História Don't Forget Me - Taekook (BTS) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Jk¡tae, Jungkook, Kookv, Tae, Tae¡jk, Taehyung, Taekook, Vkook, Yaoi
Visualizações 49
Palavras 1.289
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Terror e Horror, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Minha irresponsabilidade de não saber atualizar frequentemente me surpreende aindakk
Boa leitura ♥

Capítulo 2 - Falta alguém em mim.


P.o.v Jeon Jungkook


Entre quatro paredes, ninguém consegue mais ver e sentir minha angústia. Meu único refúgio, no momento, é quem diz ser meu pai. Minha memória está totalmente falha. Tudo o que eu precisava era beber uma água, como já havia feito isso, não sei mais o que faço para me acalmar. 


Falando sobre mais cedo, algo me deixou muito confuso. Eu tenho impressão que já conhecia aquele garoto. Eu não sei se é por causa de seu sorriso, de seu jeito de falar, de sua voz doce e ao mesmo tempo grossa. Eu não sei. O garoto que encontrei mais cedo parecia um conhecido meu. 


Que inferno de memória! 


Em cima da cama branquinha e macia do hospital, me sentei por completo, deixando minhas costas serem relaxadas na parede próxima a cama. Lentamente, envolvi os braços sobre meus joelhos, e deixei minha cabeça ser tombada para trás, sentindo meus fios serem delicadamente tocados na parede. 


A janela estava fechada, como eu gostava. Eu acordei com uma luz irritantemente forte no meu rosto. Quando acordei, ninguém estava no quarto comigo. O homem que diz ser meu pai, chegou minutos depois que eu me acordei. 


Minha mente está um caos. 


Eu não consigo pensar em nada além de: o que aconteceu para eu estar assim? Bom, segundo meu pai, nós fomos fazer entregas de seu comércio para uma cidade vizinha. Eu não falei nada contra, aliás, eu acho que não adiantaria muito, não é? Não tenho muita escolha, a não ser aceitar. Além do mais, minha memória está uma merda, o que piora a situação toda. 


Meu corpo se sentiu arrepiar inteiramente, ao sentir um frio estranho percorrer o quarto. Senti o frio se espalhar por cada parte de meu corpo. A cortina se movimentou até o máximo possível com a maior velocidade do mundo. O vento lá fora estava realmente violento. 


A luz do dia foi espalhada pelo meu quarto, me fazendo queimar os olhos. Fechei eles rapidamente, tapando meu rosto com minha destra. A luz não era forte, sou eu quem não gosto disso. Quando pedi para meu pai fechar a cortina assim que acordei, a primeira coisa que falou antes de se levantar foi: "Lá em casa, você também odiava luz no seu rosto, e seu quarto era totalmente fechado".


Assim que a cortina foi levada até o chão, voltei a minha posição de início. Observei o quarto pelo milésima vez, até que lembrei de algo que pode, pelo menos, me ajudar com minha memória: meu celular. Claro! Nele deve ter meus contatos de amigos próximos, não sei, uma possível namorada, ou talvez o contato da minha mãe, que eu ainda não sei onde está. 


Ainda sentado, movimentei meu olhar juntamente ao meu rosto, e não encontrava nenhum aparelho celular no cômodo. Eu revirei aquele cômodo com olhares três vezes, já impaciente. Minha vontade era de esmurrar a parede, de tanta raiva que sentia. Eu não sei, mas acho que tenho cabeça quente. Mas eu só acho que geralmente não tenho paciência. 


Bem que meu pai me informou que eu sou muito raivoso e gosto de resolver as coisas na base da briga. Mas eu realmente não achei que fosse tanto. 


Ouvi alguém bater na porta do quarto, e encostei minhas costas na parede de novo antes de falar algo. 


— Pode entrar, pai! - falei simples, em um tom mais alto, já sabendo que era meu pai. Aliás, quem chegaria no meu quarto de surpresa já que não conheço ninguém? 


Ouvi a maçaneta do quarto mexer, sem olhar para a mesma, encarando a cortina em frente a minha cama, enquanto ouço a porta ser lentamente aberta. Pelo canto do olho vejo um rapaz alto de madeixas claras e um sorriso mínimo no rosto adentrar o cômodo. Aquele claramente não era meu pai. 


— Desculpe, eu não sou seu pai - disse uma voz doce, fechando a porta, com um sorriso nasal nascendo no mesmo, com o rosto um pouco abaixado, parecendo envergonhado. 


— Uh, você é o garoto que encontrei mais cedo, certo? - perguntei, me ajeitando mais uma vez na cama, cruzando as pernas em posição de "borboleta".


— Sim, sou eu. - respondeu ele, quando seu olhar finalmente se encontrou ao meu - Bom, desculpe vir assim do nada, mas você é o único que eu sei que realmente não está mentindo para mim, pois conheci agora. Eu não sei se aqueles são realmente minha família, ou não. Então vim aqui por que sei que você é você, entende? - perguntou, falando rapidamente, enquanto se aproxima, aproximava da cama. 


— Você fala demais! Isso é irritante, mas eu entendi - falei simples, e logo me veio um arrependimento por parecer grosso demais - Enfim, como encontrou meu quarto? Não diga que saiu batendo de porta em porta por aí! - eu finalmente soltei um sorriso. 


— Claro que não! - retribuiu o moreno, sorrindo - Eu perguntei onde era o quarto de Jeon Jungkook e me informaram. 


— Hm - falei simples, cortando a conversa. 


Quando percebi que o assunto morreu, abaixei meu rosto, e comecei a brincar com meus dedos discretamente. Não me lembro exatamente do seu nome, mas acho que é Taehyung. 


Taehyung viu que não tinha mais assunto, então apenas se sentou no final da cama, observando um pouco o cômodo. 


— Ah, que quarto escuro é esse? - perguntou ele, fazendo uma careta - Abra isso! 


Taehyung foi até a cortina e a abriu rapidamente, dando um sorriso, enquanto eu virei o rosto rapidamente fechando os olhos. 


— Fecha isso! Quanta luz! - resmunguei alto.


— Mas…está tão melhor assim, não acha? - perguntou o moreno, confuso. 


— Ah, Taehyung, olha para mim, como eu estou agora, e vê se eu gostei ao mínimo disso! - falei fechando os olhos fortemente. 


O mesmo, sem dizer mais nada, fechou lentamente a cortina, fazendo a luz forte e irritante do quarto desaparecer. 


— Você é um vampiro, por acaso? - perguntou ele, se sentando novamente na cama. 


— Se vampiros são pessoas que odeiam luz e tudo que envolva isso, então pode me considerar um - abri meus olhos lentamente, vendo Kim bem mais próximo de mim, me fazendo engolir em seco. 


— Com quem você fica nesse quarto? - perguntou ele. 


— É…meu pai. Só ele - falei simples - E você? 


— Bom, muitas pessoas. Mas as únicas que tenho confiança são minha mãe e minha irmã - falou ele, ainda sem jeito. 


— Por que está assim? - perguntei. 


— Assim como? - seus olhinhos brilhantes se encontraram com os meus novamente. 


— Assim, parece que está envergonhado com algo, sei lá - falei. 


— Ah, é só que isso tudo ainda é novo para mim. Eu não conheço ninguém de verdade. Minha memória morreu, minha irmã e minha mãe só complicam minha situação, dizendo que meu passado era ruim e por isso tem que oculta-lo, e agora eu estou no quarto de um desconhecido falando para ele sobre minha vida - desabafou, e sorriu fofo no final, deixando suas mãos apoiarem seu corpo relaxado, tombado para trás - Que estranho, não? 


— É, talvez seja - disse sorrindo - Você realmente não lembra de nada? Nenhuma coisinha sequer? 


— Não. Infelizmente eu já fiz o maior esforço possível para conseguir lembrar de algo, mas não consigo - desabafou suspirando, encarando o teto - Sabe o que é? 


— O que? - perguntei. 


— Eu sinto um vazio em mim, sabe? Um sentimento estranho. É como se algo faltasse em mim - ele me olhou mais profundamente, e completou seu desabafo - Eu não sei quem é, mas eu sinto falta de alguém. Falta alguém em mim. 


Notas Finais


Minhas férias estão chegando, juro que quando chegar vou atualizar com mais frequência rsrs ♥


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