História Doki Doki Literature Club: Minha História - Capítulo 70


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Categorias Histórias Originais
Tags Doki Doki Literature Club
Visualizações 216
Palavras 2.637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo fresquinho para vocês, pessoal. Irei tentar utilizar o tempo livre que tenho durante as noites para dedicar-me á escrita de capítulos, assim, posso manter um fornecimento um pouco maior para vocês durante a semana.

Estou pensando em começar um novo projeto, e o Sr. Cyber já tomou minha ideia e utilizou-a antes de mim... Porém pretendo cair de cabeça nesta nova história ainda hoje, logo após este capítulo de Doki Doki Literature Club: Minha história!

A história está em seu ultimo arco, ou seja, bem próxima do fim, em seus últimos capítulos... Espero que gostem.

OBS: Imagem acima é da Giselle.

Capítulo 70 - Capítulo 61: Um dia um tanto diferenciado. (Parte 1)


Fanfic / Fanfiction Doki Doki Literature Club: Minha História - Capítulo 70 - Capítulo 61: Um dia um tanto diferenciado. (Parte 1)

Sábado, 5:00 da manhã.

16/06/2018

O despertador toca.

No exato momento em que abro meus olhos, desligo o despertador em um movimento rápido. Logo ao olhar para o teto branco de meu quarto, sorrio. Hoje será um dia bastante movimentado.

Levanto-me da cama com um humor consideravelmente bom. A promessa de um dia diferente havia sido capaz de me tornar ansioso. Um pequeno escape de rotina... Ás vezes sinto que tudo o que preciso é um pouco disto!

Logo após arrumar meu leito de repouso, uma espécie estranha de transe faz com que eu fique parado por alguns instantes... Um tanto catatônico enquanto olhava para frente... Um pensamento estranho havia feito com que me sentisse assim, um pensamento capaz de abalar um pouco todo o meu bom humor naquele momento.

-Sayaka... O que aconteceu? –Penso.

O pensamento era referente á Sayaka... Ela encontrava-se em um estado cujo qual jamais havia visto alguém estar... Ela estava gritando, gritando muito e chorando de uma forma um tanto insana... Ela gritava coisas perturbadoras e infernais... Coisas á respeito de morte e um eufemismo á respeito de “tinta vermelha”... Sangue.

Havia deixado Sayaka sob os cuidados da enfermeira da escola... Por sorte o golpe que apliquei não se mostrou letal. Seus pais vieram busca-la diante de uma chamada da Diretoria... Por mais que a vontade de manifestar-me se exibisse, decidi que envolver-me com o dito assunto não era de fato a coisa certa.

Após sair do transe, e sentindo-me novamente com chão sob os pés, balanço minha cabeça levemente em uma tentativa de livrar-me daquele pensamento.

Desço as escadas em seguida e realizo minha rotina matinal. Enquanto cuido de fritar um ovo que, por sorte ou não, continha duas gemas, penso á respeito de minha rotina naquele dia.

-Terei de ajudar Jéssica a estudar para os exames durante a manhã, e durante a tarde, irei ao Shopping com Cast... –Digo enquanto relembro á mim mesmo de minhas tarefas, com certo entusiasmo e uma boa quantidade de antecipação.

Após comer meu café da manhã, checo o relógio da cozinha... 6:30 da manhã.

Após organizar tudo na cozinha, vou em direção á meu quarto e seleciono as coisas das quais precisarei para esta manhã.

-Vejamos... Precisarei do caderno, dos livros de gramática para Japonês e Inglês... E acho que isto é tudo. –Digo á mim mesmo enquanto escolho os materiais.

Os exames seguintes serão os relacionados á Linguagens... O japonês não é um idioma tão complicado quanto aparenta para um estrangeiro acostumado á usar alfabetos no lugar de ideogramas. Ás vezes no passado, ocasionalmente espiava a conversa de meus pais durante a madrugada... Eles conversavam em um idioma que não conseguia entender. Apenas anos depois, descobri que aquele idioma tratava-se do “Português”, o idioma falado em minha terra natal.

Jamais fui educado em Língua Portuguesa, e meus pais apenas conversavam comigo apenas em Japonês... E por mais que este conhecimento não possua uso prático em um país como o Japão, sinceramente gostaria de ter aprendido um pouco mais acerca do lugar que deixei á 16 anos atrás. Não possuo memória alguma de como era o Brasil.

Após este breve momento de reflexão, concluo o que estava fazendo e resolvo ir a caminho da residência de Jéssica. Checo o relógio da cozinha novamente antes de sair por fim... 7:38 da manhã.

Tranco tudo, desligo tudo, e saio de casa. A luz solar estava agradável naquela manhã, e eu poderia dizer apenas com base no que meus olhos permitiam-se visualizar, que não choveria naquele dia, pois sequer uma simples nuvem fazia sua presença ser percebida naquele grandioso céu de tom azulado.

Logo me ponho á caminho da residência de Jéssica. Durante o caminho, a sombra das árvores fazia-se mais presente conforme o sol “ganhava altitude” no horizonte. Em alguns minutos, chego á casa de Jéssica.

-8:12 da manhã... Um bom tempo, creio eu. –Digo á mim mesmo enquanto olho em meu celular.

Estando frente á porta da casa de Jéssica, não consigo impedir á mim mesmo senão lembrar-me do único evento que me guiou á entrar na casa... Que tipo de coisa Álvaro tem feito de sua vida deste então?

Após um tempo pensando, resolvo desvencilhar-me do pensamento e, sem maiores rodeios, toco a campainha da casa.

Ding-Dong.

Após tocar a campainha, espero por cerca de 20 segundos... Não há resposta. Decido tocar a campainha novamente, porém antes de fazê-lo, ouço, vindo do interior da casa, o som de passos rápidos, com ritmo comparável á de uma corrida.

Ao escutar aqueles passos, resolvo esperar. Os passos param e, então, a maçaneta da porta gira.

-Ryan! –Disse Jéssica, pulando sobre mim.

Sou surpreendido por Jéssica, que logo pula, jogando seu corpo inteiro sobre mim.

-Você está enérgica como sempre, não é? –Pergunto, agora com Jéssica em meus braços.

Tive de equilibrar-me com perfeição para que ambos não fossemos de encontro com o chão.

-Ryan veio! Ryan veio! Mamãe, Ryan veio! –Jéssica aparentava estar feliz.

Jéssica aparentemente estava bastante feliz com minha chegada, e logo me recepciona com um longo e intenso beijo na bochecha.

Alguns segundos depois, sua mãe, Giselle, surge à porta.

-Oh, Ryan! Vejo que realmente cumpre suas promessas! –Disse Giselle ao ver-me.

-Bem... Quase sempre, Senhora Giselle. –Respondo.

Jéssica logo trata de soltar-se de meu abraço e corre em direção á sua mãe.

-Jéssica disse que o Ryan viria, mamãe! –Jéssica diz á sua mãe.

-Sim, sim. Você está certa, Jéssica! –Disse Giselle.

Jéssica, que agora mantém em seu rosto um largo e satisfatório sorriso, corre em minha direção e agarra minha mão.

-Vamos entrar! –Disse Jéssica, puxando-me pela mão.

Jéssica “me puxa” para o interior de sua casa. Ao contrário da ocasião anterior, a casa estava em um estado de diligente organização e limpeza, com todas as coisas em seus devidos locais.

Logo decido chegar ao objetivo de minha chegada: Os estudos de Jéssica.

-E então, Jéssica... Podemos começar? –Pergunto.

Jéssica logo troca sua feição para algo emburrado.

-Jéssica queria brincar! –Disse ela, com uma expressão emburrada.

-O que combinamos, Jéssica? Eu disse que, caso você estudasse direitinho durante hoje, eu poderia vir aqui amanhã! –Digo, jogando minhas cartas á mesa.

A expressão de Jéssica muda novamente, desta vez para algo um pouco mais complacente, porém ainda emburrado.

-Tudo bem... –Ela diz.

-Okay... –Digo enquanto retiro alguns livros de minha bolsa.

Neste instante, Giselle, que estava conosco na sala de estar, compartilha uma sugestão.

-Por que não vão para o quarto de Jéssica? Poderiam estudar melhor do que estando aqui. –Ela diz.

-Você tem razão, Senhora Giselle. Onde está o quarto de Jéssica? –Pergunto.

-Está no andar superior, segunda porta do corredor. –Ela responde, apontando para cima com o indicador direito.

-Muito bem! Caso permita, poderíamos subir agora? –Pergunto.

-Não se preocupe! Você não precisa de toda esta cordialidade! Você é literalmente um membro da família. –Disse Giselle.

Um membro da família... Não seria isto um pouco demais?

-Muito obrigado, Senhora Giselle! –Digo enquanto subo as escadas com Jéssica.

-Você ainda insiste em chamar-me de senhora! –Disse ela, em uma leve risada.

Respondo com um sorriso, antes de ser literalmente levado á força por Jéssica, que agarrava meu pulso enquanto subia energicamente os degraus.

Ao subirmos para o andar superior da casa, Jéssica rapidamente exibe a mim a porta de seu quarto. A porta distingue-se das outras por uma placa de cor verde-esmeralda fixada á porta com o uso de um prego, com os dizeres “ジェシカ” (Significado: “Jeshika” ou Jéssica).

Jéssica energicamente abre a porta de seu quarto, animadamente puxando-me para dentro.

Ao entrar, percebo como é de fato o interior do quarto de Jéssica. As paredes são pintadas com uma cor verde sutil, fornecendo ao cômodo uma luminosidade especial durante o dia. Grudados ás paredes estavam diversos nichos, e nestes, alguns animais de pelúcia estavam organizados. Sobre o chão havia um tapete também de cor verde, em contraste com o piso formado por cerâmica branca. Além da cama e de um roupeiro de cor branca, havia uma escrivaninha e uma mesa para computador.

Jéssica corre até a cama e senta-se nela, ao fazer isto, ela sinaliza para que faça o mesmo, batendo levemente sua mão contra o colchão.

Decido acatar o pedido e sento-me á seu lado na cama.

-Muito bem, Jéssica. Vamos começar com seus estudos! –Digo, repousando a bolsa sobre sua cama.

Jéssica aceita a ideia de estudar de uma maneira bem melhor em relação á antes, visto que a promessa que havia feito serviu para ela como um fator de motivação.

Escolho em minha bolsa o livro de Gramática referente ao Japonês. Estou preocupado com o desempenho de Jéssica no teste de redação... Tenho que cuidar para que seu vício de linguagem de utilizar nomes próprios ao invés de pronomes não lhe cause problemas.

-Bem... Começaremos com pronomes, certo? –Pergunto.

Jéssica acena com uma expressão decidida em seu rosto.

-Jéssica, leia esta frase. –Aponto uma frase qualquer do livro para Jéssica.

Jéssica observa a frase por alguns instantes, e logo recita a mesma.

-Eu gosto de brincar com meus amigos... –Jéssica diz.

Jéssica recita a frase com um pouco de esforço, visto que não está acostumada ao uso de pronomes.

-E Jéssica gosta de brincar com o Ryan! –Ela diz, me abraçando.

-Eu também gosto de brincar com você, Jéssica. Mas você não pode continuar falando assim! –Digo.

Jéssica me encara com curiosidade.

-Você tem que usar os pronomes, como na frase! –Digo.

Jéssica para um pouco ao escutar isto.

-Eu gosta de brincar com o Ryan... –Ela diz.

-Está quase correto... –Respondo, motivando-a.

Jéssica pensa mais um pouco, encarando a frase na página do livro.

-Eu gosto de brincar com o Ryan. –Ela diz.

-Perfeito, você acertou! –Respondo.

Jéssica comemora seu acerto, pulando sobre o tapete de seu quarto.

Continuamos á estudar Japonês por mais algum tempo, e em alguns minutos, Jéssica já possuía experiência em pronomes.

-Vejamos... “Eu gosto de brincar com o Ryan” está certo! ... “Eu gosto de ser amiga de Natsuki. Ela faz os melhores cupcakes” também está certo! ... –Digo.

Enquanto corrijo as frases escritas por Jéssica, uma frase em especial é capaz de capturar minha atenção.

“Eu não gosto de Yuri. Ela é muito assustadora.” Esta frase mostrou-se capaz de abalar-me um pouco psicologicamente...

Enquanto observava aquela frase, lendo e relendo, um pensamento sombrio surge em minha mente...

-Ryan? Ryan! –Jéssica faz com que “acorde” de meu transe.

Ao perceber que “apaguei” por alguns instantes, balanço minha cabeça para livrar-me daquele pensamento.

-Você está bem? –Jéssica pergunta, já fazendo uso de pronomes.

-Sim, eu estou! E que bom, você já está usando pronomes! –Digo.

Jéssica sorri para mim, um sorriso doce e verdadeiro. Um sorriso impagável.

Neste instante, Giselle, que estava no andar inferior, chama á nós dois.

-Jéssica, Ryan! –Ela chama.

Jéssica então agarra minha mão novamente, e desce as escadas comigo com bastante entusiasmo. Ao chegarmos à cozinha, local em que Giselle estava, Jéssica logo comenta.

-Mamãe, mamãe! Veja, eu já consigo falar normalmente! –Disse Jéssica, com bastante alegria.

Jéssica estava feliz com o simples fato de aprender alguns pronomes e como conjugar verbos da maneira correta... Sua felicidade não pode ser paga com quantia alguma em dinheiro!

-Foi o Ryan quem me ensinou, mamãe! –Disse Jéssica, saltando em alegria.

Giselle olha para mim em surpresa. Apenas consigo retribuir com um sorriso encabulado.

Após comemorar a descoberta de seu novo vocabulário, Jéssica vem rumo a mim.

Ao alcançar-me, ela segura minha mão e sinaliza para que me sente em uma das cadeiras da mesa de jantar. Realizo o pedido.

Logo ao sentar-me, Jéssica vai em direção á geladeira, abre-a, e de seu interior retira uma grande jarra com algum tipo de bebida com aspecto translucido... Limonada?

-Oh não! Você não precisa me servir nada, Jéssica! –Digo, ao ver que ela já estava pronta para despejar o conteúdo da garrafa em um copo de vidro.

Giselle olha para mim.

-Eu acho bem melhor aceitar! Foi a própria Jéssica quem preparou esta limonada, e tudo apenas para a sua chegada! –Giselle responde.

Jéssica havia se dado o trabalho de preparar aquela limonada para mim?

-Tendo à vista as circunstancias, creio que não posso negar esta solicitação... –Respondo.

Giselle ri.

-O seu modo de falar é um tanto diferente! –Giselle responde.

-Vou levar isto como um elogio. –Respondo.

Logo Jéssica trás o copo cheio com limonada e o entrega em minhas mãos. Ela observa com grande expectativa, como que esperando minha avaliação a respeito de sua limonada.

Provo um pouco da limonada...

-Hm! Está muito boa! Posso até julgar esta como a melhor limonada que já experimentei! –Digo.

De fato eu não estava exagerando, o açúcar estava na quantidade perfeita, ou seja, não muito doce, os limões estavam bem azedos e a bebida estava bastante gelada... A fórmula perfeita para uma bebida refrescante!

Um sorriso toma conta do rosto de Jéssica, e ela animadamente corre em direção á sala de estar, correndo em círculos ao redor do tapete circular que estava sobre o chão.

-Jéssica, não corra tanto em círculos, você ficará tonta! –Disse Giselle.

Jéssica ignora o aviso de sua mãe, e continua correndo.

-Ela não irá parar mesmo... –Ela diz, em consideração.

Agora estávamos eu e Giselle na cozinha... Tendo em mãos esta situação, não consigo evitar senão perguntar.

-Esta pode ser uma pergunta ruim, porém, se não for incomodo, gostaria de saber como as coisas têm acontecido e se passado desde o divórcio. –Pergunto.

Giselle para por um instante... Logo imagino que foi uma má pergunta.

-Me desculpe. –Digo.

-Não... Não foi uma pergunta ruim. –Ela diz, com um sorriso leve.

Giselle senta-se em uma das cadeiras da mesa.

-Sabe de uma coisa? As coisas nunca puderam ser melhores. –Ela diz.

Torno-me um tanto intrigado com aquela resposta, e exibo um olhar curioso enquanto escuto.

-Jéssica e eu tornamo-nos muito mais felizes nestes dias. Sinto que a vida com minha filha tem estado bem mais alegre ao estar em um ambiente em que ela é mais bem aceita. Já em relação á mim... Devo admitir que um homem na casa faz falta, porém não um homem que mostrou-se tão descarado quanto aquele. Sendo assim, posso dizer que ambas estamos muito bem! –Ela diz.

-Que bom escutar isto! Ele tem pagado a pensão mensalmente? –Pergunto.

-Para falar a verdade, isto até me causa um pouco de raiva... Como ele pode pagar a pensão tão diligentemente, sem sequer se preocupar? Ás vezes chego a pensar que ele de fato queria livrar-se de Jéssica... Isto está sendo para ele um paraíso! –Giselle responde.

Ao escutar aquilo, surpreendo-me também. Álvaro realmente queria livrar-se de sua filha tanto assim? Pessoas assim me causam desgosto...

-Caso as coisas estejam correndo bem para você, fico feliz! –Respondo.

Neste instante, Jéssica surge na cozinha, visivelmente desnorteada, ela joga-se em mim.

-Ryan... Eu estou... Eu quero vomitar... –Ela diz, ao me abraçar.

-Você correu demais em círculos! Se parar um pouco, isto vai passar! –Respondo.

-Me desculpe, Ryan... –Ela diz.

-Tudo bem, tudo bem... Apenas pare um pouco, certo? –Digo.

Seguro Jéssica um pouco, cobrindo seus olhos com minha mão para que a tontura parasse mais rapidamente. Enquanto faço isto, posso perceber Giselle á nos encarar, com um leve sorriso no rosto. Ao perceber que foi notada, ela sorri de uma forma mais vibrante.

-Ryan, gostaria de almoçar conosco? –Pergunta Giselle.

-Oh? Não há necessidade, obrigado! Planejo almoçar em casa! –Respondo.

Neste instante, Jéssica, que já havia se recuperado de sua tontura, diz.

-Eu quero ajudar a fazer o almoço, Ryan! Por favor, aceite! –Jéssica diz.

Jéssica possuía um olhar irresistível e inegável...

-Você me convenceu... –Respondo.

O olhar de Jéssica se iluminou, e ela rapidamente agarrou o braço de sua mãe, e levou na direção do fogão. Giselle e eu trocamos olhares de complacência após aquilo.

Continua.



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