cellbit — Bom, tu já pode ir embora, fique bem e melhore. Se desligue das coisas ruins, apenas foque nas boas.

Saiko — Obrigado, Cellbit. Muito mesmo, e você está certo. Mas... Eu posso ter a folga mesmo depois de ter feito, aquilo?

Cellbit — Sim, porquê não foi culpa sua, ele estava te enchendo, então não conta.

Saiko — Valeu.

Cellbit — De nada, tu me deve uma.

Saiko — Claramente.

Eu saí do banheiro e fui ao meu armário, pegando minhas coisas e me direcionando para saída, estavam algumas pessoas me olhando, e outras nem ligaram. Isso era bom. Fui para a casa de a pé, sozinho, infelizmente não pude ir acompanhado de Tawan nem de MeiaUm. Abri a porta da minha casa, e despejei minhas coisas. Subi para meu quarto e fui tomar um banho, estava super cansado. Logo após o banho me vesti com minhas roupas de casa, e me deitei na minha cama. Fiquei encarando o teto do quarto até pegar no sono, e assim aconteceu, até que eu recebo uma ligação de...

Saiko — Ycaro??

Eu atendi o celular rapidamente e falo:

Alô?

"Eae doido!"

"Ycaro! Aí meu deus doido. Tu me ligando uma hora dessas, só pode ser um milagre na minha vida."

"Como assim, doido?!"

Disse Ycaro, em um tom divertido e risonho.

"Aconteceu algumas coisas e blá blá. Eu quero saber como você tá, você tá melhor? Não vejo a hora de te ver. As coisas ficam tão...

Menos complicadas..."

"Aww, bixin carente, sim eu tô melhor. Bem melhor por sinal, amanhã a gente já tá junto de novo, não se preocupa bobinho."

"Eu espero, porquê você só sabe virar meu mundo de ponta cabeça."

"Haha, sei. Para de gayzisse!"

"Não tô sendo gay, eu sô hétero man."

"Sei, comigo é o homem mais aviadado do mundo."

"Aí, cala boca Ycaro. Vai dormir."

"Boa noite pra você também, Saiko. Boa noite."

"Boa noite Ycarozinho."


Notas Finais


sinceramente não sei que rumo essa história vai chegar, socorro.

tÁ MUITO MERDAAAA, AAAA.


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