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História Dois tempos - Capítulo 16


Escrita por:


Notas do Autor


Boa tarde!
Trazendo esse capítulo para vocês!
Espero que goste e não me mate tá!
Pretendo ainda está viva.
😘😘😘

Capítulo 16 - Preocupações e despedidas.


Capítulo - 15- Preocupações e despedidas.

Os dias passaram tão rápido, que Rin nem acreditava que ela estava amando uma pessoa, sorridente, recebeu a notícia que Kagome votaria das férias em uma semana.

Alegre, confessou a irmã que tem uma novidade para contar, Kagome não se conteu de amor pela irmã, a primeira vez que escuta Rin conversar com ela tão levemente.

Acabou finalizando a ligação dizendo amar a irmã muito.

Sentindo um pouco de pena do Doutor Bankutsu, Rin visitou, pediu perdão a ele pelo acontecido e revelou que não conseguiu nutrir amor por ele, e que seu coração bate por outra pessoa.

Doutor Bankutsu, mesmo sendo safado, gostava de Rin, o que não escondeu a dura verdade ouvida, deixando seus olhos encheram de lágrimas.

Sentindo triste, Rin voltou de seu trabalho cansada, Sesshomaru trabalhava no jardim para reconstruir, acabou aceitando ajuda de Miroku e às vezes saia para tomar um shope

Só que essa saída só terminava em brigas, o barzinho, três quarteirão, próximo a casa deles, Sango ia buscar Miroku pela coleira, Sesshomaru não era de sorrir, mas acabou sentindo um pouco de inveja do casal, bem que Rin pudesse fazer com ele o que Sango faz com Miroku.

Acabou dando de ombro, sabendo que ele e a humana não era nem namorados, assim seguiu o casal zoeira pelas ruas meio cabisbaixo.

Sempre quando chegava a hora de dormir, ele não largava o hábito de ir dormir com Rin, não fazia nada, mas não precisava, só a presença de ambos era o suficiente.

Amanhecia chovendo, saudando com mais um dia, e os pombinhos não tinha acordado, Kaede já tinha se levantando, preparado o desejum e nada de aparecer Rin.

Para certificar de suas suspeitas, procurou Sesshomaru, não encontrou em lugar algum, seguiu para o quarto de cima, abriu a porta com cuidado para não despertar Rin, levou a mão na boca surpresa em vela agarrada com Sesshomaru, e ambos despidos.

Seu coração alegrou, sorrindo fecha a porta agradecendo em pensamentos.

" Kamisa-sama ouviu minha preces".

Aproveitou caprichou na hora de preparar o café e arrumou a mesa do café da manhã deixando farta.

Pegou sua bolsa e o guarda- chuva para sair, precisava ir ao mercado fazer compras.

Em Marte os anciãos se reuniram as presas por sentir algo bom no ar. Logo Kikio foi chamada, a mestra do tempo confirmou que a maldição está preste a acabar, o que fizerem todos os youkai fazer uma longa comemoração.

Para alegrar mais ainda, Kikio comunicou que os youkai pode escolher um humano para intregar quando for liberado a ir a terra.

Ela já sabia o que estava acontecendo, decidiu contar a todos, só estava mesmo era pensativa sobre Sesshoumaru.

Ino no Taisho, juntamente com Satory sabia que não podia voltar a terra, Sesshomaru seu filho no momento está usando sua identidade, até o mesmo conseguir fixar a empresa e fazer os documentos com nomes do youkais, custará um monte seu tempo, mas terá paciência, já que esteve na terra.

Mas os pensamentos de Inu noTaisho não sairão como o mesmo pensa, Sesshoumaru aprendeu a amar, conforme o castigo, o mesmo deverá retornar a Marte.

Na terra

Rin acordar preguiçosa, tenta se espreguiçar, sente Sesshoumaru lhe segurando com toda possessividade, acabou soltando um sorriso bobo, dar um beijo no peitoral dele, vendo os pêlos do enrijecer.

- Sesshy! Acorda! Largue de pesquiça. Rin sempre pensava que acordava primeiro do que Sesshoumaru, engano seu.

Sesshoumaru estava acordado a tempos, apenas apreciando o momento com Rin, ao sentir o beijo de Rin sentiu uma sensação fervurante, tudo nele estava explodindo.

Na noite anterior conseguiu se controlar, mas agora pela manhã, ouvindo a voz doce entrar em seus tímpanos como uma melodiosa canção, despertou todo seu estinto lado animal.

Sesshoumaru levou as mãos até o rosto de Rin, acariciou envolvendo-a no transe do seus lindos orbes castanhos.

Rin paralisou, tremeu com a intensidade de Sesshoumaru para com ela. Os orbes dourados transbordava um outro desejo, sentiu uma onda de prazer, se não estivesse deitada na certa cambaleava para trás.

Rin já passou tantas coisas sozinha, montou um capa de ferro para lhe protejer, mas agora não podia esconder a jovem insensível, de coração sofrido que precisava de uma cura para sua solidão.

Sesshomaru acariciava ainda o rosto de Rin, estava memorizando tudo em sua mente, ele não podia prometer nada a Rin, sentiu que nutria sentimentos por ela, mas não podia iludi-la, se nem ele mesmo saber quanto tempo ficará na terra ou o que resta ainda.

Se lembrou que os anciãos safados, quando mandou a terra, informou que ele só voltaria quando aprendesse o que era amar.

Nunca sentiu medo, mas agora, ali com Rin, não podia deixar que ela nutra sentimentos por ele, até por que ele não é um homem certo para ela.

Contornando os dedos no bico enrijecido dos seios de Rin, Sesshoumaru lia todas as ações que seu toques causava nela, sentia desejoso e ao mesmo tempo acuado! Até quando poderia está assim com ela? Até quando poderia sentir seu calor? Seu cheiro, e quem sabe revelar seu amor.

Rin não precisa saber de seus medos, não precisa saber de seus anseios, deixaria que aceitassem sua carícia, mas não queria lhe machucar.

- Rin! Sua voz era grave, mas não como dar outra vez, estava embargada de desejo, mas também soava fria tentando esconder o que sentia.

- Não sou a pessoa certa para você!

Os olhos de Rin aumentou, não estava entendendo ou não queria entender.

- Por que diz isso, Sesshy?

- Você foi a única coisa boa que aconteceu em minha longa existência.

Rin abre a boca surpresa! Não será verdade que Sesshoumaru estais a revelar seus sentimentos.

- Não tenho nada para lhe oferecer, Rin! Não terá futuro estando ao meu lado.

Rin deixa seus olhos castanhos banhar em lágrimas, como assim não tem nada a oferecer.

- Você está louco? Como ousa dizer-me que não tem nada a me oferecer? Rin tenta se levantar, mas Sesshoumaru ainda mantinha a mão em sua cintura.

Olha para os orbes dourados, sabia que ele está desesperado.

- Você por acaso não gosta de mim?

Essa pergunta soaram estranha para Sesshoumaru que acabou se espantando.

- Não! Não é nada disso......

- Então é o quê? Rin interrompe.

Sesshomaru estava sentido, sabia que Rin não ia lhe perdoar, mas ele também era um peão nesse jogo de xadrez, pelo que sabe, era proteger a humana, mas não se envolver.

- Não chore, Rin! Tenta parar o diálogo.

- Como não? Se você tornou-me uma mulher capaz de amar e sentir desejos? Pra que então fez isso? Se na primeira oportunidade tenta acabar o que pensei que poderíamos ter?Ter você pra mim, ter você para me entregar de corpo e alma, ter você para formar uma família, ter você pra chamar de meu amor! Rin deixou as lágrimas banhar mais seus olhos castanhos.

Sesshoumaru abraçou deixando-a molhar seu peito pelo choro. Deu um beijo no topo da cabeça. Acabou se arrependendo de ter feito chorar, abraçou mais Rin em seu corpo, seu coração apertou, o que poderia ter feito para impedir esse sentimentos? Nem ele sabia.

- Diga alguma coisa Sesshy! Faça alguma coisa, tire essa dor que causou em meu peito, não suporto essa aflição.

Sesshomaru gelou, ele feriu sua humana, se não tinha nada para falar, por que abrir a boca para soltar besteira.

- Eu podia ter escolhido o Bankutsu, pelo menos sei que ele não me ama, assim não acordaria toda boba, só para escutar suas palavras frias.

Sesshoumaru inconsciente, aperta mais Rin nos braços, como se sua fera não gostaste da atitude dela em falar de outro macho.

- Rin! Nunca mais fale em outro macho em minha frente! Praticamente Sesshoumaru se irritou.

Rin empura Sesshomaru se afastando e sentando na cama de costa para ele.

- Falo sim! Você não quer que arranje um homem para mim? Pois é o que vou fazer! Só não acredito que você disse ser meu macho, e agora do nada fala que não é o certo.

- Sim! Não nego! Sou seu Macho! Mass... Sesshoumaru se atrapalha na verdade e nas inverdades.

Rin vira para ele ainda desacreditada, sua cabeça deu um nó.

- Não precisa ficar assim querendo me afastar, sei que está indo embora, só não é homem em me falar a verdade, por isso está tentando me magoar, deseja que o fique com raiva, não é?

Sesshomaru se supreendeu pela análise de Rin.

- Se acalme.... Foi interrompido.

- Seu demônio, purguento, feioso, eu te odeio Sesshoumaru, te odeio por te amar, te odeio por não conseguir evitar que se vá!

Sesshomaru puxa Rin para seus braços não conseguindo mais tentar manter o jeito frio com ela, sabendo que precisa dela.

Toma os lábios de Rin com certa agressividade, virando de posição e ficando por cima, cola seus corpos com certa urgência.

Era o primeiro beijo de Rin e Sesshomaru, ambos seguiram o ritimo que seu corpo se completava. Rin ainda tentando puxar o ar para encher o pulmão, pede algo que mudará suas vidas.

- Dei-me uma prova que me ama! Pede encarando os orbes dourados desesperados.

Rin pensava que Sesshoumaru não lhe amava, pensava que ele não iria lhe responder, ainda sobre os braços do youkai, em plena manhã de uma segunda feira, Sesshomaru ensinou-a e amou, de forma lenta e minuciosamente calculado, provando cada canto de seu corpo, em uma dança delirante de amor e paixão.

Sesshomaru se perdia de maneira que sabia que ali era sua rendição e maldição, subiu os beijos pela pele lisa e limpa, até chegar próximo aos lábios ente aberto de Rin e tomar dessa vez calmo, deixando sua língua em sincronia com a de Rin.

Ambos entre o beijo rolavam na cama tentando se encaixar de maneira desesperada, Sesshomaru apertava as nádegas de Rin desesperado, seu membro enrijeceu, precisa matar essa sede que o consumia.

Tomando o controle movendo-a para baixo de si, abriu as pernas delas deixando acessível para o contato.

Rin não se lembrava de mais nada, o que desejava era ele, não importa as consequências depois, mesmo sendo uma mulher castra, não desejava que Sesshoumaru fosse calmo, sentia o fogo crescer com ralar de suas intimidades.

- Não aguento mais.... Não posso esperar. Pede gemendo pelos toques deles.

- Este Sesshomaru também! Por que te amo tanto minha Rin. Confessou deslizando seu membro intimamente e profundamente.

Rin abriu os olhos surpresa pela revelação e pelo momento ao ser penetrada rompendo todas as barreira que ali tinha. O que ouviu lhe ajudou a conter a dor de sua primeira vez.

Ambos sentia um imenso desejo pelo corpo um do outro, os movimentos ritimados pedia mais e mais, não se aguentariam por muito tempo, anestesiados pelo momento, e dominados por um prazer estrodante, descarregaram seus orgasmos de maneira avassaladora gemendo o nome um do outro.

Ambos ficaram ainda abraçados, de olhos fechados, tentando compreender o que foi aquilo mesmo que aconteceu? Que amor gostoso que fizeram.

Sesshomaru sair de cima dela, se ajeita a seu lado, puxando para seu peitoral.

- Saiba que este Sesshoumaru sempre vai te amar. Confessa, dessa vez abraçando-a com firmeza, demonstrando todo o sentimento .

Rin sorrindo, balançou a cabeça concordando no que ouviu, sabia que ali deveria ficar guardado para sempre, eternizado na memória.

Em seu ímpeto, sabia que dia seguinte não o veria, mesmo com coração apertado, aceitou, não podia mandar no destino dele, apenas guardaria com carinho tudo que viveu.

Continua!


Notas Finais


Próximo capítulo Kagome volta de suas férias escolares.
Os youkai ficaram feliz em saber que a maldição foi quebrada😃😃
Mas algo está estranho, não era para todos ficar feliz? Por que Sesshoumaru está desesperado?
Rin e Sesshoumaru entregaram o amor, e aceitações de seus destinos, nada é como quer.

Enredo está próximo do final.

Obrigada pelo apoio de todos vocês! Amo cada comentário 😍😍

Até o próximo capítulo 😘


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