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História Domesticando um Saiyajin - Capítulo 8


Escrita por: nurse-Ophelia

Notas do Autor


Se você é novo por aqui, seja bem-vindo.

Aliás, continuo doente e um pouco melhor, mas como não posso fazer muita coisa e precisava urgentemente para não enlouquecer, terminei o capítulo e aqui estamos.

Como escritora, me via escrevendo capítulos longos e extensos. Muitas vezes era meio complicado, outras apenas porque era mais simples a narrativa e era simplesmente divertido.

E essa fic é um desafio divertido. Vejam bem, Vegeta nessa época não era exatamente um cara de família e defensor da Terra. Pelo contrário, lutava apenas para si mesmo. E derrotar o amor da sua vida, Kakarotto hahahaha 😁

Como estava dizendo, estou amenizando o comportamento dele assim como a personalidade.
Bóra lá.

Musica: Moons and Horror Shows - The Zutons

Capítulo 8 - O Curioso caso de três ladrões e um Saiyajin


Fanfic / Fanfiction Domesticando um Saiyajin - Capítulo 8 - O Curioso caso de três ladrões e um Saiyajin

Bulma sorriu, relaxada. Ouviu o som das ondas. Uma lufada de ar fresco serviu de refresco. E estava deitada de biquíni em uma espreguiçadeira de praia, desfrutando da paz e do silêncio. A névoa de água salgada fez seu cabelo ficar mais encaracolado e sua pele ganhou um tom dourado delicado.

Seu pai voltou a pescar e sua mãe fazia compras em boutiques. Bulma foi direto para a venda da praia mais próxima e pagou por outra bebida. Ainda não estava procurando por um novo namorado, mas gostava de flertar.

É uma pena que a maioria dos caras não era particularmente brilhante e quase sempre conhecia uma linha de retirada. Não havia ninguém que pudesse enfrentá-la?

 

...

 

Vegeta voltou de sua excursão naquela noite e pousou no telhado, e de modo inesperado sentiu a presença de três pessoas na casa. As energias eram desconhecidas. E adentrou para a casa desconfiado e foi em busca dos donos das auras. 

Então encontrou no laboratório de Bulma. Vegeta se esgueirou e ouviu trechos de conversa.

— Grande coisa. Tem certeza?

— Sim... dica do TI da empresa dela. Pode ser algo para um Prêmio Nobel e definitivamente vamos ganhar bilhões. O cliente quer todos os dados.

— Não foi um problema invadir.

Olhando pela porta aberta, o príncipe viu três homens encapuzados que estavam ocupados com o computador.

— Merda, senha forte e firewall... onde está o decodificador?

E então tinha ouvido e visto o suficiente para ter uma ideia. Um rato da companhia de Bulma deu a um concorrente uma dica sobre o trabalho dela e aqueles vermes insolentes queriam roubá-la.

Embora fosse Vegeta que deu a ela o conselho estúpido de dar as tarefas aos seus subordinados! Esse desrespeito não pode ficar impune. “Como se atrevem a roubar onde eu moro?!” 

O trabalho de Bulma não tinha nada a ver com ele, mas não podia tolerar a afronta de ignorar sua presença. E se lembrou de como ela tinha se enfurnado no laboratório nas últimas semanas. Este trabalho era quase tão importante para ela quanto o Super Saiyajin era para ele. 

Vegeta teve que reconhecer sua ambição e orgulho como cientista. Se este trabalho fosse em vão? O pensamento fez suas mãos cerrarem em punhos. Além disso, essa família lhe havia dado um teto e comida. Sua honra como guerreiro não permitia que não retribuísse de alguma forma. Esses homens pagariam por sua iniquidade.

O príncipe começou a sorrir com raiva. Decidiu dar um belo susto nestes vigaristas para nunca mais saírem de um cativeiro.

— Ok, estarei no sistema em um momento — disse o gatuno que estava na máquina eletrônica. De repente ele e seu colega se assustaram com o barulho e olharam para trás.

A postura do criminoso que deveria vigiar vacilou. Então ele desmaiou e um homem desconhecido e musculoso com cabelo preto flamejante e uma aparência maligna tornou-se visível.

— Quantos homens são necessários para eu obter informações? Um deve ser o suficiente — Vegeta respondeu à sua própria pergunta. — Quem de vocês quer começar a falar? Quem os enviou e onde posso os encontrar?

O ladrão número dois pegou sua pistola que havia levado com previdência. O homem misterioso tinha que ser um guarda de segurança. Não queria atirar, mas a casa era grande o suficiente, os vizinhos não vão ouvir nada. E puxou o gatilho. O estranho ainda estava de pé. Outro tiro em direção ao torso.

A resposta foi um rosnado do estranho.

O medo se espalhou para os vigaristas.

— O que há de errado com sua arma? — perguntou, em pânico, o intruso sentado no computador.

— Não sei, o cara não caiu... uahh — enquanto olhava para a pistola, incrédulo, o estranho se aproximou dele e esmagou o pedaço inútil de metal cujas balas haviam pego em sua mão.

O ladrão número um só assistiu com medo enquanto o homem macabro amassava a arma de fogo como se não fosse nada, então chutou a bunda do bandido número dois e o fez atingir a parede, deslizando rapidamente para baixo.

O homem de cabelo negro andou pacientemente e ergueu o ladrão número dois, demostrando sua força sobre-humana.

— Quem é você? — gaguejou o ladrão, horrorizado. — Desgraçado.

— Comece a falar — disse o estranho calmamente e o soltou.

O homem caiu no chão e choramingou pelo traseiro chutado. E não foi mais capaz de responder. Aquela coisa o paralisou.

O monstro de cabelo preto, aparentemente o resultado de alguns dos experimentos do inventor louco, rosnou impacientemente e o nocauteou.

— Não sei o que faço com criminosos tão insolentes — disse o diabo e olhou para o último ladrão.

E então o ladrão número três percebeu que não era um pesadelo.

— Eu... eu vou dizer tudo. Não me mate — gaguejou. — Fomos contratados por uma empresa concorrente. Somos especializados em espionagem industrial — explicou o intruso. Ele vinha fazendo esse trabalho há anos e tinha visto vários seguranças. Mas esse homem, não era humano. Se ele saísse com vida, teria sorte.

— Onde está esta empresa e onde posso encontrar o seu dono? Ele não é seu cliente?

— Sim, e eu sei onde ele estará nos esperando com os dados. Se eu te mostrar o caminho, você vai me poupar do inferno? — O ladrão reuniu toda a sua coragem e inteligência para salvar sua vida.

O diabo levantou lentamente o braço. Um brilho se formou ao redor de sua mão, um zumbido baixo pôde ser ouvido e de repente um feixe de energia disparou, abrindo uma fenda no teto.

O robô de limpeza limparia os vestígios de qualquer invasão, no entanto, o buraco na superfície da casa seria um problema para Vegeta.

O ladrão piscou, ainda consciente, não conseguia acreditar no que estava vendo.

— Você vai me levar a este ponto de encontro imediatamente. Então fale... ou lide com as consequências — ameaçou o diabo.

— Entendi, senhor diabo — sussurrou o último ladrão, tremendo de medo.

 

...

 

— Então é aqui? — Vegeta olhou do banco do passageiro da van escura para a planta industrial iluminada a poucos metros de distância.

O rato teve que levá-lo em seu veículo porque não podia voar e também precisava levar os dois comparsas desacordados.

Depois de duas horas, eles finalmente chegaram, os corpos adormecidos de seus companheiros de crime foram jogados no banco de trás, escutava-se um leve ronco de um deles. 

— Sim, no edifício principal. Aquele com a cúpula redonda no meio, estão me esperando. Mas o meu chefe não estará sozinho. O prédio está bem protegido. Sua empresa é especializada em tecnologia de armas, também usa isso para seu sistema. Senhor Yagami estava com tanto ciúme que a Corporação Cápsula limpou as últimas ofertas dos militares que queria vingança — explicou o rato, cujos nervos estavam quase no fim.

Sentado ao lado de um monstro por horas e sem saber o que o homem estava pensando ou ia fazer foi uma tortura. Mas ainda estava bem ali. O Sr. Yagami agora deveria lidar com essa criatura. Virou o problema de seu chefe.

O ladrão apenas não sabia que iria passar vários anos atrás das grades por vontade própria. E pensar que a prisão nunca foi uma opção para os três ladrões, jurando que sempre escapariam da justiça.

 

...

 

Alguns dias depois...

— Vegeta, estamos de volta — gritou Bulma.

— Eu sei porque posso sentir sua aura — murmurou para si mesmo, sentado na sala de estar no sofá naquele momento.

— Oh, estou tão feliz que minhas flores sobreviveram bem a este calor — ele ouviu a mãe de Bulma.

— Claro, eu verifiquei as configurações do robô antes de sairmos. Caso contrário, os animais teriam sido regados e as plantas alimentadas — brincou o marido da loira.

O homem caminhou pela sala primeiro.

— Olá Vegeta, peguei peixes ótimos. E tive sorte — o doutor cumprimentou o Saiyajin e se assustou quando viu seu gato favorito, o pequeno Tama, sentado ao lado do seu convidado alienígena. Mas ao reparar no amado mestre, o gato saltou do sofá e correu em direção ao dono.

Em contraste com o animal de estimação, Vegeta permaneceu em seu lugar, inalterado, dando uma pausa de sua leitura atual.

— Você acha que Vegeta sobreviveu bem à nossa ausência? — perguntou Panchy, entrou em seguida só para se assustar ao ver o guerreiro de elite em uma pose desconhecida e relaxada, com calça moletom preta e camiseta azul, e ainda por cima, um livro em sua mão.

— Aposto que ele nem percebeu que ficamos mais três dias — essa resposta veio da mulher mais irritante e ultrajante deste minúsculo planeta.

Bulma entrou e ofereceu um sorriso atrevido. Usava um short tão curto que ele podia vislumbrar a pele bronzeada de suas coxas. O fato de ter ouvido seu comentário ou não ter treinado não parecia o incomodar.

— Oi, Vegeta — ela o cumprimentou. — Você sentiu nossa falta?

— Como um tumor cerebral que fica cantando “Cha-la head-cha-la” no meu ouvido — retrucou Vegeta.

Para sua surpresa, ela apenas sorriu mais amplamente. Então ainda era a mesma pessoa, apesar das férias. Ótimo!

— Acho que isso significa sim. Você simplesmente não quer admitir, não é? Por falar nisso, você ouviu o noticiário dizendo sobre a confusão na empresa Yagami? — ela mudou de assunto. — Aqui não aconteceu nada fora do normal, certo? Fiquei receosa de algo parecido acontecer na nossa empresa.

— Tudo normal — disse ele e olhou de volta para a página do livro. Sua expressão era insondável. Sua resposta sem compromisso. Todo o seu ser era um mistério. E se elogiou por sua expressão impassível.

— Acredita-se que foi uma briga causada por um cliente insatisfeito. Não houve mortes nem feridos. Parecia mais uma brincadeira de mau gosto. E, no final, todos tiveram o mesmo depoimento que se submeteram voluntariamente. Eles queriam ser presos?! Muito suspeito. Sem falar do absurdo.

Panchy suspirou, alarmada.

— Aliás, nunca gostei do Yagami. O homem vendia armas para qualquer um que tivesse dinheiro. Sem moral. O engraçado foi que ele e seus empregados terem confessado seus crimes, inclusive os mais fiéis e bem escondidos, então agora vão passar anos na cadeia. Me pergunto o que botou medo neles — murmurou o Dr. Briefs e colocou o pescado na geladeira. — Vamos comer peixe hoje, ok? Eu posso ligar a grelha?

O casal discutiu o jantar enquanto Tama se agachava a seus pés, esperando por um pedaço de peixe. 

Bulma não tirou os olhos de Vegeta. Estranho voltar para casa e o avistar imediatamente. E tinha pensado que estaria na sala de gravidade. O príncipe estava esperando por ela? Porque estar ocupado lendo um livro parecia tão estranho. Estranhamente relaxado, e em roupas normais.

Absurdo! No entanto, tinha que admitir que sentia falta de suas provocações.

Ele ergueu os olhos do livro e ambos se olharam rapidamente nos olhos e inadvertidamente sorriram um para o outro.

Querendo conhecer o seu lado leitor ávido, Bulma sentou-se ao seu lado, assentando com cuidado suas compras ao lado e observou uma grande pilha de livros abaixo dos pés masculinos, chocada. 

Repentinamente ela pegou um e leu o nome do autor em voz alta.

— Shakespeare?! 

Vegeta, um guerreiro vindo do espaço, lendo livros terrestres por livre e espontânea vontade? Ela poderia rir se não tivesse visto com os próprios olhos, e poderia rir se não fosse imensamente interessante, de fato estaria gargalhando caso fosse outra situação, porque parecia um pensamento absurdo e incoerente.

— É o nome do autor, certo? Ou é um pseudônimo? 

— Você sabe o que é um pseudónimo! — gritou ela, exaltada. 

— Sim, mulher irritante — rosnou pelo ultraje. — Existem palavras que desconheço ainda, porém, me acostumando aos hábitos deste planeta, e através dos meios de comunicação venho adquirindo conhecimento local.

Bulma analisou mais livros. Otelo. Macbeth. Romeu e Julieta. Cristo, era uma mina de ouro. E continuou mexendo e fazendo perguntas atrás de perguntas para o moreno, movida pela simples e mais pura curiosidade. 

— Pare de bisbilhotar! — rosnou ele, então um olho se contraiu, seu tique nervoso apareceu pela primeira vez em muito tempo.

— Não! Quero que me conte, dessa vez, qual é a sua atual leitura preferida. Você me deve porque na última vez Yamcha tinha entrado e interrompido a nossa conversa.

Vegeta, mexendo um braço musculoso e tenso, pegou Hamlet e mostrou a ela, franzindo o cenho e seu olhar estreito. Seu rosto assumiu uma expressão defensiva, não querendo comentar. Demorou alguns segundos para sua boca se mexer.

— Foi o meu preferido de Shakespeare — resmungou.

Os olhos azuis brilhavam, majestosamente.

— Sério? Por quê?

— Qual seu interesse?

— Vamos lá, por favor...

Ele parou repentinamente, parecendo ter uma luta interna se concordava ou não. No entanto, a mulher terráquea o infernizaria mais tarde, com certeza.

Hmpf

— Pelo menos, cite o seu momento favorito. Por favor!

Vegeta abriu uma página específica e recitou brevemente, depois fez uma pausa, citou somente mais um verso e parou pois o rosto de Bulma estava muito próximo, ela praticamente se ergueu para observar suas reações de perto, parecendo desvairada. Era preocupante para ele, no mínimo.

Percebendo a expressão alarmada do príncipe, a cientista recostou-se no sofá, pigarreou e olhou para o moreno por cima do papel. 

— Quem diria… estou… hã, é legal saber disso.

— Por quê? — balançou a cabeça, parecendo perplexo. — Isso te deixa muito atrevida, mulher... Já sei! Você está me examinando, feito uma cobaia de laboratório! 

— Não! — ela se defendeu, contudo, a acusação tinha fundamento, um pouco. Bulma decidiu mascarar dando um tapinha no braço saliente e sorriu astutamente. — Apenas… aprecio saber que você lê por vontade e… goste de verdade do conteúdo, certo? E nunca imaginaria isso. Então me pegou de surpresa.

— Sim. Acabei de dizer que este é meu preferido. 

— É que eu nunca conheci um cara que é lutador de artes marciais e se interesse em ler algo além de uma revista da Playboy. Nenhum. Portanto, ouso dizer que é muito fascinante. Aliás, nunca conheci alguém como você. E não me culpe por estar intrigada.

Vegeta não sabia o que significava uma revista Playboy, mas imaginou que devia ser um conteúdo vulgar destinado a pessoas cujo a libido estivesse em prioridade.

Tch. Terráquea insolente. Só argumento que se intromete em assuntos que não lhe dizem respeito. E acho que também nunca conheci alguém como você.

— É uma pena que me ache intrometida. No entanto, moro aqui. Então lide com isso, cara durão — disse ela, dando uma piscadela e apontando um dedo para seu ombro. E então se lembrou de algo: — Eu não lembro de nada de Hamlet. É... faz um longo tempo. Será que li?

— Vou te contar, se quiser — ofereceu ele, e se arrependeu no segundo seguinte, pois aqueles olhos azuis se arregalaram.

Ela aproveitou a sua hesitação para acenar vigorosamente com a cabeça, esperando que Vegeta, o príncipe dos Saiyajins, o guerreiro de elite, o dito mais forte da galáxia, começasse a explicar para ela sobre um livro trágico. E ponderou se por acaso eles estariam em uma realidade alternativa bem bizarra.

Vegeta a olhou intensamente, depois respirou fundo e falou em voz alta, mas parecendo completamente robótico. Estava óbvio que ele não estava mais relaxado. Não estava à vontade para compartilhar isso, contudo algum tempo depois, sua voz foi ficando normal à medida que contava sobre o que havia gostado, detalhando os acontecimentos.

E Bulma percebeu, com pesar e tristeza, que Vegeta conheceu em primeira mão o assassinato e a traição. E, em grande parte, a narrativa de Hamlet a fez se lembrar do próprio príncipe. Quando ele terminou de falar, o silêncio se prolongou em unicamente cinco segundos.

— Então, você gosta de ler livros — observou ela, parecendo desinteressada de propósito. — Quem diria?

— Isso é um meio de entretenimento, correto? A TV igualmente faz isso — comentou o moreno, olhando para cima e vendo o controle remoto. Encolheu os ombros, coçando a nuca. — Cheguei à conclusão de que são… realmente úteis para algo, no fim das contas. Então, não preciso explodir a maldita TV. Mas não pense que todo conteúdo que vislumbrei é suscetível a me satisfazer. 

Era o jeito dele de admitir que gostava disso, de verdade. E mencionou a televisão, aparelho que um dia foi ofendido por Vegeta.

— Hmm… — murmurou ela, sorridente. — Irei te dar mais livros. E não se preocupe, não vou pedir para que me explique nada. Ficará em paz e não vou me intrometer. Só será para o seu entretenimento pessoal.

— Certo. Isso é bom. Cuide da sua vida. 

— Ok. Vou te deixar ler. 

Vegeta a observou ir embora, animada. 

Bulma se virou rapidamente e desapareceu em seu quarto para desempacotar seus souvenirs e Vegeta se concentrou em seu livro, Senhor dos Anéis.

Esperançosamente, a mulher loira e irritante terminaria de comer logo. Um peixe parecia bom.

Algumas horas depois, Bulma entrou em seu laboratório, antes de acender as luzes percebeu que algo estava errado porque raios de sol adentravam em um ambiente que deveria ser escuro. Olhou para cima e automaticamente ficou irritada. E rapidamente gritou:

— O que diabos aconteceu aqui?! Vegeta!!


Notas Finais


Vocês estavam esperando Vegeta pulverizar os bandidos, certo?
Tch. É claro que estavam esperando isso. Os bandidos se entregaram porque talvez achem que assim vão para o céu ou talvez porque o diabão ameaçou as suas vidas... quem sabe.

O capítulo teria sido mais longo, porém tive que censurar Vegeta em bons momentos porque...é Vegeta e temos regras rígidas a seguir aqui, certo? (^._.^)ノ


E sendo uma autora que valoriza o desenvolvimento do personagem, Vegeta também apenas deu um susto para não deixar Bulma brava. O cara tem um medinho dela, só um pouco. Quem duvida que ela pode descobrir? A mulher é um gênio.

Gostei muito de retratar Vegeta como um leitor. Você não acha atraente caras que leem livros? Oh céus, sim, eu curto. #sonhodeconsumo.

Vocês querem algum momento Gochi?

É assim, Vegeta e Bulma são os principais aqui e dou prioridade, então não tem como eu ficar intercalando dois casais, porém, posso colocar um momento de Gochi aqui e ali. Também vai ter algumas lutas e isso consome boa parte de um capítulo inteiro.


Curiosidade: Tenho duas fanfics [ppg e dramione] com muitos capítulos prontos e, quero dizer realmente isso: são vários capítulos que escrevi faz um tempão, contudo, preciso corrigir e cortar muito conteúdo. Escrever Químico-x me trouxe a experiência de trabalhar com três casais diferentes. Isso mesmo. TRÊS?! Num único capítulo os três podiam aparecer e Cristo, é exaustivo.

Enfim...

O que acham que vai acontecer?
Obrigada a todos que estão acompanhando até aqui, trazendo suas opiniões e compartilhando o que acham da história. E Obrigada por todo o carinho e amor 🥰

Ah, e você também, caro senhor fantasma. Já fui uma de vocês, faz um tempão, mas sai das sombras. Falar com a autora traz alegria, viu? 😗

Se desejar, deixe um comentário.
Amo demais ler seus comentários [meu lado Sonserina dando a caras haha] 😁
Façam teorias ou sugestões. Sei lá. Fale se gosta de pizza com abacaxi?!

Quer me conhecer melhor? Postei dois jornais falando de mim... 😊

Te vejo por aí.
xoxo.


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