História Doçura de Beta - Capítulo 15


Escrita por:

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jaehyun, Johnny, Jungwoo, Lucas, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Alcateia, Jaeyong, Johnten, Luwoo, Myodesigners, Yuwin
Visualizações 1.096
Palavras 3.422
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores!!!
sentiram saudades??? eu tava morrendo de saudades de vocês aaaaaa
o capítulo de hoje tá quentinho, acabou de ficar pronto


boa leitura meus nenis

Capítulo 15 - QUINZE: O Seu Delicioso Cheiro


Doçura de Beta

Cap. 15: O Seu Delicioso Cheiro

A M A R O

 

 

Mal colocara seus pés em terra firme e já sentia a fisgada de alguém o puxando pela gola da camisa, a expressão vista em Jongin não era nada boa, mas antes que pudesse raciocinar o motivo de estar sendo empurrado daquela forma, o mais velho o soltou, virando as costas para ele enquanto aparentava estar em busca de se manter calmo. Nunca o vira agir dessa forma e tudo acontecia tão rápido que sequer conseguia acompanhar.

— Não sabe o quanto eu esperei por isso. — ouvira a voz, mas antes que pudesse raciocinar o que estava acontecendo, fora atirado no chão sem nenhuma piedade — A raiva que eu acumulei dentro de mim por todo esse tempo, se tivesse demora mais um pouco, eu mesmo atravessaria o oceano para te buscar.

Young Ho estava ao chão, não tivera tempo para se erguer, pois o corpo do alfa mais velho já estava sobre o seu. O primeiro soco foi suficiente para deixa-lo tonto, em seguida do segundo e do terceiro, o Zhang sequer conseguia ter tempo para erguer as mãos.

— Tio, por favor... — tentara, mas era perca de tempo tentar discutir com Jongin naquele estado, o Kim desferiu mais um soco em seu rosto, o sangue espirrou por sua roupa — Só me diz o que tá... acontecendo?

Mas o pior de tudo era que Jongin estava alterado demais para dizer qualquer coisa naquele instante, ele só queria arrancar toda a pele de Young Ho fora. Puxou o rapaz pela camisa o colocando de pé, só para em seguia o derrubar novamente e o arrastar sobre os finos flocos de neve que se formavam pelo chão. Era enforcado pela gola da camisa e a puxava com os dedos para que não apertasse tão forte o seu pescoço.

— Tio, por favor... — implorou pela segundo vez.

Jongin mais uma vez sentou-se sobre sua barriga enquanto esmurrava seu rosto com toda a força que sua raiva transmitia.

— Você merece uma boa surra pelo que fez. — o alfa Kim finalmente começara a falar — Você desonrou a minha família, desonrou meu filho.

— Tio, sobre isso. — tentou falar, mas foi impedido por mais um soco próximo à boca.

Young Ho se dera conta de que era o errado da história e por mais que tentasse se defender, ele não tentava revidar. Nem adiantaria, nada parava a fúria de um pai que teve um filho desonrado.

Depois de bater o quanto queria, Jongin ficou de pé ao lado do corpo de Young Ho, em seguida lhe estendeu uma mão para que se levantasse.

— Levante e lá falar com meu filho. — ele disse sério.

O mais novo mal conseguia se mover, seu rosto sangrava e tudo doía.

— Lave o rosto primeiro.

— Tio. — o chamou com a voz baixa. — Me perdoe pelo que fiz. — pediu.

Jongin se agachou ao seu lado.

— Quem tem que te perdoar não sou eu.

A princípio o mais novo não havia entendido, mas mesmo assim se ergueu do chão com dificuldades, mal podendo ficar de pé. Ficou parado onde estava vendo Jongin se afastar aos poucos. Tinha pouca ideia do que estava acontecendo, a única coisa que sabia agora era que seu corpo doía por demais e que precisava parar o sangramento em seu supercílio.

Yuta parou ao seu lado, vendo o irmão naquele estado, porém permanecendo calmo.

— Eu sabia que uma hora isso iria acontecer. — e ainda veio a soltar uma risadinha — Nem tente se fazer de vítima, eu disse que isso ia acabar assim.

— Nem pra ficar do meu lado você serve.

— Vem, vamos pra casa pra você se limpar.

 

 

 

[... Doçura de Beta...]

 

 

 

Quando os olhos de Lucas avistaram a imagem de Jungwoo parado no meio de toda aquela multidão de pessoas, seu sorriso se abriu por completo, ele mal acreditava no que estava vendo. As coisas entre eles estavam finalmente evoluindo, em vista de que YukHei não esperava que o beta fosse espera-lo chegar.

Desceu do barco o mais rápido que conseguiu, passando por todos sem se importar ao esbarrar em alguém, ele só queria abraçar seu beta e mais nada, estava louco para sentir o cheiro bom que havia em seus cabelos e sentir a maciez de sua pele branquinha.

— Estava quase morrendo de tantas saudades. — o disse, assim que seus braços rodearam o corpo menor — Contava os minutos para voltar.

— Você sempre tão exagerado. — o mais novo sorriu no meio do abraço, se afastando um pouco do outro.

— Confessa que também estava com saudades. — sussurrou em seu ouvido, arrancando um arrepio na nuca do menor.

— Não confesso nada. — Jungwoo se fez de forte, cruzando seus braços na frente do corpo. Encarou o rosto do mais alto por alguns segundos, fazendo seu sorriso aumentar até se transformar em uma risadinha — Não fica me olhando assim, Lucas.

— Então confessa.

O Oh ainda se fez de desentendido, olhando para o lado por alguns segundos.

— Tudo bem, eu confesso que senti falta... do seu abraço. — soltou, mas ainda sem olhar para o alfa.

— E de que mais?

— Do seu cheiro.

— E o que mais?

— Da sua voz. — respondeu, mas o alfa continuou esperando que ele dissesse mais alguma coisa — E dos seus beijos.

Finalmente ele ouviu o que queria, sorrindo enquanto o segurava pela cintura e o trazia para mais perto aos poucos, ainda estava sorrindo quando aquele beijo começou, com dois selinhos que diziam que ambos queriam mais, até se iniciar o beijo de verdade, onde a língua mais rápida do Wu escorreu para dentro da boca do menor e ambos vieram a competir por espaço.

As mãos se apertavam sem se importar com as pessoas que passaram ali por perto e os viam assim, entre um beijo e outro, os dois sorriam como dois bobos, a paixão sempre a crescer mais no peito.

— Você precisa descansar, Lucas. — o mais novo ditou — Seus músculos estão tensos pelo cansaço.

— Eu tenho muita coisa pra fazer ainda, não posso descansar agora, Jungwoo. — respondeu, se afastando um pouco mais do menor, precisava ‘terminar’ seu reencontro e voltar ao trabalho logo, as caixas não iriam descer do barco sozinhas.

— De jeito nenhum, deixe isso aos seus subordinados. — a expressão do beta era brava, ele não queria ter que discutir aquilo, descansar era o melhor para o seu alfa — Você pode dar uma fugidinha e descansar, Lucas. Eu vou com você pra sua cabana te fazer companhia e alguma coisa bem gostosa pra você comer, deve estar faminto depois de dias comendo qualquer coisa por aí, eu tenho certeza de que não se faz comida descente nesses barcos.

Se deixassem, Jungwoo passaria a manhã inteira dando uma lista completa de motivos para Lucas ir para casa descansar. Mas o alfa gostava daquilo, gostava de ver seu beta cuidando dele, sendo presente na vida dele, aquilo deixava o coração do Wu aquecido, sentindo que Jungwoo era seu agora, na mesma intensidade que Lucas também o pertencia.

— Tudo bem, tudo bem, eu também acho que mereço um descanso. — se deu por vencido — Vamos.

Jungwoo entrelaçou seus dedos aos dele, caminhando ao seu lado de forma satisfeita. É claro que Yifan viu aquilo, mas não quis interferir, mesmo que Lucas ainda tivesse muito trabalho, seu pai era sabedor de seus sentimentos e resolvera não interferir naquele momento.

O beta ainda não conhecia a cabana do Wu, mas como o esperado da cabana de um alfa solteiro, tudo era meio mal arrumado, como se houvesse sido colocado de qualquer jeito, mas ainda com esforço para fazer direito. Era nessas horas que Jungwoo jurava para si mesmo de que quando tivesse filhos alfas os ensinaria a como limpar uma casa e como deixar as coisas no lugar.

O alfa passou por tudo indo para o quarto, sendo seguido pelo menor. Jogou-se na cama deixando o corpo relaxar, só era preciso isso para tudo começar a doer.

— Tinha razão, eu estou morto. — confessou.

Jungwoo se sentou ao seu lado timidamente.

— Eu vou preparar algo bem gostoso pra você comer.

— Tá bom.

Jungwoo foi para a cozinha o deixando sozinho. A cozinha era outro ambiente que necessitava urgentemente de uma boa arrumação, tiraria um dia para deixar a casa de Lucas mais organizada, afinal, agora ele não era mais um alfa solteiro, ele tinha alguém para ajuda-lo a se virar. O alfa morava sozinho há pouco tempo, ainda não se adaptara a essa vida nova e tinha muito o que aprender com seu amado.

Não demorou muito para se situar, mexendo em algumas panelas em busca de fazer um bom cozido, por sorte havia carne em bom estado que podia utilizar. Deixou tudo no fogo e voltou para ver como Lucas estava.

— Está quase pronto. — o disse, sentando-se próximo à ele — Está com fome, não está?

— Estou faminto.

— Essa vida no mar é tão perigosa, eu fico com o coração na mão quando você vai. — confessou, deixando escapar uma carinha de tristeza.

Lucas segurou sua mão.

— Sabe que eu fico até feliz em ouvir isso.

— Como pode ficar feliz com a minha preocupação? — o menor bateu em seu peito, indignado.

O Wu segurou seus pulsos para que ele parasse.

— Sabe o que essa preocupação significa?

— O que?

— Que você gosta de mim.

O mais velho alisou o rosto do beta, que permanecia em silêncio e de olhos fechados. Aproximou seus rostos até poder tocar sua boca e o beijar novamente, já sentia saudades daquele beijo, do gosto único daquela boca e da forma tímida como Jungwoo o deixava guiar a situação. Quando se separaram, o beta sorria.

— Claro que gosto de você, Lucas, se não gostasse eu não estaria aqui. — o respondeu.

— Eu sou louco por você, completamente louco.

— Disso eu tenho certeza. — o menor riu — A maior certeza da minha vida. — selou seus lábios aos dele rapidamente, e por mais que Lucas clamasse por mais um beijo, ele teve de se afastar — Tenho algo pra te pedir.

— Pode me pedir o que quiser.

— Venha à minha casa conhecer os meus pais, eu quero que eles conheçam você. — o disse — Quer dizer, eu comentei sobre nós com o Appa Lu Han, mas o Appa Sehun ainda não sabe de nada.

Um frio na barriga veio para Lucas, era um passo e tanto a ser dado, mas isso não significava que ele não iria ficar nervoso com a ideia de conhecer seus futuros sogros. Engoliu à seco, não queria dar a impressão de estar com medo para Jungwoo, ele nunca havia demonstrado nervosismo ou medo com nada.

— Tudo bem, só me diz o dia e eu apareço por lá.

Jungwoo abriu um enorme sorriso.

— Obrigada, Lucas, eu tenho certeza de que eles vão gostar muito de você!

 

 

 

[... Doçura de Beta ...]

 

 

 

 

— Ai Omma, devagar! — Young Ho reclamara pela vigésima vez, enquanto Junmyeon terminava de limpar suas feridas — Isso dói.

— Eu sei que dói. — eles respondeu — E é pra doer mesmo, quem mandou você mexer com o filho dos outros. — dizia enquanto lhe desferia um tapa na cabeça — E vai doer mais ainda quando o seu pai souber disso.

— Ele não precisa saber.

Junmyeon ainda bateu na cabeça do filho mais uma vez.

Yuta estava em seu canto, em uma típica pose de irmão mais novo vendo o mais velho sofrer, algo que sentia saudades de ver desde que Young Ho foi embora. Ouviu um barulho e olhou pela janela, encontrando a imagem de SiCheng caminhando pelo quintal sozinho.

— Eu preciso fazer uma coisa, volto logo. — disse, mas seu omma estava tão entretido em brigar com Young Ho que sequer o ouviu.

Andou até o quintal, encontrando SiCheng sentadinho em uma pedra, apenas sentindo o sol fraco bater em seu rosto. Ficou na frente dele, fazendo sombra e não demorou muito até o menor sentir a falta do sol e abrir os olhos tentando entender o que aconteceu.

— Ah, oi Yuta. — o disse.

O ômega estava diferente, mas pra falar a verdade quem estava diferente era o próprio Zhang, que agora não conseguia mais encarar o menor da mesma maneira. Via SiCheng com outros olhos agora, ele ficara mais bonito, sua voz estava mais sensual e o seu jeito de agir o deixava mais quente. Yuta havia parado de enxergar SiCheng como seu irmãozinho e agora conseguia o enxergar como o ômega que ele era.

— Seu omma vai notar se você demorar?

— Eu disse que tomaria sol um pouco, por quê?

— Vem comigo.

SiCheng foi pela curiosidade de saber o que Yuta queria com ele. Passou pelo quintal até chegar aos fundos do celeiro, onde havia uma cama. SiCheng não conhecia aquela parte do celeiro e agora não entendia exatamente o motivo de Yuta o estar levando para lá.

— Você ainda quer trepar comigo, Cheng? — perguntou, pegando o ômega completamente de surpresa.

À principio o menor continuou engasgado com a perguntando, tentando de alguma forma digeri-la.

— Que brincadeira é essa, Yuta?

O mais velho segurou sua mão, o virando para ele. Passou a mão por seu pescoço o trazendo para perto. O menor não teve nenhuma reação, era como se esperasse por ele. Sentia seu corpo ficando quente enquanto ambos aproximavam seus rostos. Yuta parou à um mero centímetro, quase tocando em seu nariz.

— Esse pode ser o nosso segredo, Cheng.

— Você disse que ainda não era o momento. — respondeu-o.

— Vai ser o momento quando você disser que é.

O menor não titubeou por nenhum momento, rompendo o espaço que havia entre seus rostos e colando seus lábios com os lábios do mais alto. Sua boca de abriu sem nenhum medo, sendo guiado em sua inexperiência. A boca pequena do Wu era tão saborosa, era um pecado enorme ter deixado tanto tempo passar sem experimenta-la, se culpava por ter sido tão cego por tanto tempo.

Rompeu espaço entre eles, empurrando o pequeno ômega para a cama. SiCheng o admirava enquanto o mesmo tirava a camisa e lhe dava a visão conhecida de seu abdômen muito bem trabalho pelo tempo. Permanecia com os olhos grudados nele o tempo todo. O alfa se jogou por cima de seu corpo, voltando a beija-lo enquanto descia suas mãos pelo corpo alheio.

Abriu seu vestido revelando a beleza de sua nudez, o corpo perfeito que parecia ter sido esculpido pelos deuses, sua boca salivava só de imaginar o que faria com ele, ali, sem ninguém saber.

Passou sua mão por sobre o mamilo direito do menor, ouvindo um gemidinho baixo escapar de seus lábios, sorriu ao ouvir aquilo, passava a mão de um lado para o outro fazendo o ômega arfar baixo e tímido, estava adorando arrancar aquela sensação do outro. Os lábios do alfa rodearam o mamilo esquerdo e até então sem atenção do menor, arrancando um gemido mais alto do mesmo, continuou a chupa-lo enquanto o mesmo vinha a arquear as costas pelas sensações que lhe eram arrancadas.

— Ah Yuta... — suspirou — Uh... ah. — o mais alto puxou o restante de suas roupas para baixo, as removendo completamente de seu corpo e arrancando em baixo gritinho de susto vindo do menor, que tentou se cobrir quando percebeu que estava completamente nu.

— Não tenha vergonha. — o outro disse, tirando suas mãos do meio e as segurando enquanto voltava a beijar a boca pequena e rosada do ômega.

Continuou a descer suas mãos pelo corpo alheio, sentindo o volume que havia entre as pernas do mesmo, rodeou sua mão pelo pênis do menor o acariciando, só foi preciso este movimento para arrancar um gemido mais alto se SiCheng, que veio a escapar entre um beijo e outro. Precisava manter a boca do mesmo sempre ocupada, em vista de que qualquer barulho poderia ser escutado nas casas e o que eles menos precisavam naquele momento era de alguém para atrapalhar o que tanto demorou para acontecer.

— Isso é bom, Yuta. — soltou — Muito bom.

— Eu posso te dar uma sensação ainda melhor. — ele disse, enquanto descia na direção dos quadris do menor. Dobrou suas pernas e as manteve um pouco abertas, a essa hora o ômega já estava completamente vermelho de vergonha e mal aguentava olhar para o que Yuta fazia.

Beijou a cabeça do membro do mais novo fazendo um estalinho com a boca, SiCheng soltou um gritinho surpreso com aquilo. Mas o melhor ainda viria, quando o mais alto abriu a boca e deixou o pequeno membro do ômega escorrer para dentro. SiCheng ficou tão surpreso com a sensação que sentiu que colocou as duas mãos na boca para não gritar alto.

Permanecia com as mãos na boca enquanto era chupado pelo mais velho, que revelava ter uma grande experiencia nisso. E ele tinha mesmo, o que dizer para negar? Yuta já havia estado com vários, mas aparentemente nenhum deles chegava aos pés do cheiro maravilhoso que a lubrificação de SiCheng tinha. Morangos. Era perfeito sentir aquele aroma maravilhoso enquanto subia e descia sua boca pelo membro alheio.

— Yu... — deixou que um baixo gemido escapasse por entre os dedos, sua testa começava a ficar suada pela troca de calores que ali acontecia.

Rodeou seu dedo pela pequena entradinha que havia logo baixo, sentindo a lubrificação escorrer por seus dedos, o impregnando com aquele cheiro incrível. Forçou um pouco e pela quantidade não foi difícil que um de seus dedos escorresse para dentro dele, fazendo com que SiCheng se assustasse e se afastasse rapidamente.

— O que houve? — perguntou ao notar o ômega tão assustado.

— Isso me deu um choque. — respondeu com a voz um pouco chorosa, ele aparentemente havia ficado muito assustado com a fisgada que sentiu no baixo ventre.

— Isso não é um choque, Cheng, eu garanto que você vai gostar.

O alfa ficou de pé para poder tirar sua calça, enquanto o menor se encolhia na cama pela vergonha que ainda sentia de ficar nu na frente do outro. Precisava confessar, estava um pouco arrependido de ter começado aquilo de uma hora para outra, mas não queria desistir, afinal, não sabia por quanto tempo Yuta iria ceder ao que queria.

Ele queria Yuta mais que tudo, mas isso não significava que todas as vergonhas de uma primeira vez iriam sumir.

— Está mais calmo? — o indagou, vendo SiCheng assentir com a cabeça — Só olhe para os meus olhos, nada mais.

SiCheng o obedeceu, encarando os olhos do alfa e apenas isto. Yuta pegou suas mãos e as colocou ao redor de seu pescoço, piscando pra ele com um sorrisinho de lado. Beijou sua boca no momento em que começou a penetrá-lo, tentava o manter calmo, mas à medida que entrava, ele buscava se soltar de sua boca, com um grito desesperado na garganta, até conseguir.

— Não... tira! — pediu quase aos prantos, tentando de alguma forma se afastar do alfa.

— Ei, ei! — tentou chamar sua atenção — Fica calmo, meu pequeno, vai ficar tudo bem, só dói um pouquinho no começo, depois passa.

— Mas tá doendo muito, Yu.

Yuta alisou seus cabelos, fazendo um “xiiii” com os lábios na tentativa de fazer com que ele se acalmasse, SiCheng estava ao ponto de chorar com a dor aguda que sentia ao ter o alfa dentro dele. Mas o Zhang não saiu, o mantendo parado enquanto esperava que SiCheng ficasse mais confortável com aquilo.

— Quando não doer tanto, você começa a se mexer, tudo bem?

O menor assentiu com a cabeça de forma lenta.

Não demorou muito até que SiCheng se mexesse um pouco, indo um pouco para cima e depois para baixo, mas apenas alguns centímetros. Voltou a colocar suas mãos ao redor da nuca do Zhang continuando com seus pequenos movimentos até que o alfa começasse a se movimentar também.

— Assim é bom, Yu. — soltou, quanto algum ponto foi atingido dentro dele.

O alfa continuou com suas estocadas mais lentas dentro do ômega, que abria suas pernas para o receber. SiCheng já estava completamente entregue para ele, sem se importar com o barulho que faziam, o que era perigoso para ambos estando tão próximos de suas casas.

Yuta o virou de costas, abrindo suas nádegas enquanto enfiava-se lá dentro mais uma vez, continuando com os movimentos de vai e vem por mais alguns minutos. Puxou o corpo do menor para cima, o fazendo dobrar os joelhos e ficar de quatro sobre a cama, enrolou sua mão nos cabelos do mesmo, os puxando para trás com pouca força.

— Yuta... ah.

SiCheng veio a gozar sem o auxilio de mãos, se derretendo completamente sobre a cama pequena onde os dois mal cabiam. Não demorou muito para que Yuta também chegasse ao seu limite e saísse de dentro do menor rapidamente, se despejando ao seu lado.

 


Notas Finais


nossa que lemon mais bosta
risca e inverte

até segunda meus amores
ah e estamos na metade eita


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...