História O Belo e a Fera - Jikook - ABO - Capítulo 4


Escrita por: e _Killer_Miss_

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Jay Park
Personagens Jay Park, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Disney, Jikook, Kpop, Lgbt, Magia, Medieval, Mistério, Romance
Visualizações 73
Palavras 1.328
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá bbs
Capítulo não revisado


b o a
l e i t u r a
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Capítulo 4 - Capítulo III - Caixinhas de Música


Fanfic / Fanfiction O Belo e a Fera - Jikook - ABO - Capítulo 4 - Capítulo III - Caixinhas de Música

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Jay Park - Bom dia, Jimin ___ Disse ele, correndo para parar à frente dele.Jimin deu um passo para trás ___ Esse livro é fantástico. ___ Jimin ergueu um sobrancelha.

Jimin - Você o leu? ___

Jay Park - Eu fiz muitas coisas no exército. ___ Respondeu ele vagamente.

Jimin engoliu uma risada. Deve ser um recorde, ele pensou.

Com um gracejo, Jay ofereceu-lhe flores.

Jay Park - Para sua mesa de jantar. Poderia lhe fazer companhia esta noite? ___

Jimin - Desculpe. ___ Disse Jimin apressadamente, balançando a cabeça. O ômega se moveu devagar ao redor do alfa, em busca da rota de fuga mais rápida. ___ Esta noite, não. ___

Jay Park - Está ocupado? ___

Jimin - Não ___ Antes que Jay Park pudesse retrucar ou assimilar a rejeição, Jimin já estava se desviando para voltar à rua. Pôde ouvir Jay Park distorcendo suas palavras para a plateia de aldeões que haviam parado para assistir aos dois. Estava claro que o caçador havia interpretado seu não como uma jogada para se fazer de difícil.

O ômega não se importou com o que ele disse ou como tentou se sentir melhor. Ele sabia a verdade: Jay Park, apesar de seu físico imponente, não era maior do que a minúscula aldeia provinciana. E ele jamais dividiria a mesa de jantar com ele. Nem agora, nem nunca.

Acelerando o passo, Jimin seguiu seu caminho e saiu do centro da aldeia. Momentos depois, ele estava de volta ao seu chalé. Era uma casinha aconchegante, com uma pequena escada que levava até a porta de entrada e grandes janelas panorâmicas. Havia também um belo jardim na frente e um espaço subterrâneo separado, onde funcionava a oficina de seu pai.

A doce melodia tilintante de uma caixinha de música escapava entre as portinholas. Seu pai já estava trabalhando a essa hora da manhã.

Tomando cuidado para não incomodá-lo, Jimin abriu as portinholas e desceu as escadas nas pontas dos pés. A luz do sol penetrava por uma pequena janela, iluminando Myung-Suck,um alfa, que estava sentado e curvado sobre sua bancada de trabalho. Peças e pedaços de seus projetos espalhavam-se pelo local. Pequenos botões, parafusos minúsculos, caixas pintadas pela metade e estatuetas delicadas repousavam em várias mesas e prateleiras. Algumas coisas eram mais novas, com suas superfícies lustrosas e brilhantes, outras haviam acumulado uma fina camada de pó, esperando que Myung-Suck lhes desse atenção de novo. Mas, por hora, ele estava focado na caixinha de música à sua frente. Enquanto Jimin observava, ele mexia em uma das engrenagens. O interior era lindamente pintado, retratando um artista em um pequeno apartamento parisiense. O artista estava pintando o retrato de sua esposa.

Ela embalava um bebezinho e segurava um chocalho semelhante a uma rosa-vermelha na outra mão.

Jimin deu um passo adiante no cômodo. Myung-Suck olhou distraído na direção do som. Sorriu ao ver o filho. Seus olhos, da mesma cor acolhedora dos de Jimin, eram brilhantes e focados.

Quando ele endireitou os ombros, revelou-se mais alto e enxuto, ainda belo para sua idade avançada.

Myung-Suck - Oh, que bom, Jimin! Você está de volta. ___Disse ele, voltando-se para a caixa de música. ___ Onde foi? ___

Jimin- Bem, primeiro fui até São Petersburgo para visitar o czar, então fui pescar no fundo do poço. ___Começou ele, sorrindo conforme o pai assentia distraído. Quando ele estava trabalhando, não via nem ouvia nada. Jimin compreendia. Ele agia da mesma forma quando era seduzido por um livro.

Myung-Suck - Hum, sim. ___Disse ele ___ Você pode me passar a... ___

Antes que pudesse terminar, o filho estava lhe entregando a chave de fenda.

Myung-Suck - E também o... ___

Dessa vez, ele lhe entregou um pequeno martelo.

Myung-Suck - Não, eu não preciso... ___A voz dele abaixou assim que uma mola soltou da caixinha. ___ Bem, acho que preciso, sim. ___

Quando ele voltou ao trabalho, Jimin foi até uma estante cheias de caixas de músicas finalizadas. Seus pequenos e gordinhos dedos passaram por todas conforme ele se movia ao longo da fineita.

Cada uma era uma obra de arte, retratando monumentos famosos ao redor do mundo. O ômega sabia que seu pai as fazia para ele. Myung-Suck nunca disse com todas as palavras, mas Jimin sabia que ele estava ciente de seu anseio por explorar, por escapar to pequeno universo no qual ele o mantinha seguro. O ômega pensou na pequena aldeia e nas pessoas fofoqueiras que viviam ali.

Delicadamente, para não assustá-lo, Jimin perguntou :

Jimin - Papai, você acha que sou... estranho? ___

Notando o tom de voz do filho, Myung-Suck desviou o olhar de seu trabalho. Ele franziu a testa.

Myung-Suck - Se eu acho você estranho? ___Repetiu ele. ___ De onde tirou uma ideia dessas? ___

Jimin- Oh, eu não sei... as pessoas comentam. ___

Myung-Suck - Há coisas piores do que ser alvo de comentários. ___Disse Myung-Suck, com a voz entristecendo. ___ Esta aldeia pode ser limitada, Jimin, mas também é segura. ___

O jovem abriu a boca para protestar. Aquela era a frase que seu pai usava o tempo todo. Jimin sabia que as intenções dele eram boas, mas não conseguia entender por que ele queria continuar naquela pequena aldeia.

Vendo que sua explicação típica não funcionaria com Jimin hoje, Myung-Suck mudou a direção da conversa:

Myung-Suck - Lá em Paris, conheci uma ômega que era tão diferente, pois era ousada e à frente de seu tempo, que as pessoas zombavam dela. Até o dia em que começaram a imitá-la. Sabe o que ela costumava dizer? ___

Jimin balançou a cabeça negativamente.

Myung-Suck - As pessoas que falam pelas costas dos outros estão destinadas a permanecer ali. ___ Myung-Suck fez uma pausa, para que suas palavras fossem absorvidas. Então acrescentou:___Atrás da pessoa de quem falam mal. E jamais vão alcançá-la. ___

Jimin assentiu devagar.

Ele gostava das pequenas histórias de Myung-Suck, que serviam como uma lição de vida. Achava, na verdade, que já havia escutado todas. Mas essa era nova.

Seu pai estava tentando lhe dizer que não havia problema em se destacar, está à parte da multidão. Ele assentiu de novo.

Jimin- Compreendo. ___ Disse ele suavimente.

Myung-Suck - Essa ômega era sua mãe. ___ Acrescentou Myung-Suck, sorrindo e alcançando a mão do filho.

Ele a apertou.

Jimin sorriu de volta, com o coração se enchendo de tristeza e afeto.

Ele não lembrava da mãe. Tudo o que tinha eram as histórias que seu pai contava. Mas as memórias eram duras para Myung-Suck, então ele dava apenas alguns fragmentos, como esse, de tempos em tempos.

Jimin - Fale-me mais sobre ela. ___ Pediu Jimin quando o pai tentou voltar ao trabalho. ___ Por favor. Mais algum detalhe. ___

A mão do velho alfa pairou sobre a caixinha de música. Lentamente, seus dedos se fecharam e voltou à encarar o filho.

Myung-Suck - Sua mãe era... destemida. ___ Disse ele. ___ Para saber mais, você só  tem que se olhar no espelho. ___

Ele pegou um par de pinças e posicionou a última engrenagem na caixa de música.

Com um clique, ela se encaixou no lugar.

Jimin - É linda. ___ Comentou o ômega ao ouvir a música. Ele ergueu o olhar, que se deteve no retrato pendurado no topo da oficina de seu pai.

Mostrava a mesma imagem retratada dentro da nova caixa de música : a mulher segurando a criança e o chocalho de rosa era sua mãe, e o bebê era Jimin. Era a única imagem da mãe que o jovem conhecia.

Jimin- Acho que ela teria amado. ___ Acrescentou com doçura.

Mas seu pai não o ouviu. Ele estava perdido mais um vez no mundo de suas caixinhas de música.

Jimin sabia que falar mais sobre sua mãe o deixaria triste. Então Jimin se virou e voltou às escadas. Ele amava tanto o pai que não queria lhe causar mais dor ou sofrimento do que ele já havia sentido na vida.

Mas às vezes se perguntava se havia chances de algo mudar o destino que eles seguiam tão firmemente juntos... 


Notas Finais


Espero que tenham gostado
O Ladrão Híbrido e o Príncipe Psicopata :
https://www.spiritfanfiction.com/historia/o-ladrao-hibrido-e-o-principe-psicopatajikook-abo-13090599

Bjs Morecos e Morecas

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