História Don't Cry No More - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Crowley, Dean Winchester, Sam Winchester
Tags Castiel, Crowley, Dean, Destiel, Sam, Supernatural, Winchester
Visualizações 36
Palavras 1.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!

Já faz um tempo não? Bom eu estava sem criatividade e inspiração. Começo a escrever, parava e apagava.

Aos poucos estou voltando a escrever, capítulos de todas as minhas fics.

Agora chega de blá, blá, blá.

Vamos ao capítulo.

Boa Leitura!

Capítulo 4 - Lembranças


Acordei assustado, pois fui chacoalhado de forma brusca pelo Bobby.

- Merda Bobby! Para quê tudo isso? - digo já me sentando no sofá em que dormi.

- Eu te chamei diversas vezes, e você não acordava, ainda por cima, estava sorrindo. - ele me encarou com um sorrisinho - Qual era o sonho filho?

- Nada de importante. - o fitei ainda irritado por ter meu sono interrompido e também porque ele me viu sorrindo durante este momento. 

Merda! Ele não pode imaginar que eu estava sonhando com um certo anjo. Como eu posso ainda estar pensando em um filha da puta desses?

- Sei, vou fingir que acredito. - Bobby adotou uma postura séria. - Mas então, o que aconteceu depois que o anjo me deixou inconsciente? - ele se sentou em uma cadeira, sim eu já havia contado a ele que Castiel era um anjo.

- Ele disse que Deus tinha uma missão para mim, por isso me tirou do inferno.

- Que missão? - meu velho pareceu surpreso.

- Não sei, ele não falou.

- Entendo, temos que descobrir.

- Sim. - mas neste momento eu estava mais preocupado em quando iria ver aquele anjo novamente.

*****

Agora já é noite, depois de fazer algumas investigações com o Bobby, sobre a tal missão que Deus tem para mim, e não obter nenhum avanço, eu decidi vir a um bar para relaxar.

Olha as garotas daqui são bem gostosas, mas incrivelmente, não me sinto atraído por nenhuma delas, sinceramente acho que eu já não sou mais eu, se é que me entendem.

Como um cara que era caidinho por qualquer mulher, não no sentido de namorar, mas sim transar, não estou com vontade de o fazer? Isso está muito errado!

Bom, já vejo que minha noite não vai ser tudo aquilo, o melhor que eu faço é encher a cara, até cair de tão bêbado.

*****

Dito e feito. Hoje de manhã acordei no bar, na verdade, o dono do bar me expulsou de lá.

O velho disse que só não o fez de madrugada, porque muito provavelmente eu iria sofrer um acidente, ou qualquer coisa do tipo.

Realmente, eu estava muito chapado, não lembrava nem o meu próprio nome, mas enfim, o efeito da bebida passou, e estou com uma ressaca dos infernos.

Não tenho cabeça para nada, só quero ir para qualquer hotel, ou motel de quinta e cair na cama.

Por que não vou para a casa do Bobby? Simples, ele vai ficar enchendo o saco, me dando sermão, sobre o quanto eu sou irresponsável.

Parece que ele esquece que eu sou adulto, não um adolescente sedento por sexo.

Acabei de chegar a um motel, vou me jogar na cama e só irei acordar amanhã.

Meus problemas podem esperar, afinal, antes de ser um caçador, eu sou homem.


Onde estou? Este não é o quarto que a pouco dormi. Com certeza não é.

Consigo ouvir gritos de dor, choro. 

Ouço soluços vindo de trás de mim.

Quando viro, me deparo com uma cena de cortar o coração, dois garotinhos, que pareciam irmãos, me olhavam desesperados, como se eu fosse um demônio.

- Por favor não... - o que parecia o mais velhos deles, falou num fiapo. - Não machuca a gente... Igual você fez com o papai e a mamãe... - seus olhos estavam vermelhos, e os olhos marejados, assim como os do mais novo.

O que ele havia acabado de dizer? Como assim? Eu machuquei os pais dele?

Me aproximei na intenção de tocá-los, péssima escolha, eles se abraçaram com força e se encolheram com medo.

- Eu não vou machucar vocês... - disse.

- Vai sim, olha só o que você fez com a mamãe e o papai. - o mais novo finalmente disse algo e apontou para o canto da sala em que estávamos.

Só agora eu reparei, na direção em que o garotinho apontou, haviam dois corpos, o de um homem e de uma mulher, cheios de machucados e sangue, eles estavam mortos. Eu os matei?

Foi então que milhares de imagens vieram a minha mente, eu matando várias pessoas, crianças, idosos, pessoas inocentes.

Eu estava as torturando, pude ver com detalhes, tudo o que fiz.

Como? Aquele não era eu, era um demônio.

- Você vai pagar... - escutei várias vozes dizerem.

Pessoas apareceram a minha frente, elas estavam horríveis, os sinais de tortura eram visíveis em todos.

Os garotinhos que até então pareciam assustados, estavam a minha frente junto com seus pais.

- Por tudo! - eles avançaram contra mim.


Acordei de súbito, já era de noite.

Comecei a chorar, como Deus pode querer algo de um demônio como eu?

Sendo que fiz todas aquelas atrocidades no inferno, como?

Então mais um flash veio a minha mente.

"- Olá Dean, acho que você já sabe o que vim fazer. Não é mesmo? Novamente lhe pergunto, você gostaria de trocar de lugar com outra alma e virar um carrasco do inferno?

- Sim... - falo um pouco hesitante, mas agora não tem mais volta.

- Ótimo! Vamos Dean, agora você está livre. - ele me lançou um sorriso macabro.

Em um piscar de olhos eu estava livre, não havia mais nenhuma corrente em meu corpo. Sorri internamente, mas este sorriso logo desapareceu quando eu vi uma garotinha em meu lugar."

Não, isso já é demais, definitivamente eu sou um demônio.

Eu compactuei com Alastair. Torturei milhares de pessoas. 

Sou uma vergonha para os Winchester, pelo menos ainda tenho o Sammy para honrar a nossa família.

Não é mesmo?

******

Sam Pov's

Me encontro novamente testando meus poderes em um demônio.

Sim, poderes, como eu os consigo?

Simples, eu bebo o sangue de demônios, mais especificamente da Ruby, sim ela está viva, e... Bem, podemos dizer que temos um caso, mas o Dean não pode nem sonhar com essa possibilidade.

- Ótimo Sam, você está muito melhor. - ouço Ruby dizer.

- Sim, mas ainda não é o suficiente. - me aproximo dela e roubo um beijo.

- Paciência seu apressadinho, tudo ao seu tempo.

- Quantas vezes você já me disse isso? - sorrio me afastando um pouco.

- Hmm. - ela fingiu pensar. - Muitas! - disse por fim e sorriu.

- Exatamente, você só me enrola.

- Assim como você. Sam, quando irá falar com seu irmão? - ela me encarou.

Novamente aquele assunto, Ruby acha que tenho que dizer ao Dean sobre meus poderes, mas não irei falar nada, não por enquanto.

Eu conheço meu irmão, ele vai surtar com esta notícia, e sinceramente, não estou nem um pouco afim de aturá-lo.

- Achei que já tínhamos conversado sobre isso. - a encarei sério.

- Não está mais aqui quem falou. Vamos? - ela me olhou com um sorriso malicioso.

- Sim. - retribui o sorriso a altura.

Aquela seria uma noite quente.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Deixem a opinião de vcs nos comentários, isso é muito importante, para mim poder saber o que estão achando da fic.

Bjs 😘


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