História Does this love have validity? - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 23
Palavras 1.051
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), LGBT, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OLAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, ta parei..
Gente como seis tão? Eu to bem,
Foi mal a demora mais eu to terminando o meu segundo bimestre e tá acabando de terminar as provas do SATÃ e provável que eu vou postar muitos capítulos...
(Desculpe pelos erros de português to escrevendo no celular agora)

Capítulo 8 - Não subestime uma feminista


~dias depois~

pov touka

esta anoite, quase demanhã estou vagando para qualquer lugar que não seja minha casa, ou algo ou alguém que me fassa mal.

olho pro lado e vejo que o sol já está nascendo, começo a andar mais rápido, mais estou ouvindo sons de pegadas que não são minhas, está indo mais rápido.

- touka! touka. ~ sentia alguém me balançando mais a única coisa que via era branco ~ ei, acorde, sou eu! nicoly.

depois de um tempo pude ouvir sua voz, era nicoly, olho para os lados e vejo que estava em um hospital.

- onde estou? e por que estou aqui? ~ digo abrindo os olhos aos poucos com um serto ódio pela luz forte.

- você está no hospital de washington.

- como vim parar aqui?

- ~ suspiro longo e pesado ~ você não se lembra?

- ahm, não.

tento levantar mais sinto meus braços doendo, dou um gritinho baixo, mais infelizmente minha missão de tentar bancar a durona, não deu serto.

- você foi encontrada por polícias nessa cidade, bem destante da nossa por sinal, ~ olho pra ela com cara de quem não quer ouvir história ~ eles te acharam te levaram ao hospital por estar em condições orriveis, você estava desmaiada, sem resultados para acordar esse ano.

sua cara se desmancha em um completo desespero.

- quantos dias eu fiquei dormindo? ~ a olho com um olhar de medo.

- você dormiu por treze dias, e você perdeu sua aula de música uns dez dias, ou mais.

- alguém sabe oque aconteceu comigo? tipo, me viu andando até algum lugar e ter acidentalmente caído em uma casca de banana e ter ficado em coma por treze dias? - digo tentando fazer algo engraçado, mais de novo sem resultados para a minha missão.

- não, ninguém viu você, depois que você ficou em coma, os médicos entraram em contato com a minha mãe, que por sorte trabalha aqui, ela me ligou, e eu vim pra cá. ~ seus olhos brilhavam, e cada vez eu ficava mais perto dela, e cada vez mais...

turutum turu turuturum ~ som do despertador.

- HAAHHAHAAHHA, PORCARIA.

e mais um dia de faculdade que eu teria que fazer! inferno.

e como sempre eu me levanto da minha cama confortável e quentinha, para levar a Ana para a creche, que sinceramente eu na minha opinião minha filha não precisa ir, sabe por quê? simples, ela não se encaixa com as outras crianças, e ela também não gosta de ir porque diz que as crianças de lá são muito burras, as vesez eu fico com vontade de rir quando ela diz isso, até porque eu acho que ela é um Albert Einstein da vida.

Elá vou eu passar sufoco para acordar ela.

- Vida, Vida. ~ balanço ela, até ela acordar.

sinceramente deveriam banir as escolas e creches que tem que ir demanhã, é a maior tristeza.

{...}

Tchau filha! ~ dou um tchau pra ela dá porta da sala dela.

Ando até o meu carro, destravo ele e entro dentro, coloco na primeira música que é Love To da habits.

Passo pelas ruas extremamente caladas e sem ninguém, olhando para os lados até ouvir uma buzina, olho para a direita para ver quem é que está buzinando, e...

- ah não, tá de zuera com a minha cara só pode! ~ tiro o sinto.

- oque você está fazendo nessa cidade, Lysanna? ~ pergunto saindo do carro e fechando a porta.

- ... ~ sou respondida com um dedo do meio. (obs: Lysanna não tinha saído do carro, ela mandou o dedo do meio dentro do carro dela).

- mais que audácia! a mamãe não te ensinou educação não? ~ pergunto já querendo estourar no meio da rua.

- se você acha que eu vim aqui só pra ver a tua cara, você tá muito enganada! Eu vim aqui pra fazer faculdade e ver a minha sobrinha. ~ diz ela dando a ré no carro.

to vendo que vou ter muitos problemas se não voltar a ir no psicólogo.

POV Lysanna

- que droga, no meu primeiro dia de volta a cidade, encontro justo minha irmã, bom, vejamos pelo lado bom, éééé não tem lado bom em encontrar ela novamente.

TURU TURU TURU TURUM <---- Telefone.

pego meu celular e atendo.

Eu - hello.

Nicoly - olha elaaaaaaaaaa! ta parei.

Eu - fale logo. ~digo virando o volante.

Nicoly - bom, você vai ter que colocar gasolina no meu carro antes de vir pra casa.

Eu - por quê?

Nicoly - porque hoje a gente vai sair, surpresa.

Eu - tá bom, até depois.

Nicoly - Até.

ela desliga o telefone.

vou no posto mais perto, paro o carro e olho...

- Bom dia, senhor. ~ digo estacionando no posto onde sentava um senhor.

- Bom dia senhorita.

- 50 reais, aditivada por favor. ~ entrego a ele o dinheiro.

espero um tempo e vejo um casal brigando no beco, eu coloco o carro quase no final do posto, entro lá

dentro e fico ouvindo os berros do homem com a sua suposta "mulher".

- quem disse que você podia ir fora de casa?! ~ diz ele.

- me desculpa, eu não saio pra fora, pra ver a luz des da infância. ~ diz ela já caindo no choro.

olho mais pra ela e sinto uma vontade imensa de dar um soco no cara.

- não enteressa, eu já disse lugar de ~ não consigo ouvir oque ele disse porque passou um caminhão ao lado ~ é em casa!

Mais um machista pra minha coleção de babacas, chego um pouco mais perto, abro um chiclete.

- m-me desculpe! Não foi minha intenção ofender a você querido...

- não me chame de querido, sua prostituta! ~ ele gospe tudo isso na cara dela.

quando ele levantou a mão pra bater nela eu seguro a mão dele.

- sem machismo perto de mim meu "querido". ~ chuto sua barriga ~ vem!

puxo a mão dela até o meu carro, destravo o carro e entro dentro dele, saio dali, e estaciono na frente de uma padaria que já está fechada faz três anos.

olho pra ela e vejo que ela está bem assustada, vejo suas mãos e braços e ela estava bem machucada.

- você está bem? quer uma água quer, que eu ligue pra Polícia? ~ digo assustando ela mais ainda ~ oh, desculpe minha preocupação, por que ele estava reclamando com você?

- ele é meu namorado, ele ficou com raiva porque eu fui festa da minha amiga.

- ah, e qual é seu nome? 


Notas Finais


https://www.instagram.com/family_friends_s2/?hl=pt-br me sigam no insta, vou avisar quando saíra cap. novos das fanfics bjs


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