História Dom - Capítulo 1


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Palavras 1.427
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lírica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá meus nobres Leitores..
Abram a mente, e se tornem rendidos das fantasias mais obscuras que residem em vocês.

Espero que gostem..
-A autora.

Capítulo 1 - Amélia e a Alma


Fanfic / Fanfiction Dom - Capítulo 1 - Amélia e a Alma

Dia 16 de Setembro de 1872.

Em algum lugar..

 _Senhorita Amélia... Tem certeza de tal decisão?_ perguntou o homem de sapatos lustrosos.

A mesma apenas concordou com a cabeça, enquanto levemente desviava  o olhar para sua esquerda.

  Ele se aproximou da mesma, pegou em seu queixo, a olhou profundamente.. E novamente perguntou_ Senhorita, preciso ouvir da sua boca, tens certeza de tal decisão?
   _ Tenho sim senhor...

   _Não compreendo..
   _ Pq diz isso senhor?...
 
  _ Uma senhorita tão jovem, ousada e bela.. O que passas em sua mente, mesmo sabendo que não terá volta_ O Homem chegava mais perto da boca da mesma..
   _ Senhor.. Não deveria se preocupar com tal questão, se eu decidi.. É  porque confio em ti, pois tenho grande amor por ti.. E também, o que me valha.. sabes que meus conceitos de moralidade não existem nesse mundo, eu apenas quero testar os limites do meu corpo.. Para que aí sim, teste os limites de minha alma.

  _ Sabes o que fala Amélia, e sempre tem resposta para tudo. Quero ver o que irá dizer quando sua boca estiver completamente ocupada com cada gota de meu sêmen..
   _ não direi nada meu nobre Senhor, apenas irei engolir tudo_ disse a moça com o olhar afrontoso_ e se retirou de perto do mesmo, se encostou no sofá.. sentou com as pernas abertas.. E colocando seus cotovelos no meio das mesmas, observava o seu senhor..
  _ Es mesmo uma pervertida, me olhas como um lobo olha ao carneiro.. _ O moço caminhava lentamente até a mesma_ se eu fosse você.. estaria correndo agora.
   _ Ela sorriu_ e saiu do sofá  em um impulso de adrenalina.
   O mesmo mais rápido pegou-a pelos cabelos.. E a colocou de costas contra a parede.. E enquanto a pressionava sussurrou em seu ouvido: _ Com certeza eu poderia esfolar sua bunda, sua vadia Rebelde.

    _ Tente se puder... _ disse a mesma segurando mesmo com dificuldade no membro do homem..
    
...

    Era um dia frio, setembro... As folhas caiam das árvores.. As carruagens saiam das cidades pequenas, e uma moça.. Gélida como a Lua, e com um sorriso cínico se pusera contra a janela..

   Tinha as madeixas levemente onduladas, e negras como pixie.. Os olhos de cor castanha tão escuros, que eu poderia jurar que a mesma roubara do céu da noite.
  Tinha lábios pequenos e rosados, o rosto angelical.. E um corpo esbelto e frágil.
  Era filha de uma servente da mansão oeste.. Usava trajes simples, de cor preta.. E no tempo vago, escalava as árvores apenas para ver o sol nascer, ou se por.
Seu nome era Amélia, idade; 17 anos.

Um jovem negro se aproximava da mesma, da qual estava a se deliciar em cima de uma árvore de Goiabas agora..
   _Amélia!!! Estão a te procurar na casa grande, o que fazes aí em cima? _ disse o jovem que aparentava ter no mínimo 15 anos.
   _ Horas.. Estou a lanchar bastião! O que queres aquele povo nobre que só me sabem aborrecer?_ perguntou enquanto ela enchia a contra saia de seu vestido com frutos.
   _Não sei sua desnorteada, mas quem a procura é o Senhor Nicolae.._ disse o menino enquanto pegava as Goiabas que caiam no chão.
   _ Senhor Nicolae...? Esse não era o filho do Duque Afonso, que até muitos anos estava de viagem na Europa?
   _ O próprio!_ agora venha.. Deixe que eu a ajude com as Goiabas..
   _ muito obrigada Bastião, es sempre muito gentil comigo!_ disse a mesma, que se despedindo com um beijo no rosto do garoto... correu em direção a casa..
...
 
     _Amélia... Amélia_ gracejava o garoto que agora estava de sorriso largo.
...
    _Senhor Nicolae...? Bastião disse que estava a me procurar, precisa de meus serviços?_ disse a garota ainda com a contra saia cheia de Goiabas.
     _ Deixe que eu ajude com as frutas antes... Vamos a colocar, em cima da poltrona mesmo por enquanto.

 Realmente está muito diferente.. cresceu, desde a última vez que a vi_ ia falando o homem, que esbarrou na mão da mesma sem querer.

   Ela o olhava com estranheza, realmente fazia muitos anos que ambos não se encontravam.. Ele agora, com 26 anos.. Era um homem robusto, de barba bem feita, e olhos claros.. Tinha os cabelos lisos castanho mel..
   Um sorriso reto, e um cheiro suave de perfume de oliveiras..


      _ Pois bem senhor, o que desejas_ perguntou Amélia que se via meio sem jeito perto de tal homem...

     _apenas queria a ver, saber como estava.. Pura curiosidade, mas agora que meu pai falecera.. E minha mãe, pobre dela se padece em uma cama de saudades do mesmo, queria deixar claro que agora tu serves a mim_ O Homem sorria enquanto se servia de um pouco de rum..

    _ Compreendido senhor, e precisa de minha serventia nesse momento?_ perguntou a garota levemente apressada.
    _ apenas um simples favor, quero que segure esse copo, e o vidro de rum.. Apenas enquanto escrevo uma carta_ disse o homem se portando de uma pena e o tinteiro.
    _ Mas.. senhor tens uma cômoda do seu lado, não seria mais simples apenas deixar a garrafa e o copo sobre ela?_ respondeu a mesma revirando os olhos.
    _Seria.. Mas, te dei uma ordem.. Não deveria sequer questionar.. O que pensas?_ disse Nicolae com o olhar turvo.
    _ Não estou aqui apenas para servir ao seu prazer.. de segurar essa taça e a garrafa de rum, apenas porque queres assim.. É isso que penso_ disse a garota colocando as coisas sobre a cômoda_ preciso me retirar, sua mãe precisa de meus cuidados agora..

...
     _ Petulante!_ falou Nicolae.. segurando com força no pulso da moça_ Quem pensas que é? Até onde sei.. Sua mãe a vendeu como propriedade de meu pai, e se eu quiser que tu sejas a minha cômoda.. Porque vais contra isso?
     _ E desde quando as leis de homens me interessam? Se minha mãe não tinha amor a mim, e me venderá ao seu pai.. Quem te deixa dito, que eu não iria me opor a tal absurdo?_ Respondeu a moça com valentia enquanto se soltava, agora encurralada entre a parede.. Nicolae a fitava profundamente, sem palavras para a relutância de tal servente.

   Ela agora o olhava com certo desespero, ela não sabia bem o que acabava de dizer.. Mesmo, sempre tendo vontade de falar tais coisas.
    _Esta muito perto senhor... _ falou baixo a mesma, enquanto gelava revirando o olhar.
    _ não retire sua visão da minha... Me olhe Amélia, peço perdão.. Talvez tenha me exaltado com tal pedido_ disse o homem se afastando.
   _ Também acho_ disse a mesma que vendo a oportunidade se retirou do lugar.

...
    _ Essa garota... Ela, não é normal_ dizia o homem a si mesmo enquanto se voltava a carta.

...
     _Amélia!!!_ Gritava uma mulher apressada dos pés descalços e vestido de chita_ A Dona... Ge.. ge .. ge..
     _ Desenbole Madalena, o que apetece a Dona Gertrudes?_ disse a mesma com os nervos a flor da pele..

     _Ela... ela... Tá, Tá... janela, cair!!!_ Dizia Madalena enquanto girava pelo corredor de nervoso..
      _ Como podes! Estás tão gaga, que não entendo cousa alguma, o que tem a janela... A e... _ ia dizendo Amélia, quanto se tocou sobre o que poderia estar acontecendo_ Por Deus!_ exclamou a mesma enquanto corria ao quarto de Gertrudes...

...
     _ Bastião?! Aonde está ela?
     _ No pé da janela Amélia!! Ela disse que vai se jogar... _ Falava Bastião com um nó na garganta_ Por favor! Tente fazer algo...
...
     _ Senhora? ..._ falou baixinho a Amélia, enquanto se aproximava lentamente da mesma_ Olhe a mim, sou eu.. Sua Dama, lembra?
     _Minha menina... Por favor! Não tente me impedir..._ Dizia a senhora que não tirava seu olhar da janela..
     _Sabes, que se fores.. Não terá mais volta certo?_ questionou Amélia.. enquanto se aproximava mais e mais..

     _ Sei bem, mas.. Não é como se eu quisesse voltar, desde que Afonso se foi.. Minha vida não tem tanto sentido.
      _ Sei que sofre minha senhora, mas ainda tens seu filho... Jovem como es, não à de te deixar sem companhia
...
    A senhora olhou para Amélia, sorriu.. E despencou do terceiro andar da mansão, só se ouvirá um estrondo!
E logo um grito de Nicolae que corria de frente a casa, a socorro de sua pobre mãe..

...
      Amélia se pôs a janela, enquanto olhava apática a tal cena... Ela olhava, olhava.. E logo se retirou do quarto de sua senhora... E naquele dia, não se vira mais ela.

..

Continua. 


Notas Finais


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