História Dollhouse (Imagine Park Jimin - BTS) - Capítulo 4


Escrita por: e _Viadan

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Black Pink
Personagens G-Dragon, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Belldonna, Dollhouse, Drama, Imagine Bts, Imagine Park Jimin, Liskook, Memorias Perdidas, Namjin, Puppet, Romance, Vhope
Visualizações 224
Palavras 2.582
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello TOYs do meu coração ♥
Saudades minhas?? *risos*

E aqui estamos nós com mais um capítulo dessa fanfic que está me deixando super orgulhosa. Nossa família cresce a cada dia e esperemos que isso não pare :3

Obrigada a cada um de vocês pequenos TOYs

Tenho que fazer um agradecimento SUPER especial: @Tapioca-fofenha . Esse ser super fofo, essa menina linda e maravilhosa que tem divulgado muito minha fanfic. Muito muito obrigada meu amor ♥♥♥

Mais um Banner perfeito pela @_babydine 😻

Recados dasos *risos*

SIMBORA PARA O CAPÍTULO

Capítulo 4 - Little Puppets


Fanfic / Fanfiction Dollhouse (Imagine Park Jimin - BTS) - Capítulo 4 - Little Puppets

Dollhouse - Imagine Park Jimin 

| Little Puppets |



POV Jeon Jungkook



No outro dia quase perdi para Yoongi, quando ele me apanhou de surpresa nos elevadores da BigHit, e para ser sincero, acho que ele não ficou convencido com minha desculpa - nem eu me convenci a mim próprio. Desde então que tenho procurado ter mais cuidado quando me atraso ou saiu mais cedo da empresa. Não tem sido fácil esconder esse segredo de todos, ainda por cima com o conhecimento geral do caso da namorada do Jimin, eles parecem ter ativado sensores de situações peculiares e seus alertas estão prontos a disparar para mim a qualquer momento.


Mas eu prometi que ninguém saberia onde ela está escondida.


Hoje era Domingo - o dia de semana em que não tínhamos de ir para a BigHit Entertaiment e continuar a trabalhar em novas músicas, ou apenas praticar as antigas - o dia de folga finalmente chegara. Saí de casa logo pela manhã para tomar o café da manhã na minha lanchonete preferida - que por coincidência também é a favorita dela. As ruas não estavam movimentadas, o que era bom, já que atolada é o segundo nome da Capital Sul Coreana.

- Bom dia Jungkook! - Lou, a dona da lanchonete Strawberry, me cumprimentou assim que eu entrei no estabelecimento não muito movimentado.

Lou era uma mulher de meia idade, bastante trabalhadora e gentil. A conheci nos inícios de minha carreira como k-idol, quando procurava, junto com Hoseok, um local simpático e calmo onde comer. De todos os estabelecimentos que visitamos, o Strawberry foi o único onde não tivemos de fugir por conta de fãs loucas. Tanto a gerente como os clientes nos trataram como pessoas normais e não anjos caídos do céu. Desde então que esse estabelecimento se tornou o alvo para as refeições dos membros da banda.

- Bom dia, Lou. - a cumprimentei com um beijo no rosto marcado de velhice enquanto ela colocava numa mesa vazia uma fatia de tarte de morango e um copo de Toddynho. - Eu ainda nem pedi… - me ri.

- Nem precisava. - a mulher sorriu divertida. - Eu te conheço bem e sei que não resiste à minha tarte de morango feita com muito amor e dedicação e ao seu amado Toddynho.

Agradeci, inclinando meu corpo ligeiramente, e puxei a cadeira para me sentar e começar a comer o doce. Assim que o pedaço da tarte tocou nas papilas gustativas da minha língua, foi como se uma explosão tivesse destruído cabeça. O doce e o amargo contrastavam numa suavidade e cremosidade única, que tanto caracterizava aquela tarte. Lou sabia como prender uma pessoa aos seus cozinhados.

- Parece que consegui te deixar sem palavras… - Lou comentou, e eu cobri a boca com a mão me rindo por causa do susto que tomei e das figuras que provavelmente estava fazendo. - Tem aqui mais uma fatia para… mais tarde.

Lou pousou uma caixinha sobre minha mesa e me deu uma piscadinha antes de voltar ao serviço. Para além de mim, somente a mulher de meia idade sabia do paradeiro dela, e enviava através de minhas visitas os doces favoritos da menina.

Terminei o meu café da manhã e deixei o dinheiro - e a gorjeta do costume - sobre a mesa, me despedindo da dona da lanchonete e escutando um tilintar quando abri a porta exterior, que anunciava minha saída. Caminhei tranquilamente até meu carro que estava estacionado a dois metros do estabelecimento e entrei no lado do condutor, pousando a caixinha do doce no assento ao lado. Rodei a chave na ignição do carro e fiz algumas manobras para sair do local onde estava estacionado, tentando não bater nos carros que me encurralaram. Na minha estação de rádio preferida estava passando uma das músicas dos Bangtan Boys, como acontecia muitas vezes. Hoje era a vez de DNA me fazer cantar durante o percurso, sem paragens nem engarrafamentos, até o Hospital Psiquiátrico de Seoul.

O edifício sombrio e sinistro já me era bastante familiar, visto que o visitava diariamente nos últimos oito meses. Antes mesmo de eu chegar perto do balcão a recepcionista - uma mulher chata, por sinal - já tinha imprimido a etiqueta de visitante,  pelo que era bom para os dois, por não termos de trocar palavras. Chegando ao elevador carreguei no botão do costume e aguardei enquanto, no visor, o número do andar mudava à medida que o aparelho subia cada vez mais alto. Novamente o corredor sombrio e estreito ocupou todo meu campo de visão e mais uma vez eu caminhei até o quarto 885, hesitando antes de entrar, olhando na direção do último quarto - 900. Era lá que ________ estava internada, e era lá que ultimamente Yoongi entrava.


Me esconder desse hyung não tem sido nada fácil.

Afastando os pensamentos alheios de minha cabeça, abri a porta do quarto que ainda estava escuro. Pelos vistos alguém ainda estava dormindo. Com cuidado para não a assustar, fechei novamente a porta e caminhei até à cabeceira da cama, observando o rosto adormecido de minha namorada, onde depositei alguns beijos que fizeram a mesma se rir e esfregar os olhos.

- Bom dia, bebê… - sussurrei fazendo carinho nos cabelos loiros dela.

- Bom dia, Oppa. - ela me provocou, escondendo o rosto nas mãos, espreitando entre dos dedos.

Mordi o lábio inferior puxando uma cadeira e me sentando do lado dela. Afastei o lençol deixando suas coxas descobertas do traje esverdeado à mostra. - Não me provoque ou terei que te dar um castigo… - brinquei dando um leve tapa na sua coxa, enquanto ela se ria.

- Oppa! - ela falou novamente, e a beijei. - Oppa! - outro selar a silenciou por pequenos instantes, mas a expressão marota não sumiu. - Se essa for sua punição então vou continuar te chamando de “Oppa” porque ela é maravilhosa.

Me ri com seu comentário e selei nossos lábios num beijo profundo e sincero. Antes de estar internada no Hospital Psiquiátrico de Seoul, Lisa era uma rapper famosa, integrante da GirlBand, BLACKPINK, a banda feminina “amiga” da nossa, Bangtan Boys. Minha amizade com ela começou por conta da intercessão entre as duas bandas e o apoio que nós dávamos um ao outro - e que levou nossos fãs a criarem o nosso ship, Liskook. De início apenas achamos piada, mas chegou a uma fase que até nós próprios acreditamos naquela possível relação e começamos a namorar em segredo dos fãs, da imprensa e de nossos próprios amigos.

De facto, Lisa foi uma rapper de sucesso, mas seus dias no mundo da música tiveram um fim à oito meses, quando ela soube da morte de seus pais num misterioso acidente rodoviário. Minha namorada não lidou muito bem com a notícia, e começou a ter alucinações e a escutar vozes na sua cabeça - se é que são coisas fictícias, porque Lisa não parece, de todo, louca -- por isso ela me pediu que a internasse neste Hospital, para que ela pudesse ficar longe de tudo e de todos, onde ela poderia ficar afastada de tudo o que lhe recordasse seus pais e a levasse à loucura.

- A Minji acha que você está muito bonito hoje… - ela sussurrou quando dei por terminado o beijo. - Ela e a Chohee estão felizes por você vir todos os dias me ver.

Minji e Chohee foram as amigas imaginárias que Lisa conheceu - inventou, na verdade - depois de que andou desaparecida vários dias. A encontrei deitada numa linha de comboio, que felizmente estava cortada à vários anos, e ela me falou sobre suas novas amigas. A Psiquiatra dela, Doutora Yung Min-Yu, me explicou que criar essas personagens em sua cabeça foi uma forma que Lisa arranjou de lidar, de forma inconsciente, com a situação. Dizer que elas não existem por vezes é um perigo.

- Elas já sabem que eu nunca falho com minhas promessas… - respondi, fazendo carinho na bochecha de Lisa. - Tenho uma coisa para você…

Estendi a caixinha para Lisa e ela se sentou na cama, abrindo a mesma e fazendo uma expressão de pura surpresa e felicidade. - A tarte de morango da Lou! - ela comentou e me abraçou com força. - Obrigada Kookie, eu amo esse doce.

Lisa comeu um pedaço da tarte e deixou escapar um gemido de satisfação, que fez meu membro pulsar estupidamente. Mordi o lábio inferior e me xinguei mentalmente, por pensar coisas ilícitas com ações tão simples, praticadas por minha namorada. Lisa percebeu meu incômodo e espreitou para a saliência que começava a se formar no meio das minhas pernas, sorrindo maliciosamente.

- Seu amiguinho já acordou? - ela perguntou, pousando o bolo sobre o cômodo. - Ainda não é muito cedo para ele despertar, Oppa?

A maneira como Lisa me chamou de Oppa fez meu membro pulsar novamente. Uma das razões para eu detestar tanto esse firma de tratamento está nela. Lisa me deixa completamente fora de mim com uma simples palavra. Malditos lábios que eu desejo assassinar, malditas roupas que desejo rasgar… maldita a hora que eu viciei no corpo dessa mulher. Maldita a hora que seu gosto virou uma droga para mim.

- Te amo, Lisa. - falei, subindo para cima dela, iniciando um beijo coberto de desejo.

Lisa não hesitou em corresponder ao gesto, enterrando os dedos em meus cabelos, enquanto minhas mãos percorriam as laterais de seu corpo. Eu amava a personalidade e cada detalhe do corpo de Lisa. Amava de forma tão profunda e intensa que minhas mãos e minha mente conheciam cada pormenor de seu corpo cujas curvas eram perfeitamente desenhadas, apesar do peito pouco desenvolvido. O toque suave de seus lábios - agora com um toque do gosto da tarte de morango -, suas mãos puxando levemente meus cabelos escuros; tudo naquela mulher me enlouquecia. As mãos de Lisa soltaram meus cabelos, percorrendo toda a extensão das minhas costas e parando na barra inferior da minha camisa, subindo a mesma para que meu tronco ficasse descoberto. A peça foi jogada para um canto qualquer do quarto, mas minha atenção ficou focada nos olhos de minha namorada, que arranhou meu abdômen, fazendo com que eu arfasse. Vislumbrei o sorriso sapeca da loira e peguei, por debaixo da bata esverdeada, de hospital, sua cintura fina, aproximando meu rosto do seu, até que pudesse sentir sua respiração bater em meu rosto.

- Saiba que você é só minha. - murmurei, apertando sua cintura, fazendo Lisa rir.

- Sempre fui e serei apenas sua, Oppa.


》》》



- Ainda estou tentando compreender como nunca fomos pegos… - comentei enquanto ajeitava minhas roupas.

Lisa, que estava sentada na sua cama me observando enquanto eu me vestia, deixou escapar uma risada sem humor. Seus dedos brincavam com a borda do traje esverdeado, tipicamente usado por pacientes, de uma forma nervosa.

- Ninguém aqui quer realmente saber de nós… - ela comentou. - Nos tratam como merda humana, literalmente. A muito deprimente…

Senti meu coração apertar com as palavras dolorosas de minha namorada. O Hospital Psiquiátrico de Seoul não tinha muito boa fama, mas ninguém sabia ao certo o que aqui se passava, até porque os pacientes estavam proibidos de contar - aliás, a maioria dos internados são loucos, por isso sua palavra contra a dos profissionais não valia nada.

- Olhe para a _______… - a loira na minha frente continuou, se encostando nos travesseiros da cabeceira da cama. - Se não for a Doutora Min, nenhum outro médico ou enfermeiro lhe daria um carinho. Durante esses seis anos ela esteve sozinha… eu, pelo menos, tinha você.

Antes que eu pudesse lhe responder, ou pensar em qualquer tipo de resposta, escutamos três batidas urgentes na porta e logo a mesma se abriu de rompante. Lisa não pareceu incomodada com a situação, pelo contrário, ela se ria como se soubesse perfeitamente quem era. Olhei na direção da porta e nela se encontrava a figura baixa e magra, trajada de esverdeado e com vários tubos de sedativo ao longo do corpo. - Lisa, olha o que eu…

O olhar de ________ caiu sobre mim e a garota - ou melhor, a mulher -, que trazia um grande urso de pelúcia debaixo do braço, correu até mim, soltando um guinchinho de felicidade. - Kookie!

- Ora vejam quem ela é…! - segurei a garota quando esta pulou no meu colo, e me abraçou com força. - Assim você me mata, neném.

- Desculpa, Kookie. - ela deu um beijinho no meu rosto. - Estava com saudades.

- Eu também. - ________ desenhou um bonito sorriso em seu rosto e saltou de meu colo para o chão, fazendo duas figuras que eu conhecia muito bem entrarem no meu campo de visão.

Yoongi e Jimin tinham as bocas entreabertas e os olhos ligeiramente arregalados, numa expressão de pura surpresa e confusão. Sorri para eles de forma algo nervosa e forçada.


Me pegaram!...


- Oi pessoal… - acenei, mantendo aquele sorriso congelado no meu rosto.

- Jungkook?! - os dois exclamaram o meu nome se entreolhando de seguida. - O que você faz aqui?!

- Que uníssono perfeito… - Lisa comentou divertida.

- Vocês se conhecem? - _______ perguntou saltando o olhar entre eles e eu, com um dedo na boca, curiosa.

- Bem… sim. - respondi, desalinhando os cabelos dela. - Somos amigos e colegas da banda.

- Mas será que todo o mundo aqui é famoso? - ______ comentou para si mesma. Depois virou o urso de frente para si. - E você? Vai me dizer que é uma celebridade entre os ursos de pelúcia?

A inocência da garota provocou uma gargalhada geral. Através de uma troca de olhares Lisa percebeu que estava na hora de agir. - Vem, bonequinha… - ela segurou a mão da outra. - Vamos brincar no seu quarto.

As duas saíram me deixando a sós com Yoongi e Jimin - este segundo que ficara distraído a olhar a mais nova no corredor. Yoongi lhe deu uma cotovelada, o trazendo de volta à realidade e Jimin passou também a me encarar.

- Eu sei que isso parece estranho mas…

- Agora tudo faz sentido! - Yoongi comentou. - Seus atrasos, o nervosismo nos últimos tempos e todos aqueles telefonemas misteriosos. Você estava escondendo Lisa!

- Sim… - concordei derrotado. - A verdade é que foi ela que mo pediu. Ela não lidou muito bem com a morte dos pais e começou a ficar “louca”. Eu a encontrei deitada numa linha de comboio inativa, à uns meses e ela tinha inventado umas amigas imaginárias; Minji e Chohee. Lisa queria ficar longe de tudo, para não continuar a sofrer e não ter tudo ao seu redor a recordar seus pais. Por isso que eu tenho andado assim, queria mantê-la protegida.

- Vocês têm algum tipo de relação? - Yoongi perguntou de cenho franzido.

Mordisquei meu lábio inferior e pude ver Jimin desenhar um sorriso em seus lábios. - Namorados… - ele comentou para o descolorado. - Eles são namorados.

Os dois começaram a rir de meu constrangimento e cruzei os braços, apenas aumentando mais o nível das gargalhadas. - Não dá mesmo para falar com vocês… - me levantei da cama e passei por eles, que me seguiram pedindo desculpas. Juntos entramos no quarto 900, onde Lisa e ________ brincavam com as bonecas. Yoongi se juntou a elas e eu e Jimin ficamos assistindo, sentados numas cadeiras. A cada risada que a corrano-brasileira dava, o Park abria mais seu sorriso, e desviava o olhar quando a mesma olhava na nossa direção.

- Nem se atreva… - ele avisou, quando dei menções de me começar a rir. - Idiota. - me xingou.

- Piegas… - contrapus e ele me olhou, fazendo com que algumas risadas troçassem de nossa infantilidade.




Notas Finais


E então?
Gostaram???
Parece que temos apresentado o novo couple de DH *festinha*

Amores espero mesmo que tenham gostado e mais uma vez OBRIGADA

LOVE YOU MY TOYs ♥♥♥♥





Perfis:

Autora @_Puppet_ 😻
Designer @_babydine 😽


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