História Dois Caras Numa Moto - Capítulo 2


Escrita por: e sadfoxx

Postado
Categorias Mamamoo
Personagens Hwasa, Moonbyul, Solar
Tags Brasil, Brasil!au, Moomoo, Moomooproject, Moomooprojectdebut, Solar
Visualizações 130
Palavras 1.752
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, FemmeSlash, LGBT, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, baseado em fatos reais e completamente autoexplicativo.

boa leitura a todxs =)

Capítulo 2 - Extra I: Mana, abaixa que é tiro!


Era sexta numa quase véspera de dia dos pais, após uma semana agitada e Solar fora convidada por seus colegas da geografia e da história(estes que, a essa altura, já estavam quase se formando) para um sarau de boas-vindas aos calouros de psicologia de sua universidade, como era um evento aberto, todos os cursos poderiam comparecer e, obviamente, qualquer universitário que se prese só precisa de uma oportunidade pra poder encher a cara. De início ela relutou, tinha que dar aula de tarde e, claro, ficava muito longe.

Entretanto, aparentemente tudo conspirou para que a professorinha fosse pro tal sarau da psicologia.

A aula acabara cedo, depois de adiantar os tempos, um dos seus colegas havia faltado e teria de substituí-lo, por isso conseguiu sair da escola antes das 17h, o que lhe dera tempo de voltar para casa, tomar um banho e seguir até a universidade, já que o tal do sarau só começaria às 19h.

Com tempo de sobra, chegara até o complexo da universidade, se dirigindo logo até o bloco de psicologia após descer do ônibus, com vodca e catuaba escondida dentro da bolsa. Haviam vários alunos ali, esperando pelo início dos shows ao cair da tarde, cruzou com antigos conhecidos, tem muita gente alternativa nesses cursos de humanas, até encontrar seus amigos num lugar mais afastado do palco improvisado, onde poderiam beber mais despreocupados. Papo vai, papo vem e estavam todos bêbados, uma mistura de catuaba, vodca, refrigerante e vinho barato, deixando todos animados enquanto cantavam as músicas bem alto e dançavam nos variados ritmos.

Mal vendo a hora passar, e nenhum dos seus amigos viu, todos marcaram de ir juntos às 21h, até aí tudo bem. Só que deu 22h30 e nenhum deles lembrava que tinham horário para voltar, só parando a pequena social quando toda a bebida, cigarro e droga tinha acabado. Sério, todos entraram no ônibus com destino ao centro, para então rumarem suas respectivas casas. Conversaram e, sim, gritavam alto dentro do transporte, nem um pouco ligando para a cara feia que a cobradora mal-humorada fazia para os bêbados. E, pra piorar a situação, alguém ligou uma caixinha de som numa playlist de Funk.

Pronto, agora as pocs iam perder a dignidade no transporte público.

E foi isso, façamos um exercício de imaginação? Pois bem, imaginem três poc rebolando e fazendo pole dance nos apoios, conseguiu? Agora, imagine três lésbicas se comendo nos assentos do final do ônibus, num beijo triplo lascivo. Ainda parece normal? Agora, tente visualizar Kim Youngsun discutindo, completamente bêbada, o local de fala de um esquerdomacho, branco, hetero e burguês, gritando um “o que disse, machista?” a cada 5 minutos. Ok, agora tente ver uma gay dando em cima de dois padrãozinho.

Aquele grupo era cheio de gente perdida.

E sim, Beakhyun, Sehun e Xiumin rebolavam e faziam pole dance nos apoios do ônibus ao som de Anitta. Sim, Irene, Seulgi e Wendy se comiam loucamente no fundo, tentando esconder e pouco ligando os olhares indiscretos dos outros passageiros. Solar, coitada, estava rodeada de calouros, Joy e Yeri, rindo do sofrimento alheio com o choque de realidade que a universidade traz para a vida de uma pessoa. E, sim também, Chanyeol paquerava dois pradrãozinhos da engenharia na maior cara de pau, com direito a passar a mão nada discretamente pelos ombros dos rapazes.

Ao enfim desembarcarem no centro, se despediram, Chanyeol morava por aquela região num ap alugava com mais dois amigos, por isso ia de pé. Wenseulrene moravam juntas na zona leste, mas pegavam ônibus junto com Beakhyun e Xiumin. Sehun deu chá de sumiço, pegou carona com macho, certeza. Assim só restaram Joy, Yeri e Solar na parada de ônibus.

- Eu tô falando, ele não parava de olhar pra você – Yeri exclamava parcialmente exaltada, falando alto devido ao álcool. – Aquele maldito do Sungjae me paga.

- De onde saiu essa crise de ciúmes? – Solar se meteu no meio das divagações, perguntando para Joy.

- As vezes ela dá uma dessas – A morena alta explicou.

- Então vocês estão mesmo ficando sério? – A loirinha questionou divertida, elas formavam um casal engraçado.

- Sim e não... – Pensou um pouco antes de responder. – Yeri é uma mulher complicada.

- Eu sou o que? – A jovem de cabelos curtos lhe lançou um olhar mortal.

- Uma mulher complicada.

- Repete, Park Sooyoung, se você presa por sua vida!

Solar ficou ali, no meio da DR. De novo. Até pensou em comprar uma pipoquinha daquelas de praça, mas algo lhe chamou a atenção.

Qual a probabilidade de um Corsa preto e velho, andando em baixa velocidade na outra quadra despertar a desconfiança em Solar? Estava distraída e bêbada, só aproveitando a sensação de se sentir plena e alegre, olhando para o carro, viajando na famigerada maionese, este que era seguido de longe por uma viatura da polícia.

Até aí tudo bem, certo? Errado!

- Amiga, vai ter tiro! – Joy alertou percebendo a atitude suspeita dos carinhas, puxando a professora e a quase namorada para longe do carro.

E, caralho, foi muito rápido. Em questão de segundos o Corsa estacionou no meio fio, seguido pelo carro da polícia, que parou logo atrás. Cara, o motorista abriu a porta e sacou o revólver prateado mirando no vidro da viatura. A parada de ônibus, que estava lotada, inteira se abaixou com o som do primeiro tiro.

Claro que, para a sorte ou azar, as três amigas estavam bem longe, se escondendo atrás de uma barraquinha que vendia bananinha frita.

- Mano, que porra é essa? – Solar estava chocada, os quatro bandidos saíram do veículo e começaram a atirar. – Ei cara vem cá, se esconde aqui! – Chamou por um estudante assustado qualquer.

- Você está louca, querida? VAI QUE ELE É BANDIDO TAMBÉM, SOLAR! – Yeri exclamou, ameaçando bater no cara, achando a amiga ingênua.

A troca de tiros foi intensa até os quatro assaltantes perceberem que estavam em desvantagem e tentaram fugir. Com medo de serem reféns, o trio e o novo amigo subiu os degraus da escadaria da praça para se abrigar, encontrando nada mais, nada menos, que um grupo de maconheiros comentando sobre a confusão ali em baixo, completamente alheios ao perigo que corriam, fumando um beck de boas. Os grupo de garotas e o recém aceito estudante de enfermagem se esconderam ali.

- Eai, vocês querem? – Um dos carinhas ofereceu o baseado de boas, ninguém aceitou.

E, sério? Tudo seguia normal(?), os bandidos atiravam, a polícia atirava, o povo se escondia, até elas notarem uma presença solitária sentada na parada de ônibus, em meio ao fogo cruzado, uma senhorinha de pernas cruzadas balançava as pernas ouvindo os hinos da Damares com uma bolsinha de 1, 99 na mão, esperando o ônibus que ia pro final da zona leste. E, cara, tudo ficou mais bizarro ainda quando o estudante de enfermagem abriu a boca pela segunda vez naquela noite:

- Meu deus, vocês viram aquele cara da arma prata? ELE É UM GATO!

As três se entreolharam, confusas. Que tipo de fetiche estranho era aquele? E tudo não podia ficar mais bizarro certo? Errado de novo, vocês bem sabem que sempre fica mais estranho!

- Imagina ele apontando aquela arma na minha cara? – O cara, que se chamava Chen, completou e as amigas não evitaram de rir, os maconheiros também riram, mas estes nem sabiam o motivo.

O grupo de atiradores saiu avenida a cima, seguidos por uma viatura e mais um monte de policiais. De relance, Solar pode ver que três dos quatro caras foram presos e estavam deitados no chão sob a mira dos PMs, enquanto o ultimo deles(o cara da arma prateada) saiu em disparada entrando no cemitério que ficava a três quadras e uma ladeira de distância.

- Joy, como sabia que ia ter tiro? – A quase namorada lhe questionou.

- Eu já te falei que meu irmão era traficante? – Os três olharam para a morena e todos os maconheiros soltaram risinhos. – Amiga, eu sou movida pela força da paranoia.

- Faz sentido.

Com os ânimos mais calmos, ou quase, mais e mais viaturas passaram a chegar, automaticamente os maconheiros apagaram o beck dizendo um “deu ruim” e saindo discretamente pelo outro lado da praça. Acabou que o cara da enfermagem entrou no primeiro ônibus para casa, se despediu e trocaram números, ele era gente boa. As três se aproximaram da confusão para saber de notícias. Aparentemente, eram detentos do presídio que saíram em benefício e iam fazer um arrastão.

Até aí tudo mais do que normal? Tudo havia se acalmado e estava de boa, até que, de um Corolla prateado bem polido, saiu um engomadinho com uma camisa, ridícula, diga-se de passagem, com a estampa “BOLSONARO 2018”. Mano, sério, esse povo não tem mais o que fazer? O cara começou a puxar o saco dos PMs, estes que apenas o ignorava completamente, até revirando os olhos e, mesmo assim, o cara chamado Siwon não se tocava.

- Alguém dá biscoito pra esse menino? Ele tá precisando – A senhorinha com a bolsinha rosa bem gay disse revirando os olhos, de olho nos próximos ônibus.

- Ei, a senhora tá bem? – Solar perguntou, a senhorinha apenas lhe olhou como se estivesse muito ocupada. – Ficou aí parada no tiroteio todo, pensei que tivesse infartado e endureceu no lugar.

- Minha filha... – A senhorinha começou, despreocupada. – Eu moro no morro, tu acha mesmo que eu nunca vi isso?

- Loucura... – Disse viajando, aquela sim era uma velhinha ícone. – Cuidado quando for voltar pra casa, dona!

- É melhor você ter cuidado, mocinha.

Assustada, Solar entendeu o recado que a tiazinha ícone não queria papo. Esperou o seu próprio ônibus com Joy e Yeri, a mais nova estava tremendo levemente de nervoso e foi por isso que Solar acompanhou as dongsaengs, mas todas riram muito no caminho pra casa.

Aquele havia sido o segundo final de noite mais inusitado da vida da professora de Geografia.


[...]


[00h12] Seulgay – Oi, gente, tudo bom? Chegaram vivos?

[00h12] Seulgay – Vlh hoje foi muito foda

[00h15] Orelhudo – Estou ótima, pleníssima depois de um banho

[00h45] Wendy – Quando vamos de novo?

[00h46] Wendy – Foi só dedo no cu e gritaria.

[01h32] Solar – Joyri e eu enfrentamos um tiroteio, mas passamos bem.

[01h33] Baechu – COMO ASSIM????

[01H33] Baechu – Vocês tão bem??

[01h35] Sehun – CARALHO MANO KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

[01h35] Sehun – Rindo de nervoso

[01h38] Solar – Amiga foi top, a gnt fez amizade com uns maconheiro gente boa.

[01h42] Joysus – Estamos vivas

[01h43] Evil Maknae – Mano hoje foi louco

[01h43] Solar – Manas vocês perderam.



Notas Finais


É ISTO MEUS AMORES! Esse foi o causo dos meus amigos que insipirou o início desse ícone de fic

aqui a notícia:
https://www.google.com.br/amp/s/g1.globo.com/google/amp/g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/em-saida-temporaria-de-dia-das-maes-detentos-trocam-tiros-com-pm-em-porto-velho.ghtml

manas de Porto Velho me add pra gnt ir no Bené


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