História Dona De Mim - Vondy - Capítulo 27


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Categorias Christopher Uckermann, Dulce María, Rebelde (RBD)
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni
Tags Christopheruckermann, Dul, Dulcemaria, Rbd, Rebelde, Ucker, Vondy
Visualizações 32
Palavras 1.617
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 27 - 27


Dulce 

Depois de terminarmos o jantar, nós fomos até a sala. 

Me sentindo totalmente confortável, eu deitei e coloquei meus pés em seu colo e ele logo começou uma massagem que me fez relaxar. 

Fechei meus olhos com um sorriso sereno no meu rosto enquanto Christopher corria suas mãos por meus pés, subindo por minhas pernas vez ou outra. 

Abri meus olhos e encontrei ele me observando, com um olhar carinhoso e respirando profundamente. 

— Você tem mãos ótimas. — falei. 

— Com uma pele tão macia quanto essa é fácil fazer uma boa massagem. — ele levantou um dos meus pés e depositou um beijo. — Agora eu preciso saber. 

— O que? — me fiz de desentendida. 

— Onde isso vai nos levar? — me encarou. — É óbvio que eu gosto de você e quero que isso seja algo bem maior do que é agora. Basta você estar de acordo. 

— Hum... — desviei o olhar como se estivesse pensando. 

— Como eu posso tirar suas dúvidas? — ele se esquivou, ficando sobre mim, cara a cara. — Você é perfeita. — sussurrou. 

Sem dizer nada, eu o puxei para mim, colando nossas bocas num beijo ardente. Ele relaxou seu corpo e o colou ao meu, certificando-se de não jogar todo o peso em cima de mim. 

Enlaçamos nossas pernas uma na outra aprofundando ainda mais nosso beijo, aumentando o ritmo dos toques que compartilhávamos. 

Ele se afastou ofegante e me encarou. 

— Isso foi uma resposta positiva? — perguntou sorrindo. 

— Como eu poderia te dizer não? — sorri. 

Christopher tornou a me beijar e dessa vez tudo ao meu redor parecia pegar fogo, porque a temperatura do meu corpo subia, fazendo com que eu sentisse o sangue do meu rosto esquentar. Provavelmente eu estava vermelha agora e morrendo de vontade de provar tudo o que o corpo dele podia me proporcionar. 

Ele desceu seus beijos para o meu pescoço, o decote de meus seios e depois aproximou-se do meu ouvido.

— Quer ir pro seu quarto? — ofegou. 

— Agora mesmo. — respondi. 

Voltando a atenção para a minha boca, ele ficou de pé comigo em seu colo e foi em direção às escadas, mantendo suas mãos firmes nas minhas pernas que estavam envoltas em seu corpo. 

Quando chegamos ao corredor dos quartos, eu desci do seu colo e o guiei até o meu quarto. Com muita pressa, eu o empurrei até a minha cama e sentei sobre ele. 

Meus hormônios gritavam por todo o meu corpo e eu só queria responder aos meus instintos sexuais e provar o que ele tinha a me oferecer. 

Desabotoei sua camisa e num movimento rápido, ele a jogou longe. 

Corri minhas mãos por seu abdômen, sentindo seus músculos se contraírem com o meu toque. 

Parei de beija-lo e me afastei para ficar de pé. 

Com um sorriso malicioso no rosto, eu comecei a me despir, Christopher mordeu o lábio inferior assim que eu tirei minha última peça de roupa. 

Andei devagar até a lateral da cama, sem tirar meus olhos dos dele. 

Ele sentou me encarando, esperando que eu me aproximasse. 

Subi na cama e engatinhei até ele. Christopher acariciou meu rosto e levou seus lábios aos meus, num toque carinhoso e cheio de paixão. 

Sentei-me sobre as minhas pernas e passei minhas mãos por seus cabelos, descendo até as costas, indo ao seu rosto, até ter certeza que estava tocando todo o seu corpo. 

Ele parou de me beijar e correu seu olhar por minha pele, meus lábios, pescoço, braços, seios... era como se ele tentasse analisar cada parte de mim. 

Com cuidado, ele acariciou meu braço com as pontas dos dedos, desenhou a pele das minhas costas, acariciou meus cabelos e então parou seu olhar no meu olhar. 

— Como um ser humano pode ser tão bonito? — perguntou com um brilho nos olhos. 

Eu apenas sorri e tratei de voltar a beija-lo, dessa vez com muita ansiedade. 

Ele logo se livrou do resto de suas roupas e num movimento rápido, me colocou debaixo de si. 

Ele beijava todo o meu corpo, me acariciava da forma mais sedenta possível e em sua face eu podia enxergar o brilho da luxúria. 

— Eu quero te beijar. — ele disse. Levantei para tocar seus lábios, mas ele me parou. — Não, não desse jeito. 

Franzi a testa e logo entendi quando ele abaixou por entre as minhas pernas. 

Me arrepiei inteira ao sentir ele correr seus dedos por meu clitóris. Só aquele gesto já me fez estremecer. 

Usando sua boca, ele me chupou como se realmente estivesse me beijando. Era cheio de vontade, como se seus movimentos fossem controlados por sua fome e eu fosse o seu alimento mais saboroso. 

Me contorci sem conseguir reprimir os meus gemidos, enquanto sua língua quente navegava em mim, explorando cada região da minha intimidade. 

Levei minhas mãos até seus cabelos os puxando sem tanta força. Christopher voltava sua atenção inteiramente para aquele oral tão maravilhoso que me fez sentir dentro do paraíso. 

Me senti chegando no meu limite e antes que isso acontecesse, ele parou e ergueu-se, ficando de joelhos entre minhas pernas. 

— Você não é bom apenas com as mãos. — sorri de lado. 

— Ainda não viu nada, senhorita Saviñon. 

— Então eu ordeno que me mostre, Uckermann. — brinquei. 

Ele foi até a lateral da cama e pegou sua calça que estava no chão. Do bolso de trás, ele tirou uma camisinha. 

O olhei com uma das sobrancelhas arqueadas, surpresa com a certeza dele em achar que essa noite transaria comigo. 

— O que? Eu sou confiante! — ele disse me fazendo rir. 

— Me come logo, Uckermann. — ordenei. 

— Uau. — sorriu de lado. 

E então, começamos a trabalhar aquilo de verdade. Senti o membro de Christopher cavar fundo dentro de mim, literalmente me preenchendo. 

Cravei minhas unhas em suas costas, o aproximando do meu corpo. Nossas respirações se tornavam únicas, soando quase em uníssono por todo o quarto. 

A cada minuto, ele aumentava ainda mais os ritmos de seus movimentos e seu suor já molhava o meu corpo, misturando-se ao meu. 

Como vi que ele estava casado, o empurrei para o lado e sentei sobre ele. 

Me movi para cima e para baixo, rebolando e gastando todas as energias que eu tivesse pra fazer aquilo. 

Ele me ajudava, apertando minhas pernas e me guiando no ritmo certo. 

O que mais me excitava era ver que ele estava louco de prazer por mim, o ouvir gemendo o meu nome com uma expressão de satisfação em sua face. 

Abaixei meu corpo para perto do seu, sem parar de me movimentar, deixando que nossos lábios se tocassem. 

Christopher enfiou uma de suas mãos dentro dos meus cabelos, enquanto a outra se concentrava em apertar a minha bunda. 

Com um impulso, ele sentou na cama abraçando o meu corpo, me fazendo ter a sensação de que agora éramos um só. E talvez nós fôssemos, só tínhamos que deixar o nosso orgulho de lado pra enxergar isso. E quem diria que quando eu parasse de atacá-lo desnecessariamente, acabaria ali naquele momento, me consumindo e me afogando no maior prazer que já senti na minha vida. 

Nós repetimos uma, duas, três vezes. Até que finalmente ficamos cansados o suficiente pra dormir. 

Deitei de lado e ele me abraçou por trás, enterrando seu rosto em meu pescoço. Ainda estava ofegante e sentia meu corpo pesar como uma pedra. Só queria dormir com ele ali, agarradinho em mim. 

{...} 

Abri meus olhos e evitei me espreguiçar, ao perceber que Christopher ainda dormia e que não havia parado de me abraçar durante toda a noite. 

Sorri comigo mesma olhando o braço dele em volta do meu corpo. Estava tão feliz que queria ficar deitada ali a manhã inteira. Mas depois de olhar o horário em meu celular e ver que já eram 10:30 da manhã, eu tratei de me afastar de Christopher devagar e ficar de pé. 

Tomei um banho rápido e vesti uma roupa qualquer, já que não tinha planos de sair. 

Fui até a cozinha e comecei a preparar um café da manhã para mim e para ele. 

Ouvi a campainha tocar e deixei toda a preparação de lado. Era a primeira vez em muito tempo que eu dispensava os funcionários por todo o fim de semana, e era estranho atender a porta de casa. 

Assim que abri, um buquê de flores quase pulou em meu rosto e atrás dele, estava Allan. Com um sorriso formal. 

— Que porra é essa? — franzi a testa. 

— Não vai me convidar pra entrar? — antes que eu respondesse, ele passou por mim e entrou. — Vim aqui saber se você não quer almoçar comigo hoje. — sorriu. 

— O que? — fiquei confusa.

— Eu sei que você fica sozinha na maioria dos dias e pensei em te acompanhar. A gente pode comer aqui ou ir até um restaurante. 

— Um minuto. — ergui as mãos pra que ele parasse de falar. — Por que eu iria almoçar com você? 

— Ah, você sabe. Vamos começar de novo, mas de verdade. Nada de máscaras para a mídia, apenas duas pessoas que querem resolver seus problemas. Aqui, são pra você. — ele me entregou o buquê. 

— Não sei qual seu intuito com isso, mas eu não estou nenhum pouco interessada. — respondi seca. — Agora, se você puder se retirar da minha casa, eu ficarei agradecida.

— Tenta ser compreensiva pelo menos uma vez na sua vida. — ele se aproximou. — Tenho certeza que você sente falta de ter alguém pra te fazer companhia nas noites mais frias. — seu tom era baixo, quase sedutor. 

— Eu não preciso de você. — fui direta. 

— E por que não? 

— Porque ela tem à mim. — Christopher falou enquanto descia as escadas. 

Ele estava apenas de calça, com sua camisa jogada sobre o seu ombro. Allan intercalou o olhar entre nós dois e pareceu se irritar quando me viu sorrindo para o Christopher.



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