História Don't forget me - Capítulo 4


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Categorias The Originals
Personagens Camille O'Connell, Davina Claire, Elijah Mikaelson, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Joshua "Josh" Rosza, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Mikael Mikaelson, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson
Tags Bruxas, Hibridos, Klaus Mikaelson, Lobisomens, Romance, The Originals, Vampiros
Visualizações 32
Palavras 2.462
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei mais rápido dessa vez, pois não aguentei deixa-los curiosos sobre o capitulo anterior. Espero que gostem e comentem oque estão achando comentários construtivos são bem importantes!

Capítulo 4 - Liberdade?


Ofegando e implorando por ar, ela pisca rapidamente acordando de maneira desesperada. Ao voltar a respirar normalmente ela observa o ambiente. Havia uma coberta grossa sobre o seu corpo, ela estava em um sofá a sala era grande e ao olhar pelas grandes janelas notou ser um apartamento. Será que finalmente estava segura e a salvo? Rezou para que sim, lembra-se dos sons de sirene e de ser carregada pelos longos corredores e de luzes piscando freneticamente.

 

Não havia reparado, tinha um homem dormindo tranquilamente em uma poltrona não muito longe de onde ela estava. Se alguém o tinha mandado para ficar de olho nela certamente aquele homem estava fazendo um péssimo trabalho.

        Ela se levanta pega uma almofada onde sua cabeça repousava há instantes atrás reúne coragem andando até o dorminhoco. Sem pensar duas vezes bate com a almofada contra ele usando toda a sua força que restava, o que levou a retalhos e algodão para todo lado.

       Gritando com o susto o homem acorda olhando para os lados e abanando as mãos afim de tirar o conteúdo da almofada que agora voa em sua frente. Annelise o olha assustada e recua alguns passos, ele não era humano ficou em posição de atacá-lo se fosse necessário.

 

- Me assustou! Estou aqui para cuidar de você não sou inimigo, certo?

Aqueles olhos castanhos a encaravam esperando por uma resposta, ele queria tranquiliza-la. Ela percebeu que o homem era inofensivo afinal, e pôs fez suas presas retomarem seu lugar uma tontura repentina a atinge fazendo com que seu corpo cambaleie, leva a mão a testa sua vista avia escurecido. Ele vem em seu amparo e a coloca novamente sentada no sofá. Ela precisava se alimentar urgentemente.

- Desculpe...qual seu nome? – Ela pergunta com a voz falha e um pouco baixa.

Segurando os ombros da mulher de forma gentil ele se agacha em sua frente.

- Meu nome é Nathan, preciso que se acalme e em nenhuma hipótese tente escapar por favor. Eu seria um homem morto – Diz juntando as mãos e a encarando quase com suplica – bem, isso chega até a ser engraçado se você levar em consideração que eu já sou um morto.

Isso faz com que ela de uma leve risada com seu comentário, ele era um vampiro então estava do lado dela e não de Kieran, isso a relaxou e seu corpo se acalmou não havia perigo e não precisaria defender no momento.

Seu corpo inteiro doía e se mantinha rígido, e piorou assim que ela inventou de colocar as pernas esticadas no sofá fazendo uma careta.

- onde...bem eu estou exatamente? Ou porque estou aqui?

Queria fazer diversas perguntas, mas estava cansada para isso agora talvez o enchesse mais tarde sobre isso. Ele respira profundamente e se senta na mesinha de centro.

- É um tanto complicado, não sei se eu deveria ou se sou a pessoa que deve te explicar isso. – Ele percebe a irritação que cruzou as feições da mulher e continua – Sinto muito.

- Será que poderia ao menos dizer em que dia estamos, ou ano?  Fiquei em uma porra de cela por anos nem ao menos sei que ano estamos.

Ele franze o cenho, William havia contado somente poucos detalhes sobre a mulher passou quase 8 anos naquele lugar e sofreu diversos experimentos esquisitos, mas ele nunca havia contado o que eram exatamente. Para que a mesma não se lembra-se de que ano estava ou nem ao menos soubesse quanto tempo passou trancafiada deveriam ser no mínimo horríveis.

- É dia 20 de Agosto e sabe eu não deveria lhe dizer isso, mas estamos perto de Nova Orleans.

Os olhos de Annelise se enchem de lágrimas, estava perto de casa muito perto. Depois de tanto tempo ela estava próxima de conseguir retornar para casa e ela dá um sorriso bobo para si mesma. Passou por sua cabeça como seria estar de volta, como a receberiam se ficariam felizes em vê-la. Nik, Hope, Elijah, Rebekah, Kol...e até mesmo Hayley gostaria de encontra-los imediatamente queria sentir a felicidade novamente.

- Obrigada por não me atacar. – A voz de Nathan a tira do transe e ela volta a olha-lo – você tem o dobro da minha idade por favor não fique ofendida com isso, mas poderia arrancar meu coração fácil, fácil.

 - Foi a minha primeira opção não posso negar. – Ela ri e limpa os resquícios de lagrimas.

Ele acreditou que se usa-se um pouco de humor talvez ela pudesse ficar mais tranquila e estava de fato funcionando.

- Já nos vimos antes, ou nos esbarramos em algum lugar? Sinto que você não me é estranho sabe.

Ele era estranhamente familiar agora que ela realmente havia prestado atenção, ele possuía cabelos escuros um rosto sereno e que transmitia calma.

- Não me diga que esqueceu do homem mais lindo que pisou na terra? - diz Gesticulando para si mesmo e depois passando as mãos pelos cabelos a fazendo rir. – Bem acredito que não, pois, no mesmo ano que os Mikaelson voltaram eu fui transformado você já não estava por aqui, fui usado por Klaus para ser seu espião foi Davina que me tirou do transe ou compulsão chame como quiser, ouvimos muito sobre você é um assunto bem frequente por aqui. Ainda mais depois que desapareceu, sempre há alguém comentando de você pelos cantos ou montando teorias.

Ela dirigiu seu olhar para os pés, toda a cidade a conhecia então sempre esteve presente mesmo que só em histórias contadas ou inventadas.

- William me disse que não tinha refeições de forma adequada bem... naquele lugar, tenho algumas bolsas de sangue guardadas por aqui posso pegar se estiver com fome.

Ela balança a cabeça afirmando e ele se levanta caminhando até a geladeira retornando alguns minutos depois com uma bolsa de sangue como prometido, rapidamente a garganta de Annelise começou a queimar ansiando por aquele sangue, havia se esquecido de como poderia se sentir quando bebesse tudo sem “moderar” as doses como era feito, assim que ele esticou o conteúdo na embalagem para que ela pegasse mais que rapidamente o fez. Ao levar a boca o sangue desceu pela sua garganta e Nathan recuou um pouco, o gosto era delicioso e a fez se sentir melhor.

- A quanto tempo eu fiquei desacordada, ou sabe, quanto tempo levamos para chegar aqui.

Foi uma pergunta sutil, mas avia duplo sentido nela, a mulher queria saber se o local que fora mantida todo esse tempo estava longe, onde ficava e se ela realmente estava segura.

Nathan a olha sorrindo, feliz por vê-la em melhor estado com a cor voltando rapidamente ao seu rosto em apenas alguns segundos, não notou a jogada que ela fez com a pergunta e se adiantou em responder.

- Cerca de 6 dias contando com o dia que saímos, você acordava e desmaiava várias vezes William disse que seria normal e deu alguns sedativos para que eu lhe desse enquanto viajávamos, para mantê-la em segurança. Fiquei com medo admito, pois, demorou para que acordasse e estava com uma aparência não muito boa.

6 dias então, era muito tempo. Foi treinada para se sentir insegura e com dúvida a todo tempo e era isso que sentia agora, como uma pontada em seus pensamentos. Após a longa conversa Nathan lhe deu mais algumas roupas limpas, o mesmo disse orgulhoso que ele mesmo avia comprado e realmente teve de admitir que o rapaz tinha bom gosto. Depois de tomar um longo banho seguiu para o quarto de hospedes que lhe foi dado e vestiu as roupas. Era uma blusa amarela com botões de mesma cor e mangas curtas, uma calça legging e chinelos que eram extremamente confortáveis abriu a porta, mas queria se olhar no espelho então retornou para dentro do quarto. Se sentiu grata por isso estava tudo em ordem, quase como uma miragem tirando seus cabelos que estava um ninho como costumava dizer antes, riu com o próprio pensamento. Levou algum tempo até que os fios ruivos estivessem alinhados e desembaraçados. Nem mesmo acreditava que aquilo era real pela primeira vez em muito tempo viu sua pele limpa, sem sangue ou sujeira. Um ponto de interrogação cruzou seus pensamentos, quem havia trocado ela e a limpado nesses dias que esteve desacordada, um rubor subiu pelo rosto. Nathan estava passando pelo corredor com uma pilha de roupas passadas quando viu Annelise parada em frente ao espelho.

- Não fui eu quem te troquei se for isso que está pensando, foi Davina ela cuidou bem de você eu só fiz a parte das compras, e ela ficou apaixonada por seu cabelo passou horas o arrumando. – Apontou para o cabelo da moça e sorriu. – Ela veio aqui todos os dias desde que chegou para cuidar de você, menos ontem e hoje que teve alguns imprevistos portanto a resposta por você estar meio em desordem hoje, desculpe.

Ela se virou e deu risada com o jeito dele de tentar dizer o quão ela estava uma bagunça antes do banho, gostou dessa tal Davina e queria agradece-la pelo quem tem feito.

- Agradeço a vocês dois, de verdade tem sido muito generosos comigo. - diz caminhando até ele e o ajudando com a pilha de roupas. – Você poderia me dizer mais? Sobre tudo.

-Claro, vou direto ao ponto. -  OS dois se sentam na beira da cama – Bom William ligou pedindo ajuda de alguns vampiros que entraram em contato com Marcel Gerard. Houve um acordo antes e tudo estava em paz, só que um novo grupo surgiu na cidade e botaram pra quebrar, no sentido literal eles não estavam gostando do que estava rolando na cidade ou como tudo estava sendo feito, isso fez com que Klaus e Marcel voltassem a disputar o trono, depois que Nathan telefonou, Marcel acabou ganhando o que ele precisava. Essa briga dura a quase dois anos e está deixando todo mundo maluco, é sempre a mesma coisa controle e também respeito.

Apesar do que lhe foi contado ela sentiu um alivio de saber que os Mikaelsons estão vivos, e que o Klaus estava sendo o Klaus, mas o alivio não dura muito quando as peças se encaixam.

- Então Marcel não me deixará ir para casa? Ele está me usando afinal por causa dessa briga tosca?

- Infelizmente, eu não concordo com isso muito menos com toda essa merda que está rolando na cidade. - Ele toma a mão dela e aperta tentando lhe transmitir calma - Depois que você sumiu Klaus virou um inferno, como se fosse configurado pra ser calculista e frio, ultimamente ele tem se mantido um pouco estável mas mesmo assim ele começa brigas pela cidade só para irritar Marcel.

Ela não conseguia esconder a irritação, mas se manteve em controle pois não queria machucar alguém ou algo do tipo. O homem da uma batidinha em seu ombro, não sabia o que fazer, soltou um suspiro e saiu do quarto a deixando sozinha com seus próprios pensamentos. Tudo que fez foi chorar até que caísse no sono novamente.

 

No dia seguinte ela acordou um pouco mais animada, tentou deixar os problemas de lado. Depois das higienes matinais Nathan veio chama-la para tomar café da manhã. Os dois se sentaram em uma mesa pequena com quatro lugares onde já havia pães, doces e dois copos de suco.

- Isso é um verdadeiro banquete! -  Comenta feliz e se senta na cadeira, não hesitando em encher a boca com aqueles doces.

- Mas vá com calma por favor, eu juro que tem mais de onde veio esses. – Diz assustado mas rindo logo em seguida se juntando a ela.

Annelise se acalma e passa a comer devagar, e o café passa tranquilamente. O som da porta se abrindo a faz virar rapidamente, o ódio sobe rapidamente pelo seu corpo.

Marcel entra animado, esbanjando um sorrio presunçoso Annelise teve vontade de arranca-lo de seu rosto. Assim que a mão dele ia de encontro com seu ombro ela se moveu para o outro lado da sala se esquivando de seu toque. Sua velocidade avia voltado afinal.

- Certo, o que você disse a ela garoto? – Ele revira os olhos e olha para o homem que se mantinha sentado na cadeira.

- A verdade. – Diz simplesmente o olhando com indiferença. – Que você quer mantê-la presa nesse apartamento e usa-la contra Klaus, e ela acabou de ser resgatada daquele inferno e você a mantem presa novamente, acha que ela deveria se sentir grata pra caralho? E não vamos esquecer que você está indo totalmente contra o plano que William determinou.

Marcel caminha até Nathan e o agarra pela gola da camisa azul que estava usando.

-Isso é verdade é claro, mas que saída eu tenho se Klaus sai matando meus homens todos os dias só pôr o olhar torto, enquanto eu tento administrar aquela cidade ele é um perigo.

Nathan empurra Marcel e o olha furioso, Annelise fica admirada com sua bravura e se põe ao lado do novo amigo.

- Eu não aprovo as atitudes de Niklaus, mas eu tenho certeza que ele teria no mínimo o bom senso de saber tudo que ela passou todos esses anos e não a prenderia novamente. Ele a deixaria ser livre.

Marcel o olha incrédulo. – Se esqueceu com quem está falando garoto? Pensei que poderia confiar em você quando te trouxe para isso.

Nathan abre e fecha a boca tentando formular um argumento, Annelise percebe isso e se coloca em sua frente ficando cara a cara com Marcel.

-Basta Marcel, porque você está fazendo isso comigo? Pensei que fossemos amigos, tudo estava bem entre a gente antes de eu sumir. Eu só quero ir para casa.

- Desculpe, mas é preciso ser feito. – Ele se afasta – política sabe? Não gosto também do que estou tendo que fazer, mas é pelo bem da cidade.

- Politica? Vá se fuder Marcel – Ela lhe da um tapa no rosto e o empurra com toda força gritando – Sabe como Nik é temperamental como sua raiva funciona, me prenda aqui e acha que vai amansa-lo? Só pode ter perdido a cabeça mesmo.

Ela passa a mão pelos cabelos demonstrando frustação.

-E como sabe que ele vai se importar? Já faz muito tempo talvez eles nem liguem para mim mais. – Disse com uma pontada de dor em seu coração, apesar de ficar imaginando uma cena perfeita quando voltasse a família poderia não ligar.

Marcel se aproxima e pega em sua mão, ela o olha ainda com raiva e pensa em recuar novamente mas se mantem parada.

- Oh não, ele se importa e bem Nathan já deve ter contado que você é bem famosa pela cidade.

Ele sorri novamente e pisca para os dois, após isso se retira do apartamento ficando novamente somente Annelise e Nathan.


Notas Finais


Oque acharam do Nathan? E oque acham que vai rolar no próximo capitulo ein, deixem nos comentários

desculpem os erros e
Beijos de luz e até a próxima pessoal!


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