1. Spirit Fanfics >
  2. Dois tempos >
  3. Fases das vidas

História Dois tempos - Capítulo 18


Escrita por:


Notas do Autor


Bom dia!
Obrigada a todos pelos carinhos.
Boa leitura 😘
Próximo capítulo Sesshomaru vai fazer o possível para ir a terra, mas como?

Capítulo 18 - Fases das vidas


 Capítulo 17 - Fases das vidas.

Passaram cinco anos desde o nascimento de Rie e Susumo, tudo na terra continuava a fluir, principalmente na casa de Rin, que não era mais aquela jovem mulher que cresceu ranzinza.

Durante esses anos, tratou de dar atenção e amor por igual ao seus pequenos, ensinado-os a serem compassivo com o próximo.

Teve ajuda de Kagome e Kaede para ajudar a continuar sua tarefas diárias de ir a empresa e cuidar dos bebês.

Fazia questão de sair todos aos finais de semana para passeio em parque e praça.

Rin não cabia em si de amores por sua família, sentia imensamente satisfeita em sua vida como mãe e como profissional, só não era completa devido o seu amor está distante, mais sempre avisava as crias que o papai onde estiver o amar de todo coração.

Nesse período, Kagome decidiu seguir os passos da irmã, após uma conversa entre elas, Rin contou-lhe tudo, sobre o cãozinho que ela achou e na verdade se tratava de um youkai da raça cachorro.

Com olhos brilhantes, Kagome fez uma promessa de não querer ninguém, ficarai aguardando seu príncipe do mesmo jeito que Rin esperou.

Para deixar de lado a vida amorosa, focou no estudo e entrou na faculdade, faltando uns meses para completar 20 anos, aproveitava ajudava Rin na empresa.

Kagome contratou uma secretária, seu nome Kana, ela era jovem linda, que se apaixonou por Konraku no primeiro olhar.

Rin já planejava a comemoração de aniversário de Kagome, do mesmo jeito que fez a de 15 anos, essa ela ia fazer em sua casa mesmo, apenas a vizinha Sango e familia, Konraku e kana foram convidados, seria algo simples.

Os vizinhos de Rin sempre os convidavam para almoço junto, o que se tornava muitos divertidos e contentes.

Principalmente se tratando dos belos tabefes que Miroku recebia, tirando riso descontrolado de todos.

Assim seguia a vida deles, tentando ser feliz com amigos e familiares próximo.

O dia na terra deu as caras com raios solares amenos a pele, o que constavam se tornar um dia com altas temperaturas.

Rin terminava de fazer os lanches de seus amores, depositam na bandeja e caminha limpando seus delicados dedos no pano de prato, saindo para fora da cozinha direito para o jardim chamá-los.

- Rie! Susumo! Venha lanchar meu amores.

Não demora seus olhos brilham ao ver sua pequena correndo em sua direção.

- Mamãe! Olha o que Susumo fez! Fala a garotinha mostrando seu estado para Rin.

Rin sorri com o biquinho que Rie fez.

Os cabelos sujos de barro, seus vestidinho rosa não tinha mais a cor, os pezinhos descalços todo sujo.

Agacha ficando da altura da filha, levanta o pequeno rostinho pelo queixo com seus dedos e pergunta docemente.

- Rie, tem certeza que não fez nada primeiro com seu irmão?

Viu a pequena tentar desviar o rostinho todo envergonhada, os pezinhos começaram a bater no chão.

Rin ficou esperando-a responder, sabia que sua pequena toda vez que mente, bate o pezinho freneticamente, puro estado de nervosismo.

- Mamãe! Mamãe! Tire-me daqui!

Rin tira atenção da pequena Rie, vira o rosto em direção a voz de seu pequeno Susumo, leva a mão na boca vendo o mesmo pendurado no galho da árvore cerejeira de cabeça para baixo, amarrado pelos pés.

- Rie! Sua voz dessa vez saiu autoritária e seu olhar repreensiva.

Rin encara a pequena que se assustou, deixando seus olhos castanhos expressivo banhar em lágrimas.

- Mamãe! Não tive culpa! O Su que perdeu.

Rin fica pasma, como uma criança de cinco anos conseguem pendurar outra pelos pés? Caminha até o filho, usa do banquinho que ali estava e pega seu pequeno que logo desandou a chorar nos braços da mãe.

- Mamãe! A Rie trapaçeou! Fala o pequeno entre o chorro por ter perdido.

Aos poucos conseguiu acalentar o pequeno que logo adormeceu em seus braços.

Rin levanta com cuidado e caminha para dentro de casa com sua pequena segurando a barra de seu vestido.

Deixa o menino na cama e olha para Rie que ficou ali na beirada da cama de cabeça baixa.

- Venha cá filha! Chama com sua voz doce.

Rin sabia que sua menina tem uma força diferentes de uma criança comum. Mesmo Susumo sendo a cópia do pai, tem momento que ele fica emotivo, algo que ela era quando pequena.

Amparou a pequena nos braços.

- Rie! Quantas vezes a mamãe pediu para não judiar de seu irmão?

- Perdoe-me mamãe! Foi o Su, ele que apostou e perdeu.

Rin encarou sua menina, sabia que os irmãos sempre andava com esse tipo de brincadeiras.

- Rie, brinque com seu irmão brincadeira leves, aposta não é brincadeira de criança, são para adultos, e mesmo assim são errada, espero que não se repita, escutou bem mocinha?

Rie encheu os olhos de lágrimas, levou a mãozinha limpando, soluçou entre o choro, sempre era assim, só Rin repreender ela chorava.

Rin não desfez a cara de mãe durona, não é por amar seus filhos que vai apoiar tudo que faz, ela sente tristeza e fazer isso, mas precisa ensinar seus pequenos o certo e o errado, desde criança, principalmente crianças youkais que aprende rápido.

- Por hoje passa! Agora prometa mamãe! Que não vai mais apostar com seu irmão? Ou mamãe se descobrir vai lhe castigar! Olhou para sua filha séria.

Mesmo pequena, Rie, concordou sentindo-se triste por fazer sua mãe ficar com raiva. Ela sentia o cheiro da mãe mudar,tinha um bom faro.

- Prometo mamãe!

Rin também sabia que essa brincadeira começou quando estavam na casa da vizinha, depois conversaria com Sango para alertar.

Rin sorri, levanta com Rie nos braços, segue direto para o banheiro, sabia que sua pequena odeia banho.Uma das várias características de cachorro herdada de seu pai.

- Agora vamos ficar linda! Tomar um banho.

- Não mamãe! Reclama Rie que não gostava muito de banho.

- Não! Então não se sujassem igual a porquinha. Dar gargalhada enchendo a banheira enquanto a filha faz um enorme bico.

Rin sorri, acaba lembrando das vezes que ia dar banho em Sesshomaru em forma de cão, o bichinho só aceitava por que a mesma ameaçou que não dormiria com ela na cama.

Fica inerte em pensamentos, sai quando Rie avisa que a banheira está cheia.

Em Marte

Os anos para o youkai não são nada, todos seguia suas vidas normalmente sem nenhum vertigio de grande coisa.

Cada um fazias suas tarefas, no final do dia descansava com suas famílias.

Muitos ainda desejava ir a terra, mas não obterem sucesso, o portal só abria com a mestra do tempo Kikio.

Faz cincos anos da volta de Sesshomaru e ninguém conseguiu descer a terra. Até os anciãos que mantinha mais experiência, não conseguia mandar ninguém.

Bukusenou mandou Naraku usar telepatia para encontrar Kikio, mas aconteceu que o mesmo não encontrou, pelo indício tem uma teoria, a mestra do tempo Kikio está presa no tempo, ou seja ela adormeceu, algo que não acontece, a não ser quando se tem um grande evento usando os dois mundos ao mesmo tempo.

Ainda para piorar, desde a quebrada do painel do tempo, ninguém conseguem ver nada que acontece na terra.

Os anciãos já viram ela assim, mas foi quando a maldição de Sesshomaru foi quebrada, mas logo ela voltou ao normal, só que dessa vez, Kikio não mais conseguiu voltar ao normal, está adormecida.

Então pela conclusão os anciãos, chamaram a todos e alertaram o que aconteceu para ninguém voltar a Terra.

- Bom meus companheiros (as), a mestra Kikio está adormecida a cinco anos, não conseguimos despertar.

Os burburinho logo começaram.

Toutosay tratou de mandar parar.

- Cale-se, deixa terminar.

- Como estava falando, a mestra Kikio ficou presa entre os dois mundos, após muitas teorias, a que mais se enquadra é que para isso acontecer, houve algo tão forte e verdadeiro que surgiu selando assim a passagem do tempo.

Inu no Taisho, acabou questionando.

- Explique melhor por favor! O que aconteceu nesse período foi a quebra da maldição do nosso povo, tem algo a mais que não sabemos?

Bukusenou aranhou a garganta.

- Bom! Antes de pensar em mandar alguém para terra, a mestra Kikio nos contou que o primeiro youkai a ir foi você! Até aí sabemos, mas ela enfantizou a grande destruição que houve acarretando a morte da mãe do seu filho, InuYasha.

- Pula essa parte! Grita Naraku entediado por já saber disso a muito tempo.

- Certo!

- Ela na verdade, não testou vocês, ela só queria o Sesshomaru.

Todos presentes ficaram surpresos, até mesmo Naraku.

- Como assim? Então ela mentiu?

- Não! Apenas omitiu algumas informações que nem seu filho Sesshomaru sabia, responde Miuga.

- Deseja que continue? Indaga Bukusenou sentindo irrado por sempre acontecer uma interrupção.

Todos assentiram.

- Sesshomaru se apaixonou pela humana, pelo andar da carruagem se acassalaram, na certa a humana deu a luz a gêmeos, só isso indica o motivo de Kikio ficar presa no tempo.

- Ou seja, um amor de Marte e dar terra, só assim a passagem fecharia?

- Exato, exato, mas não era para fechar, certo? Indaga Ino no Taisho sentindo radiante em pensar que é vovô.

- Não sei! Responde Bukusenou dando de ombro.

- Como assim não sabe? Grita todos os youkai em corro.

Bukusenou acaba assustando por olhar para todos.

- Apenas teoria, quem me contou isso antes foi a ancestral da Kikio, antes deixar Kikio como responsável pelo tempo.

- Então sou vovó! Fala Satory eufórica abraçando Inu noTaisho.

- Não sei! Vamos falar com Sesshomaru.

Bukusenou balançou a cabeça em negação, não sabia o que pensar, estava com nervos a flor da pele, já tentou de tudo.

Sesshomaru estava na floresta andando lentamente, seu semblante calmo e sereno, sentia em paz, só que parecia faltar algo, ele bem já sabia do se tratava.

Não demora, senta embaixo da árvore próximo a uma cachoeira e fica encarando a água cair em cascata.

Fecha os olhos e aprecia o momento, até ser interrompido por Kagura escandalosa.

- Sesshomaru! Sesshomaru! Por que não foi a reunião? Sabe que importante. Kagura senta ao lado de Sesshomaru.

Sesshomaru continua com olhos fechados, amaldiçou Kagura por ter quebrado seu pensamento.

Kagura olha para o rosto de Sesshoumaru, faz menção de levar a mão até o rosto, mas para no ar..

- Se eu fosse você, não faria isto.

Kagura se surpreende.

- Fazer o quê? Fingiu de desentendida. - Desde que voltou, vejo distante, faz cinco anos, não está na hora de se casar, podemos formar uma família, sabe meus sentimentos por você, por que não me dar uma chance. Pede Kagura docemente para Sesshoumaru.

Sesshomaru abre os olhos, encara Kagura, ela é uma linda youkai, sabia que assim como seu pai amou Izayo, e vivem até hoje com sua mãe Satory, sabendo que não pode ir a terra mais, ficou tentado a não passar seus séculos solitário.

Sem responder, sente Kagura toma- lhe os lábios, de início não correspondeu, depois que sente a youkai sentada em seu colo, aceita o beijo, não era do mesmo jeito de Rin, mas aprofundou.

O beijo é cessado, quando ambos, são atrapalhados por uma terceira voz.

- Sesshomaru! Sesshomaru, filho! Grita Satory eufórica chegando próximo ao filho e Kagura.

Ambos olha para Satory que estava em pé os encarando.

Satory coloca a mão na cintura e olha para Kagura.

- Não tenho nada contra você, mas preciso falar com meu filho, então pegue sua pena e voem daqui agora mesmo.

Nem esperou Kagura se levantar, Satory, abre a boca para Sesshoumaru.

- Filho, confirma para mamãe que você acassalou com a humana na terra antes de vim?

Sesshomaru arqueiou a sobrancelha.

Satory nunca foi de chamá-lo assim depois que cresceu.

- Se ficou calado, confirmei minhas suspeitas, eu sou vovó de duas fofuras, sim, você é papai, Sesshomaru.

Ouvindo essas palavras, Sesshomaru levantou-se com brusquidão, derrubando Kagura que bateu a bunda no chão, pegando-a de supresa.

- Venha. Satory puxa seu filho pelas mãos, o deixando eufórico pela notícia.

Continua!


Notas Finais


Rie é bem danada.😍😍
Será que os anciãos estão certo na sua teoria.

E agora Sesshomaru? Como voltará a terra?

Bom! O próximo é o penúltimo capítulo.

Até o próximo 😘


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...