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História Domestique ou Seja Domado - Capítulo 41


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Capítulo 41 - Capítulo 41


E mais uma vez. Ele estava ali naquele quarto branco repleto de aparelhos, enquanto Hinata estava sendo medicada por Tsunade. 

Itachi se afastou da janela e deu a volta na cama parando ao lado de Hinata. Ela ainda estava desacordada, mas parecia tão calma, ultimamente ele vinha percebendo um cansaço em Hinata. Até então, quando ele perguntava o que ela tinha, ela apenas dizia que era o serviço, mas ele trabalha com investigação, não o fazem por idiota. Ele viu que ela estava preocupada, porém queria que ela se abrisse com ele sobre os problemas que ela queria carregar nos ombros sozinha. 

— Ela vai ficar bem. — A voz de Tsunade tirou-o de seus devaneios. Ele assentiu e voltou a fitá-la. — Eu preciso ir, ela irá acordar em breve, se precisar de qualquer coisa, só me chamar apertando aquele botão ali. 

Ela apontou para um pequeno interruptor branco que tinha ao lado da cama da Hyuuga. Ele assentiu mais uma vez e a loira saiu do quarto. Ele suspirou e pegou na mão dela entrelaçando seus dedos nos dela. 

Ele ficou a olhando sem dizer uma palavra. Aquela sensação de perda sempre voltava, mesmo que ele tentasse fugir desse sentimento, ele sempre voltava com uma força avassaladora. Sem perceber, ele apertou a mão de Hinata com um pouco de força. 

— Ai. — Ela murmurou. 

Itachi a encarou com um semblante feliz, mas voltou a frieza logo em seguida. 

— Como você está? 

Ela tentou se sentar, Itachi a ajudou soltando da mão dela e arrumando o travesseiro atrás de suas costas, levantando um pouco mais a parte de cima da cama. 

Ela suspirou cansada e coçou as têmporas.

— Um pouco exausta, enjoada. E minha cabeça dói um pouco. 

— Você não tem se cuidado. Está com uma anemia profunda, Hinata. 

A voz de Itachi mostrava o quão irritado ele estava, a repreensão pegou Hinata desprevenida. Ela o fitou sentindo vergonha.

— Desculpa. — Ela chiou baixinho encolhendo os ombros e olhando para baixo. — Eu só fiquei preocupada demais. 

— Com o que? — Ele sentou ao lado dela e envolveu seu braço esquerdo na cintura dela a fazendo deitar-se em seu peito. — Vamos lá, me diz o que está te deixando doente. 

Hinata se aconchegou mais em seu peito e fechou os olhos soltando todo o ar pela boca. 

— Neji, eu sei que ele me esconde alguma coisa. Meu primo sempre foi meu melhor amigo, sem contar que ele anda afastado, quieto. 

Itachi ouvia ela dizer tudo calado. Os olhos negros encaravam o teto.

— Ele deve estar cansado, afinal morar com seu pai é uma pressão e tanto. — Respondeu tentando desviá-la da verdade. Ele odiava não dizer tudo a ela, mas era para a segurança da mesma, ele não queria que Hinata se envolvesse em nada que a machuca-se.

— Não, não é isso. — Ela ergueu a cabeça para olhá-lo nos olhos, Itachi também a fitou. — Anne também anda estranha, ela parece inquieta, com medo, como se alguém fosse fazer algum mal a ela.

— Você precisa ficar calma. Ela pode estar passando por algum problema pessoal.

— Hanabi, meu pai não a deixa sair, e ele também não me permite vê-la. Sabe como está sendo difícil pra mim, não ver minha irmã depois de quase dois anos é demais pra mim.

— Você tem direito de ir visitá-la, seu pai não pode proibi-la. Principalmente se sua irmã estiver de acordo em querer ver você também. — Ele passou o dedão nos lábios dela. — Você está se preocupando com coisas que se resolvem à base da conversa. 

Ela sorriu e se sentou na cama com as pernas cruzadas. 

— Ótimo, que assim seja. — Ele levantou uma sobrancelha e cruzou os braços. — Também tenho me preocupado com você, eu vi um relatório sobre o Sasori na sua mesa.

— E? Estamos investigando ele. 

— Sim, mas é isso que me deixa preocupada, essas pessoas com quem ele supostamente estava envolvido tentaram te matar. E eu...

— Ei, não confia em mim? — Ele a cortou olhando para ela sem expressão no rosto. — Você tem que confiar mais em mim, eu sei o que estou fazendo. 

Ela olhou para os lados nervosa, o medo de perdê-lo a estava deixando com exaustão, tirando sua fome e sono. 

— OK. 

— Ok? — Ele repetiu 

— Sim, confio em você. — Ela o fitou. Notou a tensão nos olhos dele, mas ele se preparou bem para essa conversa.

Os lábios dela torceram quando olhou para baixo, os olhos meio fechados quando encarou as mãos.

— O que foi? — Perguntou a olhando curioso. 

— Porque você sempre me olha assim? — Ao julgar pela reação surpresa de Itachi, ele não esperava essa pergunta.

Ele franziu as sobrancelhas bruscamente. Olhando para o lado oposto tentando, de todas as formas possíveis, respondê-la.

— Porque você é diferente. — Ela levantou as sobrancelhas e o fitou pasma. Ele fechou os olhos e coçou o sobrecilio nervoso. — Todos os dias, quando eu te olho, uma luz se acende dentro de mim. Entende? — Hinata escolheu não fazer nada. Não dizer nada. Ele continuou: — Antes de te conhecer, eu era um poço obscuro, cheio de amargura e preso dentro de uma casca. Eu me sinto culpado pelo que aconteceu com a Luna, eu não tive sequer a chance de dizer adeus à ela. — Uma pausa. Ele suspirou e voltou a falar: — Quando eu conheci você, realmente pensei que você fosse uma garota mimada. Mas, aos poucos nós dois fomos nos aproximando um do outro, e eu me apeguei à você de uma forma que nem a Luna conseguiu me prender.

— Eu...  — Ela não sabia o que dizer, estava chocada demais ouvindo aquelas palavras de Itachi penetrarem com força o seu peito e cravarem em seu coração.

— Por isso, quando eu olho para você, é com admiração, carinho, orgulho por você ter conseguido ser quem você batalhou pra ser agora. Principalmente, te olhando com amor. Tentei de várias formas fugir disso, mas foi inevitável. Você é o meu anjo, que entrou na minha vida apenas pelo meu corpinho, mas tudo bem.

Ele sorriu alto a levando rir junto com ele. Os dois pararam de rir aos poucos, e Hinata o fitou intensamente, aquela outra declaração dele a fez se sentir a melhor mulher do mundo. Claro que ela já se sentia mega feliz, mas agora é diferente. O relacionamento dos dois parecia estar evoluindo muito bem, e ela estava adorando aquilo tudo. 

Cada gesto, carinho, toque e palavras de Itachi, estava fazendo-a se apaixonar ainda mais pelo Uchiha. 

                         ******

— Menina, vai já comer. — Miroko gritou do quarto. 

Hinata estava terminando de colocar os sapatos. 

— Eu como depois Miroko. — Ela se levantou para pegar sua bolsa. Mas parou a mão no ar assim que viu a velha sair do quarto a olhando brava. — O que? Eu preciso sair agora, é muito importante. 

Hinata pegou a bolsa rapidamente e correu até a porta escutando Miroko chamá-la. Ela amou saber que Itachi estava pagando para a senhora cuidar dela, desde que ela veio morar com Hinata, a morena se sentia melhor. Mas não era por isso que ela iria esquecer dos problemas. Neji, Anne e Itachi, estão na mira dela, agora Hanabi, ela já está indo resolver essa questão pendente. Hiashi Hyuuga a ouviria, querendo ou não. 

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— Porra, eu não acredito que você veio até aqui na minha casa, teve a cara de pau? — Temari olhava Shikamaru com raiva, os nervos da loira pulsavam querendo estrangulá-lo.

— Posso entrar?

— Imagina, mas é claro — Ele sorriu. — Que NÃO. 

O sorriso dele morreu aos poucos, o Nara revirou os olhos e tirou as mãos do bolso da calça e a empurrou para dentro devagar para não machucá-la.

— Vamos bater um papinho. — Ele disse fechando a porta e a encarando com malícia nos olhos. Shikamaru se aproximou de Temari lentamente, a loira a cada passo dele, recuava para trás. 

— J-já mandei você ir embora. — Ela murmurou sentindo o corpo dele bem próximo. — Você me irrita.

— Calada. — Ele prensou o dedo indicador nos lábios dela e roçou o nariz sobre a bochecha dela. Temari sentiu os joelhos tremularem e uma pontada forte no ventre. — Eu estive pensando, porque uma garota problemática como você, não sai da minha cabeça?

Ela arregalou os olhos e o encarou incrédula. O Nara desviou os olhos para os lábios de Temari que insistiam em chamá-lo, fechando a linha invisível entre eles, fundiu seus lábios em um beijo calmo, no começo Temari não reagiu, ficando inerte ao que estava acontecendo. Mas ao sentir as mãos dele em sua cintura, ela enlaçou o pescoço dele e o puxou para mais perto o correspondendo. 

Ela ligou o foda-se, transaria com o moreno e depois o descartaria, assim como ele fazia com a mulheres.

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Enquanto isso, Anne estava deitada no sofá em seu apartamento. Tudo estava fechado e escuro, ela sentia medo, raiva, ódio e repulsa de si mesma. Os olhos estavam vermelhos pelas lágrimas que não cessavam, ela sentia uma dor no peito. Porque estavam fazendo isso com ela?! Ela nunca fez mal a ninguém, veio para os Estados Unidos em busca de uma vida melhor para ela e a filha de três anos. 

— Droga! — Murmurou sentindo a cabeça latejar de tanto chorar.

Fungou e virou de barriga para cima olhando o teto escuro. Assustou-se com o barulho da campainha tocando. Ela olhou receosa para a porta da frente, quem poderia vir até a casa dela?

Ela estava com medo, seria ele vindo mata-lá? Não, ele não arriscaria tanto assim sua identidade. Novamente o barulho da campainha soou. Ela se levantou lentamente e secou as lágrimas caminhando até a porta, ficou nas pontas dos pés para olhar pelo olho mágico, não conseguia ver quem era. Arriscaria, respirando fundo e sentindo as mãos tremerem, ela abriu a porta. 

Seus olhos chocaram-se ao vê-lo ali, parado em frente a ela com uma expressão confusa e os olhos a fitando com intensidade.

— Neji?

Ele entrou a agarrando pela cintura com força e fechando a porta com os pés. Ele a apertou contra seu corpo.

— Estou ficando louco, Anne, você está virando a minha cabeça. — Anne sentiu os lábios de Neji contra os seus, ela soltou um gemido manhoso ao sentir aquele toque maravilhoso dos lábios dele. 

Ela corresponde na mesma expectativa. Suas mãos pequenas percorrem até a barra da camiseta dele a puxando, os dois se separam para que ele termine de arrancá-la e jogar em um canto qualquer. Voltando a se beijar com paixão Anne os guia até o sofá e o senta lá, ela retira o blusão que usava ficando apenas de calcinha. Neji deslizou a mão até um pequeno abajur que havia ali do lado e o acendeu. Ele mordeu os lábios ao assisti-la tirar a calcinha. 

Ele apertou o membro duro por cima da calça. Desesperado, ele começou a abrir o zíper e ergueu-se um pouco para retirar a calça e a cueca. Assim que ele ficou nu, Neji pegou o pau com a mão direita e começou a se tocar na frente dela, ele fazia tudo isso a fitando com desejo. Anne lambeu os lábios e não esperou por mais, sentou em cima dele com os seus joelhos cada um em ambos os lados das coxas dele e ergueu-se se posicionando, Neji deixou a cabecinha apontada para cima bem na entrada dela, Anne deslizou aos poucos sentindo-a o engolindo com fome. Neji resmungou alguns palavrões e tombou a cabeça para trás fechando os olhos. E puta que pariu, Anne era apertada demais. 

— Oh... — Ela suspirou sentindo o ar faltar.

Uma excitação descomunal dentro de si a estava levando a insanidade. Neji não perdeu tempo ao ver os seios médios da morena posto à sua frente. Ele passou a língua no bico rijo dela, não aguentando mais, ela começou a cavalgar em Neji. O Hyuuga largou o seio dela para gemer e a puxar para mais um beijo. Um êxtase completo, os corpos se fundiam como se fossem feitos um para o outro.

A sala estava envolvida pelos sons dos gemidos de Anne, o Hyuuga tentava ao máximo segurar os gemidos presos na garganta. 

Essa tarde, Anne iria sentir de todas as maneiras, o prazer. E Neji estaria ali para satisfazer cada pedacinho do corpo da morena. Ele iria fazer com que aquele desejo louco e insano sumisse de uma vez. 



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