História Dois corações e um destino - Capítulo 30


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Categorias Yu-Gi-Oh!
Personagens Faraó Atem, Joey Wheeler (Katsuya Jonouchi), Marik Ishtar, Personagens Originais, Ryo Bakura, Seto Kaiba, Téa Gardner (Anzu Mazaki), Tristan Taylor (Hiroto Honda), Yugi Muto
Tags Ardentshipping, Atem&yuugi, Aweshipping, Blindshipping, Drama, Honda&shizuka, Jounouchi&nuru, Mahaado&isis, Mizushipping, Romance, Shinkan Seto&kisara, Universo Alternativo, Yu-gi-oh!
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Palavras 3.026
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yukiko insiste...

Yuugi acaba...

Seto decide...

Atemu surpreende Yukiko quando...

Capítulo 30 - Os termos de uma proposta


Fanfic / Fanfiction Dois corações e um destino - Capítulo 30 - Os termos de uma proposta

Yukiko consegue quebrar as correntes que prendiam o seu focinho, surpreendendo todos e quando ia lançar o seu ataque no Faraó, os Shinkans se põe em posição defensiva.

Então, surge um choque violento que percorre o seu corpo, fazendo-a gritar de dor e se contorcer em agonia, sabendo que era a punição da coleira por ter se libertado, sendo que Atemu exclama, ocultando o seu desespero em um tom de voz firme, pois Yuugi, que estava abraçado a ela, havia sofrido o choque como efeito colateral, o fazendo gritar de dor:

- Cesse!

A descarga elétrica cessa, fazendo a albina sorver goles de ar, enquanto os seus músculos se recuperavam da punição, com Yuugi a abraçando ainda mais, enquanto solvia golpes de ar, sentindo dores intensas em seu corpo.

Mesmo sentindo dores intensas, o jovem continuava afagando-a como podia, usando movimentos gentis, sendo que o Faraó notou o forte vinculo entre ambos, pois o jovem devia saber da punição e mesmo sabendo que acabaria atingido como consequência, não a soltou.

- Você sabia que sofreria junto dela. Por que não a soltou?

O Faraó pergunta, embora desconfiasse da resposta, enquanto que desejava que não fosse porque a amava, além do sentimento de amizade, sendo que havia ficado surpreso com a sua linha de pensamento e a possessão que sentia pelo menor.

- Ela é minha amiga, assim como a Kisara-chan. Elas são a minha família, principalmente a Yukiko-chan. Por eles, eu sou capaz de dar a minha vida, sem pestanejar.

O jovem continuava falando sem emoção, pelo menos, aparentemente, pois Atemu notou que ele demonstrava emoção em sua voz quando se referia a Kisara e Yukiko.

Então, de repente, quando a albina ergue o focinho, rosnando em pura fúria, tendo se recuperado da punição automática por ter conseguido libertar as suas mandíbulas, a albina afasta o seu amigo dela para não ser punido novamente, enquanto se amaldiçoava por não tê-lo afastado do seu corpo, sendo que sentia uma dor e culpa indescritível ao ver o sofrimento que Yuugi passou por estar segurando ela no momento que libertou a sua boca das restrições.

Percebendo que a dragoa estava começando a se erguer para lutar novamente, Seto avança rapidamente em Yuugi, sendo um movimento inesperado para a albina, que não consegue impedi-lo de arrancá-lo de perto dela, se afastando da mesma, enquanto o prendia em uma chave de braço, apontando ao mesmo tempo, a ponta afiada do seu Sennen Shakujou contra o pescoço do jovem.

- Yuugi-kun! – a albina exclama aterrorizada, para depois rosnar – Seu bastardo! Solte o Yuugi-kun!

- Se tentar atacar o Faraó, novamente, agora que está sem mordaça, já sabe o que vai acontecer. Estamos entendidos? – ele simula uma face série e determinada, sendo que era apenas um engodo para fazê-la obedecer ao seu soberano sem precisar recorrer à punição.

Afinal, foi esse o plano que ele criou e que comunicou a Atemu, após ter a aprovação dele, sendo que esta encenação era um recurso que somente iriam usar se ela não aceitasse os termos e tentasse lutar, novamente, contra eles.

Como a ameaça não era verdadeira, tanto ele, quanto o Faraó, teriam que ter uma interpretação impecável para convencê-la de que eles iriam cumprir com a ameaça.

As garras das patas dela se retraem no piso de arenito, fazendo alguns sulcos, conforme tentava controlar a fúria intensa que a tomava, pois era plenamente ciente de que não havia nada que pudesse fazer para salvar o seu amigo do homem que o retinho e o ameaçava com um objeto dourado que possuía uma ponta afiada.

Afinal, ainda se encontrava com o corpo imobilizado e embora as correntes douradas demonstrassem trincas em sua superfície, permitindo que se libertasse se forçasse as correntes, havia o fato imutável de que o seu amigo se encontrava demasiadamente longe e com uma ameaça constante em seu pescoço.

Portanto, mesmo que ela conseguisse se libertar das restrições em seu corpo, era plenamente ciente de que não teria tempo hábil para evitar um ferimento fatal.

Yukiko exclama em um tom de voz repleto de fúria, enquanto olhava para o monarca daquele império:

- Não acredito que matará um inocente! Ademais, ele não reagiu! Eu sou a única que está reagindo!

Atemu endurece as suas feições, exibindo uma feição de implacável autoridade e orbes carmesins que demonstravam a seriedade de suas palavras, enquanto os estreitava, fazendo uma inclinação questionadora de sua cabeça, para depois falar em um tom de voz barítono profundo, duro e cortante, sem demonstrar qualquer sinal de clemência ou piedade, decidindo demonstrar a seriedade de suas palavras e ações, embora fosse tudo um engodo para fazer a dragoa a sua frente acreditar que ele seria capaz de matar um inocente, algo era incapaz de fazer, ainda mais aquele que amava com toda a força do seu coração, tendo que lutar ferozmente contra o seu desejo de tirá-lo do seu primo e de segurá-lo em seus braços para protegê-lo do mundo, com toda a força do seu amor:

- Eu sou o surgimento e a colocação do Sol. Eu detenho o poder absoluto, dado pelos próprios Deuses. Minha vontade é lei e o meu julgamento é divino, Ele é apenas um escravo, uma propriedade que eu posso me desfazer, se assim desejar. Inclusive, sabia que posso torturá-lo até a morte com aquele choque? – ela sente arrepios ao se recordar da punição da coleira, passando a temer o que aconteceria ao Yuugi – Você parecer ser bem resistente, mas os seus amigos não são resistentes. Esse escravo suportaria o mesmo? Por acaso, ainda duvida da seriedade das minhas ações?

Yukiko olha atentamente para ele, vendo a dureza das palavras, enquanto que não conseguia encontrar qualquer hesitação em sua voz e semblante.

Inclusive, nunca havia visto tal postura na sua frente, com o mesmo exalando todo o poder e a autoridade que detinha, sendo que os olhos gélidos não demonstravam qualquer hesitação, enquanto exibia um semblante que demonstrava todo o seu poder e autoridade. Por mais que detestasse admitir, sabia que estava de mãos atadas. O homem a sua frente, embora ela duvidasse que fosse apenas um homem, conforme o conhecia naquele instante, estava falando sério, fazendo-a temer pelo seu amigo, sendo que ela não conseguiria viver se algo acontecesse a ele por sua culpa e ao olhar para o homem que detinha o seu amigo em seus braços, o ameaçando com a ponta afiada do estranho objeto mágico dourado em forma de cajado curto, percebeu que ele detinha o mesmo tipo de olhar em seus olhos gélidos, fazendo-a acreditar, piamente, que eles iriam cumprir com a ameaça.

Suspirando profundamente, enquanto suprimia o seu rosnado de fúria e exasperação, a albina abaixa a cabeça em submissão, sabendo que a oferta dele era a sua única tábua de salvação para ela, Yuugi e Kisara.

Portanto, a seu ver, devia aguentar a batalha e aproveitar essa chance que era ofertada, passando a olhar com hesitação para o Faraó, pois temia ter perdido essa chance com a sua conduta anterior.

Atemu havia percebido em seu semblante, conduta e olhar derrotado que havia ganhado aquele embate e que ela havia acreditado piamente em seu engodo e o do seu primo.

Porém, o monarca sabia que mesmo ganhando aquele embate, era apenas uma luta e ele precisava vencer a batalha, decidindo que iria se aproveitar do fato de sua adversária ter cedido para pressioná-la ainda mais, pois desejava a rendição completa.

Afinal, precisava garantir a segurança de todos aqueles que se encontravam sobre sua responsabilidade, fosse de forma direta ou indireta.

Além disso, o outro motivo de desejar arduamente que ela se sujeitasse as suas ordens foi para que não precisasse usar a punição da coleira nela, novamente, pois era algo horrível, a seu ver e ele não queria ficar aplicando essa punição quando a dragoa recusasse a cumprir alguma ordem. No final, os seus atos eram para não fazê-la sofrer com o objeto em seu pescoço e que não podia tirar, pois precisava proteger o seu povo da fúria de um dragão. Como Faraó, era o seu dever garantir isso.

Ademais, mesmo não desejando usar a coleira nela, se ela se provasse uma ameaça, usaria sem hesitar.

Porém, desejava arduamente evitar o seu uso o máximo possível.

Então, mantendo a sua postura, olhar e voz, ocultando os seus verdadeiros sentimentos, ele pergunta em um tom autoritário e igualmente duro:

- Você ainda dúvida?

Então, ela responde com humildade em sua voz, embora estivesse tomada pela fúria, por dentro:

- Não, mestre. – ela fala a palavra “mestre” de forma forçada e apesar de detestar usava essa palavra, havia usado para agradá-lo, pois a proposta dele havia se tornado a única salvação dela e dos seus amigos.

- Irei repetir a oferta. Você aceita os termos? Irá cumprir com a sua parte? Juro em nome dos Deuses e em meu próprio nome como Deus Sol, que cumprirei com a minha parte caso eu perca, o que não irá acontecer, acredite. – ele fala com uma voz e postura extremamente autoconfiante que a deixa estarrecida, pois ele era um autêntico poço de confiança inabalável.

A albina cerra as mandíbulas, suprimindo o rosnado que havia se formado em sua garganta ao mesmo tempo em que tentava suprimir a fúria que a tomava por ser plenamente ciente que não tinha escolha por desejar libertar Yuugi e Kisara. De fato, a proposta do Faraó era demasiadamente interessante para ignorar, embora estivesse preocupada se conseguiria derrotar os três monstros mais poderosos dele em virtude da autoconfiança extrema que demonstrava em sua postura e voz.

Então, decidindo espanar esse pensamento da sua mente, pois não podia se permitir duvidar de si mesma, ela pergunta em um tom de voz respeitoso:

- Como sabe que eu não derrotarei os seus três monstros, mestre?

- Eu acredito que irá derrotar dois deles, mas não passará pelo terceiro. – ele fala, exibindo uma confiança inabalável em sua voz e postura, deixando a albina estarrecida.

A autoconfiança do homem a sua frente era como uma fortaleza sólida e instransponível que se refletia em seu olhar, não restando à mínima dúvida em sua convicção de que ela perderia para o terceiro monstro, fazendo com que Yukiko ficasse chocada ao ponto da sua mandíbula cair, demonstrando a fileira de caninos afiados e alvos que podiam rasgar, facilmente, o aço.

A dragoa se refaz e depois de olhar para Yuugi e Kisara, sendo que havia ficado feliz por ter colocado uma de suas pulseiras no punho do jovem, sem que tivessem visto, usando os seus poderes, ela pergunta, arqueando o cenho:

- E se seu perder essa aposta?

- Com licença, meu Faraó – Seto fala, chamando a atenção do seu primo - Eu gostaria de uma pequena audiência. Mahaado, você pode isolar a nossa voz, de modo que só possamos ouvir uns aos outros?

Mahaaado arqueia o cenho com o pedido, mas consente, enquanto que o Faraó fazia um sinal para os outros Shinkan, Rishidi, Shimon e Diiva se reunirem em volta dele.

Após fazer a sua magia para isolar a voz deles, permitindo que somente eles e o Faraó ouvissem um ao outro, Atemu fala de forma autoritária, demonstrando a sua preocupação com o aperto de Seto sobre Yuugi, enquanto lutava fortemente contra o desejo de tomar aquele que amava em seus braços para protegê-lo:

- Afrouxe um pouco. Ele não parece disposto a se rebelar e não quero vê-lo asfixiado.

- Eu peço desculpas, meu Faraó. Vou aliviar um pouco o aperto. Como ele se mexeu antes, achei que iria se debater para ir até aquela dragoa. – ele fala em um tom de desculpa.

- Então, o que deseja com essa audiência, shinkan Seto?

- Meu Faraó, qual o plano do senhor quando ela perder? O que exigirá em troca?

Atemu inspira profundamente e fala:

- Mahaado irá reforçar a coleira dela, pois tenho que proteger o meu povo. Não posso deixa-la sem uma restrição. Ela é demasiadamente poderosa e eu percebi que ela é jovem, ainda. Imagine o seu poder quando ficar mais velha. Portanto, para nos precavermos, a dragoa terá que obedecer as minhas ordens de forma irrestrita, se submetendo a mim, sendo que irei permitir que Yuugi a veja, junto de Kisara.

O portador do Sennengan fica surpreso ao ouvir o plano do seu sobrinho e pergunta de forma hesitante:

- Vai permitir que eles a vejam, meu Faraó?

- Você ousa questionar o seu Deus, Shinkan Akhenaden? – ele pergunta, inclinando a cabeça levemente em um tom de superioridade, enquanto estreitava os olhos.

- Não! De maneira alguma, meu Faraó, Deus Sol do Egito. Apenas fiquei surpreso com essa parte, considerando o caos que ela causou.

- Devo mostrar a minha autoridade divina, implacável e inquestionável, mas, ao mesmo tempo, se eu demonstrar clemência, permitindo que ela e os seus amigos possam se reunir, posso reduzir a sua revolta. Separá-los, apenas fara aumentar o seu ódio e amargura. Ademais, eles possuem um vínculo forte, principalmente ela e Yuugi. Mesmo em relação à Kisara, a dragoa demonstra que a considera como uma amiga querida. Ao mesmo tempo em que exijo submissão, vou demonstrar clemência ao permitir que se encontrem. Isso irá confundi-la e aos poucos, aceitará a sua condição com menos resistência. Não acredito que o poder da coleira irá contê-la conforme ela envelhece. Eu tenho que pensar no futuro e não apenas no presente. Não pretendo despertar o ódio extremo de um ser como o poder dela.

“Ademais, quero fazer o Yuugi feliz. Se eu privá-lo de vê-la, aquelas belas gemas preciosas ficarem imersas em lágrimas e dor. Tudo o que eu desejo é ver aquelas pedras preciosas brilharem de pura felicidade, como brilhavam em meus sonhos.” – ele completa em pensamento, saindo do mesmo com a voz do seu tio, que o faz estreitar levemente os olhos ao olhar para o mesmo.

- O senhor é o Faraó. Pode ter tudo o que desejar e tomar à submissão a força, sem precisar demonstrar clemência. Tem a coleira para detê-la e fazê-la se sujeitar as suas ordens. Se o objeto começar a demonstrar fraqueza em contê-la eficazmente, faremos todos os magos da corte reforçarem a magia do objeto para impedir que essa besta se liberte em algum momento do futuro.

- Um escravo sem ódio nos olhos é melhor do que um escravo com ódio no olhar. De fato, sou o soberano e o mais poderoso de todo o Egito, além de temos essa coleira mágica para obriga-la a me obedecer através da punição. Porém, se eu seguir o caminho da punição para fazê-la obedecer as minhas ordens, corro o risco de quebra-la se usar toda a capacidade de punição do objeto, sendo que possuirei duas opções em minhas mãos, caso eu enverede no caminho da punição. Ou terei em mãos um ser poderoso com o mais puro ódio no olhar ou terei um ser quebrado. Ambas as hipóteses são indesejadas.

“Ademais, Yuugi nunca me perdoaria se eu ferisse aquela dragoa. Ele é muito ligado a ela e senão me engano, eu pude ver um olhar maternal em seus olhos, como se ela visse Yuugi como um filho querido.” – ele pensa consigo mesmo.

- “Quebrá-la”? Ela parece ser bem resistente, meu Faraó. Ela não é uma humana, depois de tudo e por mais que seja inteligente, é uma besta. Ademais, mesmo que a quebre, teremos o poder dela para tornar o império ainda mais poderoso. Não consigo enxergar qual o problema de a quebrarmos. Inclusive, a meu ver, seria altamente benéfico ao império.

Atemu suspira discretamente e fala, olhando atentamente para Akhenaden, enquanto perguntava:

- Uma espada cega consegue cortar algo?

O shinkan arregala os olhos e nega lentamente com a cabeça, enquanto exibia confusão em seu semblante.

- Eu estou pensando no futuro quando precisarmos do poder dela. Não quero ter uma espada cega em minhas mãos e não pretendo arriscar a perda dessa lâmina afiadíssima e igualmente poderosa, pois se eu perder o seu corte, perderei o seu poder total. Portanto, devo preservar essa lâmina bem afiada, mas ao meu serviço, visando manter o Egito cada vez maior e mais seguro para o meu povo. – ele fala em uma voz barítono profunda e em um tom que não aceitava contestação.

Akhenaden decide desistir da luta, pois precisava fazer o papel de shinkan leal e obediente. Portanto, se curva levemente, falando de forma humilde:

- Perdoe-me por não compreender a sabedoria dos Deuses, ò Deus sol.

Atemu faz um gesto de confirmação com a cabeça e depois pergunta, mantendo um semblante neutro:

- Deseja falar algo mais?

- Não, meu Faraó. Perdoe a minha transgressão por não compreender a sabedoria dos Deuses.

Ele consente, sendo que Seto se aproxima do seu primo e fala de forma respeitosa:

- Poderia adicionar nos termos da derrota dela, que ela o chame de Mestre. Se o povo presenciar o Deus deles governando um ser tão poderoso e que é real, não sendo um Ka, irá provocar admiração, além de servir como um recado a qualquer um que ouse atentar contra o vosso império. Inclusive, poderia haver uma demonstração pública do seu domínio e do poder dela, tanto para o povo, quanto para os estrangeiros. Será algo que servirá para calar a mente de qualquer um que esteja almejando a destruição desse glorioso império.

Atemu reflete sobre as palavras do seu primo e depois, olha para Shimon, que fala:

- É uma ideia excelente, meu Faraó. A demonstração do poder do senhor. Ou seja, o próprio poder dos Deuses contra um ser que possui o nível de um Deus, vindo além dessas terras e que se sujeitou ao senhor, podendo ser considerado um símbolo da superioridade do Império egípcio perante os estrangeiros. Afinal, ela não é do Egito.

Ele reflete sobre as palavras de seu Conselheiro Real e olha para Mahaado, que comenta:

- Também acho um bom complemento, meu Faraó, pois mostrará a submissão pública ao senhor, não apenas por ações, mas por reverência.

Os outros shinkan consentem, sendo que Atemu pergunta a Shinkan Isis:

- O que o Sennen Tauku, mostrou sobre o futuro da dragoa em relação ao império?


Notas Finais


Yo!

Quero agradecer aos comentários de: cidafernandes, AmyMutoHalacti e Jess2018.


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