História Dominating you - Capítulo 13


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Capítulo 13 - - I will stay with you -


Jungkook

   — Saia daqui! – Ela apontou para a porta irritada e eu neguei com a cabeça.

   — Você vai me expulsar agora? Sem mais nem menos? – Cruzei meus braços, a olhando nervoso. — Você não vai nem se explicar? – Ela arqueou a sobrancelha e se levantou, vindo até onde eu estava.

   Não pude deixar de me encolher pelo seu olhar. Ela parecia realmente irritada agora.

   — Quer saber o que eu 'tava fazendo?! Tudo bem! – Disse e aproximou ainda mais seu rosto do meu. — Eu 'tô trabalhando. Trabalhando tanto 'pra conseguir um final de semana livre 'pra ficar com você!

   Revirei os olhos, tentando entender a mentalidade da mulher em minha frente.

   — Noona! Eu não preciso que você fique se forçando 'pra ficar comigo. – Neguei com a cabeça e me sentei na cadeira. — Eu só quero que você trabalhe até o seu horário, volte 'pra casa e me dê carinho. É só o que eu quero. Não quero que trabalhe até morrer 'pra conseguir míseros dois dias.

   — Jungkook, eu vou falar só uma vez... – Ela disse estressada e apontou para a porta. — Sai daqui. – A olhei irritado e virei as costas, saindo do escritório.

   Eu só pedi um pouco de atenção, é muito? Noona está sempre trabalhando e ela não precisa.

   Cheguei no meu quarto e bati a porta, não estava com a mínima paciência. Odiava ter que ver ela trabalhando tanto, ela não precisa disso. Se ela só trabalhasse até cinco e meia, chegasse em casa e me desse amor, eu não iria querer mais nada.

   Mas claro que não, ela tem que por essa ideia ridícula na cabeça dela e não querer tirar. Afinal, quando ela tem uma ideia, não tem Cristo que tire.

   Peguei o urso de pelúcia que havia no meu quarto e me deitei para dormir, abraçado nele. Eu não me importava que ainda era muito cedo, não queria ficar acordado mais um minuto.

   Acordei de manhã sem esperanças de ver Hee-Young, ela sempre saia mais cedo que o necessário. Coloquei meu uniforme e peguei minha mochila, indo para a escola, sem interesse em tomar café.

   Depois de chegar na escola, me sentei na minha cadeira, ela ficava no fundo do lado da janela. Então, fiquei pensando em tudo e nada.

   Os meninos que me bateram estavam ali, entrando na sala e tudo que fizeram quando me viram, foi se curvar para mim e se sentarem assustados.

   Eu ainda vou descobrir o que aconteceu.

   A aula se passou como todos os dias, chata. Depois de guardar todo o meu material, saí da sala, indo até a saída da escola.

   Eu não tinha falado uma palavra hoje, estava tão chateado. Fechei os olhos, tentando me acalmar e continuei andando para ir para casa.

   A casa estava vazia... Como sempre.

   Noona parecia não se importar com a minha presença aqui. Não estava interessado em almoçar, então apenas fui para o meu quarto, começar a fazer minhas tarefas.

   Assim passou a semana, até chegar na sexta. Eu não falava com Hee-Young e a mulher não falava comigo.

   Até que quando bateu meia noite, era sábado, de madrugada, escuto alguém bater na porta e me chamar. Era a própria.

   Me levantei irritado por ter meu sono atrapalhado e a abri, me deparando com a mulher ajoelhada na frente do meu quarto.

   — Hee-Young? 'Tá tudo bem? – Perguntei atordoado, vendo ela negar com a cabeça.

   — Me desculpa... – Ela se sentou no chão e suspirou chateada. — Eu não devia ter deixado você sozinho, devia ter te dado mais atenção. Jungkook, eu gosto tanto de você, mas não te dei o carinho que merece.

   Eu estava estático olhando para a noona que abriu os braços, ainda sentada, pedindo por um abraço. Neguei com a cabeça, ainda confuso, mas me aproximei, deixando ela abraçar minhas pernas, enquanto eu olhava para frente sem expressão.

   — Espero que consiga me perdoar, eu não fiz por mal... Achei que 'tava ganhando tempo com você, mas só 'tava perdendo. – Senti ela dar beijos perto do meu joelho, então me abaixei, ficando em sua frente, encarando seu rosto.

   — Hee-Young... Eu entendo sua preocupação em me deixar confortável, mas você não precisa de muito. – A segurei no colo, vendo ela sorrir. — Você não precisa fazer muita coisa 'pra me deixar feliz, sabe disso.

   — Eu sei, eu fui burra. – Ela negou com a cabeça, mas eu só pude rir de sua expressão chateada. — Não ria de sua noona, garoto...

   — Desculpe... – Disse fazendo um biquinho que ela acabou mordendo.

   Senti minhas bochechas esquentarem e ela sorriu, como se tivesse conseguido o que queria.

   — Fica lindo corado. – Me deu um beijo na bochecha e me admirou durante alguns segundos. — Me desculpe, meu bem.

   — Não se preocupe, noona. – Neguei com a cabeça, enquanto ia para sala e me sentei no sofá com ela, ainda, sentada no meu colo.

   — Amanhã, na verdade hoje, sou todinha sua. É uma promessa. – Sorri radiante com o seu comentário e concordei euforicamente.

   — Mesmo? – Perguntei esperançoso, vendo ela concordar com a cabeça.

   Tão feliz, quanto animado, a ataquei com um beijo que percebi que a pegou desprevenida.

   Noona não demorou para enrolar seus braços em meu pescoço e subir no meu colo, começando a rebolar.

   — Vamos ir só você e eu, noona... Sem regras, nem punições. Só nós dois. – Ela me olhou durante um tempo, até que concordou com a cabeça.

   — Baunilha... Vamos sim. – A garota voltou a me beijar, talvez eu perguntasse o que significava mais tarde.

   Tudo que eu queria agora era matar a saudade.

   Ela tirou a minha camiseta, então eu a levantei, indo com ela até o seu quarto, a deitando na cama, ficando por cima dela.

   Tirei a camiseta de Hee-Young, revelando seu corpo que era tão bonito. Ela era linda.

   — Você é linda, noona... – Disse passando a mão pelo seu corpo, vendo sua pele arrepiar.

   — Senti tanta a sua falta. – Vi sua pupila dilatar em alguns segundos e ela sorriu, me vendo tirar seu sutiã.

   Hee-Young pegou minha mão, guiando para os seus seios desnudos.

   — Me toque. – Disse sôfrega e eu sorri, os apertando com a minha mão, vendo ela jogar a cabeça para trás.

   Depois de olhá-la contorcer sobre meus toques, levei minha boca até um de seus seios, mordendo seus biquinhos rígidos, a fazendo gemer.

   Depois de me cansar, desci beijos pela sua barriga, até chegar na barra de sua calcinha, a tirando de seu corpo.

   Dei um beijo na sua intimidade, a vendo agarrar os lençóis, buscando algum apoio. Não pretendia colocar a minha boca ali.

   Tirei a minha calça e a minha cueca, vendo ela lamber os lábios, olhando para o meu membro já duro que estava escondido dentro da peça de roupa.

   — Eu vou chupar você. – Ela disse decidida, se sentando na cama, lambendo meu pau. Desgraçada.

   Gemi vendo ela me provocar, colocando apenas a cabeça, sem parecer ter a intenção de colocar o resto.

   Como estávamos sem regras ou punições, por puro reflexo, levei meu quadril para cima, fazendo a mulher engasgar.

   Ela não pareceu ligar, mas me empurrou, me fazendo deitar na cama e chupou meu membro com força e continuou, até que quando eu estava quase chegando no meu ápice, ela parou.

   — Noona... – A chamei manhoso, vendo ela rir, negando com a cabeça, me puxando para ficar em cima dela.

   — Me deixa sem andar, menino. – Ao ouvir isso, meu tesão pareceu subir até as alturas.

   Coloquei minha mão na intimidade da minha noona, vendo o quanto ela já estava molhada, vi Hee-Young tremer com os meus dedos a tocando em lugares tão sensíveis.

   Sem qualquer aviso prévio, entrei no interior de minha noona, ouvindo ela soltar um gemido alto e comecei a me mexer dentro dela.

   Os gemidos dela pareciam aumentar ainda mais quando acertei em um ponto que parecia ser sensível para ela. Aquele foi o som mais bonito que eu já escutei na vida.

   Me esforcei para acertar sempre no mesmo lugar e beijei seu pescoço, não demorou até que eu chegasse no meu orgasmo, vendo noona fazer o mesmo, em seguida.

   — Vamos tomar banho, noona. – Disse alguns minutos depois, me levantando e esperei ela fazer o mesmo.

   — Me ajude? – Ela estendeu os braços, então a segurei, a levando para o banheiro, onde tomamos um banho sem segundas intenções.

   Vestimos nossas roupas, então me deitei ao seu lado, a abraçando forte e beijando sua testa.

   — Vai dormir, meu menino. – Concordei com a cabeça, fechando meus olhos, parecia que tudo iria começar a voltar ao normal.

   Acordei no dia seguinte e a garota não estava mais do meu lado, suspirei chateado, imaginando que ela poderia ter saído para trabalhar.

   Levantei da cama, a deixando organizada e arrastei meus pés até a cozinha, me animando ao ver Hee-Young na cozinha.

   — Menino! – Disse feliz ao me ver entrar no cômodo e não tardei a ir abraçá-la com a maior animação.

   — Achei que tinha ido trabalhar, me deixando sozinho aqui. – Abracei ela mais forte, sentindo ela retribuir na mesma intensidade.

   — Eu prometi ao meu submisso que ficaria com ele o dia inteiro, vou cumprir com a promessa. – Concordei com a cabeça, ainda grudado com a mulher.

   — Obrigado, noona! – Disse animado e a soltei, indo me sentar em uma das cadeiras. — Pediu café? – Perguntei vendo as diversas coisas em cima da mesa.

   — Bom, que não fui eu que fiz, você pode ter certeza. – Ela riu, vindo se sentar na minha frente. — E não me agradeça por ficar com você, meu bem. Eu... Eu que devo pedir desculpas.

   — Não se preocupe com isso, vamos comer. – Começamos a comer e quando terminamos, fomos para sala.

   — Quer sair? Vamos sair, sei lá, algum lugar legal. – Disse enquanto eu estou deitado em seu colo e ela está acariciando meus cabelos.

   — Onde você quer ir? – Perguntei de olhos fechados, sentindo suas carícias na minha cabeça.

   — Vamos onde você quiser. – Concordei com a cabeça e me sentei, pensando em qual lugar eu iria querer ir.

   — Eu queria ir... Em uma livraria que abriu semana passada. – Olhei para baixo e estalei os dedos com o nervosismo. — Mas se você achar chato, podemos ir 'pra outro lugar.

   — Imagina, se você estiver feliz lá, eu vou ficar também. – Disse sorrindo e acariciou a minha cabeça.

   — Você faz eu parecer uma criança. – Fiz um biquinho e ela, como sempre, o mordeu.

   — A culpa não é minha que você sempre é muito fofo 'pra sua idade. – Noona se levantou e pegou a sua bolsa, me puxando para levantar. — Vá se trocar e depois vamos sair, tudo bem? – Concordei animado e saí correndo para o meu quarto.

   Depois de me trocar, saímos de casa e eu a guiei até onde eu queria ir. Estava animado e queria chegar logo, noona percebeu a minha felicidade e percebi que isso a deixou animada.

   Chegamos no lugar e eu praticamente pulei para fora do carro, puxando a mais velha para dentro da loja que me seguiu rindo.

   — Hee-Young, veja! – Disse animado, vendo os livros que haviam dentro. — Já ouvi falar na história...

   — Você quer esse livro? – Perguntou o segurando e folheando algumas páginas, me vendo concordar com a cabeça. — Vou comprar 'pra você.

   — Jamais, noona! Não posso deixar você sair comprando as coisas 'pra mim desse jeito. – Ela me olhou com a sobrancelha arqueada e continuou andando com o livro na mão. — Noona!

   — Para, Jungkook. Eu quero levar esse livro, então eu vou levar esse livro. – Tentei impedí-la durante alguns minutos, até desistir, ela parecia decidida.

   Tentei não demonstrar que me apaixonei por algum livro, mas bastava eu ver algo que ela percebia que eu o queria, nem sei como ela faz isso.

   — Vamos embora, não quero ver você gastando dinheiro. – Puxei ela para o caixa, sabendo que ela não sairia daqui sem pagar o que quer.

   — Tudo bem, tudo bem. – Ela concordou colocando as coisas no caixa. — Gostou de passear comigo? – Perguntou animada, me guiando para o carro e eu apenas concordei com a cabeça.

   — Não precisava me comprar tantas coisas. – Entrei no banco do passageiro e esperei ela dar a volta para entrar no veículo.

   — Eu sei, mas eu gosto de ver seus olhos brilhando e agora, os livros são todos seus. – Disse olhando para as duas sacolas cheias que estavam perto de meus pés.

   Ser rico deve ser bom, né?

   Não falei muito na volta para casa, olhando as dezenas de histórias que eu poderia ler. Como eu ficava sozinho em casa, poderia gastar o meu tempo assim.

   — Você acha que 'tá na hora de aprender a dirigir? – Perguntou quando entramos em casa e eu a olhei assustado.

   Aprender a dirigir?

   — Você acha, noona? Eu não sei... – Perguntei nervoso e ela concordou com a cabeça.

   — Eu posso te colocar na auto escola, assim quando sair do colégio, pode ir direto 'pra lá... Assim aprende a dirigir, mas não sei se tem interesse nisso, posso estar sendo precipitada? – Perguntou nervosa e eu neguei rindo.

   — Eu quero muito. Quero muito aprender a dirigir. – Disse animado, vendo ela voltar a sorrir. — Só não quero que gaste dinheiro comigo a toa.

   — Gastar dinheiro com você, nunca é a toa, meu bem. Gosto de te ver feliz, então não me importo. – Concordei com a cabeça, sabendo que ela pagaria essa aula para mim, de um jeito ou de outro.

   Os dias passaram e realmente, noona me colocou pra a aprender a dirigir, então me levantei, sabendo que teria que ir para a escola.

   Chegando no lugar, me sentei, esperando o professor chegar, já que estava muito cedo. Ouvi uma conversa de uns meninos que estavam atrás de mim, eram os mesmo que me bateram.

   É difícil estudar na mesma sala que eles.

   — Você acha que a namorada dele ainda 'tá com raiva da gente? – Ouvi a voz de um deles e me esforcei para prestar atenção.

   — Eu não sei, da última vez, ela parecia irritada, Jeongsan. – Ouvi uma voz diferente da primeira. — Talvez devêssemos deixá-lo em paz.

   — De maneira alguma, esse garoto 'tá fudido na minha mão. É só ela parar com aquelas ameaças que a gente pega ele. – Arregalei os olhos ao ouvir isso.

   Hee-Young havia feito algo?

   Como hoje eu não iria para a escola de direção, já que ela é só três vezes na semana, vou falar com ela.

   No final da aula, guardei as minhas coisas e fui para a saída, sentindo alguém esbarrar em mim e eu senti que foi propositalmente. Balancei a minha cabeça e continuei andando, indo até a empresa de minha noona.

   Ninguém mais tentava me impedir, então fui até o elevador, apertando o andar da mulher e esperei até que ele chegasse lá. Cheguei na sala dela e bati na porta, ouvindo um "entra", como resposta.

   — Menino! Você por aqui? – Disse surpresa e parecia animada, mas eu continuei com o mesmo bico no rosto de quando eu cheguei. — O que esse biquinho quer? – Disse como se eu fosse uma criança, se aproximando de mim.

   — Noona! – Disse agoniado e ela fez uma expressão triste, se aproximando mais e me roubando um selinho.

   — 'Tá bom. O que você quer, bebê? – Perguntou com uma voz fofa e eu cruzei os braços. Não aguentava ver ela me tratando como uma criança.

   — Noona! – Disse irritado e ela tentou conter uma risada, concordando com a cabeça.

   — Tudo bem, docinho. Pode falar. – Disse tentando não sorrir, o que falhou, já que ela ficou com um sorriso enorme estampado no rosto.

   — Você ameaçou os meninos 'pra eles não me baterem? – Quando perguntei isso, o seu sorriso desapareceu completamente.

   — De maneira alguma, por que eu faria isso? – Forçou um sorrir novamente e bateu os pés no chão. Ela estava nervosa.

   — Noona... Por favor. – Ela relaxou a pose e concordou com a cabeça em uma expressão irritada.

   — Sim, eu fiz isso. Não gostei do que eles fizeram com você e não me arrependo em nenhum momento, mas eu não disse nada demais. – Ela bagunçou os cabelos e o prendeu, voltando a me olhar. — Só disse que caso eles continuassem a fazer o que estavam fazendo, eu iria chamar a polícia. – Arqueei a sobrancelha e cruzei os braços, vendo ela se render. — Tudo bem, tudo bem. Eu dei um susto neles.

   — Que tipo de susto?

   — Do tipo que dói. – A olhei assustado e ela negou com a cabeça. — Menino, por favor, eu só não queria te ver triste ou machucado. Eu não iria aguentar.

   — Noona... Não pode bater neles por isso. – Ela me olhou confusa e riu.

   — Mas eu não encostei neles em nenhum momento. – Neguei com a cabeça e ela arqueou a sobrancelha. — São crianças, apenas contei 'pros pais deles e eles levaram uma surra. São irmãos, sabia?

   — Como eles sabem que foi você?

   — Eu estava na casa quando eles chegaram. – Deu de ombros e voltou a se sentar na sua mesa. — Você não pensou que eu havia mandado alguém bater neles, pensou?

   — Na verdade... Pensei. – A mais velha riu, negando com a cabeça, me chamando para sentar ao lado dela.

   Peguei uma cadeira, colocando ao lado dela, obedecendo seu pedido. A garota sorriu e bagunçou meus cabelos.

   — Você já almoçou? – Neguei com a cabeça, até porque vim direto para cá. — Então eu te levo 'pra comer, 'tá bom?

   — Não quero atrapalhar o seu trabalho. Eu posso ir 'pra casa e almoçar lá... – Fui interrompido pela garota ao meu lado.

   — De maneira alguma! Vai que você desmaia no meio do caminho? Vamos almoçar. – Hee-Young se levantou e me puxou para vir junto.

   Não pensei em discordar novamente, ela ficava muito irritada quando isso acontecia e eu não queria vê-la brava.

   — O que vai querer comer? – Perguntou quando já estávamos sentados na mesa do restaurante e eu olhei o cardápio mais uma vez antes de decidir.

   Depois de almoçar, voltamos para o escritório e eu fiquei mexendo no celular, já que Hee-Young estava com um instinto protetor de uma mãe coruja em cima de mim.

   Ela não queria deixar eu ir para casa sozinho.

   Depois de algumas horas, meu celular descarregou, então eu me sentei ao lado dela, observando o que ela estava fazendo.

   — O que você 'tá fazendo? – Perguntei, vendo ela digitar tantas coisas naquela telinha que eu não faço ideia do significado.

   — Trabalhando. – Disse sem olhar para mim, continuando concentrada no que estava fazendo.

   — E como faz isso? – Me encostei na cadeira e noona respirou fundo, antes de endireitar a coluna e sorrir.

   — Trabalhando. – Disse e continuou fazendo o que estava antes e isso me entendiou, eu quero fazer alguma coisa.

   — 'Tá, mas noona... – Não tive chance de continuar a minha frase, já que ela pareceu se irritar.

   — Jungkook, cala a boca! Eu 'tô tentando trabalhar! – Disse irritada, então eu fiz um bico, enquanto cruzava os braços, estava entediado. — Adolescentes. – Revirou os olhos e me entregou um livro que estava guardado na sua bolsa. — Vá ler e me deixa em paz. – Concordei com a cabeça e corri para o sofá.

   Comecei a ler o livro e achei interessante, será que a noona gosta de ler? Esse não era meu, então talvez ela goste de livros, assim como eu.

   Resolvi não perguntar a ela e apenas continuar lendo, assim se passou o resto da tarde. Hee-Young não parecia interessada em conversar.

   — Vamos embora, meu bem. – Disse concordando com a cabeça e eu me levantei, devolvendo a ela o livro que a mesma guardou em sua bolsa. — Desculpa por ter gritado com você, eu 'tava estressada.

   — Tudo bem, noona. Eu entendo. – Dei de ombros e ela me abraçou, então fomos andando até o carro.

   — Vamos 'pra casa, quando chegarmos, podemos fazer o que você quiser. – Concordei com a cabeça animado e ela começou a dirigir, eu estava ansioso para quando eu aprender.

    Eu queria saber dirigir e fico feliz de estar aprendendo. Chegamos em casa e ela se sentou no sofá.

   — O que você quer fazer agora? – Perguntou batendo em suas coxas, como uma criança faria e eu acabei rindo de como ela pode ser fofa.

   Embora muitas das vezes, eu sei que ela pode não ser tão boazinha assim.

   — Noona... Eu quero transar. – Ela engasgou com a própria saliva e tossiu algumas vezes, indicando que estava confusa e assustada.

   — T-transar? É o que? – Perguntou sem graça e eu concordei, dando pulinhos no sofá, demonstrando o quanto estava feliz.

   — É, noona. Vai ser legal. – Ela deu um riso sem graça e negou com a cabeça, parecendo não acreditar no que estava ouvindo.

   — O monstro que eu criei... – Disse sozinha e olhou para mim, acabando por concordar com a ideia.

   Fomos para o quarto que eu amava e eu me sentei na cama animado, vendo ela rir, negando com a cabeça.

   — Ah, meu bem... Você era tão inocente. – Fiz um biquinho, vendo ela sorrir, me achando fofo, como sempre. — Continua o mesmo lindo de sempre.

   — Noona... Você faz eu parecer um monstro. – Me sinto ofendido toda vez que ela fala que eu deixei de ser inocente.

   A única reação dela foi beliscar o meu nariz.

   A mulher tirou os seus saltos e os deixou em um canto da porta, ficando descalça. Ela veio até mim e tirou a minha camiseta e a calça, além dos meus sapatos e meias.

   Olhei para os seus pés e como se fosse automático, me ajoelhei e os beijei, sentindo ela acariciar os meus cabelos. Deixei algumas mordidas, ouvindo algumas risadas por parte dela.

   Lambi entre seus dedos, ouvindo ela puxar o ar com os dentes, isso é tão bom. Não consigo descrever.

   Ela me puxou para levantar e me jogou na cama, subindo na mesma e me olhando com a sobrancelha arqueada.

   — Podólatra, 'hm? – Disse sorrindo maliciosa e colocou seu pé em meu membro, me fazendo arrepiar de cima a baixo, me fazendo arquear as costas.

   Por que isso tinha que ser tão bom?

   Quando ela começou a me massagear com os dedos, foi quando eu não aguentei e comecei a gemer.

   Fechei meus olhos para aproveitar melhor a sensação e praticamente gritei quando ela apertou meu pau com os dedos do seu pé.

   Não aguentei por tanto tempo e agarrei o sofá, gozando apenas com a massagem que ela fez, isso me deixou confuso. Eu gozei só com isso?

   — Você é surpreendente, meu bem. – Se sentou ao meu lado e sorriu. — Nem precisei encostar em você 'pra te fazer gozar. – Apenas a olhava com a respiração descompassada.

   — O-o que é p-podólatra? – Perguntei tentando regular a minha respiração e ela bagunçou meus cabelos, me dando um beijo na testa.

   — Podólatra... Bom, é quem tem fetiche em pés. – Ela tirou a última peça de roupa que me cobria e me limpou, deitando ao meu lado logo depois. — Podolatria não é um fetiche muito conhecido, muitas pessoas acham estranho.

   — Por que? – Perguntei confuso, vendo ela levantar os ombros, mostrando que não sabia a resposta.

   — Eu não sei... Mas não se preocupe, no BDSM, sempre respeitamos o fetiche de todos, não precisa se preocupar com isso.

   Hee-Young me abraçou e ficou comigo durante um bom tempo, até que eu não vi mais nada, o sono havia me pegado e eu acabei dormindo.

   Acordei algumas horas depois e me levantei, caminhando até a cozinha onde a garota tirava algumas coisas de uma sacola.

   — Oi, meu bem, 'tá com fome? – Concordei com a cabeça e ela me olhou de cima a baixo, rindo. — Vá se trocar, meu anjo. – Percebi que estava sem roupas e corri para o meu quarto me vestir.

   Voltei para a sala, vendo ela me olhar e soltar um "agora sim" como resposta. Me sentei na cadeira e observei a mulher colocar o prato na mesa.

   — Enquanto você dormia, eu pedi comida. – Ela se sentou ao meu lado e colocou comida, enchendo a colher de comida e levando até a minha boca, esperando eu abrí-la.

   Não recusei e abri minha boca, vendo ela colocar a colher para me ajudar a comer. Depois que vi o prato vazio, ela se levantou para lavar a louça.

   — Você não vai comer, noona? – Perguntei indo até ela, vendo ela negar com a cabeça.

   — Eu já jantei, você dormiu por bastante tempo. – Ela riu novamente e me olhou por alguns segundos.

   Eu não havia colocado uma camiseta, então ela passou suas unhas curtas pela minha barriga, me fazendo arrepiar.

   — 'Tá cada dia mais lindo. – Sorriu e se aproximou, ficando na ponta dos pés para me dar um selinho. — E mais alto. – Dei risada e a segurei no colo, a fazendo entrelaçar as pernas na minha cintura.

   A beijei, deixando ela sentada no balcão e passei a mão pela sua cintura, quando ia tirar a sua camiseta, fomos interrompidos pela campainha tocando


Notas Finais


Fala, meu povo religioso. Deus tá vendo vocês lendo essa fanfic.

Eu vim aqui avisar sobre 'Podolatria' e antes que qualquer pessoa venha com "mimimi... Pés", eu vou pedir educadamente para que essa pessoa cale a boca.

Podolatria pra quem não sabe é uma pessoa que tem fetiche por pés, podólatras sentem excitação ou prazer em ver, tocar, lamber, cheirar, beijar ou massagear pés. Eles podem sim chegar ao orgasmos com o pé do parceiro.

Então eu peço pra que vocês, POR FAVOR, respeitem esse fetiche.

Obrigada por lerem essa fanfic, por favor favoritem e comentem bastante pra me incentivar a continuar escrevendo.

Caso vocês queiram saber mais sobre podolatria, pesquisem, é a melhor forma de aprender.


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