História Dois estereótipos em um clichê - Capítulo 12


Escrita por:

Postado
Categorias The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Jeremy Gilbert, Matt Donovan
Tags Damon, Damoneelena, Delena, Elena, Thevampirediaries, Tvd
Visualizações 121
Palavras 2.445
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pessoal, pras meninas que já leram o cap anterior tem um tempinho, vcs repararam que eu coloquei o nome da faculdade do Damon de '' Cambridge'' ja devem ter ouvido falar e é uma faculdade super importante e famosa. Só que eu cometi um erro, cambridge fica na Inglaterra. Mas tem uma cidade nos estados unidos, em massachusetts chamada Cambridge e tem mtas faculdades la tbm, enfim.... Massachusetts é famosa por escolas e faculdades, as melhores dos estados unidos estão lá. Enfim, se vcs relerem o cap eu troquei o nome pra MIT que tbm é uma faculdade super importante, uma sigla pra '' instituto de tecnologia de massachusetts'' já q a profissão que o Damon vai seguir é nesse ramo da tecnologia (eita spoiler).

Capítulo 12 - - Quem é Elena Gilbert?


LEIAM AS NOTAS INICIAIS. 

 

 

 

 

Por uma incógnita o labrador da vizinha da direita e o vira-lata da vizinha de trás tomaram a noite para uma disputa de quem latia mais alto, não viam a noite através do teto mas intuíam que devia estar estrelada como um tapete vermelho. Quem sabe era para tais brilhantes pedacinhos de diamante que eles tanto uivavam. A trilha sonora impedia os pensamentos de Elena de concentrar-se enquanto recuperava os movimentos sobre si mesma. 
Um deles, provavelmente o labrador, interrompeu seu brando levando ambas audições a focar apenas no soar das respirações tão próximas e sôfregas, cada ar batalhado com dificuldade pela fadiga. Ele ainda estava dentro dela e ela ainda sentada sob ele, os dois tórax unidos como siameses. Suor com suor, uma cola. Não se miravam pela escolha particular de Elena em reaver o fôlego encostada nos ombros de Damon, nem por timidez em fitá-lo e sim por ausência de força para mover-se. 
As consequências do clímax ainda a apoderavam, os dedos dos pés espremiam involuntariamente e o arrepio no estomago ao coração, o último acelerado, dissolvia-se com demora. Os olhos pareciam vitimas de uma tontura das que se adquire antes de um desmaio, dura um segundo. Mas não essa. 
De repente, já no abismo, na beirada do precipício prestes a desabar na inconsciência Elena é acordada por uma anônima vitamina de ânimo. De onde veio, como chegou e para onde foi era um mistério. 
Dirigiu seus lábios até os deles, os efeitos colaterais do energético a provocavam desejos pelo carrasco que a deixou, há minutos, bamba e grogue. 
- Ai Damon, nossa... - Chiou, beijando-o com selinhos debilitados.  - Isso foi maravilhoso, isso foi incrível. Acho que a melhor coisa que já senti. - E intensificou o contato das bocas apesar da dificuldade pelo exercício. 
Já ele, bem disposto, a voltou sem dificuldades para deitar-se na cama com sua figura por cima. Entretanto ao fazê-lo saiu de dentro dela, do lugar que ela o necessitava até o restante da noite. Damon não alcançaria justificar o que lhe satisfez mais: sentir ou fazê-la sentir. Ainda reconhecia a umidade dela impregnada em sua virilidade, talvez devesse se tornar inimigo das águas assim que as lavasse. Planejava descer suas mãos para a intimidade de Elena e observá-la ao mexer-se, porém se perdeu no percurso apenas em encará-la. 
- Se você visse o quão lindo tá esse sorriso no seu rosto agora. - Apreciou a vermelhidão da face cansada e implodindo por um pós-amor. - Vou precisar trabalhar duro se quiser manter. - Sorriu inebriado. 
- Então eu vou avaliar seu trabalho muito feliz. - Damon se deitou a sua lateral, de lado com um de frente para o outro. Elena passeou os olhos para baixo até o olhar novamente, mais composta e centrada. - Naquela primeira noite eu falei que não precisávamos seguir o convencional, como pedir pra ser abraçada depois. Lembra? - Ele assentiu a produzindo contentamento. - Retiro o que eu disse. Preciso e preciso muito ser abraçada. - Disse enquanto se atirava nos braços dele, abrigando-se no peitoral. 
Damon gargalhou rápido. 
- Ótimo, assim você me poupa de tentar te convencer o contrário por que também queria muito te abraçar. - A apertou, de novo - como seu riso - momentaneamente. Em seguida, notou a feição dela mudar para hesitação. - O que foi? - Indagou, sério. 
- É que... - Elena suspirou acanhada. - É que eu já quero mais uma.
Novos risos.  
- E acha mesmo que eu reclamaria? 
- Ai Damon é que precisamos fazer outras coisas também quando estamos juntos. - Explicou objetiva, apoiando seu delicado queixo no torso dele. - Ultimamente sempre que temos o tempo de estarmos a sós não fazemos outra coisa. - Corou, não era uma reclamação. Apenas uma análise. - Só conseguimos conversar pela internet e já que estamos aqui devíamos tentar. 
Ele concordou de bom grado, dando-a razão. 
- Não reclamaria disso também. O que quer falar? 
- Não sei... - Respondeu confusa e pensativa. Não careceu tanto, logo recordou uma curiosidade até então inédita. - Agora a pouco enquanto... você sabe... - Disse obvia, atribuindo ao ato. - Você sussurrou uma coisa diferente pra mim, me chamou de '' minha ametista''. - Falou com certo estranhamento. 
Um carinho de Damon se iniciou em seus ombros. 
- E o que tem? Não gostou? 
- É que achei uma escolha interessante pra usar. Você normalmente se refere a mim por três nomes: '' meu anjo'' '' meu bem'' e '' meu amor'', esse foi novo e diferente dos outros e é bem menos comum. - Também distinto aos '' gatinhas'' e '' lindas'' que escutava por aí de outros ex casos. 
- E isso te intriga por... - Anunciou insinuante, captou que ela queria chegar a algum ponto. 
Elena entristeceu-se, receando se deveria revelar. 
- Por eu não saber o que é uma ametista. 
O que foi um sacrifício para ela confessar, não o afetou nem na expressão. 
- Eu explico, a ametista é uma pe... 
- Não, não. Não precisa. - Negou, frustrada e afastou-se para deitar estendida pelo colchão. - Esses dias mesmo a gente tava teclando, dai eu perguntei como foi seu dia de trabalho e você respondeu '' exasperante''. Tive que procurar no dicionário pra te entender. - Cruzou os braços, emburrando a feições. Já completamente curada de qualquer prazer do sexo. 
Damon optou pela compreensão e paciência. 
- Meu bem eu entendo que inteligencia pode ser irritante, tedioso e que... 
- Não, Damon. Não é irritação, nem tédio. - Disse, ironicamente, irritada. - É outra coisa. - Bufou, em desistência. No fundo ela também queria dividir seus sentimentos com quem tanto confiava. - Eu te admiro tanto e ao mesmo tempo me sinto diminuída por não conseguir corresponder você e eu queria poder saber, queria muito. 
Assistiu ele elevar uma das sobrancelhas. 
- Elena, você ta insinuando que sente inveja? Inveja de mim? - Perguntou inconformado, caso verdade preferia que ela o mentisse do que ter de considerar tamanho absurdo. 
Silêncio, houve uma longa pausa na qual ele se manteve irredutível na caça de sua resposta. Ela brincava com os dedos ou com o bordado do lençol que se cobriu do colo para baixo
- Quando a gente tava voltando depois que você me contou da faculdade e tudo mais. - Começou, sem o espreitar de dianteira. - Eu passei o caminho inteiro lendo a sua prova. - Choramingou. - Damon, eu não consegui entender uma linha direito. Me senti tão idiota, tão burra. 
- Mas é claro que não Elena. - Discordou com veemência, apanhando o rosto dela e trazendo para si. - Você é uma garota extremamente coerente e sensata. - De imediato um pranto súbito que o assustou. - O que foi? - Soou aflito. 
Elena foi para se esconder com as palmas das mãos, mas Damon interviu. 
- Nada, não é nada
- Como nada? Fala comigo, me deixa te ajudar, me deixa te conhecer. - Questionava-se como era possível inúmeras inseguranças em um ser tão incrível. Faria o que fosse para Elena enxergar o que ele via. - Nada no mundo acabaria a admiração que eu tenho por você, fala comigo por favor. - Implorou, tendo a dor dela o contagiando.  
Elena desistiu de ser forte, desistiu de aprisionar tantos sentimentos e transbordou até seus limites. Ou liberava cada temor com ele ou não teria coragem de confidenciar a nenhuma outra pessoa. Por anos quis dar a impressão de garota perfeita e sem problemas, a impedindo tanto de falar que nem com uma terapeuta logrou, tudo pela fome pessoal de parecer superior, equilibrada e sólida. Mas isso se encerrava aqui, ao menos por uma noite cobiçava ser fraca. 
- Damon tem uma razão por eu não ter decidido o que quero fazer da minha vida. - Ia as lágrimas, desolada e agitada. - Eu não tenho capacidade pra absolutamente nada. Nada. Tem uma diferença entre ter um trabalho e ter uma carreira e eu nasci pro primeiro tipo. Quer dizer, adoro psicologia por exemplo. Mas eu sou péssima me comunicando, não tenho raciocínio rápido pra saber o que dizer pra uma pessoa, não consigo nem aconselhar a minha amiga a largar o namorado infiel dela. Não posso seguir a área administrativa por que não tenho liderança, não funciono sob pressão fico lenta, não sei pensar por mim mesma, sou completamente influenciável, desatenta. - Não tomava espaços para respirar ou então pararia pela vergonha - Criatividade? Nada fenomenal, a ideia que você gostou de equipe especial pra lideres de torcida foi da minha mãe, eu não conseguia pensar em nada e ela me ajudou. Péssima com números, péssima nos campos científicos e biológicos. Como faço uma profissão em humanas se, outra vez, não me comunico bem? - Arregalou os olhos desesperada, também concluía coisas novas durante a fala. - Não canto, não atuo, não escrevo, não desenho, mal consigo cortar um papel na linha, coordenação motora de uma criança de colo, sempre adoro os filmes e as músicas que os críticos detestam. Não tem nenhuma habilidade especial pra mim e isso me assusta tanto. - Seu olhar suplicava por ajuda, Damon recebia cada palavra neutro para não assustá-la ainda mais pela própria compaixão. Afinal, Elena desejava ajuda e não somente compreensão. O que eu falo pra ela? O que eu faço? Atormentava-se igual. - Eu não sei o que eu vou fazer da minha vida, meus pais tem uma situação confortável mas e eu? O que eu vou fazer quando tiver que andar por mim mesma? Damon, eu não quero ser do tipo de pessoa que vive só pra pagar as contas, eu não quero. Eu não quero. Me assusta tanto pensar o que me vai acontecer assim que eu perder a boa aparência que eu tenho. Porque eu sou só isso, nada além de uma boa aparência. - Conseguindo assim a unica coisa que tem na vida '' sua popularidade'', '' seu status'', por isso a aterrorizava perder. O que a restaria além? 
Enquanto Elena chorava em contra do colchão, as caricias dele passeavam por suas costas e cabelo. Interpretou como um gesto de '' Calma, vai ficar tudo bem'', devia de estar perplexo e sem reação pela quebra emocional de alguém bem diante de si. Ou talvez, procurando o que a replicar. 
- O que eu acho é que as pessoas normalmente tem a tendência de serem muito duras com elas mesmas, com você pode ser isso. - Sugeriu, camuflando todo o peso da bigorna da infelicidade que o destruiu por descobrir o que a passava. 
Elena não melhorou. 
- Eu não espero que você entenda, de verdade eu não espero. E como você poderia entender, Damon? - O mirou, cética. - Se com você é tão diferente, você poderia fazer o curso que você quisesse. É bom em tudo, tem facilidade pra tudo. Não tem como você me entender. - Ela enxugou suas lágrimas com um certo conformismo. - Só acho que seria justo com você se eu falasse, que você conhecesse mais da pessoa que está junto já que diz tanto pra mim o quanto me admira por quem eu supostamente sou. O ruim é que não seria muito difícil que se decepcionasse. 
- Mas nada disso, se o sol nasce amanhã e eu acordar com ele vou estar mais louco por você do que nunca, no próximo dia a mesma coisa e no próximo e no próximo. - Motivado, Damon se sentou na cama. Um raio de luz o acabara de atingir, não foi preciso pensar no que falar apenas ser sincero e natural. - Sabe mais o que eu acho? Acho que você tá muito preocupada com achar uma coisa que seja boa, não é nisso que você tem que focar. Foca no que te move, no que te apaixona. Esquece a habilidade. Claro que pode ser mais complicado pra você se sair bem do que pro restante de uma turma, mas se você amar e se dedicar é mais do que possível e se tem uma coisa em ti que você não pode desprezar é isso: A sua dedicação. - Sorriu carinhoso, indo até ela com intento de secar ainda mais as águas que o incomodavam. Não suportava vê-la chorando. - Até mesmo o fato de ser influenciável mostra que é dedicada, por que quer sempre deixar todo mundo feliz, o fato de você ser tão domada por esse vazio é por que se aflige com algo que a maioria das pessoas nem notam. A maioria morre satisfeita com pouco e você não. É uma ambiciosa. Esse lado não pode depreciar, não mesmo. - O semblante de Elena começava a lhe corresponder, amansando aos poucos. Era o caminho, estava quase. - Sua ambição, sua sensibilidade, sua bondade, seu senso de justiça, seu cuidado com o que gosta que nem mesmo sua desatenção supera de tão grande. - Riu, ela desfrutava das palavras e do afago com o dedão em sua bochecha. - Você é tão doce, tão gentil, empenhada, generosa, preocupada, prestativa, tolerante e... Como se não bastasse, de graça, ainda é linda, nada disso de '' boa aparência''. Boa aparência nada meu amor, você é LINDA. - Suspirou extasiado. - Tão linda que me faz perder o fôlego cada vez que eu te vej... 
O impediram de prosseguir com um beijo apaixonado. Damon que julgou que seria um enlaço curto e calmo, enganou-se; Elena o disparou sem nenhuma piedade e completamente louca. Se os conselhos e elogios dele a fariam efeito só atinaria nas próximas horas... Ou dias. Agora o requeria para uma outra função. Mal creia que compartilhou seu maior segredo e maior pânico, nesse momento teve o relapso do quanto também estava envolvida por ele e do nível que levava essa relação a sério. Seria de Damon para sempre sem reclamar. 
Ela contornou as pernas para colidir seu meio com o dele.
- O que está fa... - Quantas vezes hoje Elena o interrompeu? A de agora ao menos fora para os unirem numa penetração. 
Ou Damon a amava naquele minuto ou morreria pela humilhação de tudo que o contou e ele obedeceu a primeira alternativa... Pelo resto da noite. Não voltaram a conversar, ela não permitiu e não quis, o rebaixamento era muito poderoso, usou do sexo como manipulação e fuga da realidade e os fez um do outro até um tanto antes do amanhecer, só pararam para finalmente dormir. Elena não possuía a coragem para encarar o que o declarou, sua saída foi essa... menos conversa possível até o terminar da madrugada. A manhã exigiria uma nova estratégia. 


Notas Finais


Foi curtinho esse né? ia acontecer mais coisas, mas eu resolvi tirar... acho a confissão da elena importante demais pra ter que dividir com novos fatos. O que acharam? Comentemmmmmmmmmmmmmmm


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...