História Doloroso Amor - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Tags Paixão Platônica, Professor
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Palavras 1.954
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


desculpe pois não consegui detalhar muito bem a vestimenta da Lo, mas estou deixando uma foto do que seria, que é a foto desse cap. peço perdão.

Capítulo 4 - It's real


Fanfic / Fanfiction Doloroso Amor - Capítulo 4 - It's real

 

As pessoas acham que o amor verdadeiro não existe, porque elas passaram a não acreditar nele, por isso ele foi desaparecendo, ele é como uma pedra preciosa, é raro você encontrar, mas não quer dizer que não exista.

John Lennon

 

 

 

Dia do Evento

Desde daquele último toque mero sem importância, e completamente despercebido para alguns, mas para mim foi um portal para meus pensamentos e o meu coração ser dele. Era realmente incomum, ou talvez era a coisa mais normal que podia acontecer, entretanto nós não tínhamos nenhum tipo de contato particular além de aluna e professor, por que ganhou sem tamanho esforço meu coração?! Isso me deixava inquieta, ansiosa.

 Tudo graças as forças cósmicas naturais estavam em ordem e pronto, foi cansativo, mas aparentemente valeu muito a pena todo o esforço, e que realmente seria por causa nobre. 

 [18:38]

 Eu estava usando um vestido preto, com mangas longas e frouxas, do modelo de listras brancas e pretas com detalhes rosa claro, além de estar com uma meia calça castanho escuro transparente, e uma sapatilha década de 60, simplesmente gostava muito de usar esse tipo de roupa, essa moda passada de uma década surpreendente inigualável. 
 Tinha que está no colégio com antecedência, já que eu ficaria na barraca junto com as três garotas doando abraços para pessoas que precisam ou até mesmo aquelas por diversão... 

 Escuto um barulho de buzina de carro 
Deduzo que seja a mãe de Emilly, que ia também me levar ao colégio junto a sua filha 

 Rapidamente despeço de minha mãe e saio de casa com um grande e simpático sorriso, mas logo esse sorriso some quando percebo que o carro não era o mesmo, e fico confusa em quem poderia ser, caminhei devagar e abri o portão de casa, até que o vidro da janela do carro se abaixa e vejo que era ele...meus olhos ficaram completamente surpresos, surgiu em meu rosto uma expressão pálida e a ansiedade estava me dominando, não consegui dizer uma palavra e também nem pensei em como ele sabia onde eu morava. Me aproximei do carro e logo disse ele
 
 - Oh Eleonora! Não deu para que a mãe da Emilly viesse te buscar, Emilly chegou desesperada no colégio e que não sabia como iria fazer para te buscar, aí me pediram para vir. 

Ele sorriu para mim de uma maneira mais gentil e irônica que eu já vi

- Ahh! Sim... Peguei o meu celular para checar se havia alguma mensagem de Emilly tentando me avisar sobre o ocorrido, e caraca, ela tinha me mandando 50 de uma vez, mas como geralmente meu celular fica no silencioso eu nem ouvi nada. Complicado né! Acontece as vezes uns imprevistos desse, ai a gente caí no desespero mesmo

Voltei a sorrir novamente, do mesmo modo no qual eu estava antes 

 - É. Entra aí.

 Quando finalmente entrei naquele carro e ele deu partida, eu nem sabia o que era mais real ou irreal, estamos tão pertinhos e sozinhos, aquilo me deixou atormentada, mas como foi bom estar com ele, sozinhos e eu podia conversar com ele sem interrompes de ninguém. O silêncio tomava conta no carro, mas sem perder muito tempo ele inicia um diálogo

 - Você está estudando pro Enem? 

 - Estou sim, aliás tentando né, não é fácil estudar, como algumas pessoas acham que é só pegar um livro e ler

- Qual faculdade pretende? 

- História! Eu gosto muito de história, quero fazer bacharelado, eu acho muito interessante 

- Ah! Eu particularmente nunca gostei de história, assim, matérias de humanas nunca foi meu forte, eu sempre tive uma facilidade de aprender exatas e formei em engenharia eletrônica na UnB. Bons tempos por sinal

Como eu gostaria de lhe dizer outras coisas, além de um assunto sobre estudos, é totalmente banal falar disso, enquanto poderíamos falar de romances quem sabe... 
 
 - Ah nossa, eu sempre fui boa em história e me apaixonei... É perfeito, não sei como você não pode gostar, credo! 

 Foi um diálogo de curto prazo, pois de carro não demorava tanto para chegar no colégio, quando estávamos perto, criava em meus pensamentos a vontade imensa de tocar novamente em sua linda, vermelhinha, fofa mão, mas eu não tinha coragem, e entrei em desespero silenciosamente, passivamente, sem demonstrar nada de errado, quando na minha cabeça estava uma grande bagunça. Estacionou o seu carro na porta do colégio, na entrada principal,  eu o agradeci por ter ido me buscar e antes que eu pudesse sair, suspirei fundo e encostei minha mão por cima da sua e apertei e sem que ele pudesse ter qualquer tipo de reação eu sai do carro vermelha de vergonha e sorrindo igual boba.

 Encontrei com Emilly e Camila, a outra que estaria me ajudando na barraca, estávamos tensas, mas não o que para dar errado, fomos para onde estava nossa barraca, que era dentro da quadra de esportes, mais no canto da direita. Estava organizado, como tínhamos deixado de amanhã, só colocamos algumas coisas que só nos daria na hora mesmo, como um lugarzinho para colocar dinheiro se alguém quisesse doar alguma coisa para servir de fundo em cestas básicas. 
 Mesmo tensa, e até mesmo ocupada com minha função, eu não parava de pensar no que Benjamin estava pensando no que eu fiz, se ele acha que foi por acidente ou de propósito, de qualquer forma era certo pensar que ele ficou sem entender o que aconteceu. Ele não entrou no colégio juntamente comigo, deduzo que ele foi para casa se arrumar e também trazer a esposa e a sua filha de 5 anos, que era uma fofa, como eu gostaria que fosse minha filha também, ele poderia fazer lindos bebês em mim... 
Eu estava posicionada com o cotovelo no balcão e aos mãos no rosto quase babando e viajando nessa minha imaginação, e vem Emilly me chamar, pois quando eu estava viajando pessoas estavam chegando, e tinha aquelas que estavam interessadas em ganhar um abraço, eu não queria abraçar ninguém, ora, apenas pessoas dignas poderiam receber meu abraço, então essa função ficou para Emilly e Camila. 
 Enquanto eu ficava sentada observando o povo e disfarçadamente caçando Benjamin com sua família, Carla e Bianca, sua "amiga", se aproximou de mim que eu nem tinha visto

- Eai Guria! Disse Carla 

- O que?! Virei minha cabeça e vi que era ela. sempre Você! Como eu não poderia ter suspeitado né?! Sorri Oi, Bianca! 

 Bianca parecia incomodada, não sei, ela estava com uma expressão séria, acho que elas teriam brigado, não sei por qual motivo, ela me respondeu de um tom seco e baixo, fiquei um pouco sem graça. 
 
 - Você ta procurando quem que ta tão focada ai!? Nem me viu chegar???! Deixa eu pensar, tá procurando o "seu Benjamin?" 

 Ela disse seu nome, com o tom de zoação para me tirar do sério

 - Anem garota, oh! Da licença

 Ela riu e saio com a Bianca para outro lugar. Me senti solitária por não estar vendo ele, mesmo estando em volta das outras garotas que não paravam de conversar, era irritante, elas falavam tão alto e de coisas tão sem noção, chato. 
 Me deu vontade de apenas sair dali e ficar um pouco longe, eu estava cheia de adrenalina no começo, agora estou okzinha, então assim me levantei e fui em direção ao banheiro, era tantas pessoas que ficava um pouco difícil de passar, o espaço não era muito grande. Senti uma mão quente e pesada em meu ombro, quando detectei o toque rapidamente me virei e meus olhos novamente se encontraram com os de Benjamin, e meu coração novamente pulava, ele sorriu para mim e me pediu um abraço para sua filha, Emanuele, ela queria um abraço, eu não poderia dizer para ir na barraca, me explicou que acabou de chegar e esta tão amontoado de gente que nem deu tempo pra caçar onde estava a barraca até que me achou no meio... Eu sorri e lhe disse que não havia problemas e abracei a garotinha ali mesmo 

 - Você é muito fofa e lindinha, sabia?! 
 
 Voltei a posição normal, e sem olhar diretamente nos olhos de Ben, perguntei ironicamente se ele também gostaria de abraço, e literalmente rio e disse que não precisava, os dois agradeceram e foram embora...

 Essa foi a penúltima vez que o vi no evento, pois quando não tinha quase ninguém eu encontrei pela segunda vez. 

 [23:52] 

 As apresentações estariam acabado, as guloseimas e os salgados todos já tinham sido vendidos, não tinha praticamente ninguém, os jovens depois desse evento certamente iriam para outro lugar festar mais, poderíamos observar apenas pessoas que tinham feito uma barraca também ou funcionários da escola. Camila já tinha ido embora e Emilly estava apenas esperando sua mãe vir nos buscar, ela estava afastada de mim, então sozinha e cansada eu estava, estava sentada em uma cadeira, joguei a cabeça pra trás e fechei os meus olhos. Escuto uma doce e calma voz chamando meu nome... Não pude esquecer quem era o dono daquela voz única que me marcou, abri meus olhos e dei um leve suspiro

 - Lo? 

 - Oi, professor! 

- Você precisa de carona até sua casa? Posso te levar se você quiser

- Oh professor... Não precisa, obrigada, a mãe da Emilly dessa vez vai me levar

- Ok..
             Ele virou as costas para sair andando, um pouco sem graça, mas tudo, era o qualquer pessoa faria, porém, quando estava indo, ele parou e parecia estar pensando sobre o que iria fazer em seguida e se virou novamente voltando em minha direção, um pouco envergonhado aparentemente. 
 - Bem, se lembra de proposita que me ofereceu mais cedo sobre o abraço...?
           Aquelas palavras me deixaram mais nervosa do que eu estava, eu estava inquieta por dentro, literalmente eu já estava começando a tremer de novo, enquanto todo os cabelos que havia em meu corpo estavam ficando arrepiados.
- Poderia me dar um agora? 
          Ele estava com uma expressão tão abalada, isso era notório, mas eu recusava a perceber, ele estava com problemas em casa, com sua esposa, estavam com frequentes brigas e quem podemos deduzir que mais sofre é sua pequena Manu, como deve estar sendo difícil.
 - Ah claro que sim! 
    Me levantei da cadeira e passei pro outro lado do balcão por onde ele estava, me aproximei dele e encachei meus braços em volta de sua cintura, apoiando minha cabeça em seu peitoral, pois eu não era tão grande assim e nós tínhamos um considerável diferença de altura. Meu coração se confortou em seus braços, e eu poderia sentir levemente sua respiração calma e um coração tão calmo quanto a mesma, enquanto o meu parecia uma bomba que estaria a explodir a qualquer momento. Sentir o seu cheiro era como estar na lua, era como ver a primavera em Marte e Júpiter... O calor tomou conta quando ele vagarosamente abraçou meus ombros, seu corpo estava mole, parecia que poderia desabar, e que tudo só precisaria de algumas palavras para colocar tudo para fora, mas permaneci em silêncio. Não durou muito, logo ele se afastou de mim e me agradeceu, minha expressão deixou bem claro o quão derretida eu estava com o que acabou de acontecer, apenas consegui sorrir e o observar até pegar sua pequena no colo e ir para o carro com sua esposa. 

  

 

[00:23]

              Quando finalmente cheguei em minha casa, me joguei na cama e não consegui conter meus gritos de alegria, aquele abraço para sempre ficará em minha memória, e eu poderia usar isso para criar longa histórias de amor envolvendo nós dois, como grandes amantes terrivelmente apaixonados e desesperados para ficarem juntos, enfrentando cada obstáculos e fazendo incríveis bebês por várias e gloriosas horas... 


Notas Finais


tento melhorar a cada capitulo, desculpem pelos erros


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