História Domino - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Holland Roden, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Criminal, Romance
Visualizações 41
Palavras 3.477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAÁ!
Eu estou deveras entusiasmada com esta Fic, ok, ESTOU ENTUSIASMADA PRA CARALHO!
É a minha primeira fic Criminal com o meu querido Biebs e confesso que adorei a ideia do desenrolar da história, a Sinopse não diz muito sobre a fic e era essa a ideia, vocês caírem de cabeça nessa fic e se apaixonarem tanto como eu.
Espero imenso que gostem, antes de lerem, tenho algumas informações ;)

* Essa porra é da minha autoria e se você copiar vai dar merda para o seu lado porque eu gosto de treta;
* O Justin tem 22 anos e SIM ELE AINDA USA TOPETE!;
* Os bares ou lugares onde a fic se passa são da minha imaginação, se houver semelhanças com lugares reais será mera coincidência;
* Aceito críticas construtivas;
* Não divulguem as vossas fics nos comentários;
* Quem interpreta a garota que eu não posso revelar o nome é a DEUSA Holland Roden;
* Cada vez que aparecer um personagem novo haverá uma foto dele nas notas finais:
* Looks de roupas ou fotos de lugares estarão sempre nas notas finais;
* Comentem. Muito. Eu gosto;
* Capa feita no blog Runaway Designs;
* Espero que gostem e me desculpem qualquer erro.


BEIJO NO CU E BOA LEITURA MINHAS LETHALS <3 (vocês vão entender o porquê de "Lethals" durante este cap).

Capítulo 1 - The Ball


Fanfic / Fanfiction Domino - Capítulo 1 - The Ball

Justin’s POV

 

— Eu vou matar você… Seu merda. — Sussurrei para comigo próprio enquanto abotoava os últimos botões da minha camisa branca.

— Falou alguma coisa Bieber? — Ryan gargalhou arrancando olhares de Chaz e Chris, que já estavam devidamente vestidos.

— Não é assim tão mau Drew, você está arrumadinho, pela primeira vez! — Chaz fez voz fina.

— Cala a boca ou eu rebento seus miolos. — Sorri sinicamente.

— Nossa Drew, que grosso! — Chris “balançou” os seus cabelos, não pude deixar de rir, assim como toda a gente presente naquele escritório.

— Eu não acredito que me convenceram a ir aquele baile fantasia! É tão gay! — Esbravejei e os meninos riram.

— Calma Bieber, é só um baile cheio de velhas prontas para transar com qualquer novinho que apareça — Ryan deu um tapinha nas minhas costas — Agora se arruma, ou quer ser chamado de noiva por se atrasar? 

— 1 — Fiz o número 1 com os dedos — Eu nunca vou casar, 2 — Ergui mais um dedo — Se algum de vocês me chama de noiva, eu próprio cavo a vossa cova, entenderam?

— Claro… — Chaz falou — Noiva! — Falaram todos em uníssono e eu sorri de canto.

— Estou pronta! — Holly entrou no meu escritório e veio até mim — Nossa, que gato amor!

— Vamos embora noivas? — Ignorei Holly. Os meninos me fuzilaram com o olhar e eu ri.

— Como assim noiva? Eu que sou a noiva! — Holly e a sua voz irritante.

— Cala a boca —Travei o maxilar e ela baixou a cabeça — Você sabe que eu só estou com você porque os meus pais colocaram essa condição, você não passa de mais uma vadia que eles resgataram da minha boate. — Ele deu um tapa na minha cara, joguei ela na parede e agarrei na arma presente na minha cintura, destravei a mesma. — QUEM É QUE VOCÊ PENSA QUE É?!

— EU SOU SUA NAMORADA! — Dei um tiro na parede ao lado da sua cabeça.

—  Justin Drew Bieber, larga essa arma, larga a SUA NAMORADA e vai logo para a merda daquele baile! Ou vamos ter problemas? — Minha mãe entrou no escritório e um arrepio percorreu minha espinha, larguei a vadia que caiu no chão a chorar e guardei a arma na gaveta da minha escrivaninha desarrumada.

— Ela não é minha namorada. Eu nunca namoraria com ela, ou melhor, eu nunca namoraria. — Disse seco e saí do escritório esbarrando na minha mãe, fui até à garagem e entrei na minha Lamborghini Veneno branca, coloquei a chave na ignição e girei, ouvindo o motor rugir, dei partida, indo em direção ao bem dito baile.

 

 

[…]

 

 

Eu corria pelas ruas desertas de Toronto, eram 9 da noite e eu já estava sem cabeça para nada por causa dessa Holly. A minha mãe já foi uma pessoa boa, mas desde que a minha irmã morreu quanto eu tinha 8 anos, ela ficou cega pela vingança, destruiu-se a si própria.

 

 

Ela mantém um bom relacionamento com Jasmine e Jaxon, que nem são filhos dela. Mas nada se comparava a Alisson, era uma menina cheia de vida. A vida foi-lhe roubada, ninguém merece morrer com 8 anos de idade.

 

 

*Flashback on – Justin com 12 anos*

Narradora POV

 

— Mãe! — Justin correu para os braços da mãe, Pattie, assim que o sinal da escola bateu.

— O-Oi filho — Pattie abraçou o filho e uma lágrima teimosa insistiu em descer dos seus olhos azuis.

— Está tudo bem? — De fato não estava, mas Pattie não sabia se o filho aguentaria a notícia, então omitiu a verdade.

— Sim filho, vamos para casa. — Deu a mão ao garotinho e dirigiram-se para o carro, indo para casa.

 

 

[…]

 

 

A mesa estava posta para 3 pessoas e Justin estranhou o ato, já que quando chegou a casa e gritou por Ally — Justin chamava-lhe Ally, não Alisson — ela não desceu as escadas a correr para lhe poder dar um beijo. Ignorou e sentou-se no seu lugar, olhando em frente e tendo visão do lugar de Alisson vazio, sem nenhum prato ou fator que indicasse que ela iria jantar.

 

— Mãe! — Justin se levantou para pegar um prato — Vou colocar o prato para a Ally.

— Justin… — Pattie sorriu com o ato do menino, mas logo lhe retirou o prato da mão, guardando-o no armário — A Alisson não vem.

— Como assim? — Justin pensou por um bocado — Ah já sei! Ela foi dormir na casa da Katie, já me tinha esquecido.

 

 

Pattie negou e voltou para o fogão, pegando na colher de pau e mexendo a sopa. Suspirou uma e outra vez, isso já estava a irritar o garotinho que em um movimento rápido bateu com as mãos na mesa e olhou para a mãe, que o encarava assustada.

 

 

— O que se passa? — Pattie desligou o fogão e virou-se para o filho.

— Nada, já disse.

— Mãe, eu já notei que a senhora está assim por causa da Ally. É como se ela estivesse morta… — Justin parou ao notar o choro compulsivo da mãe, sendo um rapaz inteligente, ligou todas as peças. — A senhora estava a chorar quando me foi buscar à escola, quando eu cheguei Ally não apareceu, ela não vai jantar connosco nem está na casa de Katie, a senhora está toda de preto — por outras palavras, está de luto — e desabou quando eu disse que Ally estava… — Justin falou tudo em um sussurro, não podia ser. A sua irmãzinha tinha de chegar amanhã, ela iria dormir na casa de Katie e voltar! — Morta?

— Meu filho, a sua irmã… Ela… Está em um lugar melhor agora. — Justin a olhou incrédulo, ela não esperava aquilo.

— COMO ASSIM UM LUGAR MELHOR?! ELA SÓ ESTARIA EM UM LUGAR MELHOR SE ESTIVESSE AQUI NA MESA! ELA SÓ ESTARIA EM UM LUGAR MELHOR SE ESTIVESSE A VER TV COMIGO ATÉ ADORMECER!

— Deus viu uma flor linda e então… — Justin a cortou.

— NÃO! ELA ERA UMA FLOR LINDA MAS NINGUÉM TINHA O DIREITO DE A COLHER! ELA É E SEMPRE SERÁ MINHA!

 

 

Justin correu para o quarto, ignorando os gritos da mãe e a porta a bater, indicando que o pai havia chegado do trabalho. Colocou a ouvido na porta, conseguindo ouvir gritos gerados pela discussão entre os pais. Deitou a cabeça na almofada e chorou, como nunca havia chorado. Acabou pegando no sono, mesmo antes dos gritos cessarem.

 

 

Na outra manhã acordou mais cedo que o normal, por isso não estranhou o facto da casa estar silencionsa, afinal, tudo estava estranho. Ainda não tinha aceitado a ideia de que a irmã tinha falecido sem mais nem menos, na noite anterior não procurou nenhuma explicação detalhada sobre morte da garota, sabia que não era uma informação agradável. Desceu as escadas e encontrou a mãe na cozinha, com os olhos vermelhos, cabelos desarrumados e marcas no rosto, tentou não pensar no pior mas foi inevitável.

 

 

— Ele bateu em você? — Perguntou baixo.

— Sim, mas vai ficar tudo bem. Agora tenho de ir ao mercado. — Beijou a cabeça do filho, pegou na mala e saiu.

— Não, não vai mãe. — Suspirou.

 

 

Mais tarde, depois da escola, o menino encheu a mala da escola com todos livros, cadernos e estojos cheios de lápis e canetas, bem como uma borracha e um afia que nunca utilizara. Num saco do lixo grande, colocou o máximo de roupa que conseguiu, incluindo ténis e outros bens privados. Colocou a mala às costas e apoiou o saco no ombros esquerdo. Antes de sair, olhou para uma foto pendurada na parede, o retrato mostrava ele a sorrir com a irmã em cima das suas costas, esta fazia uma careta que incluía uma boca de peixe e uma piscadela. Eles estavam em um parque perto de casa, visitavam-no todos os fins de semana, Justin para dormir deitado no gramado bem cuidado e Ally para brincar às fadas enquanto caçava borboletas. Pegou na foto, dobrou-a e guardou-a no bolso do casaco preto revestido com pêlo. Saiu do quarto, dando uma última olhadela e trancou a porta, deixando a chave debaixo do tapete, desceu as escadas e deu de cara com o pai, que ignorou o facto do filho estar a ir embora de casa aos 12 anos. Caminhou pela calçada, sem nunca olhar para trás, até chegar à casa de Ryan Butler, lugar onde foi acolhido como nunca tinha sido.

 

*Flashback off - Justin’s POV*

 

 

Depois de viver 5 anos em casa de Ryan, com muitas visitas da minha mãe a insistir para que eu voltasse para casa, eu e Ryan mudámo-nos para um pequeno apartamento numa zona isolada de Toronto, conhecemos o nosso vizinho, Chaz Sommers, que trabalhava em uma oficina e que acabou virando o nosso perito em carros, depois disso, Ryan conheceu Caitlin Beadles, irmã de Christian Beadles, ou Chris, que se revelou um dos melhores hackers que eu conheço. Com o nosso esquadrão formado, começamos a  fazer pequenos assaltos e trabalhar com tráfico de droga e bebida. Hoje em dia, 5 anos depois, não há gangster, polícia ou político que não nos conheça, eu sou o maior gangster do Canadá, seu ou um LethalLethal é o nome que se dá ao gangster de categoria mais alta.

 

 

Balancei a cabeça, afastando o meu passado. Já se passaram 14 anos desda morte de Ally e por vezes, ainda oiço a minha mãe chorar de madrugada, é triste, mas não me comove, ela destruiu a minha vida quando meteu a vadia (Holly) na minha vida, ela destruiu a minha infância quando descarregava a sua raiva, gerada pelo facto de eu ter saído de casa, em mim, ela é o meu maior problema. Ela mora em minha casa, mas só pelo seguinte motivo: ela tem medo que eu acorde de madrugada e mate Holly, que infelizmente, também mora em minha casa.

 

A ideia era sermos eu, Chaz, Ryan, Chris e Caitlin, que acabou por se juntar ao esquadrão, ficando a tratar da gerência do dinheiro e dos galpões. Apenas nós 5 naquela mansão gigante que comprámos com o dinheiro de ganhámos ao longo de 5 anos de trabalho árduo, mas quando dona Pattie descobriu que eu era o cara mais procurado do Canadá, enfiou-se a si própria e a Holly na minha casa, com a ameaça de que me denunciava para a polícia.

 

 

[…]

 

 

Cheguei à mansão onde seria o evento e estacionei o mais longe possível do portão principal, saí da minha Lamborghini e tranquei a mesma, guardei as chaves no bolso do meu paletó preto que combinava perfeitamente com a minha calça, retirei um cigarro do maço presente no outro bolso e acendi com o isqueiro que guardei perto das chaves, levei o cigarro à boca e dei uma tragada, começando a caminhar pela calçada até ao portão principal.

 

 

Várias pessoas chegavam no mesmo horário que eu, pessoas jovens que aparentavam não passar dos 25/26 anos, de vez em quando viam-se velhos de 40 anos, mas esses são os magnatas da zona que financiam os gangsters de baixa categoria.

 

 

— Boa noite, o senhor poderia me dar o seu nome para eu conferir na lista? — Um homem chamou a minha atenção assim que cheguei ao portão.

— Hum… — Limpei a garganta — Senhor Bieber, Justin Bieber.

— A-Ah sim — O homem olhou o papel branco com uma faixa vermelha pendurada — Pode entrar, aproveite a festa.

 

Dei entrada no recinto, atravessei aquele jardim enorme, apenas iluminado por pequenos candeeiros ao longo da calçada reta, em passos calmos, dando, de vez em quando, uma tragada no meu cigarro, ergendo a cabeça e soltando a fumaça para o ar.

 

 

Ao contrário do que eu pensei, não haviam mulheres velhas e rugosas, o ser mais velho que se encontrava ali era o anfitrião do baile, Harrison Davis, que aparentava ter os seus 52 anos, acompanhado pela sua mulher corna, Elena Davis, de 49 anos.

 

 

Cheguei à porta de madeira escura, esta estava aberta mas resolvi fumar mais um cigarro e esperar pelos meninos e pela vadia, retirei mais um cigarro do maço e posicionei o mesmo entre o dedo indicador e o dedo do meio da minha mão direita, sem o acender, para que com a mão esquerda pudesse bancar uma de bem educado e cumprimentar as pessoas, fiquei a observar a movimentação, ao fundo, várias limunisas chegavam, transportando as mais derivadas mulheres, quer fossem mulheres de classe alta, filhas de magnatas ou esposas de grandes criminosos, quer fossem prostitutas disfarçadas que vinham a este baile todos os anos, procurando amontoar dinheiro a mais.

 

 

O meu Iphone vibrou no bolso direito das minhas calças e eu peguei o mesmo com a minha mão livre, olhei o visor que piscava que eu tinha uma nova mensagem de Ryan, desbloqueei o aparelho e cliquei na notificação.

 

 

Estamos atrasados, à transito e a tua namoradinha quis fazer drama e demorar 1 hora na sessão de terapia com a tua mãe. Estamos aí em 1 hora, desculpa bro.

 

Bufei e respondi com um “PUTA QUE PARIU QUE MERDA! ESSA VADIA ME PAGA!” bem calmo, bloqueei a tela e guardei o celular de volta no meu bolso, devolvi o cigarro inutilizado ao maço e caminhei para dentro, analisando a vista.

 

 

Este baile tem uma particularidade, os homens vestem-se todos iguais e as mulheres são obrigadas a “fantasiar-se” e usar máscaras a cobrir a sua face, eu acho bastante interessante, no final no baile as mulheres retiram as máscaras e oferecem-nas ao homem que lhes agradou mais. Eu e os meninos vimos sempre a este baile, por muito que eu não queira, acaba por ser uma diversão diferente, no ano passado, Ryan ficou encantado com uma mulher, alta, elegante, loira, olhos escuros, era realmente bonita, para uma velha de 42 anos, até hoje zuamos Ryan por se ter apaixonado, durante uma noite, por uma mulher 20 anos mais velha.

 

 

[…]

 

 

Já se tinham passado 30 minutos e nada de Ryan ou algum outro viado, devem ter todos umas 10 chamadas perdidas minhas, exceto Holly, que tem apenas 1 mensagem minha a dizer “Morre longe vadia do caralho <3”.

 

 

Eu conversava com um grupo de jovens gangsters, eles pediam conselhos e me idolatravam como se eu fosse um Deus dos gangsters, falávamos sobre o primeiro assalto de cada um e sobre a coisa mais cruel que já fizeram, Owen, um garoto de 19 anos, falou que já tinha decapitado um traficante que não lhe pagou o que devia, nesse momento, uma mulher passou por detrás dele e encarou-o assustada, correndo em direção ao banheiro do andar de cima, gargalhámos alto e eu segui a mulher com o olhar, até que desviei a minha atenção para alguém que estava na sombra, uma mulher, com um vestido azul e máscara branca, a mulher me encarou e sorriu, me despedi dos garotos e subi a escada, indo em direção ao local em que a mulher se encontrava, quando cheguei lá, nada. Tinha desaparecido como a fumaça que se mistura com o ar, abanei a cabeça e voltei para perto dos meninos.

 

 

— Eae viados? — Dei um tapa na cabeça de Joseph, o membro mais novo presente naquele baile.

— Caralho Bieber! — Joseph deu um salto e eu ri, eles tinham medo de mim, claramente.

— Calma princesa, sou só eu. — Fiz voz fina e eles riram — Então, o que se fala aqui?

— Você não chegou a dizer a coisa mais cruel que alguma vez fez! — Owen falou.

— Então — Limpei a garganta — Eu desmembrei um homem, obriguei a mulher dele a tomar banho com o sangue e enviei a cabeça aos pais, aos filhos dei as tripas dele fritas e o resto do corpo pendurei pela casa deles. — Dei de ombros e eles me olharam incrédulos.

— V-Você é doente… — Joseph suava frio e eu me toquei que eles tinham todos 20 anos, ou menos que isso. Ok, talvez o que eu disse foi um pouco pesado — Caralho que foda! A mulher tomou banho com o sangue do cara! — Ou talvez não. Sorri de lado.

— Bastante impressionante Bieber… — Senti uma mão pousar no meu ombro e uns lábios roçarem na minha orelha esquerda. Olhei para trás e vi a mulher do vestido azul perto, caminhava lentamente entre as pessoas, mas continuava perto.

— Então… — Carl, um garoto que até agora só escutava a conversa começou — Quem é aquela Bieber?

— Sei não. — Dei de ombros.

— Acho que o teu esquadrão chegou. — Owen apontou para a porta, finalmente.

— A gente se fala garotos. — Fiz um toque com todos eles e saí de perto, indo até Ryan, presente na porta principal.

— HEY BIEBER! — Owen gritou — VOCÊ É FODA!

— Você também será. — Sibilei para apenas ele entender.

 

 

Caminhei em passos apressados até Ryan e Chris, mas antes de chegar lá fui barrado por uma Holly chorosa e fantasiada de noiva, revirei os olhos e ela bufou, cruzando os braços e ficando me encarando.

 

 

— Amor… — Sussurrou — Não tem nada para me dizer?

— Tenho sim — Peguei em suas mãos e os olhos da vadia brilharam — Vaza da minha frente antes que eu descarregue a minha arma na sua testa.

 

 

Ela correu para Chaz que a lançou longe, fazendo-a ir contra um cara que a olhou de cima a baixo, logo lançando um olhar mortífero. Revirei os olhos e segui, dei um tapa nas costas de Chris e um empurrão no ombro de Ryan.

 

 

— Eai, como foi a noite? — Ryan debochou.

— Bem interessante, conheci um cara chamado Owen, acho que ele é capaz de nos ajudar.

 

 

Depois de explicar toda a história de Owen para os caras, eles decidiram que ele era muito novo por isso teriamos de dar um género de formação, não concordei, afinal, não sou professor.

 

 

— Você confia nele? — Chris perguntou pela sétima vez e eu assenti.

— Você acha que ele se iria enquandrar no nosso grupo? — Chaz perguntou apreensivo e eu assenti, já irritado com aquilo tudo.

— Então vamos falar com ele. — Ryan começou a caminhar entre as pessoas presentes no salão, até que a música começou e o anúncio de que o baile havia começado soou.

 

 

Foi engraçado, Ryan correu para a porta, deu a mão a Caitlin e conduziu-a até ao meio do salão, ele sempre gostou mais de Caitlin, embora nunca demonstra-se, Chaz foi até ao bar ter com uma loira que beijou em menos de 2 minutos e Chris ajeitou o paletó assim que uma outra loira pousou a mão no seu ombro. Em menos de 10 minutos já estavam os 3 no meio do salão, conduzindo o seu par em uma dança lenta e gostosa que eu nunca senti. É verdade, eu nunca dancei com uma mulher, nem nesse baile nem noutra vida, é muita melagem para mim, mas quem sabe, hoje, talvez eu dance.

 

 

Narradora POV

 

Justin estava sentado no bar, a acabar de beber a sua Vodka, quando uma ruiva se sentou ao lado dele. Os olhos cor de mel do garoto pararam logo nas suas coxas, imaginando ali várias marcas feitas por ele mesmo. A garota notou e sorriu maliciosa, pegando na Vodka de Justin e se recostando no banco logo em seguida.

 

 

— Cuidado para não babar. — A ruiva falou, bebericando um pouco da “sua” Vodka.

— Roubar é feio. — Justin falou sinicamente, se referindo à Vodka.

— Digo o mesmo Bieber — Ele ergueu uma sobrencelha — Andar a roubar a carga de Harrison e ainda aparecer neste baile à descarada também é muito feio.

— Eu não roubei a carga de Harrison. — Justin limpou a garganta, como é que a garota sabia informação tão confidencial?

— Não adianta mentir — A garota piscou e pousou o copo de Vodka, agora vazio — Até mais. — Bieber se levantou inconformado e foi atrás da ruiva, que desfilava até ao meio do salão.

 

 

Ao sentir a presença de Justin atrás dela, a ruiva acelarou o passo, mas Justin foi mais rápido a segurar a sua mão. Colou os seus corpos e segurou na cintura da garota, que direcionou as suas mãos para o pescoço de Bieber. Por instintou, Justin começou a se balançar, já não reconhecendo a si própria, a ruiva tentou se afastar do ser atraente na sua frente.

 

 

— Não precisa disso, eu só mordo de você quiser. — Justin sussurrou em seu ouvido e ela riu baixo.

— Então é isso? Eu revelo que sei algo confidencial sobre você e você me leva para uma dança? — Justin assentiu e sorriu de lado, encantado pela beleza da garota que também o olhava fixamente.

— Cuidado para não babar. — A garota bateu no ombro de Bieber e este riu, sentindo a garota deitar a sua cabeça no seu ombro.

 

 

Por muito que fosse estranho para Justin e para a garota, eles ficaram ali, dois desconhecidos unidos, durante uma noite, pelo conhecimento. À medida que a noite avançava, os dois iam ficando embrulhados um no outro, quer fosse por mãos bobas ou por beijos roubados, e no final da noite, a garota tirou a sua máscara e desapareceu, deixando Justin sozinho e com a única máscara que alguma vez recebera na mão, em um estado de transe profundo que foi interrompido pelo falatório de Holly, deixando a garota virar a sua memória mais bela e misteriosa.

 


Notas Finais




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