História Doces Prazeres - Jeon jungkook - Capítulo 19


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Notas do Autor


Irraaaaaa, penúltimo capítulo.

Como se sentem?
Manooooooo, essa é a primeira história que eu chego até o fim (primeira de muitas).
😭😭❤❤❤. Ahhh, eu vou sentir saudades.

Boa leitura 📖📖🌹🌹

Capítulo 19 - Capítulo - 19 "penúltimo"


Fanfic / Fanfiction Doces Prazeres - Jeon jungkook - Capítulo 19 - Capítulo - 19 "penúltimo"

Leiam as notas finais 🌹

Quero interação com meus leitores 😁💋


___do__de2019

___horas

S/N


O telefone vibrou no colo dela de novo. Ela olhou para o número e o silenciou.

- É ele de novo, não é? - sua mãe perguntou ao pegar a saída para o aeroporto O’Hare.

- Que diferença faz? - Ela havia terminado com ele, da mesma forma como tirava um curativo com uma só puxada. Sim, doía, mas a dor acabaria mais rápido do que se ela puxasse devagar.

- Talvez ele tenha algo para lhe dizer. - Ela olhou pela janela para as asas dos aviões alinhados nos terminais.

- Ele disse o suficiente para que eu percebesse que ele não é diferente de Brian.

- Bobagem. Nenhum filho de Jeon Sun-hee seria como aquele cretino arrogante. Ela os criou melhor, assim como eu criei você melhor do que isso. - s/n fechou os olhos e contou até dez antes que o seu temperamento saísse de controle e fizesse a sua mãe dar meia volta e voltar para o apartamento.

- Eu já lhe disse — eu só quero um pouco de espaço para decidir o que vou fazer agora.

- Não, você está fugindo dos seus problemas, e eu tenho vergonha de você.

- Mãe, por favor, só me deixe lidar com isso.

- Mas você não está lidando com nada. Você deveria estar no seu restaurante começando as reformas, não pegando um avião para choramingar com a minha prima na Itália. - s/n apertou as têmporas com os dedos.

- Não é tão simples. Para começar, o espaço não é mais meu. O meu contrato acaba hoje.

- É o que você acha. - Ela apontou para o telefone de s/n, desviando para a pista ao lado e sendo repreendida pela buzina de alguém.

- Talvez, isso seja o que o Jungkook está tentando lhe dizer a manhã inteira, mas você é pessimista demais para atender e ouvir o que ele tem a dizer.

- Não, a questão não é essa. - Ela respirou fundo, sabendo que a sua confissão provavelmente iria render um tapa na cabeça... e provavelmente faria a sua mãe sair da estrada em um acesso de raiva. - Eu desisti do espaço.

- O quê? - Os pneus traseiros do sedan 2010 da sua mãe cantaram, e o volante parecia um daqueles brinquedos de parque de diversões que giravam para a frente e para trás sem controle.

S/n se protegeu do painel e rezou para que chegasse até o terminal viva.

O carro se agitou de um lado para o outro até que a sua mãe encontrasse o centro da pista novamente. Seus lábios formaram uma linha fina, e as suas sobrancelhas eriçadas falavam mais duramente da sua decepção do que qualquer sermão poderia.

- Há alguma coisa que você não está me dizendo, não é?

- Sim, mãe.

- Você não está grávida, está? - O queixo de s/n caiu.

- Que tipo de acusação é essa?

- Por qual outra razão você desistiria do que mais ama se não soubesse que estava esperando um bebê? - A raiva no seu rosto transformou-se na possibilidade excitante de se tornar avó. - Por que eu não pensei nisso antes?

- Continue sonhando, mãe. Não há nenhum bebê. - Como confirmado pelo lembrete mensal de que ela havia desperdiçado mais um óvulo esta manhã. Alguém disse que confessar fazia bem para a alma, então, já que ela estava se abrindo com a mãe, ela continuou: - Alguém está ameaçando processar jungkook se ele renovar o meu contrato de aluguel.

- E você acha que ele não é homem o suficiente para defender você, é isso?

- Não, eu... - O que jungkook teria feito se o La Arietta não tivesse pegado fogo? Ele teria renovado o contrato dela e lidado com as consequências sem dizer nada a ela? Ele teria cedido à pressão? Ela olhou para o telefone, se perguntando se devia se dar ao trabalho de perguntar a ele. - Jules já está procurando outros imóveis para mim e, quando eu voltar, vou decidir sobre qual será o próximo passo para o La Arietta. - O carro parou ao lado da companhia aérea.

O olhar dela voou do telefone para o balcão de passagens e voltou. Ela fechou os olhos e pediu uma resposta. Em vez disso, tudo o que ela ouviu foi jungkook dizendo que ela podia se mudar para a casa dele e nunca ter que se preocupar com nada. Se ela acreditasse em sinais, esse estaria a alertando de que ele não sabia quem ela era de verdade. Ela desligou o telefone e o colocou na bolsa.

- Tchau, mãe. - Ela se inclinou para dar um abraço e um beijo rápido de despedida na mãe. - Eu ligo quando chegar na Carolina. - Sua mãe ficou sentada no banco do motorista, seus braços cruzados.

- A vida é sua, s/n. - O que significava que ela achava que s/n estava cometendo um grande erro.s/n saiu do carro e pegou a mala do banco de trás.

- Sim, a vida é minha e eu estou tomando a melhor decisão que posso no momento. - Seu peito doeu quando ela reconheceu que isto significava desistir de jungkook. - É o melhor para nós dois - ela sussurrou antes de bater a porta.

JUNGKOOK


- Boa tarde, querido. - A mãe dele se aproximou, cercando-o com uma nuvem de Chanel No. 5, e beijou a sua testa. - É bom ver você de novo. Como está o Jasper?

- Triste a semana toda. - Exatamente como eu. Ele esperou até que a mãe sentasse do lado oposto da mesa na pequena cafeteria francesa que ela adorava. - Eu vou levá-lo para casa esta noite.

- Muito obrigado por cuidar dele no último minuto. Você sabe como eu detesto ter que deixá-lo no canil.

- Você mima aquele cachorro mais do que mimou qualquer um de nós.

- É porque todos os meus garotos cresceram, foram embora e não me deram nenhum neto para preencher o vazio. - Jungkook resmungou internamente. Não esta história de novo. Em vez disso, ele pegou a pasta com o contrato de aluguel de s/n.

- Eu encontrei algo bem interessante enquanto você estava viajando. - A mãe dele pegou seus óculos de leitura da Kate Spade e leu o contrato superficialmente.

- Ah, isso. Eu estava me perguntando quando você iria se decidir. Você já contou a novidade para s/n?

- Vou contar, se conseguir entrar em contato com ela. - Ele pegou o contrato anterior e o folheou até a última página com a assinatura da sua mãe.

- Eu queria saber mais sobre a negociação que você fez com ela. - Ela tirou os óculos e tomou um gole do vinho que ele havia pedido para ela.

- Você sabe que eu e Rebecca somos boas amigas. Quando ela comentou no ano passado que a sua filha queria abrir um restaurante mas estava com dificuldades de encontrar um local, eu achei que seria interessante oferecer o espaço a ela. - Pequenos alarmes soaram na mente dele. A sua mãe raramente se envolvia nos negócios da família, a não ser que tivesse segundas intenções.

- Por um quarto do valor normal?

- Agora você está exagerando. - Ela apertou os olhos para ver a quantia do contrato original. - Sim, eu concordo que há um desconto, mas era um subcontrato. Eu achei que era um valor que ela podia pagar no início, e nós não estávamos ganhando nada desde que aquele clube quebrou o contrato conosco.

- Por que você não me perguntou sobre o assunto? - Ele cruzou os braços e focou o olhar nela.

Ela sorriu docemente, nem um pouco intimidada pela postura dele.

- jungkook, querido, você pode ter assumido os negócios depois que o seu pai morreu, mas eu ainda sou a dona legal. - Ela levantou a taça até os lábios, seu sorriso cada vez mais largo, Seu maxilar ficou tenso. Ele não tinha nenhuma resposta para aquele argumento.

- E se eu tivesse cancelado o contrato dela em favor do Schlittler?

- Eu teria intervindo e vetado a sua decisão. Afinal, eu sou a dona, e você é basicamente o meu administrador de imóveis. - A mãe dele havia passado tantos anos cuidando da família e fazendo o papel de socialite que ele havia se esquecido de que havia uma mulher verdadeiramente inteligente por trás do verniz, uma mulher que havia se formado como advogada e estava fazendo estágio em um dos escritórios de advocacia mais importantes de Chicago quando conheceu o pai dele.

Talvez fosse por isso que ele nunca conseguia ganhar uma discussão com ela.

O garçom interrompeu a conversa dos dois para anotar os pedidos. A sua mãe fez o dela sem sequer olhar para o menu, enquanto ele balbuciava que iria querer o prato do dia — um tipo de crepe com presunto e queijo. Ele realmente não se importava com o que comer. Nada daquilo se comparava com a comida de s/n.

Assim que o garçom foi embora, sua mãe tocou na pasta.

- Eu presumo que você vai renovar o contrato dela, afinal. O que o fez mudar de ideia? - A pergunta dela parecia inocente, mas o tom da sua voz combinado com a luz sagaz em seus olhos o atingiram como um soco no estômago. O último mês havia sido uma grande armação orquestrada pela sua mãe. Ele respirou fundo, prendeu a respiração até que a sua raiva diminuísse, e expirou lentamente antes de perguntar:

- Deixe-me adivinhar... você não a ganhou em um leilão de caridade.

- Eu não sei do que você está falando. - Sua mãe checou o próprio reflexo na colher, alisando o cabelo como se um daqueles fios meticulosamente penteados tivesse saído do lugar.

- Aquele jantar na casa do lago... você o organizou. - Ela não disse nada, mas o canto da sua boca se levantou levemente.

Ele fechou a mão em um pulso. - E eu imagino que s/n sabia de tudo também?

- Não, não, não. - Um olhar de pânico passou pelo rosto da sua mãe. - s/n foi tão inocente quanto você, querido. Rebecca e eu achamos que podíamos criar uma situação em que a filha dela seria apresentada a vários dos meus filhos e nós veríamos se surgiriam faíscas.

Faíscas era pouco. Era mais um incêndio de grandes proporções.

- E onde o aluguel dela se encaixa em tudo isso?

- Bem, eu estava esperando que, depois que você a conhecesse e provasse da culinária dela, você pensaria duas vezes antes de fechar o restaurante. - Ela largou a colher, empurrando-a até que ficasse perfeitamente alinhada com os outros talheres na mesa. - Mas quando eu vi a química entre vocês dois quando se conheceram, bem, eu...

- É meio difícil ter química com alguém puxando um cachorro enorme e peludo para longe dela. - Sua mãe escondeu o riso por trás da mão.

- Eu sabia que, se o Jasper a amasse, um dos meus garotos também a amaria. - Uma dor cresceu no seu peito, ficando cada vez mais intensa com cada batida do seu coração até forçá-lo a fechar os olhos. E quando fechou, ele viu o rosto de s/n depois de fazer amor com ela naquela última noite. Sim, a sua mãe estava certa. Um dos seus garotos havia se apaixonado por ela.

Ela o observava com a cabeça inclinada para o lado, uma sobrancelha arqueada como se estivesse esperando pela confissão dele quando abrisse os olhos.

- Eu odeio desapontar você, mamãe, mas não tenha grandes esperanças. S/n está se recusando a atender as minhas ligações no momento. - Os lábios dela se abriram e seus olhos se arregalaram.

- O que você fez?

- Por que você acha que eu fiz alguma coisa? - A dor no seu peito virou fogo. - Foi ela quem desapareceu na noite do incêndio e não falou comigo desde então, a não ser para me mandar um e-mail dizendo para ceder o espaço ao Schlittler. Eu não tenho ideia de onde ela está, o que está fazendo, como está lidando com a perda ou o que eu posso ter feito para fazê-la agir assim. Eu não tive nada, a não ser silêncio.

- Bem, as coisas não podem ficar assim. - Ela pegou seu telefone celular e digitou um número. - Olá, Rebecca, como você está? - Uma pausa, seguida por acenos da cabeça. - É engraçado você falar disso. Eu estou almoçando com jungkook agora mesmo. Ele está com muitas saudades de s/n. - O fato de ter que depender da mãe para conseguir as informações que ele precisava era irritante, mas se isso significasse que ele poderia encontrar s/n e conseguir algumas respostas, ele sofreria o pequeno momento de humilhação que perturbava a sua mente.

A conversa continuou por mais um minuto com mais sons de confirmação antes que a sua mãe pegasse uma caneta na bolsa.

- Ok, qual é o endereço? - Ela anotou algo na pasta e a devolveu para jungkook, com um sorriso triunfante no rosto.

Todas as palavras pareciam ser parte de um idioma estrangeiro, com exceção da última. Itália. - Oh, ele fez isso? - Sua mãe lhe lançou um olhar acusatório que ele não havia visto desde quando ela recebeu uma ligação do diretor da escola dele depois que ele organizou e executou um trote nos calouros. - Não, eu não vou dizer nada sobre isso. Ele é adulto o suficiente para entender isso sozinho.

Merda.

Sua mãe sabia de algo que tornaria a vida dele infinitamente mais fácil, e ela não iria contar a ele. Talvez, ele fosse capaz de fazê-la contar depois que ela desligasse o telefone.Claro que ela já sabia o que ele estava pensando e mudou de assunto. - Sabe, eu descobri uma nova estratégia que podemos usar da próxima vez que jogarmos com Judy e Karl.

Ah, claro, fale sobre bridge enquanto eu estou na beira da cadeira tentando descobrir o que você sabe. Obrigado, mãe.

Ela continuou a falar sobre saltos reversos e vantagens de trunfos até que o garçom colocou a salada na sua frente.

- Nós precisamos nos encontrar no fim desta semana e experimentar. Bom, o meu almoço chegou. Tenho que ir agora. - Ela pausou, ouvindo o que a mãe de s/n dizia, balançando a cabeça. - Não, não diga a ela. Ela é tão teimosa quanto jungkook, e nós já fizemos mais do que o suficiente. - Ela desligou o telefone e o colocou na bolsa. - Isto parece delicioso. - Nem tanto. A salada na frente dele permaneceu intocada.

- O que você descobriu, mãe?

- Exatamente o que eu mostrei a você. - Ela apontou para o endereço na pasta com o garfo. - Se você quer encontrar s/n, ela está lá.

- E a mãe dela disse alguma coisa sobre o porquê de s/n não retornar as minhas ligações e ter ido para a Itália? - A sua mãe parou de mastigar.Uma breve demonstração da sua luta interna passou pelo seu rosto, desde a piscada dos olhos até a dificuldade em engolir.

- Eu não quero interferir na sua vida pessoal.

- É tarde demais para isso. Foi você quem achou que seria uma ótima ideia dar uma de cupido. - Ele se inclinou para frente, seus cotovelos na mesa de uma forma que o faria ser repreendido quando pequeno. - Eu quero consertar as coisas com ela, e ajudaria saber contra o que eu estou lutando antes de pegar o próximo avião para a Itália.

- Então, você vai atrás dela? - Ele olhou para a pasta e depois para a mãe. O mais fácil seria deixá-la ir, reconhecer que os dois amavam as suas carreiras demais para ficarem realmente confortáveis um com o outro enquanto o restaurante dela ficasse no prédio dele. Mas não era isso que ele queria, não agora. E se isso significava ir até ela de joelhos e implorar por perdão por qualquer coisa que ele tenha feito inconscientemente, ele faria isso.

- Sim. - Sua mãe quase pulou de alegria por alguns segundos antes de ficar séria.

- A s/n lhe contou sobre quando ela foi à Itália pela primeira vez há quatro anos?

- Ela disse que o seu noivo a traiu, e ela queria começar do zero.- Ele se esforçou para entender o que aquilo tinha a ver com eles. - Eu não fiz isso.

- Eu sei que não, mas você precisa entender que s/n é muito orgulhosa e muito determinada em não ficar na posição de depender de alguém. Ela se esforçou tanto para ter o restaurante que ficaria perdida se fosse forçada a desistir dele.

- E eu não quero que ela desista dele. Eu até autorizei que as reformas fossem feitas para que ele ficasse exatamente como era antes do incêndio.

- Então, talvez, você precise dizer isso a ela - Ela empurrou a  pasta na direção dele. - Eu devo pedir ao Bates para comprar a sua passagem enquanto você faz as malas? - Ele guardou a pasta com os contratos na sua maleta, antes de fazer uma anotação mental para ir até o prédio e tirar fotos das reformas até o momento.

- Parece uma boa ideia.

- Excelente. Agora, eu preciso da sua ajuda para lidar com o hoseok. - Sua mãe começou uma nova conversa sobre como ela estava preocupada com o seu irmão, mas ele mal ouviu. Seus pensamentos estavam ocupados com a chef de olhos verdes do outro lado do mundo.

Amanhã, naquela mesma hora, ele estaria na Itália.

E, com alguma sorte, teria s/n nos braços novamente.

CONTINUA...   


Notas Finais


Ahhhhhhh, eai?
Comentem leitores fantasmas por favor, eu quero o penúltimo e último capítulo cheio de comentários..

OQUE VOCÊS ACHAM QUE VAI ACONTECER?.
⏬⏬
(A). Jungkook vai para Itália, mais a s/n não vai "perdoar" ele.
⏫⏬
(B). Vai acontecer algo grave com jungkook ou s/n.
⏫⏬
(C). Jungkook vai para a Itália e vai se declarar para a mesma e os dois irão dizer que se amam.
⏫⏫⏬
QUAL DESSAS OPÇÕES VOCÊS ACHAM QUE VAI SE REALIZAR?
DEIXEM NOS COMENTÁRIOS. 🌹💋💋


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