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História Dona de Casa Locona - Capítulo 1


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Notas do Autor


Boa leitura 🌷

Capítulo 1 - Meu café;


Sentada com meu café, meu cigarro, esperando o chefe voltar da casa da amante.

Jisoo adornava sua moradia com as cinzas do próprio cigarro que caiam a cada brusco movimento seu. Embora sua limpeza fosse sempre impecável, e digna de exemplo, hoje, contradizendo seus princípios de organização, ela havia tirado férias do posto de "dona de casa" e preferiu trocar a limpeza excessiva, prestigiada por tal era, pela melódica voz de Ängie, uma cantora sueca, que dividia com a portadora dos fios cor da noite um café, um cigarro, e a ausência de preocupação, esta que por tempos fora parte dela.

— oh, bae, du du du, oh, bae du du du, oh bae — na letra, por vezes fora citado a buceta dela, como uma posse e recompensa do progenitor, e Jisoo fez questão de refutar essas partes, as partes de sua buceta, sua buceta bonita que seu chefe, lê-se marido, adorava comer, no café, almoço, jantar, sobremesa ou como um lanchinho da tarde.

O ponto irônico, o qual a fez se desligar dos seus respectivos deveres, foi que, durante o tempo que estava a limpar a casa, como a boa vadia obediente que era, seu chefe estava a fuder outra buceta, uma buceta mais gostosa que a sua, mais apertada e mais jovem, uma buceta virgem e imatura demais para receber um homem como aquele.

Talvez, Ängie e Jisoo tinham muito em comum do que se podia pensar, talvez o órgão buceta era uma ligação maior do que o imaginável, afinal, ambas também possuíam o seu foda-se piscando como as luzes de Las Vegas, seu corpo como objeto de terceiros e seu temor jogado fora como o versículo de êxodo 20:14, feito por seus chefes.

— I don't care where and i don't care how — assim como ela, seu corpo também era um tesouro poluído, já tinha sido usado em todos os cantos e em todos os móveis, inclusive, se passasse uma luz negra pela casa, mesmo limpa, ainda achariam algum vestígio do ápice dela e do chefe, pois ainda que o homem por quem prometeu amar e respeitar até o fim da vida não tivesse recebido o título do mais bem caráter do mundo, era de se concordar que sentar naquele pênis era uma delícia, e que ele fazia um puta estrago.

— Just without a man and no housekeep mission! — no entanto, Jisoo não manerava nas tóxicas e as tragavas com os recém citados fatos. Ela dançava conforme a música, conforme o ritmo, e seu quadril ia de um lado para o outro, seguindo com sua cabeça jogada para os quadros lados como se estivesse tendo um orgasmo, e, dependendo da interpretação, ela estava.

O orgasmo é quando o prazer atinge seu pico, senhoras e senhores, e naquele momento, o pico do prazer da liberdade fora atingido em cheio, como seu chefe fazia em sua vagina.

Tudo bem, o pau do seu homem era incrível, mas jamais correra o risco de ser o último, e Jisoo era gostosa pra caralho, jovem, e agora, livre. A noite era uma criança e a moça tinha todo o tempo para varrer por outros prazeres como aquele, outros prazeres até melhores do que aquele.

Kim dançava loucamente e agora de forma corrupta, em contrapartida, do outro lado da cidade a amante do seu chefe rebolava sobre ele na mesma maneira, contudo, isso era meros detalhes, e Soo deixou de se importar com eles do ponto que Ängie começou a enrolar seu baseado.

— But I am in my tub with a new joint and some more coffee, OH BAE — E a música continuou, com seu corpo em uma coreografia tênue sobre o chão encerado, apontando seu dedo pai de todos perenemente para, ora as vassouras e baldes no canto do cômodo, ora para a foto do seu chefe que ornamentava a parede da lareira, e fumando seu cigarro, junto a um pouco mais de café, atualizara como seu novo mantra. 

Dona de casa não era o pior dos títulos, porém, não fazia mais sentido, uma vez que Jisoo não tinha mais nenhum homem, e nenhuma tarefa doméstica


Notas Finais


Música: https://youtu.be/Cw5-z-5Ylzc
*Capa temporária


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