História Dollhouse: Bughead - Capítulo 12


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Categorias Riverdale
Tags Bughead, Bullying, Choni, Depressão, Riverdale, Sprousehart, Varchie
Visualizações 328
Palavras 1.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


MANO É O SEGUNDO CAPÍTULO QUE ESTOU POSTANDO HOJE ❤
Vocês são mesmo queridos então não me aguentei e publiquei logo outro! Demorou um tempinho para escrever e confesso que fiquei sem ideias no meio e me apanhei encarando a tela do celular durante uns minutos esperando alguma ideia florescer na minha mente rsrs.
Aviso já que vão tanto me querer matar como vão me querer abraçar ~risos~ eu acho né rsrs 💗😂
Sem mais demoras BOA LEITURAAAA

Capítulo 12 - Capítulo XI: Almas Torturadas


Fanfic / Fanfiction Dollhouse: Bughead - Capítulo 12 - Capítulo XI: Almas Torturadas

Point On View - Jughead Jones

O que eu tinha feito? A Betty só me queria ajudar, como a boa pessoa que ela é e eu só fiz merda. Apertei meus cabelos com força, me sentia descontrolado. Eu deveria saber, com os problemas que ela tem que qualquer coisa a poderia afetar, até a mais simples. Tentei seguir ela mas não a encontrei em lado nenhum. Não estava em casa, não atendia o celular, não estava no Pop's. Onde se teria metido? A culpa era toda minha. Como sempre, estrago tudo em que toco.

Já algumas horas se tinham passado e nada da Betty. Estava sentado na mesa do fundão no Pop's enquanto continuava deixando mensagens e ligando para a loira. Tenho medo de perder algo que eu nunca tive, tenho medo de a perder. Ela trouxe para mim alegria que já não sentia à anos. Ela me fez sorrir e me sentir vivo denovo. Eu não vou desistir dela. Lágrimas ameaçaram cair, como sou estúpido. Tentei pensar num lugar, um lugar em que me esconderia se eu fosse ela. Mas nada. Pensei em Riverdale inteira. Só me restava um sítio, onde ela poderia estar, o pinhasco. Corri do Pop's para fora, se meus pensamentos tivessem certos, ela estaria lá.


- Betty - chamei preocupado ao ver a loira sentada na ponta do pinhasco, chorando e abraçando suas pernas.

- Vai embora Jughead - pediu entre gaguejos devido ao choro e eu me aproximei mais.

- Desculpa Betty, sou um idiota. Eu não devia ter falado assim com você - lamentei sentindo um vazio - Porque vieste para aqui?

- Porque queria terminar o que tentei fazer mas sou tão estúpida e fraca ao ponto de nem ter coragem para saltar - se insultou ainda sem me olhar nos meus olhos. Ela olhava para a paisagem, era de facto um belo local para morrer - Vai embora Jughead.

- Tu não és estúpida, nem fraca. És a melhor pessoa que já conheci - admiti mas ela nem um pouco se moveu - Vem comigo Betty, sai daí por favor.

- Vai embora - repetiu - Não quero as tuas desculpas - ela se levantou mas continuou virada para o enorme pinhasco.

- Betty por favor vem até aqui - pedi com calma e extremamente preocupado, ela poderia se desequilibrar e cair facilmente.

- Porquê? Porque queres saber de mim? Com tantas garotas por aí? Porquê eu? Porque não me deixas em paz? - questinou finalmente olhando para mim. Me aproximei dela devagar.

- Não é óbvio? Porque tu me fazes sentir vivo como nunca ninguém me fez sentir - confessei bem perto dela.

- Por favor cala-te - pediu quase em um sussurro fechando os olhos com força e se afastando.

- Não, já estive calado tempo suficiente. Eu te amo Elizabeth Cooper - confessei correndo até ela e beijando os seus suaves lábios.

O quanto eu tinha sonhado com este momento. Eu agarrava sua nuca com minhas mãos, o seu cabelo era macio. Os seus lábios se juntavam com os meus perfeitamente. Amaciei sua bochecha, sua pele era perfeita. O beijo foi aprofundando quando ela deu permissão para minha língua passar. A sua boca era macia, os lábios dela se moldando aos meus de uma forma cálida, desconhecida. Explorei sua boca inteira, nunca havia feito isso antes. O que eu estava fazendo? Nossas bocas lutavam debilmente, mordendo-se com os lábios, apoiando ligeiramente a língua nos dentes, brincando nas suas cavernas, onde um ar pesado vai e vem com um perfume antigo e um grande silêncio. Então, as minhas mãos procuram afogar-se denovo no seu cabelo, acariciar lentamente a profundidade do seu cabelo.

 

Point On View - Narradora

Era curiosa a simetria apresentada e vinda dos dois. O beijo entre eles representava mais que amor. Um amor acumulado há tempos, mas nem um pouco frio. A paixão continha um tipo de conservante que não os deixava livres. As mãos dele queriam segurá-la, inteiramente, ao mesmo tempo. E apesar de ela estar nos braços dele, ele ainda não acreditava nisso, e temia que aquele sonho acabasse de novo, de modo não resolvido, como tinha acontecido tantas vezes no passado e lhe causara tanta dor e agonia. E o tempo, a duração do beijo, era o fator mais insignificante. O que eles queriam era apagar aquele fogo dentro de si. Ela queria decorar como se sentia totalmente presa por ele, à ele. Queria conhecer o cheiro e a textura do pescoço dele. Ela segurava seu rosto entre suas mãos e dava o máximo de si naquele beijo. Nessa hora, nenhum sentia mágoa de ninguém; só o que demonstravam eram as coisas boas que sentiam, a pureza apaixonada, a inocência. Ela o abraçava implorando o calor de seu corpo. As mãos e os braços dele, agarravam sua cintura, seu rosto, suas mãos. Lembravam-se do quanto esperavam por isso, o quanto sonharam com cenas e ocasiões diversas em que algo assim pudesse acontecer.

Jughead largou os seus lábios finalizando com um selinho nos mesmos e logo a seguir em sua bochecha. Ela estava vermelha, que nem um tomate e Jug não se encontrava diferente. Os dois tinham experimentado algo diferente, nada daquilo havia acontecido com nenhum dos dois. Betty nunca havia tido um beijo cheio de desejo como o que teve com Jug, o quanto eles queriam repetir. Mas as inseguranças de Betty continuavam ali, ela o amava mesmo sem ter ainda a certeza disso.

- Não - disse dando um passo para trás - Isto é errado, nós não deviamos ter feito isso - avisou toda baralhada.

Jughead olhava fixamente para o chão depois de ouvir aquelas palavras saírem da boca da loira. Ela não havia gostado? Teria ele feito tudo mal? E lá estavam as inseguranças novamente. O medo de a perder era ainda maior. E então como um flash na mente da loira, se lembrou da festa. Ela desabafou com Jughead, ele a iria beijar. Uma grande dor de cabeça atingiu a mesma.

- Jughead - sussurrou com lágrimas nos olhos - Me desculpa. Tu não vais querer estar com alguém como eu e eu não mereço alguém incrível como tu.



Notas Finais


AAAAA NÃO ME MATEM
Mas como já falei inumeras vezes, isto não é uma fanfic de unicornios cagando arco-iris duplos enquanto comem nutella colorida ~quanta imaginação~ 😂💗
Não se preocupem que vai ter mais beijos e romance também😏💖
Obrigada por terem paciência comigo❤❤


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