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História Dois corações e uma história - Capítulo 11


Escrita por: MoniqueBagatini

Notas do Autor


Hola mis amores, como vocês estão? Espero que bem! Perdoem-me pelo abandono, porém não tenho tido muito tempo, e a criatividade tá quase acabando. Eu achei uma foto da Najwa realmente assim, ia colocar na foto de capa para que vocês vissem de onde surgiu a inspiração, mas fiquei com medo que me banissem do Spirit. Não, não foi coisa da minha cabeça, e vou tentar deixar aqui o link de onde achei para que vocês vejam.
E espero que gostem do capítulo de hoje, boa leitura e fiquem com Deus.


Link da foto -> https://www.instagram.com/p/CQi87UoBJNY/?utm_source=ig_web_copy_link

Capítulo 11 - A foto da discórdia


 

 

Na manhã seguinte Álvaro acordou com um belo torcicolo devido a posição nada confortável que havia dormido, sua cabeça estava latejando e custou muito para que ele tivesse uma reação rápida. Foi então que se lembrou do que tinha acontecido na noite anterior, sentiu-se muito idiota por ter feito tal papelão e por ter dormido na porta do apartamento de Itziar. Meu Deus, o que iriam pensar? Ele só conseguia rezar para que nenhum dos moradores daquele condomínio tivesse tido a brilhante ideia de fotografá-lo enquanto dormia profundamente e muito desajeitado, e pior seria se soubessem o real motivo, e a quem pertencia aquele apartamento. Olhou no relógio e viu que eram sete e meia da manhã e que Itzi provavelmente ainda estaria em casa, tentou bater à porta e chama-la sem sucesso, pois ela continuava ignorando deliberadamente a presença de Álvaro, e foi quando ele finalmente se deu por vencido e chamou um táxi até o Hanói, onde havia deixado seu carro. Logo sua “carona” chegou e o levou até o local solicitado, quando Álvaro chegou lá pagou o motorista pela corrida, embarcou em seu carro e começou a dirigir até a sua casa, pois era seu dia livre, e precisava urgentemente de um banho, e de algumas boas horas de sono.

Itziar por sua vez sentiu certo alívio ao notar que Álvaro havia desistido de chamar sua atenção, tomou café, se arrumou e foi para o estúdio como se nada tivesse acontecido, e tendo deixado toda a sua raiva e frustação em casa, afinal, nenhum de seus colegas tinha culpa do seu estado de ânimo, aliás, um deles tinha, mas os demais não tinham porque pagar por isso.  Chegando lá sentiu mais alivio quando lhe comunicaram que Álvaro tiraria o dia de folga, então ela rumou diretamente para a sala de maquiagem, onde começaria o processo para que ela esse vida à inspetora.

Na sala de descanso Pedro estava lendo tranquilamente, já estava todo pronto e ainda lhe faltavam cerca de quarenta e cinco minutos para começar a gravar. Do nada se ouviu o som do celular dele anunciando que havia recebido uma nova mensagem, franziu o cenho ao se dar conta que a mensagem era de Mário, que dava vida ao famoso Suárez, pois não era do feitio dele enviar mensagens do nada para Alonso. Movido pela curiosidade Pedro abriu a conversa e leu, não demorou muito para responder:

[Troca de mensagens on]

 

MÁRIO: Pedro, eu achei uma foto da Najwa que é praticamente considerado “nudes”, você precisa ver!

PEDRO: Como? –tentou dar um tom incrédulo a sua resposta-

MÁRIO: Exatamente isso! Sei que você é caidinho por ela, mas depois dessa foto vai ficar babando muito mais, até eu fiquei. É uma foto um pouquinho antiga, mas vale a pena ver.

PEDRO: Por favor, Mário, tenha mais respeito pela nossa colega! Ela não é um objeto sexual e eu não quero ver essa bendita foto... –respondeu irritado pela maneira como ele falou de Najwa-

MÁRIO: Mas é bem gay mesmo –emojis de risadas foram inseridos aos montes para provoca-lo- O que é uma pena, pois você está perdendo isso...

Mário então enviou a Pedro uma foto onde Najwa aparecia abraçada a duas mulheres, vestindo a camisa em detalhes azuis mais transparente que se podia imaginar, e a “cereja do bolo” é que ela não estava usando sutiã, então seus seios fartos estavam a mostra. Pedro ficou petrificado por um tempo contemplando tal imagem, e logo teve duas reações: a primeira e talvez mais normal foi mostrar indícios de excitação, pois não conseguiu evitar lembrar-se da primeira vez em que fizeram amor, e aqueles mamilos tão apetitosos estiveram em sua boca, e por Deus, como desejava que esse momento se repetisse. E segunda foi sentir um ciúme misturado com uma ira incontrolável, só de pensar que outros homens certamente já tinham visto essa foto e tido a mesma reação que ele: a de deseja-la com loucura. Só de pensar nisso o sangue dele ferveu, não queria imaginar que depravados pudessem ter fantasias loucas e ousadas com a foto da mulher que ele amava, isso era no mínimo muito perturbador para sua mente aceitar.

Ele então respirou fundo e só mandou para Mário um emoji do meio do dedo levantado, e por trás da tela do celular Mario ignorou a resposta de Pedro, e riu divertido só de imaginar a cara de ciúme que ele teria feito, queria ser uma mosca para ver seu colega todo irritado.

[Troca de mensagens off]

 

Pedro bem que tentou se concentrar outra vez na leitura, mas obviamente isso foi impossível, pois aquela maldita foto não saia de seus pensamentos. Ele simplesmente não entendia como uma mulher como Najwa havia aceitado tirar uma foto assim, pois ela sempre pareceu tão recatada, e mesmo sabendo do grande poder de sedução natural que ela possuía, nunca havia feito uso de tal artimanha, e menos ainda entendia como essa foto foi cair nas mãos de Mário. O que o deixava mais irritado é que ele não poderia reclamar com ela, eles não eram casal e essa foto foi tirada há tempos, nada justificaria a crise de ciúme que estava por vir, mas ele temia não conseguia evita-la! Amava aquela ruiva com todo o seu ser, tanto que chegava a doer, e a sola ideia de que ele poderia não ser o único o tirou do seu juízo perfeito. Ela já não dava muita abertura para ele apesar do momento íntimo e sublime que compartiram, e agora a única sensação que Pedro tinha é que iria perdê-la a qualquer instante, e isso lhe amedrontava mais que a morte. Poucos conheciam o lado canceriano sensível de Pedro, ele estava quase sempre sorrindo e muito animado, por isso Najwa se assustou ao entrar na sala de descanso e encontra-lo encarando o celular com lágrimas nos olhos. Ela se aproximou dele com uma expressão genuína de preocupação, se abaixou um pouco para ficar na altura dele, já que ele estava sentado e o encarou com um olhar doce:

Pedro... –sussurrou levemente para não assustá-lo- você está bem? O que houve? Por que você está chorando assim?

Assim que ele escutou as palavras dela quis começar a falar sem parar, a repreendê-la, a tirar satisfação com ela e falar tudo o que estava engasgado, mas ele não era desse tipo de homem, muito pelo contrário! Ele não era nada machista e acreditava piamente que as mulheres deveriam ser respeitadas de qualquer maneira, e que ela podia se vestir como bem entendesse. Ele sabia que toda essa possessividade e ciúme que sentia era errado, descabido, e por isso apenas se conteve e respondeu calmamente:

Nada, Naj... –suspirou- logo vai passar, sim?

Ela ia tentar insistir e fazer com que ele lhe dissesse o que estava acontecendo, porém desceu os olhos rapidamente e viu que ele ainda segurava o celular, atreveu-se a olhar para  ecrã e o que viu a deixou gelada: uma foto sua, muito comprometedora.

Ela engoliu a seco e olhou profundamente naqueles olhos avelãs, que insistiam em vez ou outra olhar para o celular, não conseguia entender o porquê ele havia chorado só de ver aquela foto. Eles ficaram num silêncio desconfortável por um tempo, até que Najwa decidiu quebrar o gelo e perguntou em tom pacífico:

Onde você conseguiu essa foto, Pedro?

Foi o Mário, ele que me mandou não faz muito... –respondeu baixinho, disfarçando a decepção-.

Ele não deveria ter feito isso... –suspirou Najwa em desaprovação- qual era a intenção dele?

Eu não sei - respondeu Pedro sinceramente-

E... –fez uma pausa dramática- este é o motivo do teu pranto? –perguntou preocupada-

Sim, é... –confessou Pedro já de cabeça baixa-

E eu não entendo, honestamente... –suspirou Najwa- não que eu esteja ignorando seu ponto de vista ou seus sentimentos, porém eu não vejo nada de mais nessa foto.

É sério isso? –Indagou Pedro com certa dor no tom de voz-

Sim, é sério –confirmou Najwa outra vez em tom pacifico- não entendo porque você ficou assim, e não entendo como essa foto vazou, era pra ser algo mais íntimo, tanto é que eu estava entre duas amigas.

Se vazou, é porque talvez uma delas não seja tão amiga e a espalhou por aí, ou algum hacker invadiu seu celular. –retrucou um pouco incomodado- e me sinto assim, pois... ah, deixa pra lá, não é importante –falou levantando-se do sofá-

Pedro, se isso está te incomodando é importante sim! Porque você não quer conversar sobre isso?

Por que... Não quero parecer um machista controlador, e nem ao menos tenho direito a reclamar de alguma coisa, já que não somos nada. Mas, porra Najwa... –respirou fundo e então se calou-

Mas, o que? –questionou curiosa-

Doeu-me ver essa foto sua Naj! Morro lentamente só de pensar que...  que essa foto possa cair em mãos erradas, que outros possam usa-la indevidamente, que você invada os pensamentos mais pecaminosos de homens pervertidos, que...  que possam te desejar como eu te desejo! –vociferou exasperado- tenho muito claro que não somos nada, mas eu não consigo evitar sentir essa raiva, esse ciúme que cresce em mim, eu simplesmente não consigo controlar! Sei bem que a vida é sua, você decide o que quer fazer e eu tenho que respeitar, mas é algo maior que eu, me perdoe! Nem sei o motivo pelo qual estou te dizendo tudo isso...

 

Pedro, eu não tenho nada que te perdoar! –começou seu discurso, mas foi interrompida por ele-

Tudo bem Naj, não precisa dizer nada. Eu vou deixar você em paz!

Disse isso e foi em disparada para o camarim dela. Najwa sentiu seu coração partir em mil pedaços por saber que ele estava tão ferido, jamais imaginou que aquela foto se tornaria pública e que Pedro reagiria assim. Lembrou-se da conversa que teve com Itziar e sorriu, o seguiu até seu camarim determinada a dizer tudo o que sentia. Chegou lá logo depois dele, e o encarou séria, mas com um olhar que transbordava o mais puro carinho:

Você nem ao menos vai se dar o trabalho de me ouvir? –perguntou enquanto cruzava os braços-

Eu só não quero brigar Naj - respondeu frustrado-

Nem eu, acredite!-replicou calmamente- e por isso estou aqui, para que conversemos e não haja mais mal entendido. Pedro, eu realmente não sei como essa foto saiu à luz –afirmou sinceramente- e não pensei que pudesse te machucar tanto! Jamais foi a minha intenção, e pra você ter uma noção, eu até esqueci que ela existia.

Eu acredito em você –respondeu em meio a um suspiro triste- Só não quero que tenha uma má impressão de mim pela minha reação! Eu não sou possessivo, controlador e nem nada, quem me conhece sabe, mas eu penso nos riscos que você correu, e fico irado só de pensar no que isso pode dar. E sim, senti ciúme e é muito difícil negar isso, só que não quero te ralhar por fazer algo que você quis, e tem direito. Não sei como reagir sem te magoar.

Pedro, eu sei de tudo isso, e admito que fui inconsequente ao vestir essa camisa, ao não vestir sutiã, e mais ainda ao permitir que me fotografassem.  Eu achei que essa foto ficaria só entre a gente, e não vi mal algum na hora! Mas se chegou às mãos de Mario a coisa pode ser mais perigosa do que eu penso, e entendo seu ponto, te conheço como a palma da minha mão e sei que não és machista. –respondeu em meio a um sorriso- Eu só tenho a te agradecer por querer cuidar de mim, me preservar, e por tentar conter seu ciúme.

Eu te amo Naj, e muito! –respondeu olhando-a fixamente- eu faria de tudo pra te proteger, e não deixaria que nada de mal te acontecesse. O que me dói é pensar que outros também podem chegar a te desejar, e que talvez você possa corresponder, sabe? Eu morreria por dentro se te visse nos braços e outro alguém, apesar do meu amor não ser egoísta, eu não ia aguentar! Eu quero que você seja muito feliz e amada, ainda que seja por outro, só que isso para mim seria como a morte...

 

Pedro, “cariño” – o interrompeu num tom suave- olha pra mim –ordenou movendo sua mão até o queixo dele, fazendo assim com que ele a olhasse nos olhos- você não corre esse risco, confie no que digo! –usou seu tom mais convincente-

Como? –Perguntou ele admirado por ela ter usado essa alcunha afetuosa tão pouco comum entre eles, sem acreditar no que ouvia, e talvez sem muito ter entendido-

É isso mesmo que você ouviu – confirmou ela com um sorriso-

Isso significa que...

Sim –interrompeu a fala de Pedro- significa que eu sinto o mesmo que você! –sorriu amavelmente outra vez- significa que eu não quero que haja outros admirando meu corpo, porque nenhum deles é você, Pedro, nenhum deles desperta em mim o que você desperta com o seu olhar, nunca ninguém no mundo me fez sentir tão única e especial. Eu também te amo, Pedro –confessou acariciando o rosto dele- mais do que eu gostaria de admitir, mais do que eu pensei que podia chegar a amar alguém na vida. Perdão se eu nunca te disse isso, é só que esse sentimento é muito novo pra mim, e me causou muito medo! Só que meu medo não é maior que o amor que eu sinto por você, que essa vontade que tenho de arriscar tudo, de viver a vida inteira ao seu lado, em seus braços...  eu não quero mais esconder isso, não quero nos ver sofrer assim.

Pela segunda vez no dia Pedro se entregou ao pranto, mas esse não era de raiva, mais bem era de pura alegria. Ouvir tudo aquilo sendo dito pela mulher que em pouco tempo se tornou a que ele mais ama no mundo lhe causou sensações que ele não soube decifrar, só sentir, e quem foram expressas através de cada lágrima. Ele ficou atônito, e na falta de palavras ele lentamente foi encurtando a distância entre os dois, acariciou suavemente a bochecha e pôde sentir a respiração dela já compassada com a sua, então roçou delicadamente seus lábios nos dela e beijou com paixão, desespero, loucura, querendo fazer assim com que ela entendesse a intensidade e veracidade de seus sentimentos. Ela tomada pela euforia prontamente correspondeu ao beijo, e concedeu passagem quando a língua de Pedro pediu. O beijo, que apesar de expressar tanto sentimento, havia começado de maneira calma e suave, porém acabou por se transformar em algo arrebatador, intenso, as línguas duelavam por espaço e ao mesmo tempo sugavam o sabor uma da outra, fazendo com que ambos se sentissem um pouco inebriados. Quando o ar se fez necessário Pedro parou o beijo com vários selinhos, olhou de maneira sugestiva para Najwa, que de pronto entendeu a intenção dele, e apenas assentiu com a cabeça já ofegante. Sem perder mais tempo ele se apressou em trancar a porta do camarim, se aproximou de Najwa  voltou a beijá-la de maneira afoita, apressada, ela correspondeu na mesma intensidade, enquanto sentia que ele a sentava cuidadosamente na penteadeira masculina que havia ali, sem no entanto se importar com o que derrubava. Eles outra vez trocaram um olhar e dessa vez havia muito fogo, muita luxúria, muito desejo e paixão, ambos entenderam que não havia muita calma nem espaço para preliminares, precisavam urgentemente um do outro, Najwa já se encontrava o mais molhada possível, e a ereção de Pedro já começava a latejar, era incrível como simples toques e alguns beijos já os acendia muito facilmente. Pedro então beijou o pescoço dela e logo subiu os beijos para a orelha, onde deu uma mordidinha no lóbulo, enquanto suas mãos adentravam a blusa azul que a ruiva usava, ela por sua vez sentiu cada parte de seu corpo arrepiar quando sentiu que ele começou a beliscar um de seus mamilos, impaciente e conduzida por um tesão sem precedentes, ela muito apressadamente levou as mãos até o zíper da calça dele e não tardou em abri-lo, fazendo com que ele se livrasse da peça e da roupa intima também. Ele riu divertido ao notar a pressa dela, mas ela parecia séria demais e ralhou:

Nada de lentidão, nada de joguinhos, eu já estou mais que pronta pra te receber, e preciso te sentir, agora! –Declarou enquanto dessa vez se livrava da camisa social que ele usava-

A risada e a expressão divertida de Pedro rapidamente se transformaram em pura excitação, aquelas palavras de alguma maneira o acenderam ainda mais, ele então abriu o zíper da saia de couro que ela usava com uma pressa fora do comum, tirou-lhe a saia e a calcinha, e com uma das mãos ele começou a toca-la lentamente e fazer movimentos circulares em seu clitóris, enquanto com a outra a ajudava a se livrar rapidamente a blusa e do sutiã cor de vinho, que casava perfeitamente com a sua calcinha. Ela já começou a arfar e rebolar instintivamente na mão dele, e ignorando toda aquela história sobre zero preliminares, ele levou a boca até a intimidade de Najwa, começou a chupá-la e cutucar seu clitóris com a língua mostrando toda a sua maestria, enquanto com ambas as mãos massageava os seios dela e beliscava os mamilos, mas sempre mostrando verdadeiro respeito e adoração pelo corpo que estava prestes a possuir. Najwa miava como uma gata no cio, rebolava de maneira descontrolada, dizia coisas desconexas e gemia alucinada de tanto prazer, quando sentiu que já não podia mais e precisava sentir-se preenchida por Pedro, ela simplesmente num ato de sorte conseguiu fazer com que ele deixasse de masturba-la e inverteu as posições, ele olhou para ela espantado e ela sorriu:

Hoje eu faço as regras – declarou ajeitando-se para sentar nas pernas de Pedro, que já estava sentado na penteadeira- e eu disse que... –começou a masturbar o membro dele lentamente, acariciou só a pontinha e começou a fazer movimentos circulares ali, o que arrancou dele um grunhido e alguns gemidos- hoje não haverá preliminares, porque eu preciso de você! –Nesse instante ela acomodou o membro dele e lentamente e o roçou em sua intimidade por alguns segundos, logo foi se sentando, fazendo assim com que ele a penetrasse. Ambos soltaram um gemido de alivio sufocado. Najwa começou as cavalgadas de maneira suave, e Pedro a seguiu com as estocadas, era um ritmo lento e só deles, como se além de sentirem seus corpos preenchidos, também precisassem sentir suas almas entregues e unidas. Pedro entrelaçou os dedos deles entregando-se totalmente a Najwa enquanto se movia, e ela para selar essa entrega o beijou com paixão e suavidade. Logo o ritmo ganhou mais velocidade arrancando mais gemidos deles, Pedro desceu os beijos pelo pescoço até chegar aos seios de Najwa sem deixar de entrar e sair dela, que já urrava envolvida em tanto prazer.

Eu te amo, Najwa – repetiu Pedro com a voz rouca entre um sorriso- e quero te amar pra sempre, quero te fazer minha até ter tua pele tatuada na minha, tua marca em mim, e quero que todos que me vejam saibam que eu pertenço a você! –declarou entre uma estocada e outra-

Oh Pedro... –ofegou enlouquecida- isso também é o que eu mais quero, eu sou sua e quero ser pra sempre, quero gritar pro mundo ouvir que eu te amo, e só você me faz sentir assim!

 

Ambos sorriram e voltaram e se beijar sem nunca terem desgrudado as mãos.  Pedro continuava a se mover num ritmo forte e contínuo, ambos estavam tentando a todo o custo evitar chegar ao ápice, foi então que ele notou a agonia no rosto dela e como sua vagina começava a aperta-lo, ele beijou-lhe a testa  e sorriu, sussurrou no ouvido dela-

Amor, eu estou quase gozando, não se segura, vem também!

Pedro, eu... aaaaaaaah! –gemeu alto ao sentir que ele automaticamente levou a mão ao clitóris dela para ajuda-la a não se reprimir- Eu vou.... oh meu Deus, ooooooh!

Ela então gemeu alto e sentiu os tremores causados pelo orgasmo, podia jurar que tinha ido ao paraíso e voltado, sentia o corpo mole e relaxado, mas sentiu-se realmente satisfeita quando Pedro também atingiu o ápice dele soltando urros e gemidos fortes que a enlouqueceram, e ele podia jurar que nunca havia gozado tanto em uma transa.

O corpo de ambos parecia gelatina, mas digamos que a confiança que um tinha no outro os mantinha em pé. Totalmente saciada Najwa se ajeitou como pode nos braços de Pedro, buscando por mais contato uma vez que ele já havia saído dela, deitou a cabeça no ombro dele e riu-

 

Se eu soubesse que seria assim, teria tirado várias fotos da discórdia, para que você tivesse me dado o melhor sexo da minha vida muito antes.

Pedro escutou tudo e riu muito

Ai Naj –Beijou a testa dela- eu não chamaria de “foto da discórdia”, pois não brigamos por isso, a chamaria de “foto do perigo” e nem pensar, se quiser outras rodadas do melhor sexo da sua vida, basta pedir ou me acender.

Então... –disse passando a ponta os dedos pelo peitoral dele- isso significa que já podemos ir pro segundo round?

Sim –respondeu convicto- contudo não agora, o dever nos chama!

Ela escutou a frase dele e fez um biquinho, que ele achou adorável e o beijou carinhosamente.

Mas assim que sairmos daqui vamos para a minha casa, passaremos o dia juntos e faremos amor até o amanhecer, o que acha? –propôs Pedro-

Acho que é a melhor ideia que alguém já teve - respondeu com um sorriso-

Pois assim será, cariño.

Ele então a ajeitou mais em seus braços e a cobriu de beijinhos, enquanto pensava de onde tiraria forças para deixa-la ali e ir gravar.


Notas Finais


Por hoje é isso, logo volto com mais. Perdões por qualquer eventual erro de português/digitação, e deixem o feedback maroto de vocês.


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