História Domingão do Madokão - Capítulo 6


Escrita por: e Leaozinhopv

Postado
Categorias Fausto Silva (Faustão), Silvio Santos
Personagens Fausto Silva, Silvio Santos
Tags Cazalbé, Coca- Cola, Dollynho, Faustão, Garotas Mágicas, Limão, Lula, Madoka Magica, Mahou Shoujo, Marcio Canuto, Pepsi, Refrigerantes, Silvio Santos
Visualizações 8
Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Crossover, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - A segunda batalha!


Ao olhar mais para longe, todos eles viram três crianças vindo à direção deles. A voz irritante de Maria Joaquina era, claro, inconfundível, enquanto Cirilo e Japinha vinham junto dela, em silêncio, com olhares que indicavam constipação, mas que supostamente eram olhares de determinação ao se dirigirem para uma nova batalha.

- Vocês não estavam dormindo? – Canuto perguntou, parecendo um pouco confuso ao vê-los ali depois da batalha contra eles, não muito tempo atrás.

- Nós estamos acostumados a dormir na aula – Cirilo explicou. dando de ombros – A professora acordou mais rápido que nós e nos encheu até a gente levantar e-

- Mas agora, vamos voltar à nossa batalha – Maria Joaquina interrompeu a explicação de Cirilo – Dessa vez, vocês vão se arrepender.

Todos ficaram em suas posições, com algumas poses que queimariam o filme de qualquer um, mas isso não importava naquele momento. Mas, ao invés das crianças começarem a atacar, Maria Joaquina deu um sorriso convencido ao mesmo tempo em que Japinha dava alguns passos à frente, com o suposto olhar determinado.

- Nós não iremos perder! – A garota disse, com uma mão apontando para o nada, e com a outra na cintura – Temos uma arma secreta!

- Onde? – Cazalbé indagou, claramente confuso e olhando para os lados, ao que a menina revirou os olhos e rebateu:

- Ele! – Ela apontou para o Japinha, que ainda os encarava como se fossem o último pedaço de pizza, com os braços cruzados.

- Não é por nada não... Mas a arma secreta não tinha que ser secreta? – Sílvio indagou, com suas mãos juntas em sua pose típica que muitos achavam ser seu treino para se deitar no caixão a qualquer momento que precisasse.

- É, a gente já viu ele antes... Como isso pode ser secreto? – Faustão completou, deixando Maria Joaquina sem palavras por alguns instantes antes de bater o pé no chão e sair andando.

- EU DESISTO DE VOCÊS.

- Maria Joaquina, volta aqui – Cirilo exclamou, mas a garota foi com sua cara emburrada e braços esticados para a parte de trás do cenário e ali ficou, enquanto Cirilo tentava conforta-la. Isso levou uns dois minutos até eles voltarem, com a garota jogando seus cabelos e sorrindo maquiavelicamente.

- Japinha, ataque!

O Japinha ajeitou a faixa que usava na cabeça e tirou de seus bolsos dois nunchakus, preparado para a batalha.

- Esse é o meu jeito ninja de ser – O garoto disse, determinado, o que causou uma leve confusão, em especial por aquela ser a primeira coisa que ele disse desde que a equipe de mahou shoujos havia o conhecido - HABILIDADE NINJA 63! Nunchakus poderosos!

No entanto, antes que ele pudesse fazer algum movimento, os cinco membros da equipe de garotas mágicas se transformaram, com todos os efeitos especiais de luzes e sons a que tinham direito. Quando finalmente terminaram e fizeram suas respectivas poses de efeito, o recém-declarado ninja girou os nunchakus para um bom efeito, mas acabou batendo os dois na sua testa antes de deixa-los de lado e decidir por fazer outro ataque:

- HABILIDADE NINJA 72: CORTAR CEBOLAS.

Com uma bomba de fumaça, o garoto fez surgir uma pequena mesa, com uma tábua de cortar carne, uma faca, e trinta e duas cebolas, de acordo com Canuto, que fez questão de conta-las para que pudesse contar a história em detalhes mais tarde para quem quisesse ouvir, e quem não quisesse também. Com um olhar sério, Japinha pegou a faca e começou a cortar todas como se estivesse competindo em  uma disputa acirrada de Shokugeki No Souma. Na mesma hora, os integrantes do grupo mágico fecharam os olhos, com agonia.

- Meus olhos! – Lula exclamou, tampando-os com as mãos, mas ainda sofrendo com uma pequena fresta aberta que sobrava faltar em uma das mãos.

- Eu não choro! – Canuto disse, para ninguém em específico. Ele tinha os olhos um pouco fechados, com lágrimas claramente saindo dali, mas ele estava firme, com os punhos cerrados – Eu apenas suo pelos olhos.

Cazalbé, por outro lado, aproveitou a situação para chorar e não ser julgado por ninguém. Afinal, não era todo dia que ele tinha essa oportunidade de ouro e poder dizer depois que era só efeito da cebola.

Japinha, por sua vez, não descansava por nenhum segundo sequer. Seus colegas, Cirilo e Maria Joaquina, tinham máscaras para se protegerem, e o próprio ninja parecia imune, apenas sorrindo sadicamente enquanto via todos sofrerem diante dele.

Seu sorriso só desapareceu quando teve a faca tirada de suas mãos a força, por uma faixa cor de rosa. No mesmo instante, o garoto ergueu a cabeça, só para dar de cara com Faustão.

- SETE E VINTE BICHO.

- Faustão, são quatro horas da tarde – Lula se intrometeu, erguendo uma das mãos com todos os dedos levantados, mas como sempre o apresentador do Domingão do Faustão não deu ouvidos e prosseguiu, caçoando:

- Você pode atingir a eles, mas não a mim.

- C-como? – Foi tudo o que Japinha conseguiu dizer, com uma voz fraca que poderia ser confundida com a de uma garota de anime genérica falando com seu senpai naquele momento.

- Eu já cortei muita cebola nessa vida, meu jovem - Faustão riu - Qual você acha que é o segredo do meu molho especial para pizza?

- Pizza...?

- MAS VOCÊ PODE CONFERIR A RECEITA COMPLETA NO LIVRO “PIZZA DO FAUSTÃO” DISPONÍVEL NAS MELHORES LOJAS DO BRASIL.

Naquele instante, Japinha caiu de joelhos no chão. Em um único estalo, todos os itens desapareceram, inclusive a faca que ainda estava nas mãos de Faustão antes de evaporar pelo ar. O ninja decididamente estava arrasado. Parecia que nem mesmo sabia o que faria da vida a partir de agora. Maria Joaquina e Cirilo nem podiam mais ser vistos ali, já que Canuto tinha conseguido alcançar os dois e tirar a máscara de ambos, à força. Assim, o grupo de Faustão e companhia tinha vencido outra batalha contra as crianças do Carrossel.

Eles já estavam quase comemorando, felizes pela batalha vencida, quando uma voz, daquela vez desconhecida, preencheu o local. Aos poucos, na penumbra eles conseguiram ver uma figura surgindo, até que eles finalmente conseguissem ver com clareza a latinha de Coca-Cola gigante chegando ao local, com centenas de ratos ao seu redor.

- Esse livro é interessante, realmente – A latinha concordou – Mas, o que seria da pizza sem uma boa lata de Coca-Cola?

- Uma pizza seca? – Cazalbé arriscou.

- Se preparem para enfrentar a mim e ao meu exército. A verdadeira batalha de vocês começa agora.


Notas Finais


opa, olha quem voltou


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