História Dona De Mim - Vondy - Capítulo 48


Escrita por:

Postado
Categorias Christopher Uckermann, Dulce María, Rebelde (RBD)
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni
Tags Christopheruckermann, Dul, Dulcemaria, Rbd, Rebelde, Ucker, Vondy
Visualizações 26
Palavras 1.827
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 48 - 48


Christopher 

A levei até o meu quarto e lá nós fizemos amor a noite toda. Quando ela rebolava sobre mim, eu ia ao céu, me sentia no meu paraíso particular. Nem precisava dizer o que quão boa ela era me dando prazer. Era simplesmente a melhor mulher com quem eu já havia estado e o nosso fogo parecia nunca diminuir, ao contrário. 

A cada noite amor, nossos desejos pareciam maiores, impossíveis de serem supridos com apenas uma rodada de sexo. Sempre queríamos mais e mais. 

Eu olhava fixamente em seus olhos enquanto mantinha minhas estocadas intensas para dentro e para fora dela. Dulce mantinha um sorrisinho sereno nos lábios, suspirando profundamente, com seu suor correndo pela lateral de sua face. 

Suas pernas enlaçavam o meu corpo, eu a abraçava com um dos braços e com a minha outra mão livre, acariciava seu cabelo, sem deixar de mergulhar naqueles lindos olhos castanhos. 

— Eu te amo. — falei sem parar os meus movimentos. 

— Eu... te amo. — ela disse no meio de um suspiro. 

E depois de mais alguns gemidos, chegamos ao orgasmos juntos, e ofegantes, continuamos em nossas posições. 

— A terceira é sempre a melhor. — eu disse. Ela apenas sorriu e eu acompanhei a curva que seus lábios fizeram. — Eu tenho tanta sorte por ter você. 

— Eu que tenho sorte. Você é maravilhoso, seria fácil encontrar alguém que pudesse te amar. Já eu... — riu de leve. 

— Você é intensa em tudo o que faz, Dulce. Principalmente na parte do amor. Qualquer um se apaixonaria por você. — corri meus dedos de sua bochecha até sua boca. 

A beijei com todo o carinho que estava vivo em mim e sem parar de beija-la, saí de cima dela, rolando para o lado da cama, me certificando de continuar a abraçando contra o meu corpo. 

O celular dela começou a tocar, mas eu não queria parar de beija-la e não parei, mas ela começou a me empurrar até que eu a soltasse. 

— Pode ser importante. — ela estendeu a mão e pegou o celular que estava sobre o criado mudo. — É a Miranda. — falou antes de atender. — Alô?... Sim, eu falei com o Christopher... nós podemos resolver isso amanhã?... Ótimo, obrigada. — e enfim desligou. 

— O que foi? 

— Vamos amanhã ao orfanato abrir o processo de adoção, e claro, contar ao Bernardo. — sorriu. 

— Que loucura... a um tempo atrás a gente nem se suportava, agora vamos adotar uma criança juntos. — ri de leve. 

— Eu nunca estive tão feliz! — me abraçou, aconchegando-se em meu peito. 

— Eu também. — beijei o topo de sua cabeça. 

A gente nem respirou direito e o celular dela voltou a tocar, mas ela não se mexeu. Eu segurei seu queixo e ergui seu rosto para ter certeza que ela estava dormindo. E estava. 

Me estiquei sem soltá-la de meus braços até alcançar o celular. Era uma ligação da empresa. Tomei a liberdade de atender. 

— Alô? 

— Por favor, posso falar com a senhorita Saviñon? — uma voz feminina pediu. 

— Ela não está disponível no momento, mas pode deixar qualquer recado comigo. 

— Só queria confirmar o turno extra à noite, para deixar os funcionários avisados. 

— Que finalidade teria esse turno extra? 

— Não sei se posso liberar essa informação, desculpe. 

— Tudo bem, não tem problema. Eu aviso que vocês ligaram e ela retorna depois. 

— Ok, obrigada. 

— Imagina. 

Desliguei o celular e pensei se deveria acorda-la para avisar ou não. Mas ela estava tão cansada que eu não fui capaz de fazer isso. 

Com muito cuidado, eu a tirei de cima de mim, vesti minha cueca e com meu celular na mão, fui até a cozinha. 

Sentei em um dos bancos no balcão e disquei o número de Anahi. 

— Olá, bebê! — falou animada ao atender. 

— Oi, Annie, tudo certo? 

— Sim, e você? 

— Eu tô bem. Então, esqueci de te avisar que eu me mudei pro meu apartamento novo. 

— O que? Achei que ia morar definitivamente com a Dulce. Vocês brigaram? 

— Bem, sim, mas nós nos resolvemos. Está tudo bem, não se preocupe. Acho que foi melhor sair da casa dela. 

— A mãe dela estava te deixando louco, não é? — riu. 

— Sim. — ri junto. — Mas eu te liguei pra te perguntar uma coisa. 

— O que? 

— Você é secretária da Dulce, então deve saber o porquê de ela precisar fazer hora extra hoje. 

— Olha, você deveria perguntar pra ela, mas eu sou sua amiga, não é? Enfim, tá na cara que é pra continuar as buscas pelo Alfonso. 

— Achei que ela tinha relaxado com isso. — bufei. 

— Ela não vai desistir até conseguir o que quer. 

— Espero que agora que nós iremos adotar o Bernardo ela esqueça um pouco do irmão. — falei mais para mim do que para ela. 

— O que!? Adotar o Bernardo!? Você vai adotar uma criança!? — disse com espanto. 

— Er... sim. Não era pra ter contado ainda. 

— Vai ter que me explicar essa história direitinho. 

— Por que não vem jantar aqui em casa hoje? Chama o Christian e a May. 

— Tudo bem, nós vamos. — nesse momento, ouvi a porta do meu quarto ser aberta. 

— Annie, eu tenho que ir. Te espero à noite. 

— Até mais! 

Dulce apareceu assim que desliguei o celular. Ela estava vestida com a minha camisa. 

— Anahi? — perguntou.

— É, eu estava convidando ela pra jantar aqui hoje. Você vai ficar? — perguntei como se não soubesse da hora extra na empresa. 

— Ah... — ela pareceu pensar. — Desculpe, eu não posso. Tenho que ir até a empresa. As buscas, sabe? — falou despreocupada. 

— Sei... agora que nós vamos adotar o Bernardo você vai esquecer um pouco isso, certo? 

— Eu posso conciliar as duas coisas. — ela disse despreocupada. 

— Tudo bem. 

— Eu posso dormir um pouco aqui antes de ter que ir? Você me deixou muito cansada. — riu maliciosa. 

— Não precisa me pedir. — sorri de lado. 

Antes de voltar para o quarto, ela veio até mim e me deu um selinho. 

{...} 

O jantar com meus amigos foi bem legal, cheio de conversas sobre o trabalho, nossas vidas pessoais e além dessas conversas sérias, zoávamos uns com os outros como sempre fazíamos. 

Depois de comer, ficamos na sala tomando vinho e conversando. 

— Você tem certeza que quer ser pai? — perguntou May. 

— Eu nunca pensei nisso antes até a Dulce me apresentar a possibilidade. Eu acho que vai ser legal. — sorri de lado. 

— Você nem teve tempo de pensar direito. Uma criança requer muita responsabilidade — Christian pontuou. 

— O Bernardo é incrível. Já convivo com ele a meses, bem antes de conhecer a Dulce. Eu tenho condições financeiras e psicológicas pra isso. — afirmei. 

— Gente, se o Christopher tem certeza, ele tem certeza. — disse Anahi. — Só espero que façam aniversário todos os anos, porque eu amo um docinho de festa de criança. — rimos. 

Depois de me despedir deles, eu assisti um filme e mandei um “boa noite” para a Dulce antes de dormir. Ela me respondeu confirmando nossa ida ao orfanato no dia seguinte. 

Eu mal podia acreditar nas mudanças drásticas que andei tendo em minha vida. Mesmo tendo decidido adotar o Bernardo muito rápido, eu não via o porquê de não fazer aquilo e me sentia até animado com a ideia da paternidade. 

{...} 

Chegamos bem cedo ao orfanato. Só algumas crianças estavam acordadas para ir à escola, incluindo Bernardo, que depois de seu café da manhã, foi direcionado por uma das governantas a vir falar conosco na sala de estar. 

— Tia Dul, Tio Christopher! — ele correu e nos abraçou. 

— Como vai, meu amor? — Dulce perguntou. 

— Muito bem! Ontem passei o dia todo brincando com o meu novo carro! — deu dois pulinhos de felicidade. 

— Fico feliz que tenha gostado. — ela sorriu acariciando sua face. 

— Bê, a gente veio aqui por um motivo. — o coloquei em meu colo, entre mim e Dulce. 

— Não foi pra me ver? — franziu a testa.

— Também, mas eu e Dulce temos algo a dizer. 

— O que? — perguntou curioso. 

— Me diz, qual o seu maior sonho? — Dulce prendeu sua atenção. 

— Ter uma família... mas o tio Christopher disse que eu já tenho uma. 

— Sim, eu disse. Mas você não iria querer uma mãe e um pai? 

— Sim, muito. 

— E se nós disséssemos que você está prestes a consegui-los? — falei. 

— O que!? — ele nos encarou com um olhar ansioso. 

— Eu e Christopher andamos pensando e... 

— Vocês vão me adotar?? — ele soltou antes que Dulce terminasse a frase. 

— Sim! — respondemos em uníssono. 

— Meu Deus! Meu Deus! Eu amo vocês! Amo muito vocês!! — ele começou a nos abraçar e chorar ao mesmo tempo. — Eu não poderia ter pais melhores! Vocês são incríveis! 

— E a gente ama você. — eu disse. 

Depois de toda a comemoração e dos vários planos que fizemos, Bernardo foi levado para a escola junto com as outras crianças e eu e Dulce ficamos conversando com a Miranda. 

— A papelada é um pouco extensa, mas não vai ser algo demorado. Vocês só precisam assinar esses papéis que serão mandados ao tribunal, depois eles mandarão uma assistente social pra avaliá-los e depois do relatório positivo dela, vocês poderão adotar. — sorriu. 

— O que ela vai avaliar? — Dulce perguntou. 

— A condição financeira, o lar onde a criança vai se estabelecer, os antecedentes de vocês dois... coisa básica. Tenho certeza de que não precisam se preocupar. — nos tranquilizou. 

— O fato de eu não morar com a Dulce pode interferir na decisão? — perguntei. 

— Bem, falando como uma pessoa que cuida de crianças diariamente, eu diria que pode ser um obstáculo sim. — eu e Dulce nos entreolhamos. — Por que não moram juntos? Vocês já namoram, certo? Vão adotar o Bernardo, então isso prova que a relação irá bem mais adiante. 

— É que eu acabei de me mudar. — falei. 

— Mas pode voltar a morar comigo de novo, não é? — Dulce me olhou. Eu fiquei em silêncio por longos segundos. — Ok, você não quer... — suspirou. 

— Não é nada com você, você sabe. 

— É, eu sei. Mary. — mordeu o lábio inferior. — Ela vai enlouquecer quando souber sobre a adoção. Pode até atrapalhar as coisas na visita da assistente social... — parecia pensar. — E se a minha mãe saísse? 

— Vai colocar a sua mãe pra fora? — franzi a testa. 

— Não fale assim... eu só... vou pedir gentilmente que ela vá embora. — deu de ombros. 

— E onde a sua mãe vai morar? — ela me olhou divertida, como se não quisesse me dizer tão rápido. — Nem pense nisso! 

— Ah, vai, nem deu tempo de você ter apego emocional ao seu apartamento! 

— Eu não quero a sua mãe colocando as mãos malignas dela nos meus móveis. 

— Exagerado! Por favor, pelo Bernardo? — ela fez aquela carinha de piedade que me fazia derreter inteiro. — Pela nossa família? — insistiu. 

— Meu Deus, eu devo te amar demais pra concordar com isso. 

— Isso! Obrigada! — deu um longo beijo em meu rosto. 

— Ótimo. — Miranda continuou. — Sendo assim, eu sugiro que você se mude rapidamente, porque as visitas são surpresa. 

— Tudo bem, obrigada por tudo, Miranda! — falou Dulce. 

Assim que saímos de lá, fomos para a empresa. Combinamos que quando o horário de trabalho acabasse, eu iria direto para casa arrumar minhas coisas e enfim voltaria a morar com ela.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...